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Emocionada, Ivete Sangalo se entrega às lágrimas em show após anúncio de separação

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Salvador foi palco de um momento de profunda comoção para a cantora Ivete Sangalo na noite de domingo, 21. Durante sua apresentação, ao lado de Margareth Menezes, a artista não conseguiu conter as lágrimas enquanto interpretava a canção romântica “Quem Sabe Isso Quer Dizer Amor”. A voz embargada e a interrupção em alguns versos da música evidenciaram a carga emocional do momento.

Ao final da interpretação, visivelmente emocionada, Ivete foi acolhida por Margareth Menezes e pelo músico Luciano Calazans, desabafando: “Ah, essa música não dá…”. A cena ocorreu aproximadamente um mês após o anúncio público do fim de seu casamento de 17 anos com o nutricionista Daniel Cady. A notícia da separação foi divulgada em 27 de novembro, de forma conjunta pelo casal nas redes sociais, com uma mensagem que ressaltava o respeito, o diálogo e o cuidado com a família.

A apresentação de Ivete Sangalo integrou o “Natal das Estrelas”, um concerto beneficente que combinou música e solidariedade em prol do Hospital Martagão Gesteira, uma instituição de referência em atendimento pediátrico na capital baiana. O repertório do show, que buscou evocar tanto a celebração quanto a sensibilidade, foi transmitido pela TVE Bahia e proporcionou diversos momentos tocantes ao público, com destaque especial para o dueto entre Ivete e Margareth.

Emocionada, Ivete Sangalo se entrega às lágrimas em show após anúncio de separação

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Gabrielzinho Brilha no Laureus: Triunfo Histórico como Melhor Atleta com Deficiência

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O nadador brasileiro Gabriel Araújo, carinhosamente conhecido como Gabrielzinho, alcançou o ápice do reconhecimento esportivo ao ser laureado como o “Melhor Atleta com Deficiência” no prestigiado Prêmio Laureus 2026. A cerimônia de gala, que celebra os feitos mais notáveis do universo esportivo e é frequentemente comparada ao “Oscar dos Esportes”, ocorreu nesta segunda-feira (20/4) no icônico Palácio de Cibeles, em Madri, Espanha.

A distinção chega como coroamento de uma temporada espetacular para Gabrielzinho, que recentemente conquistou três medalhas de ouro no Campeonato Mundial de Paranatação. Seu desempenho foi ainda mais marcante com a quebra do recorde mundial nos 150 metros medley individual, demonstrando sua superioridade e evolução na modalidade.

Em seu discurso de agradecimento, o atleta mineiro ressaltou a profundidade do significado do prêmio. “Este é um reconhecimento que vai além dos resultados brutos”, declarou Gabrielzinho. “É um prêmio que valida o esforço, a dedicação e a superação que existem por trás de cada conquista. No esporte paralímpico, essa jornada é ainda mais intensa, pois não estamos apenas competindo, estamos ativamente quebrando barreiras e provando que o potencial humano não tem limites.”

Gabrielzinho agora se junta a um seleto grupo de brasileiros que já foram agraciados com o prêmio em sua categoria, seguindo os passos de Daniel Dias, tricampeão em 2009, 2013 e 2016. O nadador expressou sua gratidão a Deus, à família, e dedicou a conquista aos seus treinadores, prometendo continuar escrevendo seu nome na história. “Este é apenas o primeiro de muitos”, afirmou com convicção.

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A trajetória de Gabrielzinho inclui também um impressionante desempenho nos Jogos Paralímpicos de Paris 2024, onde conquistou três ouros na natação classe S2. Sua lista de conquistas se estende ainda a duas medalhas de ouro e uma de prata obtidas em Tóquio 2020, consolidando-o como um dos grandes nomes do esporte paralímpico mundial.

A lista completa de vencedores do Prêmio Laureus 2026 inclui nomes como Carlos Alcaraz (Esportista do Ano Masculino), Aryna Sabalenka (Esportista do Ano Feminino), Paris Saint-Germain (Equipe do Ano) e Lamine Yamal (Jovem Atleta do Ano), entre outros destaques.

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Copa do Mundo: Gratuidade e Aumento de 775% Marcam Contrastes no Transporte para Sedes

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As cidades-sede da Copa do Mundo nos Estados Unidos apresentam abordagens distintas para a mobilidade dos torcedores, com a Filadélfia apostando em gratuidade parcial e Nova Jersey lidando com um aumento expressivo nas tarifas. A organização do evento na Filadélfia anunciou um plano especial de transporte para os dias de jogos no Lincoln Financial Field. Por meio de um acordo entre o comitê organizador local e a Airbnb, os usuários do sistema de transporte público da SEPTA desfrutarão de viagens gratuitas no trajeto de volta para casa, a partir do intervalo das partidas e até duas horas após o apito final. O valor da ida para o estádio permanece em US$ 2,90 (aproximadamente R$ 14,45).

