Connect with us

Notícias

Letícia Colin e ex-marido reacendem rumores de reconciliação em viagem ao Canadá

Published

on

A atriz Letícia Colin gerou burburinho nas redes sociais nesta segunda-feira (05/01) ao compartilhar um álbum de fotos de suas férias no Canadá. Em um dos registros, ela aparece ao lado do ator e apresentador Michel Melamed, seu ex-marido, em um clima descontraído. A publicação, que rapidamente levantou especulações sobre uma possível reaproximação do casal, foi feita em meio à viagem pela região de Alberta.

Em tom de brincadeira, a atriz comentou a situação em sua postagem: “E a legenda é: mais juntos do que nunca, mais o dia em que inventei o snowboard invisível”, escreveu, adicionando emojis de coração e neve. A viagem em família também inclui o filho do casal, Uri, de 5 anos. Vale lembrar que Letícia Colin celebrou seu aniversário de 36 anos no Canadá, no último dia 30 de dezembro, e já havia divulgado outros momentos ao lado de Melamed.

A proximidade demonstrada nas fotos e as declarações da atriz levaram muitos seguidores a especular sobre um retorno romântico. Comentários como “Lindos demais!! Como torci e vibro com vocês dois juntinhos” e “O reencontro de um amor que nunca deixou de existir” foram frequentes.

No entanto, a assessoria de imprensa de Letícia Colin esclareceu ao portal Quem que não houve reconciliação. “Foi uma viagem em família com o filho, mas eles seguem separados e muito amigos”, informou a equipe, buscando dissipar os boatos.

Advertisement

Letícia Colin e Michel Melamed se conheceram em 2015, durante a participação de Colin no programa “Bipolar Show”, apresentado por Melamed. O relacionamento chegou ao fim em julho de 2024, mas ambos mantêm uma relação de respeito e admiração mútua. A atriz já declarou publicamente seu apreço pelo trabalho do ex-companheiro e sinalizou o desejo de manter parcerias profissionais no futuro.

Letícia Colin e ex-marido reacendem rumores de reconciliação em viagem ao Canadá

Continue Reading
Advertisement
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Notícias

Novela Turca ‘Cruel Istambul’: O Que Esperar da Semana de 02 a 06 de Fevereiro de 2026

Published

on

Os telespectadores da novela turca ‘Cruel Istambul’, exibida na faixa das 20h30 pela Band, podem se preparar para uma semana de intensas reviravoltas. De 02 a 06 de fevereiro de 2026, a trama promete novas emoções e desdobramentos que manterão o público engajado.

Acompanhe os principais acontecimentos que moldarão o destino dos personagens nesta nova etapa da narrativa.

Novela Turca 'Cruel Istambul': O Que Esperar da Semana de 02 a 06 de Fevereiro de 2026

Advertisement
Continue Reading

Notícias

Terceiro Paredão do BBB 26 Definido: Ana Paula, Brigido e Leandro Disputam Permanência

Published

on

A emoção tomou conta da casa do Big Brother Brasil 2026 na noite deste domingo, 1º, com a formação do terceiro paredão da temporada. Ana Paula Renault, Brigido e Leandro foram os escolhidos para enfrentar a berlinda e correm o risco de deixar o reality show na próxima terça-feira, 3. A dinâmica que culminou nessa disputa envolveu o Big Fone, a imunidade concedida pela líder e a votação dos confinados.

A formação começou com Jonas Sulzbach sendo automaticamente emparedado em decorrência de um consenso estabelecido pela casa após atendimento ao Big Fone. Em seguida, Sarah, a Anja, optou por conceder imunidade a Sol Vega, livrando-a da possibilidade de indicação.

A líder da semana, Maxiane, direcionou sua indicação para Ana Paula Renault, citando questões de convivência dentro do jogo. Após a escolha da líder, os demais participantes foram chamados ao confessionário para votar em quem gostariam de ver no paredão. Leandro e Brigido foram os mais votados pela casa, completando o trio de emparedados.

Uma reviravolta ocorreu com a Prova Bate e Volta, disputada por Leandro e Jonas. A prova, que dependia de sorte, resultou na vitória de Jonas, que assim conseguiu se livrar da berlinda, deixando Ana Paula, Brigido e Leandro na disputa pela permanência.

Advertisement

Confira os votos da casa:

Jonas votou em Leandro.
Milena votou em Brigido.
Samira votou em Leandro.
Brigido votou em Leandro.
Alberto votou em Leandro.
Ana Paula votou em Brigido.
Breno votou em Brigido.
Solange votou em Gabriela.
Juliano votou em Brigido.
Marciele votou em Leandro.
Marcelinho votou em Brigido.
Gabriela votou em Leandro.
Edilson votou em Leandro.
Leandro votou em Brigido.
Sol votou em Leandro.
Jordana votou em Leandro.
Babu votou em Brigido.
Sarah votou em Leandro.
Chaiany votou em Brigido.

Terceiro Paredão do BBB 26 Definido: Ana Paula, Brigido e Leandro Disputam Permanência

Continue Reading

Notícias

Comissão de Direitos Humanos Alerta para Práticas de Tortura no “BBB 26”

Published

on

A Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP), órgão ligado ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, manifestou profunda preocupação com as dinâmicas do “Quarto Branco” no “Big Brother Brasil 26”. Em carta aberta enviada à produção do programa, a entidade compara os métodos utilizados no confinamento a técnicas de tortura sistematicamente empregadas durante a ditadura militar brasileira, questionando os limites éticos do entretenimento televisivo.

