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Jornalismo Brasileiro de Luto: Caio Álex, Voz Familiar do SBT, Falecido aos 52 Anos

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A comunidade jornalística do Brasil lamenta a perda de Caio Álex, repórter e apresentador com passagens marcantes por emissoras como SBT, Band e RedeTV!, que faleceu nesta terça-feira (30) aos 52 anos. A notícia de seu falecimento, ocorrido em Cabo Frio, Rio de Janeiro, foi divulgada pela Inter TV RJ, afiliada da Rede Globo, onde o profissional atuou em seus últimos meses de carreira.

Em nota oficial, a Inter TV RJ expressou profunda tristeza pela partida de Caio Álex, destacando “seu talento, dedicação e paixão pelo jornalismo”, e ressaltou que sua contribuição “deixou uma marca que jamais será esquecida”. A emissora estendeu seus sentimentos à família e amigos do jornalista.

Fontes ligadas ao setor, como o site Audiência Carioca, indicam que Caio Álex havia sido internado em meados de dezembro após sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC). A família optou por não divulgar oficialmente a causa da morte.

Com uma trajetória de 30 anos dedicados à comunicação, Caio Álex construiu uma carreira sólida em rádio e televisão. Sua passagem pelo SBT durou oito anos, e desde 2024, ele integrava o quadro de repórteres locais da InterTV. Sua atuação como repórter e apresentador o tornou uma figura conhecida e respeitada no jornalismo.

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Wagner Moura: Estreia no Cinema Marcada por Trauma e Negligência, Longe do Brilho do Oscar

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Antes de conquistar reconhecimento internacional e uma indicação ao Oscar pelo filme “O Agente Secreto”, o ator Wagner Moura reviveu memórias de uma estreia cinematográfica marcada por uma experiência profundamente negativa. No final da década de 1990, enquanto se dedicava ao teatro na Bahia, Moura foi selecionado para um papel secundário na produção “Sabor da Paixão”.

O longa, uma coprodução entre Estados Unidos, Brasil e Espanha, foi filmado em Salvador e contou com a participação da renomada atriz espanhola Penélope Cruz, vencedora do Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por “Vicky Cristina Barcelona”. No entanto, para Wagner Moura, a participação no filme se tornou um episódio traumático.

Em declarações ao extinto programa “Tarja Preta”, do Canal Brasil, o ator revelou seu desagrado com a experiência: “Detestei fazer. Vi como o ator secundário é tratado mal. Fui muito maltratado”, relatou Moura, evidenciando a dura realidade enfrentada por artistas em início de carreira em produções de grande porte.

“Sabor da Paixão”, lançado nos cinemas em 2000, também contou com a presença de Lázaro Ramos e Murilo Benício, ambos em fases iniciais de suas trajetórias artísticas. Apesar do elenco promissor, o filme não obteve sucesso comercial, sendo considerado um fracasso de bilheteria.

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Apesar da experiência inicial desfavorável, a carreira cinematográfica de Wagner Moura decolou rapidamente. Apenas três anos após “Sabor da Paixão”, o ator assumiu seu primeiro papel protagonista em “Deus é Brasileiro”, contracenando com Antonio Fagundes. Curiosamente, o papel lhe foi oferecido após a recusa de Selton Mello.

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Reddy Celebra Nova Fase com Lançamento de EP Ao Vivo e Destaque para o Single “Beba”

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A cantora Reddy apresenta ao público nesta quinta-feira (29) seu mais recente trabalho, o EP audiovisual “Reddy – Ao Vivo, Vol 1”. O projeto marca um novo capítulo na trajetória da artista, mesclando suas influências musicais com uma abordagem autoral e performática.

Composto por três faixas, o EP traz a inédita “Beba”, que já desponta como single principal, além de releituras de sucessos como “Como Um Anjo”, popularizada pela dupla sertaneja César Menotti & Fabiano, e “Adão e Eva”, originalmente interpretada pela Banda Calcinha Preta.

Em conversa exclusiva com o Portal iG, Reddy detalhou o significado do novo projeto, que serve como pontapé inicial para uma nova fase em sua carreira. A artista ressaltou a influência de suas referências musicais e como sua recente transição de gênero moldou o processo criativo do EP.

