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13º do INSS: Primeira Parcela Prevista para Abril com Valores Atualizados em 2026

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A antecipação do 13º salário para os mais de 34 milhões de beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em 2026 é aguardada com grande expectativa. Embora o decreto oficial ainda não tenha sido publicado pelo Governo Federal, a prática adotada nos últimos anos sugere que o pagamento ocorrerá ainda no primeiro semestre, oferecendo um alívio financeiro para aposentados e pensionistas. A expectativa é que a primeira parcela seja liberada já em abril.

A política de valorização do salário mínimo, sancionada pelo presidente Lula, tem impacto direto nos valores. Essa política, que combina a variação do INPC (inflação) com o crescimento do PIB de dois anos anteriores, garante um aumento real que acompanha o poder de compra dos segurados. Com o salário mínimo projetado para R$ 1.621,00 e o teto previdenciário em R$ 8.475,55, os beneficiários podem se basear em projeções para planejar suas finanças.

Têm direito ao abono anual os segurados que recebem benefícios previdenciários decorrentes de contribuição, como aposentadorias de todas as modalidades, pensão por morte, auxílio-doença, auxílio-acidente e auxílio-reclusão. O Benefício de Prestação Continuada (BPC), por sua vez, por ter natureza assistencial e não contributiva, não contempla o 13º salário.

O pagamento do 13º salário é dividido em duas parcelas. A primeira, com valor correspondente a 50% do benefício bruto, é liberada sem descontos de Imposto de Renda ou outros encargos. A segunda parcela, composta pelos 50% restantes, sofre a incidência de descontos legais, como o Imposto de Renda para quem ultrapassa a faixa de isenção.

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Exemplos práticos de valores estimados:

Para quem recebe o salário mínimo de R$ 1.621,00 e teve o benefício durante todo o ano:

  • 1ª Parcela Estimada: R$ 810,50 (sem descontos).
  • 2ª Parcela Estimada: R$ 810,50 (isentos de IR recebem o valor integral).
  • Total do 13º: R$ 1.621,00.

Para quem recebe o teto previdenciário de R$ 8.475,55:

  • 1ª Parcela Estimada: R$ 4.237,77 (50% do bruto, sem descontos).
  • 2ª Parcela Estimada: Valor de R$ 4.237,78, com subtrações de IR e INSS sobre o total.

Em casos de recebimento parcial do benefício, o valor do 13º é calculado proporcionalmente aos meses em que o segurado teve direito. Por exemplo, para quem recebeu o benefício por seis meses no salário mínimo, o valor total do 13º seria R$ 810,50, dividido em duas parcelas de R$ 405,25.

É importante alertar que ofertas de antecipação de 13º salário por bancos configuram empréstimos com juros. Dada a alta probabilidade de o governo antecipar o pagamento oficial para abril/maio, a recomendação é aguardar o recebimento integral do INSS sem custos adicionais.

Caso a antecipação oficial não se concretize, o pagamento seguirá o calendário regular de agosto (1ª parcela) e novembro (2ª parcela). Se a antecipação ocorrer, o cronograma previsto, escalonado pelo final do NIS (Número de Identificação Social), é:

Expectativa para a 1ª Parcela (Abril):

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  • Início (NIS final 1): Última semana de abril.
  • Conclusão (NIS final 0): Primeira semana de maio.

Expectativa para a 2ª Parcela (Maio):

  • Início (NIS final 1): Última semana de maio.
  • Conclusão (NIS final 0): Primeira semana de junho.

13º do INSS: Primeira Parcela Prevista para Abril com Valores Atualizados em 2026

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BBB 26: Big Fone Revela Terceiro Paredão com Três Nomes na Disputa

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A casa do Big Brother Brasil 26 viveu momentos de tensão com a dinâmica do Big Fone nesta semana, que culminou na formação do terceiro Paredão da edição. Ana Paula, Brigido e Leandro são os confinados que agora enfrentam a votação do público para decidir quem deixará o reality show.

A disputa pela permanência na casa promete ser acirrada, com os três participantes buscando o apoio dos espectadores para continuar na corrida pelo prêmio.

BBB 26: Big Fone Revela Terceiro Paredão com Três Nomes na Disputa

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Terceiro Paredão do BBB 26 Definido: Ana Paula, Brigido e Leandro Lutam pela Permanência

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A casa mais vigiada do Brasil conheceu neste domingo (1º) os nomes que compõem o terceiro paredão da edição 26 do Big Brother Brasil. Ana Paula Renault, Brigido e Leandro disputarão a preferência do público, com a eliminação de um deles prevista para a noite de terça-feira (03).

A formação da berlinda começou com Jonas Sulzbach já garantido na disputa, como consequência de uma decisão tomada ao atender ao Big Fone. Em seguida, Sarah, a Anja da vez, concedeu imunidade a Sol Vega, tirando-a da possibilidade de ser indicada.

A líder da semana, Maxiane, escolheu Ana Paula para enfrentar o paredão, justificando sua indicação com base na dinâmica de convivência dentro do jogo. Após a escolha da líder, os demais confinados foram chamados ao confessionário para votar. Leandro e Brigido foram os mais votados pela casa, completando o trio de emparedados.

Leandro e Jonas tiveram a chance de se livrar da votação popular através da Prova Bate e Volta. Em uma disputa que dependia da sorte, Jonas saiu vitorioso e, com isso, garantiu sua permanência na casa, escapando do paredão.

