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Andressa Urach defende colaboração em conteúdo adulto com o filho após onda de reprovação

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A influenciadora Andressa Urach utilizou suas plataformas digitais para se posicionar diante das reações negativas que surgiram após o anúncio de uma colaboração em material de cunho adulto com seu próprio filho. A declaração surge em meio a um debate público sobre os limites e a natureza do conteúdo que a celebridade tem produzido.

Urach, conhecida por sua trajetória e declarações controversas, optou por responder às críticas que inundaram suas redes sociais nas últimas horas. A repercussão negativa se intensificou após a revelação de que ela participaria de gravações de natureza adulta ao lado de seu herdeiro, gerando forte comoção entre o público e a mídia.

Andressa Urach defende colaboração em conteúdo adulto com o filho após onda de reprovação

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Comissão de Direitos Humanos Alerta: Quarto Branco do BBB 26 Remete a Práticas de Tortura da Ditadura

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A Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP), órgão ligado ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, emitiu um forte pronunciamento contra a dinâmica do Quarto Branco no Big Brother Brasil 26. Em carta aberta direcionada à produção do programa, a comissão aponta semelhanças alarmantes entre os métodos utilizados na prova e as táticas de tortura empregadas durante o regime militar brasileiro, classificando a dinâmica como um retrocesso ético e um desrespeito à memória das vítimas de violações de direitos humanos.

A CEMDP detalha que elementos como a privação de sono, o isolamento prolongado, a desorientação espacial e a exigência de posturas físicas extenuantes, características do Quarto Branco, são reconhecidos como métodos de tortura historicamente documentados. A comissão argumenta que a transformação de tais práticas em entretenimento televisivo para milhões de espectadores banaliza o sofrimento humano e dessensibiliza o público diante da violência de Estado.

Um dos pontos centrais da crítica reside na intensidade com que a dinâmica foi explorada nesta edição. A carta ressalta que, embora o Quarto Branco já tenha aparecido em temporadas anteriores, a atual intensificou os limites físicos e psicológicos dos participantes, levando, inclusive, a um desmaio de Rafaella Jaqueira após mais de 120 horas confinada. A participante foi atendida e eliminada da disputa, que culminou na entrada fixa de outros quatro competidores no elenco principal.

A CEMDP fundamenta sua posição em princípios constitucionais, citando o artigo 5º da Constituição Federal, que proíbe a tortura e o tratamento degradante de forma absoluta, independentemente do consentimento dos envolvidos ou da promessa de recompensas. Adicionalmente, a comissão invoca o artigo 221, que estabelece que as concessões públicas de rádio e TV devem promover valores educativos, culturais, éticos e sociais, padrões que, segundo a avaliação da entidade, não são compatíveis com a exploração do sofrimento extremo como espetáculo.

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O documento, endereçado à executiva Leonora Bardini, responsável pelo conteúdo da emissora, conta com a assinatura de representantes de diversas áreas, incluindo Diva Soares Santana (familiares de mortos e desaparecidos políticos), Vera Facciolla Paiva e Maria Cecília Adão (sociedade civil), a deputada Natália Bonavides (Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados) e a procuradora regional da República Eugênia Augusta Gonzaga. A carta abre com uma citação de Wagner Moura sobre a transmissão de traumas e valores entre gerações, conectando a responsabilidade da mídia na preservação da memória e na construção de uma sociedade mais justa.

A comissão alerta que a repetição de cenas que remetem à tortura em um contexto de entretenimento pode normalizar a violência e enfraquecer a percepção pública sobre a gravidade de violações de direitos humanos. A CEMDP refuta o argumento de que a participação voluntária dos confinados legitima tais práticas, destacando que o consentimento não anula a proibição de tratamentos cruéis ou degradantes, especialmente em um meio de comunicação de alcance público.

Criada em 1995 e reinstalada em 2024, a CEMDP tem como missão a busca por memória, verdade e reparação para as vítimas da repressão estatal. A intervenção no caso do BBB 26 é vista como parte do esforço contínuo do órgão em manter o debate sobre tortura e suas consequências sociais aceso. A emissora Globo foi procurada para comentar o caso desde sábado (31), mas ainda não se pronunciou.