O Lincoln Financial Field sediará seis jogos do torneio, incluindo cinco da fase de grupos e um das oitavas de final. Entre os confrontos confirmados estão Brasil x Haiti, Costa do Marfim x Equador, além de partidas envolvendo França, Iraque, Curaçau, Croácia e Gana. A cidade da Pensilvânia se prepara para receber a fase eliminatória em 4 de julho, data que celebra os 250 anos da independência americana.

Em contrapartida, a situação em Nova Jersey diverge significativamente. A New Jersey Transit planeja uma elevação substancial nos preços das passagens de trem entre a Penn Station e o MetLife Stadium, com estimativas que ultrapassam os US$ 100 (cerca de R$ 500) por trajeto nos dias de jogos. Atualmente, o mesmo percurso custa US$ 12,90 (aproximadamente R$ 65), configurando um aumento previsto de 775%. Essa proposta gerou críticas, inclusive da governadora de Nova Jersey, Mikie Sherrill, que questionou a falta de participação financeira da FIFA nos custos operacionais do evento.

A disparidade entre as sedes fica evidente ao comparar os custos de deslocamento. Um torcedor partindo de Nova York para assistir a um jogo na Filadélfia, a uma distância de cerca de 154 km, gastaria aproximadamente US$ 37,90 (R$ 189). Já para um jogo no MetLife Stadium, a cerca de 29 km de Nova York, o custo estimado pode chegar a R$ 747, evidenciando a diferença estratégica adotada pelas cidades para o transporte de fãs durante a Copa do Mundo, em um cenário de alta demanda e desafios logísticos.

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Copa do Mundo: Sedes adiam tarifas e lucram com gratuidade enquanto outras apostam em altos preços

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Enquanto a Copa do Mundo se aproxima, as cidades-sede nos Estados Unidos demonstram abordagens distintas para a mobilidade dos torcedores. Em um cenário que contrasta a gratuidade com aumentos expressivos nas tarifas de transporte, a organização do evento revela estratégias variadas para os deslocamentos.

Na Filadélfia, onde o Lincoln Financial Field sediará seis jogos, incluindo um confronto entre Brasil e Haiti, a gestão de mobilidade prioriza a experiência do fã. A SEPTA, empresa de transporte público local, oferecerá gratuidade nos retornos dos jogos, com o período de gratuidade se estendendo por até duas horas após o apito final. A tarifa de ida para os jogos permanece inalterada em US$ 2,90 (aproximadamente R$ 14,45). Essa iniciativa é resultado de uma parceria entre o comitê organizador local e a Airbnb.

O Lincoln Financial Field está programado para receber cinco partidas da fase de grupos e um confronto das oitavas de final. Entre os jogos confirmados estão os envolvendo Costa do Marfim e Equador, além de seleções como França, Iraque, Curaçau, Croácia e Gana. A partida eliminatória está agendada para 4 de julho, data que coincide com as celebrações dos 250 anos da independência dos Estados Unidos.

Em contrapartida, Nova Jersey apresenta um panorama de aumento significativo nos custos de transporte. A New Jersey Transit planeja elevar as tarifas de trem entre a Penn Station e o MetLife Stadium para valores superiores a US$ 100 (cerca de R$ 500) nos dias de jogos. Atualmente, o mesmo trajeto custa US$ 12,90 (aproximadamente R$ 65), o que representa um aumento projetado de 775%.

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Essa disparidade gerou críticas, inclusive por parte da governadora de Nova Jersey, Mikie Sherrill, que questionou a falta de contribuição financeira da FIFA para os custos operacionais. A situação evidencia a diferença de custos para os torcedores, que podem gastar consideravelmente mais para se deslocar até o MetLife Stadium, mesmo este estando a uma distância menor (aproximadamente 29 km) do centro de Nova York, em comparação com a Filadélfia (cerca de 154 km de Nova York).

Uma simulação indica que um torcedor saindo de Nova York para assistir a um jogo na Filadélfia gastaria em torno de US$ 37,90 (R$ 189). Já para um evento em Nova Jersey, no mesmo dia, o custo estimado pode alcançar aproximadamente US$ 150 (R$ 747). O cenário aponta para estratégias distintas de logística e precificação entre as sedes americanas, em um momento de alta demanda e desafios operacionais para a Copa do Mundo.

Copa do Mundo: Sedes adiam tarifas e lucram com gratuidade enquanto outras apostam em altos preços

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