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Tarcísio Filho explica pausa na carreira para assumir negócios familiares após morte de Tarcísio Meira

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O ator Tarcísio Filho, afastado dos holofotes televisivos desde 2018, quando participou da novela “Deus Salve o Rei”, revelou os motivos que o levaram a se distanciar da atuação. A decisão, tomada pelo próprio artista de 61 anos, foi impulsionada pela necessidade de gerir os empreendimentos familiares após o falecimento de seu pai, o icônico Tarcísio Meira, em agosto de 2021.

Em entrevista ao site “Heloisa Tolipan”, Tarcísio Filho detalhou o processo de transição. “Por agora não pretendo voltar. Quando o Tarcisão faleceu, eu tive que rever os negócios de família. O pai lidava com fazenda já há muitos anos. Eu brincava que era um fazendeiro que ocasionalmente fazia trabalho como ator. Com o falecimento dele, eu tive que dar uma tomada de pé de coisas que eu andava bastante afastado, porque eu ia às fazendas passear, andar a cavalo, para me divertir, mas eu não tinha o pulso do negócio, por assim dizer. No início foi um pouco assustador. Então, por um, dois anos, eu fiquei centrado nisso”, explicou.

O ator também comentou sobre o estado de sua mãe, a atriz Glória Menezes, que se aposentou da televisão em 2015, tendo como último trabalho a novela “Totalmente Demais”. Segundo Tarcísio Filho, Glória Menezes tem desfrutado de uma rotina mais tranquila em casa. “Minha mãe está em casa. Ela sempre foi uma mulher muito elétrica e a idade deu uma acalmada nela, que virou uma vovozinha muito tranquila, que gosta de estar em casa, revendo trabalhos. Está adorando se ver em ‘Rainha da Sucata’, gostando de ver as bisnetas. Eu falei: ‘Mãe, agora você envelheceu e virou a dona Benta’”, brincou o ator, destacando a serenidade que a maternidade tardia e a vida familiar trouxeram à atriz.

Tarcísio Filho explica pausa na carreira para assumir negócios familiares após morte de Tarcísio Meira

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CBF registra déficit de R$ 182,5 milhões em 2025, apesar do aumento na receita

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A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) encerrou o exercício financeiro de 2025 com um saldo negativo de R$ 182,5 milhões. O resultado, aprovado em assembleia geral com as federações estaduais nesta segunda-feira (27/4), marca uma reversão significativa em relação ao superávit de R$ 107 milhões registrado no ano anterior.

O aumento expressivo nas despesas operacionais é apontado como o principal fator para o déficit. Dentre os gastos que impactaram o balanço, destaca-se um pagamento de R$ 80 milhões ao clube Icasa, referente a uma decisão judicial ligada à não participação do time na elite do futebol nacional em 2014. A disputa judicial teve origem em 2013, quando o Icasa questionou a permanência do Figueirense na Série B devido à suposta escalação irregular do jogador Luan.

Mesmo sem considerar o valor destinado ao Icasa, as contas da CBF ainda apresentariam um resultado deficitário, superando a marca de R$ 100 milhões. A entidade justifica esses gastos como parte de um plano de regularização de passivos herdados de gestões anteriores.

As operações da Seleção Brasileira também contribuíram para o cenário financeiro. Sob o comando de Carlo Ancelotti, os custos logísticos com deslocamentos para jogos das Eliminatórias e amistosos totalizaram R$ 27 milhões. Adicionalmente, R$ 13 milhões foram investidos em ações de marketing e outros R$ 9 milhões em tecnologia e consultoria em áreas institucionais, esportivas e jurídicas.

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Outro fator que influenciou o fluxo de caixa foi a antecipação de receitas do contrato com a Nike, que foram contabilizadas no exercício de 2024, reduzindo a entrada de recursos em 2025.

Apesar do resultado negativo, a arrecadação bruta da CBF apresentou crescimento, alcançando R$ 1,7 bilhão, um aumento de aproximadamente R$ 200 milhões em comparação com o ano anterior.

O diretor financeiro, Valdecir de Souza, explicou que os investimentos visam a modernização administrativa e a adoção de práticas de gestão alinhadas às de grandes entidades internacionais como a FIFA. O presidente Samir Xaud ressaltou que a prioridade atual é a reorganização financeira e a quitação de débitos trabalhistas e com clubes, buscando consolidar bases para o futuro, mesmo diante do déficit pontual.

