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Novela ‘Coração Acelerado’ da Globo Mergulha no Universo Sertanejo Feminino

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A próxima novela das sete da Globo, intitulada Coração Acelerado, tem sua gênese inspirada na efervescência do cenário sertanejo feminino que despontou no final da década passada. A estreia está marcada para a próxima segunda-feira (12).

A autora Izabel de Oliveira revelou que o fenômeno de Marília Mendonça (1995-2021) foi o gatilho para a concepção da trama em 2019. “Passei a querer escrever sobre isso”, declarou a roteirista, marcando o início do projeto. A ideia amadureceu e, em 2023, a emissora demonstrou interesse em explorar temáticas semelhantes, impulsionada pelo sucesso de Cheias de Charme (2012). “Apresentei o projeto e chamei a Maria Helena Nascimento, porque não gosto de escrever sozinha”, explicou Izabel em entrevista à Folha de S.Paulo.

A colaboração com Maria Helena Nascimento, conhecida por trabalhos como Rock Story (2016), fluou naturalmente. “Nós nos damos muito bem, já trabalhamos juntas em várias ocasiões”, comentou Maria Helena, ressaltando que, embora a parceria tenha sido produtiva, a concepção original partiu de Izabel. “Foi uma boa união, mas tudo começou com a Izabel”, afirmou.

Assim nasceu Coração Acelerado, que acompanha a jornada de Agrado Garcia (Isadora Cruz) em sua busca pelo estrelato na música sertaneja. Paralelamente, ela se esforça para reencontrar João Raul (Filipe Bragança), um cantor renomado que conheceu na infância. A narrativa se debruça sobre a busca por metas e a realização pessoal.

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Imersão no Campo Sertanejo

“É uma novela sobre sonho. Nós fomos a Goiânia e fizemos um workshop com diversas duplas sertanejas que vivem isso como uma missão de vida mesmo, sobre precisar dar certo e perseguir”, explicou Maria Helena. Para conferir autenticidade à trama, as autoras conversaram com artistas como Maiara e Maraísa, Lauana Prado e Ana Castela.

Seleção do Elenco e Homenagens Musicais

A escalação do elenco de Coração Acelerado envolveu um processo colaborativo. O diretor Carlos Araújo propôs nomes em ascensão na emissora, como Isadora Cruz e Gabz, que atuou em Mania de Você (2024). “A Gabz é uma menina muito estudiosa, esforçada. O sotaque dela está perfeito”, elogiou Izabel a dedicação da atriz.

Isabelle Drummond, ausente da Globo desde 2019, foi a escolha inicial para interpretar a vilã Naiane. “Eu escrevia pensando na Isabelle, achava que ela tinha o jeito perfeito para o papel. O Carlos, por sorte, pensava como eu, convidamos ela e deu tudo certo”, relatou Maria Helena sobre a decisão de escalar a atriz para o papel da influenciadora digital.

A novela contará com a participação especial de diversos cantores sertanejos. “Daniel e Michel Teló vão participar. Paula Fernandes fará uma participação como atriz. A Ana Castela também, como ela mesma, envolvida em uma traminha. A Sandy pode ser que participe, estamos conversando com ela. Depende de agenda”, adiantou Izabel. “Nossa ideia é homenagear todo esse pessoal”, concluiu Maria Helena.

Novela 'Coração Acelerado' da Globo Mergulha no Universo Sertanejo Feminino

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Novela Turca ‘Cruel Istambul’: O Que Esperar da Semana de 02 a 06 de Fevereiro de 2026

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Os telespectadores da novela turca ‘Cruel Istambul’, exibida na faixa das 20h30 pela Band, podem se preparar para uma semana de intensas reviravoltas. De 02 a 06 de fevereiro de 2026, a trama promete novas emoções e desdobramentos que manterão o público engajado.

Acompanhe os principais acontecimentos que moldarão o destino dos personagens nesta nova etapa da narrativa.