O documento aponta semelhanças “aterradoras” entre as provas e castigos impostos no ambiente restrito e práticas de violação de direitos humanos. Privação de sono, isolamento prolongado, desorientação espacial e a exigência de manter posturas físicas extenuantes por longos períodos são citados como elementos que remetem a cenários de tortura, agora transformados em atração para milhões de espectadores.

A CEMDP argumenta que a dinâmica do “Quarto Branco”, presente em edições anteriores do reality, atingiu um novo patamar de intensidade nesta temporada, testando não apenas os limites físicos e psicológicos dos participantes, mas também, segundo a comissão, “os limites da nossa própria humanidade”. A entidade considera inaceitável a transformação do sofrimento extremo em produto de entretenimento.

Em sua análise, a comissão fundamenta a crítica em princípios constitucionais. A carta reitera a proibição absoluta da tortura e do tratamento degradante, conforme o artigo 5º da Constituição Federal, enfatizando que tal vedação não pode ser relativizada, mesmo mediante consentimento dos envolvidos ou pela promessa de prêmios em dinheiro. Adicionalmente, a CEMDP invoca o artigo 221, que estabelece que as concessões públicas de rádio e TV devem zelar por fins educativos, culturais e pelos “valores éticos e sociais da pessoa e da família”, padrões que, na avaliação da comissão, são incompatíveis com a exploração do sofrimento humano como espetáculo.

Advertisement

O documento, formalmente dirigido à direção da Globo e endereçado à executiva Leonora Bardini, responsável pela área de conteúdos da emissora, conta com assinaturas de representantes de diversas frentes. Entre os signatários estão Diva Soares Santana (em nome de familiares de mortos e desaparecidos políticos), Vera Facciolla Paiva e Maria Cecília Adão (pela sociedade civil), a deputada Natália Bonavides (membro da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados) e a procuradora regional da República Eugênia Augusta Gonzaga. A carta inicia evocando uma frase de Wagner Moura sobre a transmissibilidade de traumas e valores entre gerações, conectando o entretenimento televisivo à responsabilidade de preservar a memória de violações de direitos humanos.

A CEMDP detalha a gravidade da associação entre o “Quarto Branco” e práticas de regimes autoritários latino-americanos. A carta menciona especificamente a exigência de uma participante permanecer em pé sobre um pedestal de diâmetro mínimo por horas, postura identificada como método de tortura documentado em contextos históricos. A comissão alerta que a reprodução de tais imagens em um reality show, sob a lógica de “resistência” e “superação”, contribui para a dessensibilização do público diante da dor alheia e enfraquece a compreensão social sobre a gravidade da violência de Estado.

O órgão também refuta o argumento de que a participação voluntária dos confinados, em busca de fama ou prêmios, legitima tais dinâmicas. Para os signatários, o consentimento não valida situações que configuram tratamento cruel ou degradante, especialmente em uma concessão pública de televisão. A carta sustenta que a memória das vítimas da repressão exige vigilância constante para impedir a normalização de práticas associadas à tortura sob o disfarce de jogo.

A intervenção da CEMDP no caso do “BBB 26” insere-se em seu esforço contínuo de manter vivo o debate sobre tortura e seus impactos sociais. Criada em 1995, a comissão foi pioneira no reconhecimento de mortos e desaparecidos políticos da Ditadura Militar. Após interrupção de suas atividades, foi recriada e reinstalada em 2024, retomando suas funções de memória, verdade e reparação para vítimas de violência de Estado.

O episódio que desencadeou a manifestação da comissão ocorreu com a dinâmica do “Quarto Branco” desta edição. Cinco participantes foram confinados em um ambiente restrito, com condições adversas de sono, alimentação e estímulos sonoros, visando exaurir física e mentalmente os competidores. A prova, que já ultrapassava 120 horas, culminou no desmaio de Rafaella Jaqueira na madrugada de 18 de janeiro, enquanto tentava se equilibrar em uma plataforma. A participante foi atendida medicamente e eliminada, enquanto outros quatro competidores foram efetivamente integrados ao elenco principal do programa.

Advertisement

A CEMDP enfatiza que cenas como a de Rafaella Jaqueira não devem ser tratadas meramente como demonstrações de “resistência” ou “superação”. A comissão solicita explicitamente que a emissora reavalie o uso de dinâmicas que associam sofrimento físico e psicológico ao entretenimento, especialmente em um país que ainda lida com traumas não resolvidos da repressão estatal. A carta cita estudos que abordam a transmissão transgeracional de traumas e reitera o papel central da televisão na construção de valores compartilhados.

O documento conclui com um apelo à sociedade para que questione a aceitação de tais dinâmicas. Para a CEMDP, considerar o “Quarto Branco” como um mero formato de jogo equivale a ser conivente com a banalização de experiências que remetem à violência de Estado. A comissão defende que a memória dos mortos e desaparecidos políticos exige uma postura de rejeição a qualquer forma de dessensibilização diante da dor. A Globo, procurada pela imprensa, ainda não se manifestou sobre o caso até o momento da publicação desta notícia.

Comissão de Direitos Humanos Alerta para Práticas de Tortura no

Continue Reading
Advertisement

Mais Lidas

Copyright © 2026 TVeMais