Comissão de Direitos Humanos Alerta: Quarto Branco do BBB 26 Remete a Práticas de Tortura da Ditadura

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INSS: Aposentadoria Rural Permite Acesso aos 60 Anos em 2026 Sob Certas Condições

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Em 2026, cidadãos que atingem 60 anos de idade e se enquadram em requisitos específicos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) poderão ter acesso à aposentadoria, antecipando o marco etário usual. Essa oportunidade se refere à aposentadoria rural, um benefício que difere significativamente das regras gerais de concessão por idade.

Atualmente, a aposentadoria por idade comum exige 62 anos para mulheres e 65 anos para homens. No entanto, a modalidade rural oferece uma perspectiva diferente. Para ser elegível, o segurado deve comprovar um período mínimo de 180 meses de atividade na lavoura ou em outras funções rurícolas. A idade mínima para homens é de 60 anos, enquanto para mulheres o requisito é de 55 anos.

Essa modalidade de aposentadoria, portanto, possibilita a entrada mais precoce no benefício. A elegibilidade se estende a diferentes perfis de trabalhadores rurais, que podem ser classificados como segurados especiais, empregados rurais, trabalhadores avulsos rurais e contribuintes individuais rurais.

Categorias de Trabalhadores Rurais Elegíveis:

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  • Segurado Especial: Inclui agricultores familiares, pescadores artesanais e indígenas que exercem suas atividades em regime de economia familiar. É fundamental que estejam em atividade rural ou em período de manutenção da qualidade de segurado no momento do requerimento.
  • Empregados Rurais, Trabalhadores Avulsos Rurais e Contribuintes Individuais Rurais: Para estes, é necessário que todo o tempo de contribuição tenha sido realizado na condição de trabalhador rural.

O processo de solicitação do benefício, em sua maioria, pode ser realizado de forma remota, sem a necessidade de comparecer presencialmente às agências do INSS, a menos que haja exigência de complementação de informações ou apresentação de documentos essenciais.

Documentação Necessária para Solicitação:

  • Procuração ou termo de representação legal, acompanhada de documento de identificação com foto e CPF do procurador ou representante legal, caso aplicável.
  • Documentos que comprovem os vínculos e contribuições previdenciárias, como Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), Certidão de Tempo de Contribuição (CTC), carnês de recolhimento ao INSS, formulários específicos de atividade rural, entre outros.

Ao reunir a documentação adequada e cumprir os requisitos de tempo de atividade e idade, os trabalhadores rurais podem dar entrada no pedido e ter a oportunidade de usufruir de sua aposentadoria.

INSS: Aposentadoria Rural Permite Acesso aos 60 Anos em 2026 Sob Certas Condições

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Luísa Sonza desabafa sobre pressão e críticas em meio a problemas de saúde

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A cantora Luísa Sonza utilizou suas redes sociais para expressar publicamente seu descontentamento com críticas direcionadas às suas performances recentes. Em um vídeo divulgado online, a artista revelou que, apesar de estar atravessando um delicado quadro de saúde que, segundo ela, demandaria repouso hospitalar, optou por manter seus compromissos profissionais e seguir com a agenda de shows.

Durante o desabafo, Sonza destacou o intenso esforço físico exigido por suas coreografias elaboradas e pela constante atualização da estrutura de seus espetáculos. Ela argumentou que essa dedicação frequentemente não é reconhecida por uma parte de seu público, que insiste em fazer reclamações consideradas infundadas. “Vou lá virar de cabeça para baixo para fazer uma coreografia e ainda assim vocês são capazes de reclamar”, declarou a cantora, evidenciando sua frustração.

Adicionalmente, Luísa Sonza abordou a viabilidade financeira de suas produções. Ela explicou que, em muitos casos, o retorno financeiro obtido não cobre os custos operacionais envolvidos na montagem dos shows, ressaltando o investimento pessoal que realiza para garantir a qualidade de suas apresentações. “A gente gasta mais do que ganha. Ai de vocês reclamarem de mim”, pontuou a artista.

Para encerrar sua manifestação, a cantora fez uma ressalva importante: seu desabafo não se dirigia aos fãs que fazem observações construtivas, mas sim àqueles que adotam uma postura hostil e sem embasamento para suas críticas.

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Luísa Sonza desabafa sobre pressão e críticas em meio a problemas de saúde

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