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SBT Rejeita Acusações de Racismo Após Recusa de Ludmilla em Homenagem

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Em resposta direta às declarações da cantora Ludmilla, que declinou um convite para ser homenageada pela emissora, o SBT emitiu um comunicado oficial nesta terça-feira (29). A artista justificou sua decisão alegando que o canal seria conivente com o racismo, uma afirmação que a rede de televisão refutou veementemente.

Através de uma nota à imprensa, o SBT declarou que rejeita categoricamente qualquer insinuação de conivência com o racismo. A emissora enfatizou que repudia “todas as formas de discriminação” e não compactua com “atos, insinuações, discursos ou quaisquer manifestações de cunho racista”.

A polêmica remonta a 2017, quando o apresentador Marcão do Povo foi acusado de proferir o termo “pobre macaca” em referência à cantora. O caso foi levado à esfera judicial, e a absolvição do comunicador, anunciada por ele em seu programa, gerou nova controvérsia. Ludmilla utilizou suas redes sociais para contestar a versão, afirmando que Marcão do Povo teria se esquivado de uma condenação por meio de “artimanhas processuais”.

O desabafo da cantora contra o SBT, motivado pela continuidade do jornalista em seu quadro de funcionários após o episódio, culminou na recusa da homenagem. Ludmilla expressou decepção, considerando que a emissora, outrora conhecida por sua defesa da pluralidade, estaria contrariando esse princípio.

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Sobrevivente de Tragédia em MG Pede Ajuda para Trasladar Família Morta em Acidente com Carreta

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Uma jovem de 26 anos, Geyse Souza, encontra-se em profunda dor após perder seis membros de sua família em um grave acidente na BR-251, em Minas Gerais. A colisão frontal entre um carro de passeio e uma carreta, ocorrida na região de Salinas, ceifou a vida de seus pais, três irmãos e sua avó. Em um apelo emocionado divulgado nas redes sociais, Geyse busca auxílio financeiro para cobrir os custos do transporte dos corpos e relatou os últimos momentos de contato com os entes queridos.

Em lágrimas, Geyse contou que conversou com a mãe na noite anterior ao desastre. Ela questionou o sumiço da mãe e recebeu a confirmação de que a família havia parado para descansar em um posto. “Eu até vi o rostinho da minha avó lá atrás, mas não cheguei a falar com ela”, disse, em referência à última vez que viu os familiares.

A jovem revelou que estava a apenas quatro horas de reencontrar sua família quando ocorreu a tragédia. “Eu estava chegando na minha casa e nós desligamos o telefone”, relatou, visivelmente abalada. A notícia do falecimento chegou através de uma ligação que ela inicialmente não atendeu, seguida pela dolorosa confirmação.

Diante da impossibilidade de arcar com as despesas, Geyse iniciou uma campanha de arrecadação. “São seis corpos e a gente precisa muito de ajuda. Os valores são muito altos. A gente precisa trazer eles para cá”, desabafou, explicando a necessidade de trasladar os corpos para Itapecerica (MG), onde desejam realizar os sepultamentos.

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As vítimas foram identificadas como Rodrigo, 49 anos, que dirigia o veículo; Cinthia Cavalcante, 39 anos; os três filhos do casal, com idades de 3, 10 e 15 anos; e Solange, 59 anos, avó materna das crianças. O carro viajava de São Paulo (SP) com destino a Nova Canaã (BA), enquanto a carreta se deslocava de Lauro de Freitas (BA) para Imbituba (SC). A Polícia Rodoviária Federal informou que o acidente ocorreu por volta das 3h20, no quilômetro 263 da rodovia.

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Estêvão busca tratamento acelerado no Catar para viabilizar participação na Copa do Mundo

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Com o objetivo de encurtar o tempo de recuperação de uma lesão muscular e manter viva a esperança de disputar a Copa do Mundo, a equipe do jovem jogador Estêvão avalia a possibilidade de um tratamento alternativo em Doha, no Catar. A informação, apurada pela ESPN, indica que a urgência do calendário da competição motivou a busca por caminhos fora do protocolo médico usual.

Estêvão sofreu uma lesão muscular significativa na coxa direita, atingindo cerca de 80% da área afetada, mas sem a ruptura completa do músculo. A opção cirúrgica, que chegou a ser discutida com o Chelsea e posteriormente descartada, deixaria o atleta fora de combate por um período estimado entre 12 e 16 semanas, tempo considerado incompatível com as datas do Mundial.

A proposta de realizar o tratamento no Catar visa reduzir drasticamente esse prazo, com a expectativa de que o jogador possa estar apto em um período entre quatro e cinco semanas. Essa estratégia, contudo, gera divergências quanto ao local ideal para a recuperação. Enquanto o Chelsea prefere que Estêvão permaneça em Londres, sob os cuidados de seu departamento médico, o staff do atleta inclina-se por tratamentos fora da Inglaterra, seja em Doha ou no Brasil, mais próximo da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

Fontes ligadas ao acompanhamento do caso classificam a probabilidade de recuperação dentro do cronograma convencional como “muito pequena”. Apesar disso, Estêvão demonstra determinação em explorar todas as opções disponíveis para reverter o cenário e ter chances de ser convocado.

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A CBF aguarda a definição sobre o método de tratamento a ser adotado para, então, avaliar as condições de uma eventual convocação. Há a possibilidade de que, dependendo da evolução clínica, o jogador só consiga atingir o nível físico ideal em uma fase mais avançada do torneio.

Estêvão busca tratamento acelerado no Catar para viabilizar participação na Copa do Mundo

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Estêvão busca tratamento acelerado no Catar para viabilizar participação na Copa do Mundo

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Em busca de acelerar sua recuperação e manter viva a esperança de disputar a Copa do Mundo, o jovem atacante Estêvão está considerando um plano de tratamento alternativo. A equipe do jogador avalia a possibilidade de realizar procedimentos médicos em Doha, no Catar, visando reduzir significativamente o tempo de retorno aos gramados.

A lesão muscular na coxa direita, que afeta cerca de 80% da região sem, contudo, apresentar ruptura total, impõe um período de recuperação estimado entre 12 e 16 semanas sob o método convencional. Essa projeção temporal, segundo apuração da ESPN, é considerada incompatível com o calendário da Seleção Brasileira para o torneio.

A estratégia alternativa, que poderia encurtar o prazo para quatro a cinco semanas, ainda não tem local definido, gerando divergências. Enquanto o Chelsea, clube com o qual Estêvão tem vínculo, prefere que o tratamento ocorra em Londres, sob supervisão direta do departamento médico do clube, o estafe do atleta demonstra preferência por tratamentos fora da Inglaterra, seja em Doha ou no Brasil, mais próximo da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

Fontes próximas ao caso classificam a chance de recuperação no prazo convencional como remota. Apesar disso, Estêvão mantém o empenho em explorar todas as opções para reverter o quadro e buscar sua convocação.

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A CBF aguarda a definição sobre o método de tratamento a ser adotado para, então, avaliar as condições de uma eventual convocação. Existe a possibilidade de que, dependendo da evolução clínica, o jogador só esteja apto em uma fase posterior da competição.

Estêvão busca tratamento acelerado no Catar para viabilizar participação na Copa do Mundo

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