Novela Turca 'Cruel Istambul': O Que Esperar da Semana de 02 a 06 de Fevereiro de 2026

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Terceiro Paredão do BBB 26 Definido: Ana Paula, Brigido e Leandro Disputam Permanência

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A emoção tomou conta da casa do Big Brother Brasil 2026 na noite deste domingo, 1º, com a formação do terceiro paredão da temporada. Ana Paula Renault, Brigido e Leandro foram os escolhidos para enfrentar a berlinda e correm o risco de deixar o reality show na próxima terça-feira, 3. A dinâmica que culminou nessa disputa envolveu o Big Fone, a imunidade concedida pela líder e a votação dos confinados.

A formação começou com Jonas Sulzbach sendo automaticamente emparedado em decorrência de um consenso estabelecido pela casa após atendimento ao Big Fone. Em seguida, Sarah, a Anja, optou por conceder imunidade a Sol Vega, livrando-a da possibilidade de indicação.

A líder da semana, Maxiane, direcionou sua indicação para Ana Paula Renault, citando questões de convivência dentro do jogo. Após a escolha da líder, os demais participantes foram chamados ao confessionário para votar em quem gostariam de ver no paredão. Leandro e Brigido foram os mais votados pela casa, completando o trio de emparedados.

Uma reviravolta ocorreu com a Prova Bate e Volta, disputada por Leandro e Jonas. A prova, que dependia de sorte, resultou na vitória de Jonas, que assim conseguiu se livrar da berlinda, deixando Ana Paula, Brigido e Leandro na disputa pela permanência.

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Confira os votos da casa:

Jonas votou em Leandro.
Milena votou em Brigido.
Samira votou em Leandro.
Brigido votou em Leandro.
Alberto votou em Leandro.
Ana Paula votou em Brigido.
Breno votou em Brigido.
Solange votou em Gabriela.
Juliano votou em Brigido.
Marciele votou em Leandro.
Marcelinho votou em Brigido.
Gabriela votou em Leandro.
Edilson votou em Leandro.
Leandro votou em Brigido.
Sol votou em Leandro.
Jordana votou em Leandro.
Babu votou em Brigido.
Sarah votou em Leandro.
Chaiany votou em Brigido.

Terceiro Paredão do BBB 26 Definido: Ana Paula, Brigido e Leandro Disputam Permanência

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Comissão de Direitos Humanos Alerta para Práticas de Tortura no “BBB 26”

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A Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP), órgão ligado ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, manifestou profunda preocupação com as dinâmicas do “Quarto Branco” no “Big Brother Brasil 26”. Em carta aberta enviada à produção do programa, a entidade compara os métodos utilizados no confinamento a técnicas de tortura sistematicamente empregadas durante a ditadura militar brasileira, questionando os limites éticos do entretenimento televisivo.

O documento aponta semelhanças “aterradoras” entre as provas e castigos impostos no ambiente restrito e práticas de violação de direitos humanos. Privação de sono, isolamento prolongado, desorientação espacial e a exigência de manter posturas físicas extenuantes por longos períodos são citados como elementos que remetem a cenários de tortura, agora transformados em atração para milhões de espectadores.

A CEMDP argumenta que a dinâmica do “Quarto Branco”, presente em edições anteriores do reality, atingiu um novo patamar de intensidade nesta temporada, testando não apenas os limites físicos e psicológicos dos participantes, mas também, segundo a comissão, “os limites da nossa própria humanidade”. A entidade considera inaceitável a transformação do sofrimento extremo em produto de entretenimento.

Em sua análise, a comissão fundamenta a crítica em princípios constitucionais. A carta reitera a proibição absoluta da tortura e do tratamento degradante, conforme o artigo 5º da Constituição Federal, enfatizando que tal vedação não pode ser relativizada, mesmo mediante consentimento dos envolvidos ou pela promessa de prêmios em dinheiro. Adicionalmente, a CEMDP invoca o artigo 221, que estabelece que as concessões públicas de rádio e TV devem zelar por fins educativos, culturais e pelos “valores éticos e sociais da pessoa e da família”, padrões que, na avaliação da comissão, são incompatíveis com a exploração do sofrimento humano como espetáculo.