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Assim, o destino de Ana Paula, Brigido e Leandro agora está nas mãos dos telespectadores, que decidirão quem deixará a disputa pelo prêmio milionário na próxima terça-feira.

Confira a votação da casa:

Jonas direcionou seu voto para Leandro.
Milena votou em Brigido.
Samira escolheu Leandro.
Brigido indicou Leandro.
Alberto votou em Leandro.
Ana Paula direcionou seu voto para Brigido.
Breno votou em Brigido.
Solange votou em Gabriela.
Juliano votou em Brigido.
Marciele indicou Leandro.
Marcelinho votou em Brigido.
Gabriela votou em Leandro.
Edilson votou em Leandro.
Leandro votou em Brigido.
Sol votou em Leandro.
Jordana votou em Leandro.
Babu votou em Brigido.
Sarah votou em Leandro.
Chaiany votou em Brigido.

Terceiro Paredão do BBB 26 Definido: Ana Paula, Brigido e Leandro Lutam pela Permanência

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Comissão de Direitos Humanos Aponta Tortura em Dinâmica do BBB 26 e Critica Normalização da Violência

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A Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP), órgão ligado ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, emitiu uma carta aberta contundente à produção do Big Brother Brasil 26, manifestando profunda preocupação com as práticas empregadas no Quarto Branco. A comissão compara a dinâmica do programa a métodos de tortura utilizados durante a ditadura militar brasileira, levantando sérias questões sobre os limites éticos do entretenimento televisivo.

No documento, a CEMDP destaca a semelhança entre as provas e os castigos impostos no Quarto Branco e as táticas de privação de sono, enclausuramento, desorientação e submissão a posições físicas extenuantes, frequentemente associadas a cenários de tortura. A comissão argumenta que a exibição desses métodos como entretenimento para milhões de espectadores banaliza o sofrimento humano e dessensibiliza o público em relação à violência de Estado.

A carta enfatiza que o problema transcende o formato do jogo, ressaltando uma intensificação da dinâmica nesta edição do reality. A CEMDP considera que, ao testar os limites físicos e psicológicos dos participantes, a emissora também desafia a própria humanidade ao transformar sofrimento extremo em produto de consumo.

Juridicamente, a crítica da comissão fundamenta-se em preceitos constitucionais. O artigo 5º da Constituição Federal, que proíbe inequivocamente a tortura e o tratamento degradante, é citado como um princípio inegociável, que não pode ser relativizado pelo consentimento dos participantes ou pela promessa de recompensas financeiras. Adicionalmente, o artigo 221, que estabelece que as concessões públicas de rádio e TV devem promover fins educativos, culturais e os valores éticos e sociais, é invocado para questionar a compatibilidade da exploração do sofrimento com esses objetivos.

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A carta, endereçada à executiva Leonora Bardini, responsável pela área de conteúdos da Globo, conta com assinaturas de representantes de diversas esferas, incluindo familiares de mortos e desaparecidos políticos, a sociedade civil, uma deputada da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados e uma procuradora regional da República. O documento inicia evocando uma reflexão de Wagner Moura sobre a transmissão de traumas e valores entre gerações, conectando a responsabilidade da mídia na preservação da memória de violações de direitos humanos.

A CEMDP detalha a gravidade da associação entre o Quarto Branco e práticas de regimes autoritários. É mencionado o caso de uma participante obrigada a permanecer em pé sobre um pedestal por horas, uma posição identificada como método de tortura. A repetição dessas imagens em um reality show, sob a ótica da resistência, é vista como um fator que contribui para a dessensibilização pública e o enfraquecimento da compreensão sobre a gravidade da violência estatal.

A comissão também refuta o argumento de voluntariedade dos participantes. Para os signatários, o consentimento não legitima situações que configuram tratamento cruel ou degradante, especialmente em um meio de comunicação público. A memória das vítimas da repressão, segundo a carta, exige vigilância para evitar a normalização de práticas associadas à tortura sob a aparência de jogo.

A CEMDP, criada em 1995 e reinstalada em 2024, tem como missão a localização e o reconhecimento de mortos e desaparecidos políticos. Sua intervenção no caso do BBB 26 é apresentada como parte do esforço para manter vivo o debate sobre tortura e seus impactos sociais.

O incidente que desencadeou a manifestação ocorreu quando Rafaella Jaqueira desmaiou após mais de 120 horas confinada no Quarto Branco, um recorde de duração para a dinâmica. A participante estava em uma prova que exigia equilíbrio físico em condições extremas, com privação de sono, barulhos constantes e oferta limitada de recursos, visando exaurir física e mentalmente os competidores. Rafaella recebeu atendimento médico e foi eliminada, enquanto outros quatro participantes garantiram vaga no elenco fixo do programa.

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A CEMDP solicita explicitamente que a emissora reavalie o uso de práticas que associam sofrimento físico e psicológico ao entretenimento. A comissão cita estudos sobre a transmissão transgeracional de traumas e reitera o papel central da televisão na formação de valores geracionais, defendendo que a exibição de tais dinâmicas pode perpetuar ciclos de dor.

O documento conclui com um apelo à sociedade para que questione a aceitação de dinâmicas como o Quarto Branco, argumentando que a complacência com a banalização de experiências reminiscentes da violência de Estado compromete a memória dos mortos e desaparecidos políticos. Até o momento da publicação, a Globo não havia se pronunciado oficialmente sobre o caso, apesar de ter sido procurada.

Comissão de Direitos Humanos Aponta Tortura em Dinâmica do BBB 26 e Critica Normalização da Violência

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