“Esse EP faz parte de um grande movimento da minha vida e da minha carreira também, que é o meu momento de transição de gênero”, explicou Reddy. “Estou mais leve, falando mais de mim, dos meus processos, e cada etapa se tornou mais prazerosa. Esse projeto fala muito sobre a minha verdade, com composições minhas, refletindo esse novo momento.”

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A artista compartilhou que a transição de gênero permitiu um acesso mais profundo aos seus sentimentos, superando um bloqueio criativo anterior. “Eu consegui ir muito mais fundo dentro de mim, falar sobre coisas para além de momentos específicos, sobre sensações, angústias que até então eu tinha receio de acessar. Essa nova fase me torna criativamente muito mais eu.”, afirmou.

Sobre sua atuação em gêneros como sertanejo e forró, tradicionalmente dominados por artistas cisgênero, Reddy declarou que, apesar de ser uma novidade no mercado, a autenticidade de sua expressão é o que prevalece. “É tão genuíno para mim quem eu sou e o que eu faço, que não é um grande peso que eu carrego. É tão eu, é tão o que eu amo fazer, que acabo nem me questionando muito.”, pontuou.

A escolha por um projeto ao vivo para esta nova fase foi deliberada. “Eu sempre sonhei em ter um projeto ao vivo, em ter um DVD, em poder cantar. Eu amo fazer show, amo estar no palco com potência e emoção. Nada se iguala à energia do ao vivo, é muito real”, disse Reddy. “Esse projeto, por ser muito atrelado ao que eu sou, à minha naturalidade, tinha que ser ao vivo para demonstrar o que eu estava vivendo ali na hora.”

O single “Beba”, descrita como uma música com forte inspiração em Marília Mendonça, foi concebida com o intuito de ser comercial e cativante. “Essa música, para mim, ela é muito boa. E desde o momento que ela surgiu, eu já sabia que ela teria um destaque muito grande nesse projeto”, comentou a cantora.

Reddy também explicou a fusão de gêneros musicais no EP, que une referências do sertanejo com a brasilidade do forró. “Eu amo instrumentos específicos desse tipo de música, como trompete, saxofone, metais, sopro e percussão. Eu amo o carnaval, e acho que o carnaval tem que ter um pouco de forró”, explicou. A regravação de “Como Um Anjo”, por exemplo, ganhou uma roupagem forrozeira para trazer mais “brilho” e solaridade à canção.

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Olhando para o futuro, Reddy antecipa um álbum de grande peso sentimental e espiritual, além de mais projetos ao vivo. “Eu tenho um projeto encaminhado, que é o meu projeto de vida, um álbum com muitas referências de quem eu sou musicalmente. Ele tem um peso muito sentimental e espiritual para mim”, revelou. A cantora também confirmou que o EP terá uma segunda parte após o Carnaval, com músicas mais densas e viscerais, incluindo uma nova versão ao vivo de seu sucesso “Clichê dos Amores”.

“A expectativa é muito grande para este projeto, justamente por ser um projeto que fala mais de mim, que tem mais a minha essência”, concluiu Reddy. “Estou vivendo uma grande fase de mudanças, tanto na minha transição de gênero quanto na minha vida pessoal, com mudança de cidade, morando com meu namorado. São muitas mudanças, um momento de muito aprendizado e autoconhecimento.”

Reddy Celebra Nova Fase com Lançamento de EP Ao Vivo e Destaque para o Single

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Reviravolta em ‘Três Graças’: Samira reage com plano sombrio à recusa de Joélly em entregar a bebê

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A trama de ‘Três Graças’ caminha para momentos de alta tensão com a descoberta de Samira. A vilã, que contava com a entrega de sua filha recém-nascida por Joélly, se depara com a inesperada recusa da mãe. Diante da negativa, Samira não hesita e elabora um plano de ação que promete abalar as estruturas da novela.

A reviravolta na narrativa se dá quando Joélly, interpretada por Alana Cabral, demonstra sua determinação em não ceder a criança a Samira, papel de Fernanda Vasconcellos. Essa decisão inesperada força Samira a tomar medidas drásticas, culminando em uma atitude descrita como ‘macabra’, sinalizando um novo e perigoso capítulo para as personagens.

Reviravolta em 'Três Graças': Samira reage com plano sombrio à recusa de Joélly em entregar a bebê

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