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Virginia Fonseca celebra 60 anos da mãe, Margareth Serrão, com carinho dos netos

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A influenciadora Virginia Fonseca emocionou seus seguidores no Instagram neste sábado (13) ao compartilhar os detalhes da celebração do aniversário de 60 anos de sua mãe, Margareth Serrão. A data especial foi marcada por uma surpresa afetuosa preparada em casa, com a participação dos netos da aniversariante.

Virginia reuniu os três filhos – Maria Alice, de 4 anos, Maria Flor, de 3, e o pequeno José Leonardo, de 1 ano – para levar um bolo e cantar parabéns diretamente no quarto de Margareth. As imagens divulgadas mostram o momento em que a avó é acordada pelas crianças com muito amor e alegria.

Em uma mensagem publicada em seu perfil, Virginia celebrou a trajetória de sua mãe. “Mãe!! Parabénssss!!! Que Deus abençoe sua vida sempreee, 60 anos de muitas histórias, risadas, aventuras, momentos tristes mas que você sempre soube sair deles de cabeça erguida!!”, escreveu a influenciadora, exaltando a força e resiliência de Margareth.

A homenagem continuou com elogios à personalidade da mãe. “Parabéns não só pelos seus 60 anos, mas pela mulher f*da que você é, você é um exemplo pra mim e tenho certeza que inspiração pra muitas outras pessoas!!!”, declarou Virginia, desejando ainda saúde, amor e felicidade para Margareth e mencionando o futuro cruzeiro em homenagem à mãe, previsto para segunda-feira.

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Margareth Serrão retribuiu o carinho nos comentários da postagem com emojis de coração e mãos erguidas, demonstrando sua gratidão pela homenagem.

Os bastidores da surpresa também renderam momentos divertidos, com a influenciadora registrando as peculiaridades da manhã. Maria Flor demonstrou resistência para sair da cama, enquanto Maria Alice acompanhava a cena com bom humor. Durante o parabéns, um pequeno imprevisto aconteceu quando Maria Alice, em uma cambalhota, acabou acertando a irmã sem querer, o que gerou choro em Maria Flor. Virginia comentou a situação com leveza: “Óbvio que algo ia acontecer, né, nunca é de leve”. Apesar da pequena confusão, a celebração transcorreu em clima de festa.

Virginia Fonseca celebra 60 anos da mãe, Margareth Serrão, com carinho dos netos

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Reviravolta no BBB 26: Jogada de Leandro no Triângulo de Risco leva Jordana ao Paredão

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Uma reviravolta inesperada marcou a dinâmica ao vivo do Big Brother Brasil 26 na noite deste sábado (21), culminando na indicação de Jordana para o Paredão. A sister assumiu a berlinda em substituição a Boneco, após uma jogada estratégica orquestrada por Leandro no “Triângulo de Risco”.

A formação da berlinda, que agitou a casa mais vigiada do país, teve como ponto central a estratégia de Leandro, que conseguiu manipular o resultado da dinâmica, mudando o rumo do jogo para um dos participantes.

Reviravolta no BBB 26: Jogada de Leandro no Triângulo de Risco leva Jordana ao Paredão

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Mansão de R$ 8,2 Milhões de Hebe Camargo Vira Símbolo de Abandono no Morumbi

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O que antes era sinônimo de sofisticação e palco de grandes eventos da elite paulistana, a imponente mansão que pertenceu à icônica apresentadora Hebe Camargo, localizada no bairro do Morumbi, em São Paulo, hoje se apresenta como um cenário desolador de abandono. Avaliada em R$ 8,2 milhões, a residência, que marcou época com seu luxo e eventos memoráveis, agora exibe os sinais evidentes da deterioração, agravada por anos de desleixo e disputas judiciais.

Durante as décadas de 1980 e 1990, a propriedade de aproximadamente 1.000 metros quadrados de área construída era um dos cartões postais do prestígio de Hebe Camargo. A casa, carinhosamente chamada de “Casa da Hebe”, recebia personalidades do mundo artístico, empresarial e político, consolidando-se como um centro de encontros elegantes e jantares sofisticados que ditavam tendências na sociedade brasileira. A residência, com seus amplos ambientes, jardins bem cuidados e espaços voltados à convivência, refletia não apenas o sucesso profissional da apresentadora, mas também seu estilo de vida marcado pela elegância e hospitalidade.

Após o falecimento de Hebe Camargo em 2012, o imóvel passou a sofrer com a falta de manutenção adequada. O que se observa hoje são telhados danificados, paredes descascadas e a ação da umidade comprometendo a estrutura. Em alguns cômodos, o teto cedeu, e as áreas externas, outrora impecáveis, foram tomadas pela vegetação alta, transformando jardins e áreas de lazer em paisagens desoladoras. A deterioração foi intensificada pelas complexas questões judiciais envolvendo o patrimônio, ligadas ao empresário Lélio Ravagnani, que mantiveram a casa fechada por longos períodos, impedindo a conservação.

O estado de abandono e as pendências legais chegaram a motivar tentativas de leilão do imóvel, mas a situação adversa afastou potenciais compradores. Atualmente, especialistas do mercado imobiliário apontam que o valor da propriedade reside predominantemente no terreno, dada a sua localização privilegiada em uma área tradicional do Morumbi. O espaço atrai o interesse de investidores e incorporadoras, que vislumbram a possibilidade de demolir a antiga estrutura para dar lugar a novos empreendimentos, como condomínios de alto padrão.