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O documento, formalmente dirigido à direção da Globo e endereçado à executiva Leonora Bardini, responsável pela área de conteúdos da emissora, conta com assinaturas de representantes de diversas frentes. Entre os signatários estão Diva Soares Santana (em nome de familiares de mortos e desaparecidos políticos), Vera Facciolla Paiva e Maria Cecília Adão (pela sociedade civil), a deputada Natália Bonavides (membro da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados) e a procuradora regional da República Eugênia Augusta Gonzaga. A carta inicia evocando uma frase de Wagner Moura sobre a transmissibilidade de traumas e valores entre gerações, conectando o entretenimento televisivo à responsabilidade de preservar a memória de violações de direitos humanos.

A CEMDP detalha a gravidade da associação entre o “Quarto Branco” e práticas de regimes autoritários latino-americanos. A carta menciona especificamente a exigência de uma participante permanecer em pé sobre um pedestal de diâmetro mínimo por horas, postura identificada como método de tortura documentado em contextos históricos. A comissão alerta que a reprodução de tais imagens em um reality show, sob a lógica de “resistência” e “superação”, contribui para a dessensibilização do público diante da dor alheia e enfraquece a compreensão social sobre a gravidade da violência de Estado.

O órgão também refuta o argumento de que a participação voluntária dos confinados, em busca de fama ou prêmios, legitima tais dinâmicas. Para os signatários, o consentimento não valida situações que configuram tratamento cruel ou degradante, especialmente em uma concessão pública de televisão. A carta sustenta que a memória das vítimas da repressão exige vigilância constante para impedir a normalização de práticas associadas à tortura sob o disfarce de jogo.

A intervenção da CEMDP no caso do “BBB 26” insere-se em seu esforço contínuo de manter vivo o debate sobre tortura e seus impactos sociais. Criada em 1995, a comissão foi pioneira no reconhecimento de mortos e desaparecidos políticos da Ditadura Militar. Após interrupção de suas atividades, foi recriada e reinstalada em 2024, retomando suas funções de memória, verdade e reparação para vítimas de violência de Estado.

O episódio que desencadeou a manifestação da comissão ocorreu com a dinâmica do “Quarto Branco” desta edição. Cinco participantes foram confinados em um ambiente restrito, com condições adversas de sono, alimentação e estímulos sonoros, visando exaurir física e mentalmente os competidores. A prova, que já ultrapassava 120 horas, culminou no desmaio de Rafaella Jaqueira na madrugada de 18 de janeiro, enquanto tentava se equilibrar em uma plataforma. A participante foi atendida medicamente e eliminada, enquanto outros quatro competidores foram efetivamente integrados ao elenco principal do programa.

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A CEMDP enfatiza que cenas como a de Rafaella Jaqueira não devem ser tratadas meramente como demonstrações de “resistência” ou “superação”. A comissão solicita explicitamente que a emissora reavalie o uso de dinâmicas que associam sofrimento físico e psicológico ao entretenimento, especialmente em um país que ainda lida com traumas não resolvidos da repressão estatal. A carta cita estudos que abordam a transmissão transgeracional de traumas e reitera o papel central da televisão na construção de valores compartilhados.

O documento conclui com um apelo à sociedade para que questione a aceitação de tais dinâmicas. Para a CEMDP, considerar o “Quarto Branco” como um mero formato de jogo equivale a ser conivente com a banalização de experiências que remetem à violência de Estado. A comissão defende que a memória dos mortos e desaparecidos políticos exige uma postura de rejeição a qualquer forma de dessensibilização diante da dor. A Globo, procurada pela imprensa, ainda não se manifestou sobre o caso até o momento da publicação desta notícia.

Comissão de Direitos Humanos Alerta para Práticas de Tortura no

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