CBF registra déficit de R$ 182,5 milhões em 2025, apesar do aumento na receita

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CBF fecha 2025 com déficit de R$ 182,5 milhões apesar de alta na arrecadação

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A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) encerrou o exercício financeiro de 2025 com um saldo negativo de R$ 182,5 milhões. O resultado, aprovado em assembleia geral com as 27 federações estaduais na última segunda-feira (27/4), representa uma inversão de cenário em relação ao superávit de R$ 107 milhões apurado em 2024.

O aumento expressivo das despesas operacionais ao longo do período é apontado como o principal fator para o déficit. Entre os gastos que impactaram as contas, destaca-se o pagamento de R$ 80 milhões ao Icasa. Este valor é resultado de uma decisão judicial referente à não participação do clube na elite do futebol nacional em 2014.

A disputa judicial que originou o pagamento ao Icasa remonta à Série B de 2013, quando o clube cearense questionou a permanência do Figueirense na competição devido a uma suposta escalação irregular do jogador Luan. A indenização foi efetuada pela entidade mais de uma década após o ocorrido.

Mesmo excluindo a quantia paga ao Icasa, o resultado financeiro da CBF ainda seria deficitário, ultrapassando a marca de R$ 100 milhões. A justificativa apresentada pela confederação para os gastos elevados reside em investimentos voltados à regularização de passivos herdados de gestões anteriores.

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As operações da Seleção Brasileira também tiveram influência nas finanças. A gestão do técnico Carlo Ancelotti demandou um volume maior de viagens para compromissos oficiais, incluindo jogos das Eliminatórias e amistosos. Esses deslocamentos geraram custos logísticos de R$ 27 milhões.

Adicionalmente, a entidade destinou R$ 13 milhões para ações de marketing e R$ 9 milhões para áreas de tecnologia e consultoria institucional, esportiva e jurídica. Outro fator que afetou o fluxo de caixa foi a antecipação de receitas do contrato com a Nike. Esses valores, contabilizados no exercício anterior, reduziram a entrada de recursos em 2025.

Apesar do resultado final negativo, a arrecadação total da CBF apresentou crescimento. A receita bruta alcançou R$ 1,7 bilhão, um aumento de aproximadamente R$ 200 milhões em comparação com o ano anterior.

O diretor financeiro, Valdecir de Souza, ressaltou que os gastos fazem parte de um plano de modernização administrativa, com o objetivo de aumentar a eficiência e alinhar a CBF às práticas de grandes organizações do futebol mundial, como a FIFA.

O presidente Samir Xaud enfatizou que a prioridade atual é a reorganização financeira e a quitação de débitos trabalhistas e com clubes. Segundo ele, a estratégia visa estabelecer bases sólidas para conquistas futuras, mesmo diante do déficit registrado no período.

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Ana Castela desmente planos de aposentadoria e tranquiliza fãs: “Impossível parar”

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A cantora Ana Castela, conhecida como a ‘Boiadeira’, veio a público nesta segunda-feira (27) para esclarecer rumores sobre uma possível pausa em sua carreira musical. Em declarações feitas em suas redes sociais, a artista desmentiu a ideia de uma aposentadoria iminente, que havia sido mencionada em sua participação no programa ‘Altas Horas’ no último sábado (25).

Contrariando as especulações, Castela afirmou que a música se tornou uma paixão inegável em sua vida, tornando uma interrupção definitiva algo inviável. “Pra quem tá preocupado se eu vou parar ou não com a música daqui a dois anos, eu não vou, gente. Não tem como. Hoje, pra mim, praticamente isso virou impossível, porque a música se tornou uma paixão muito grande na minha vida”, declarou a artista, buscando tranquilizar seus admiradores.

A artista explicou que a menção a uma pausa em sua trajetória artística foi, em parte, uma brincadeira, mas com uma base de desejo por um período de descanso. “Eu brinco muito que eu vou parar daqui a dois anos, que eu vou me aposentar. Isso eu brinco mesmo”, admitiu, detalhando que a intenção é realizar uma breve pausa de aproximadamente três meses daqui a alguns anos. Nesse período, ela almeja dedicar-se à família, viajar e passar tempo na fazenda com seu pai, aprendendo mais sobre a vida rural e o ofício de fazendeira.

Ana Castela fez questão de enviar uma mensagem direta aos críticos e àqueles que demonstraram satisfação com a notícia da suposta aposentadoria: “Pra quem ficou super feliz que eu ia parar daqui a dois anos, pode voltar a ficar triste, porque eu não vou parar. Vocês vão ter pelo menos uns três meses de folga de Ana Castela, mas daí também é só três meses, depois eu já volto”, concluiu a cantora, reafirmando seu compromisso com a carreira musical.

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Ana Castela desmente planos de aposentadoria e tranquiliza fãs:

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