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Apesar da decadência física, a mansão ainda guarda um forte valor simbólico, representando um capítulo importante na história da televisão brasileira e na trajetória de uma artista que deixou um legado inesquecível. O contraste entre o passado de glamour e o presente de abandono transforma o imóvel em um retrato do tempo, onde a estrutura pode ter perdido o brilho, mas a memória de Hebe Camargo permanece viva no imaginário popular.

Mansão de R$ 8,2 Milhões de Hebe Camargo Vira Símbolo de Abandono no Morumbi

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Juca de Oliveira, Ícone das Artes Cênicas Brasileiras, Falecido Aos 91 Anos

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A cena artística brasileira lamenta a perda de Juca de Oliveira, um dos nomes mais influentes e longevos do teatro e da televisão. O ator e dramaturgo faleceu na madrugada deste sábado, 21 de março de 2026, em São Paulo, aos 91 anos. A informação foi confirmada pela assessoria familiar à TV Globo, encerrando uma trajetória admirada por décadas.

Internado desde 13 de março na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Sírio-Libanês, Juca de Oliveira lutava contra uma pneumonia com complicações cardíacas. Seu estado de saúde já era considerado delicado.

Em nota oficial, a família expressou gratidão pelas manifestações de afeto e solidariedade recebidas. O comunicado ressaltou a magnitude da carreira do artista: “Com pesar, comunicamos o falecimento do ator, autor e diretor Juca de Oliveira, ocorrido nesta madrugada de 21 de março de 2026, aos 91 anos. Reconhecido como um dos grandes nomes das artes cênicas brasileiras, Juca de Oliveira construiu uma trajetória sólida e admirada no teatro, na televisão e no cinema.”

Nascido José Juca de Oliveira Santos em 16 de março de 1935, em São Roque (SP), o artista trilhou um caminho singular. Antes de abraçar a carreira artística, cursou Direito na USP e trabalhou em um banco. No entanto, a paixão pelas artes o levou a abandonar a carreira tradicional e a se dedicar integralmente à Escola de Arte Dramática.

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Sua estreia nos palcos ocorreu nos anos 1950, com passagens pelo Teatro Brasileiro de Comédia e atuações ao lado de nomes como Aracy Balabanian. Participou de montagens emblemáticas, incluindo “A Semente”, de Gianfrancesco Guarnieri, e “A Morte do Caixeiro Viajante”, de Arthur Miller.

Nos anos 1960, Juca de Oliveira esteve entre os fundadores do Teatro de Arena, um espaço que se tornou um marco cultural em meio ao regime militar. Sua atuação política e sua ligação com o Partido Comunista Brasileiro o levaram a ser perseguido pelo Estado e a buscar refúgio na Bolívia.

O impacto daquele período sombrio em sua vida foi compartilhado em depoimento ao Memória Globo: “Não foi por acaso que o Teatro de Arena foi brutalmente atingido pela ditadura militar. O teatro foi fechado, nós fomos perseguidos. Uma tragédia.” Essa declaração evidencia a dimensão política de sua obra para além dos palcos.

De volta ao Brasil, Juca de Oliveira fez sua estreia na televisão em 1964, na TV Tupi, com a novela “Quando o Amor É Mais Forte”. Sua estreia na Rede Globo ocorreu em 1973, interpretando Alberto Parreiras em “O Semideus”, marcando o início de uma longa e frutífera relação com a emissora.

Ao longo de sua carreira, Juca de Oliveira acumulou mais de 30 novelas e minisséries, mais de dez filmes e cerca de 60 peças de teatro, incluindo trabalhos como autor. Essa vasta obra garantiu sua presença marcante em diferentes gerações de espectadores.

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Na década de 1980, o ator também teve passagens pela Bandeirantes, em “A Idade da Loba”, e pelo SBT, em “Os Ossos do Barão”. Retornou à Globo em 1993 com “Fera Ferida” e, posteriormente, integrou o elenco de “Torre de Babel”.

Seu papel mais memorável na televisão foi, sem dúvida, o Dr. Albieri, o médico geneticista da novela “O Clone” (2001-2002). A trama, que abordava a clonagem humana, projetou o ator para um público ainda maior.

A profundidade com que Juca de Oliveira se referia ao personagem Albieri revela a conexão emocional que estabeleceu com o papel: “Esse personagem tem uma particularidade excepcional do ponto de vista do texto. Eu fico até arrepiado quando penso nisso. É muito bonita a maneira como ele se refere à dor da perda daquele menino que era toda a sua vida, que dava sentido inclusive à sua existência. A perda é tão grande que daí ele parte para a construção de um igual para substituir.” Essa interpretação ajudou a solidificar Albieri como um de seus tipos mais icônicos.

Seu último trabalho na televisão foi em 2018, na novela “O Outro Lado do Paraíso”, onde deu vida a Natanael. Nos últimos anos, Juca de Oliveira dedicou-se ao teatro e à administração de sua fazenda de gado de corte, mantendo-se próximo às suas paixões até o fim.

O velório será realizado neste sábado, no Funeral Home, localizado na Bela Vista, região central de São Paulo, das 15h às 21h. A cerimônia será restrita a familiares e amigos, um momento íntimo de despedida para um artista cujo legado permanece vivo e público para todos.

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Juca de Oliveira, Ícone das Artes Cênicas Brasileiras, Falecido Aos 91 Anos

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