Em participação recente no “Now Podcast”, o cantor e influenciador digital Jonathan Couto abriu o jogo sobre a dinâmica atual de sua relação com a ex-esposa, Sarah Poncio. Pais de João, de 8 anos, e José, de 6, o ex-casal gerou burburinho ao compartilhar uma viagem recente à capital francesa. Couto fez questão de esclarecer os bastidores da convivência com a deputada estadual do Rio de Janeiro, ressaltando a importância de manter um vínculo harmonioso em prol dos filhos e do respeito mútuo.
“Eu e a Sarah, quando nos separamos, eu tinha cerca de 25, 26 anos. Ela quis terminar na época, e eu não queria. Eu já estava em uma fase em que tinha cometido erros, mas já estava focado na igreja, como missionário, pregando, valorizando a família. Aquilo não fazia mais parte da minha vida. Mas ela quis separar, e hoje eu entendo. Talvez eu não seria quem sou se ainda estivesse casado. E ela também, se não tivesse passado por suas próprias experiências”, compartilhou o artista.
Couto relembrou que, mesmo após o término, manteve a proximidade com a família de Sarah, agindo como um genro. “Com a família eu nunca deixei de lidar; eu continuava como genro ali, independente de ela ter namorado outras pessoas e tal. Mas com ela, a gente foi se adaptando. E aí, com o tempo, a gente começou a se entender: cara, qual é o nosso papel? Pai e mãe. E a gente passou a ser tipo amigo. E aí, só aquele lado de marido e mulher, esquecemos isso e fomos vivendo.”
Ele enfatizou que a relação amadureceu para um forte vínculo de amizade e parceria parental. “Hoje a gente está super bem, a gente se fala, se trata muito bem. A gente foi até para Paris agora, tipo assim, uma viagem de amigo mesmo, zero casal. E, cara, hoje a gente está aí. Mas vou te falar: eu… ela, talvez, se me ligar meia-noite, em qualquer momento da minha vida, mesmo que eu esteja namorando, eu vou falar assim: caramba, meu filho está me ligando, preciso socorrer”, explicou.
O cantor destacou a conexão profunda que o une à mãe de seus filhos. “Então ela pode estar namorando, que eu vou olhar pra ela e vou sentir que tenho que proteger, proteger ela, porque a mulher é a mãe dos meus filhos, irmão. Então, assim, é difícil explicar. E ali é família, irmão. Uma vez que tu entra ali — e eu entrei — para tu sair, irmão, é difícil. Eu entrei como uma criança e me tornei um homem ali dentro. Eu entrei com 20 anos e já tenho 31. Eu ficava com o Márcio e a Simone todos os dias. Eu dormia todos os dias na mesma casa durante 6 anos. Irmão, é muito tempo de convivência. Acho que talvez nem o meu pai e a minha mãe viveram isso, porque eu tinha que ir para a escola, e não… ali era fazendo tudo: viagem, férias, viajava. Então a nossa relação é de família, e a gente soube separar muito isso”, concluiu Couto.