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Carolina Dieckmann celebra paixão de Davi pelo circo em momento familiar inédito na Europa

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Em meio a uma viagem de férias pela Europa com a família, a atriz Carolina Dieckmann compartilhou um momento especial e raro com seu filho mais velho, Davi, de 26 anos. Fruto de seu relacionamento anterior com o ator Marcos Frota, o jovem foi protagonista de uma noite de celebrações circenses, que a mãe fez questão de registrar e dividir com seus seguidores nas redes sociais.

A publicação revela um flagrante inédito de Carolina e Davi juntos, em uma noite dedicada a um espetáculo circense que o filho desejava muito assistir. Em sua legenda, a atriz detalhou a experiência, destacando a admiração de Davi pelas performances artísticas.

“Mais um circo para a conta… Dessa vez, um festival”, escreveu Dieckmann. “Ele queria ver a trupe de trapézio – a única a fazer as quatro voltas mortais –, vencedora do festival de Monte Carlo, o maior para artistas circenses. Vimos muitas outras coisas… uma moça girar no ar presa apenas pelos cabelos. Outra voar presa pelo pescoço, com o parceiro rodando num cilindro em cima de um par de patins.” A atriz completou, emocionada: “Ele adora circo, e eu acho lindo porque meu amor pelo pai dele nasceu debaixo de uma lona. Davi é fruto de algo que ele ama, e isso é a vida fazendo sentido.”

A conexão de Carolina com o universo circense remonta ao seu relacionamento com Marcos Frota. O casamento dos atores, que ocorreu em 1997, foi realizado em um picadeiro, simbolizando a paixão de Frota pela arte. Dessa união, além de Davi, o casal enfrentou a dor de um aborto espontâneo em uma gravidez anterior, um período que Marcos Frota descreveu como traumático e que enfrentaram juntos.

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O término da relação em 2004 foi um divisor de águas. Carolina Dieckmann compartilhou recentemente que o processo de separação foi extremamente doloroso, comparando o sofrimento ao luto pela perda de sua mãe e ressaltando o peso da culpa e a solidão da decisão. Na época, a atriz também relatou ter enfrentado o julgamento público, com críticas que a acusavam de ter abandonado o marido, enquanto Marcos Frota descreveu a perseguição da mídia como um dificultador do luto pela relação.

Apesar das adversidades do passado, a relação entre Carolina e Marcos Frota evoluiu para uma amizade sólida e respeitosa. Recentemente, Frota expressou orgulho pela família que Dieckmann construiu com seu atual marido, Tiago Worcman, afirmando não haver ressentimentos. Carolina endossa esse sentimento, descrevendo a convivência como algo que vai além da amizade, mantendo uma relação próxima em prol de Davi e com as famílias frequentando-se mutuamente. Para a atriz, a capacidade de manter esse vínculo após o fim de um casamento com filhos é motivo de grande orgulho.

Carolina Dieckmann celebra paixão de Davi pelo circo em momento familiar inédito na Europa

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Novela Turca ‘Cruel Istambul’ | Antevisão Exclusiva dos Capítulos de 02 a 06 de Fevereiro de 2026

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Os fãs da aclamada novela turca ‘Cruel Istambul’, exibida na faixa das 20h30 pela Band, podem se preparar para uma semana repleta de reviravoltas e emoções intensas. O Portal Alta Definição traz, com exclusividade, um vislumbre do que aguarda os telespectadores entre os dias 02 e 06 de fevereiro de 2026.

Prepare-se para acompanhar de perto os desdobramentos da trama que conquistou o público brasileiro, com novos conflitos e revelações que prometem prender a atenção de todos.

Novela Turca 'Cruel Istambul' | Antevisão Exclusiva dos Capítulos de 02 a 06 de Fevereiro de 2026

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BBB 26: Ana Paula, Brigido e Leandro disputam o terceiro paredão da edição

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A casa do Big Brother Brasil 26 definiu na noite deste domingo (1º) os três nomes que integrarão o terceiro paredão da temporada. Ana Paula Renault, Brigido e Leandro agora aguardam o veredito do público, que decidirá quem deixará a disputa pelo prêmio na próxima terça-feira (3).

A formação da berlinda teve início com Jonas Sulzbach sendo automaticamente emparedado, como consequência de uma decisão tomada em resposta ao Big Fone na semana anterior. Em seguida, Sarah, a líder da semana, concedeu imunidade a Sol Vega.

A dinâmica seguiu com Maxiane, a sister com o colar da liderança, indicando Ana Paula Renault diretamente para o paredão, alegando questões de convivência dentro do jogo. Após a indicação da líder, os demais participantes foram ao confessionário para votar em seus colegas. Leandro e Brigido foram os mais votados pela casa, completando o trio de emparedados.

Ainda durante a noite de formação, Leandro e Jonas Sulzbach tiveram a chance de se livrar da berlinda na Prova Bate e Volta. A disputa, que dependia de um fator de sorte, culminou com a vitória de Jonas, que assim garantiu sua permanência na casa.

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Com a saída de Jonas do paredão, a definição final ficou entre Ana Paula, Brigido e Leandro.

Detalhes da Votação da Casa:

Jonas votou em Leandro.
Milena votou em Brigido.
Samira votou em Leandro.
Brigido votou em Leandro.
Alberto votou em Leandro.
Ana Paula votou em Brigido.
Breno votou em Brigido.
Solange votou em Gabriela.
Juliano votou em Brigido.
Marciele votou em Leandro.
Marcelinho votou em Brigido.
Gabriela votou em Leandro.
Edilson votou em Leandro.
Leandro votou em Brigido.
Sol votou em Leandro.
Jordana votou em Leandro.
Babu votou em Brigido.
Sarah votou em Leandro.
Chaiany votou em Brigido.

