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Letícia Birkheuer se defende de acusações do filho e alega alienação parental

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A atriz Letícia Birkheuer veio a público na noite desta terça-feira (23/12) para rebater as declarações feitas por seu filho, João Guilherme, de 14 anos. Emocionada, a artista negou veementemente as denúncias de agressão e afirmou que o adolescente tem sido vítima de alienação parental por parte do pai, Alexandre Furmanovich. “Sou obrigada a falar a verdade”, declarou Birkheuer.

Mais cedo, em um vídeo divulgado ao lado do pai, João Guilherme acusou a mãe de utilizá-lo como “objeto de engajamento” e relatou ter fugido da casa dela após uma visita ao Rio de Janeiro. O jovem também alegou ter sofrido agressão física, incluindo um “mata-leão”, por parte de um enfermeiro contratado pela atriz.

Em sua defesa, Letícia Birkheuer explicou que a disputa judicial pela guarda do filho se intensificou após um grave acidente de carro sofrido por João Guilherme e o pai no Rio de Janeiro. Segundo a atriz, o acidente, que envolveu capotamento, foi omitido no Boletim de Ocorrência pelo pai, o que a levou a buscar a Justiça. Ela também mencionou que o ex-marido teria descumprido uma ordem judicial para realizar novos exames toxicológicos.

A atriz relatou que as mudanças no comportamento de João Guilherme, como agressividade e desobediência, começaram quando ele ainda morava com ela, e que a situação se tornou insustentável. Ela permitiu que o filho fosse morar com o pai, acreditando que isso poderia melhorar a relação entre eles, mas lamenta que o jovem agora evite visitá-la e que o pai descumpra decisões judiciais, acumulando multas que ultrapassariam R$ 300 mil.

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Visivelmente abalada, Letícia Birkheuer expressou a dor de raramente ver o filho, afirmando que em um ano e meio o encontrou apenas uma vez. “É muito dolorido falar essas coisas”, desabafou.

Sobre a acusação de agressão, a atriz esclareceu que contratou um enfermeiro para acompanhar a visita do filho, com base em um laudo psiquiátrico que indicava ser a melhor opção. Ela relatou que, ao chegar em casa, João Guilherme tentou fugir para uma avenida movimentada, e o enfermeiro interveio para contê-lo, com a presença de policiais que testemunharam o ocorrido e prestaram depoimento. Birkheuer negou que o enfermeiro tenha machucado o filho e classificou o relato de troca de socos como mentiroso.

A atriz encerrou lamentando ter que passar mais um Natal longe do filho, ressaltando que o criou sozinha por 11 anos e que a situação atual lhe causa profunda tristeza.

Letícia Birkheuer se defende de acusações do filho e alega alienação parental

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Sobrevivente de Tragédia em MG emite apelo emocionante após perder seis familiares em acidente

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Uma jovem de 26 anos, Geyse Souza, está em profundo luto após a perda de seis membros de sua família em um violento acidente na BR-251, próximo a Salinas, em Minas Gerais. Em um desabafo comovente divulgado nas redes sociais, ela revelou ter perdido os pais, três irmãos e a avó na colisão frontal entre um carro de passeio e uma carreta. A comoção se intensificou com seu pedido de auxílio financeiro para cobrir os custos do transporte dos corpos, além de compartilhar os detalhes de sua última conversa com a mãe.

Segundo Geyse, a última comunicação com a matriarca ocorreu na véspera do desastre. “Eu conversei com ela. Questionei porque ela estava sumida. Falei: ‘mãe, apareça’. À noite, consegui falar com ela. Eles tinham parado num posto para dormir. Meu pai já estava dormindo. Eu até vi o rostinho da minha avó lá atrás, mas não cheguei a falar com ela”, relatou, visivelmente abalada.

A jovem descreveu o momento em que recebeu a notícia devastadora. “Faltavam só quatro horas… eu estava chegando na minha casa e nós desligamos o telefone”, disse, referindo-se à última ligação. “Hoje recebi uma ligação, mas acabei não atendendo… e depois eu soube da notícia. Eu achei que eles já estavam lá, mas recebi essa notícia tão trágica”, completou.

Diante da impossibilidade de arcar com as despesas para trazer os entes queridos para casa em Itapecerica (MG), Geyse lançou uma vaquinha online. “São seis corpos e a gente precisa muito de ajuda. Os valores são muito altos. A gente precisa trazer eles para cá”, implorou, destacando a urgência da situação.