BBB 26: Ana Paula, Brigido e Leandro disputam o terceiro paredão da edição

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Comissão de mortos e desaparecidos vê tortura em quarto branco do ‘BBB 26’

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“titulo”: “Comissão de Direitos Humanos Alerta: Quarto Branco do BBB 26 Evoca Práticas de Tortura da Ditadura”,
“conteudo”: “

A dinâmica do Quarto Branco no Big Brother Brasil 26 tem provocado reações contundentes de órgãos governamentais. A Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP), vinculada ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, emitiu uma carta aberta à produção do programa, expressando profunda preocupação e comparando as condições impostas aos participantes a métodos de tortura historicamente utilizados durante a ditadura militar brasileira.

No documento, a CEMDP detalha semelhanças alarmantes entre as provas e castigos aplicados no ambiente restritivo do Quarto Branco e as táticas de coação empregadas em regimes autoritários. Privação de sono, isolamento prolongado, desorientação espacial e temporal, além da imposição de posturas físicas extenuantes por longos períodos, são apontados como elementos recorrentes em cenários de tortura, agora transformados em espetáculo televisivo.

A comissão argumenta que a intensificação dessa dinâmica em edições recentes do reality, culminando em episódios como o que levou a participante Rafaella Jaqueira a desmaiar após mais de 120 horas confinada, ultrapassa os limites aceitáveis do entretenimento. Ao testar os limites físicos e psicológicos dos confinados, a emissora, segundo a CEMDP, também desafia a própria “humanidade” ao transformar sofrimento extremo em produto de consumo.

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O posicionamento da CEMDP se fundamenta em princípios constitucionais. A carta reitera que o artigo 5º da Constituição Federal proíbe taxativamente a tortura e o tratamento degradante, direitos que não podem ser relativizados, mesmo com o consentimento dos envolvidos ou pela perspectiva de ganhos financeiros. Ademais, o órgão cita o artigo 221, que preconiza que concessões públicas de rádio e TV devem pautar-se por finalidades educativas, culturais e pelos valores éticos e sociais, um padrão que, na visão da comissão, conflita com a exploração do sofrimento extremo como entretenimento.

A carta, endereçada à executiva Leonora Bardini, responsável pela área de conteúdos da Globo, conta com assinaturas de representantes de diversas esferas, incluindo familiares de vítimas da ditadura, membros da sociedade civil, uma deputada federal da Comissão de Direitos Humanos da Câmara e uma procuradora regional da República. A missiva inicia evocando uma reflexão de Wagner Moura sobre a transmissão de valores e traumas entre gerações, ressaltando a responsabilidade da mídia na preservação da memória de violações de direitos humanos.

A CEMDP destaca a gravidade da associação entre o Quarto Branco e práticas de regimes autoritários, citando como exemplo a exigência de que participantes permaneçam em pé sobre um pedestal restrito, uma postura documentada como método de tortura. A comissão alerta que a reprodução dessas imagens em um reality show, sob a ótica da resistência, pode dessensibilizar o público e enfraquecer a percepção social sobre a gravidade da violência estatal.

A alegação de voluntariedade dos participantes em busca de fama ou prêmios é contestada pela CEMDP. Para os signatários, o consentimento não legitima situações que configurem tratamento cruel ou degradante, especialmente em um meio de comunicação de concessão pública. A memória das vítimas da repressão, argumentam, exige vigilância para que práticas associadas à tortura não sejam normalizadas sob o disfarce de jogo.

Fundada em 1995 e recriada em 2024 após um período de interrupção, a CEMDP tem como missão a localização e o reconhecimento de mortos e desaparecidos políticos da Ditadura Militar. A intervenção no caso do BBB 26 é vista como parte dos esforços contínuos do órgão em manter vivo o debate sobre tortura e suas consequências sociais.

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O episódio que desencadeou a manifestação da CEMDP ocorreu com os participantes Chaiany Andrade, Gabriela Saporito, Leandro Rocha, Matheus Moreira e Rafaella Jaqueira, que disputavam uma vaga no elenco principal após passarem pelas casas de vidro. Isolados em um ambiente controlado, com privação sensorial e física, o grupo permaneceu confinado por mais de 120 horas, um recorde para o programa.

A dinâmica foi interrompida na madrugada de 18 de janeiro, quando Rafaella Jaqueira, ao tentar manter o equilíbrio em uma plataforma, desmaiou. Após receber atendimento médico, ela foi eliminada, enquanto os demais competidores foram anunciados como novos integrantes do elenco. A CEMDP enfatiza que tais eventos não devem ser reduzidos a meras demonstrações de resistência ou superação, mas sim analisados sob a ótica da proteção de direitos fundamentais.

A comissão solicita que a emissora reavalie o uso de dinâmicas que associam sofrimento físico e psicológico ao entretenimento, especialmente em um país que ainda lida com traumas históricos da repressão estatal. A carta cita estudos sobre a transmissão transgeracional de traumas e defende o papel central da televisão aberta na formação de valores sociais.

Em sua conclusão, a CEMDP apela à sociedade para que questione a aceitação de tais dinâmicas, alertando que a banalização do Quarto Branco pode levar à conivência com a normalização de experiências que remetem à violência de Estado. A comissão reitera que a memória dos mortos e desaparecidos políticos exige uma postura ativa de rejeição a qualquer forma de dessensibilização diante do sofrimento alheio. Até o momento da publicação, a Globo não havia se pronunciado sobre o caso, apesar de ter sido procurada.


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Comissão de mortos e desaparecidos vê tortura em quarto branco do 'BBB 26'

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