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As vítimas fatais foram identificadas como Rodrigo, de 49 anos, que dirigia o veículo; Cinthia Cavalcante, 39 anos; seus três filhos, com idades de 3, 10 e 15 anos; e a avó materna das crianças, Solange, 59 anos. O automóvel viajava de São Paulo (SP) com destino a Nova Canaã (BA), enquanto a carreta seguia de Lauro de Freitas (BA) para Imbituba (SC). A Polícia Rodoviária Federal informou que o sinistro ocorreu por volta das 3h20 da madrugada, no quilômetro 263 da rodovia.

Sobrevivente de Tragédia em MG emite apelo emocionante após perder seis familiares em acidente

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Sobrevivente de Tragédia em MG Pede Ajuda para Trasladar Família Morta em Acidente com Carreta

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Uma jovem de 26 anos, Geyse Souza, encontra-se em profunda dor após perder seis membros de sua família em um grave acidente na BR-251, em Minas Gerais. A colisão frontal entre um carro de passeio e uma carreta, ocorrida na região de Salinas, ceifou a vida de seus pais, três irmãos e sua avó. Em um apelo emocionado divulgado nas redes sociais, Geyse busca auxílio financeiro para cobrir os custos do transporte dos corpos e relatou os últimos momentos de contato com os entes queridos.

Em lágrimas, Geyse contou que conversou com a mãe na noite anterior ao desastre. Ela questionou o sumiço da mãe e recebeu a confirmação de que a família havia parado para descansar em um posto. “Eu até vi o rostinho da minha avó lá atrás, mas não cheguei a falar com ela”, disse, em referência à última vez que viu os familiares.

A jovem revelou que estava a apenas quatro horas de reencontrar sua família quando ocorreu a tragédia. “Eu estava chegando na minha casa e nós desligamos o telefone”, relatou, visivelmente abalada. A notícia do falecimento chegou através de uma ligação que ela inicialmente não atendeu, seguida pela dolorosa confirmação.

Diante da impossibilidade de arcar com as despesas, Geyse iniciou uma campanha de arrecadação. “São seis corpos e a gente precisa muito de ajuda. Os valores são muito altos. A gente precisa trazer eles para cá”, desabafou, explicando a necessidade de trasladar os corpos para Itapecerica (MG), onde desejam realizar os sepultamentos.

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As vítimas foram identificadas como Rodrigo, 49 anos, que dirigia o veículo; Cinthia Cavalcante, 39 anos; os três filhos do casal, com idades de 3, 10 e 15 anos; e Solange, 59 anos, avó materna das crianças. O carro viajava de São Paulo (SP) com destino a Nova Canaã (BA), enquanto a carreta se deslocava de Lauro de Freitas (BA) para Imbituba (SC). A Polícia Rodoviária Federal informou que o acidente ocorreu por volta das 3h20, no quilômetro 263 da rodovia.

Sobrevivente de Tragédia em MG Pede Ajuda para Trasladar Família Morta em Acidente com Carreta

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Estêvão busca tratamento acelerado no Catar para viabilizar participação na Copa do Mundo

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Com o objetivo de encurtar o tempo de recuperação de uma lesão muscular e manter viva a esperança de disputar a Copa do Mundo, a equipe do jovem jogador Estêvão avalia a possibilidade de um tratamento alternativo em Doha, no Catar. A informação, apurada pela ESPN, indica que a urgência do calendário da competição motivou a busca por caminhos fora do protocolo médico usual.

Estêvão sofreu uma lesão muscular significativa na coxa direita, atingindo cerca de 80% da área afetada, mas sem a ruptura completa do músculo. A opção cirúrgica, que chegou a ser discutida com o Chelsea e posteriormente descartada, deixaria o atleta fora de combate por um período estimado entre 12 e 16 semanas, tempo considerado incompatível com as datas do Mundial.

A proposta de realizar o tratamento no Catar visa reduzir drasticamente esse prazo, com a expectativa de que o jogador possa estar apto em um período entre quatro e cinco semanas. Essa estratégia, contudo, gera divergências quanto ao local ideal para a recuperação. Enquanto o Chelsea prefere que Estêvão permaneça em Londres, sob os cuidados de seu departamento médico, o staff do atleta inclina-se por tratamentos fora da Inglaterra, seja em Doha ou no Brasil, mais próximo da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

Fontes ligadas ao acompanhamento do caso classificam a probabilidade de recuperação dentro do cronograma convencional como “muito pequena”. Apesar disso, Estêvão demonstra determinação em explorar todas as opções disponíveis para reverter o cenário e ter chances de ser convocado.

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A CBF aguarda a definição sobre o método de tratamento a ser adotado para, então, avaliar as condições de uma eventual convocação. Há a possibilidade de que, dependendo da evolução clínica, o jogador só consiga atingir o nível físico ideal em uma fase mais avançada do torneio.

Estêvão busca tratamento acelerado no Catar para viabilizar participação na Copa do Mundo

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