Aos 18 anos, a cantora Melody, cujo nome artístico se tornou sinônimo de sucesso com o hit ‘Jetski’, está vivenciando uma verdadeira revolução em sua carreira. A faixa, que domina as paradas de sucesso e já acumula 14 milhões de ouvintes mensais no Spotify, impulsionou a artista a um novo patamar, triplicando seus cachês e abrindo portas para um futuro ambicioso.
Com a celebração de seu aniversário de 19 anos se aproximando, Melody consolida sua posição como estrela pop, deixando para trás o espectro de polêmicas e focando em sua evolução artística. Essa nova fase é marcada por investimentos significativos em sua estrutura de trabalho e por planos grandiosos que visam expandir sua atuação para além das fronteiras nacionais.
Um dos primeiros sinais dessa ascensão foi a aquisição de um ônibus de luxo, avaliado em R$ 1,5 milhão, destinado ao conforto e mobilidade de sua equipe. Paralelamente, a cantora está em processo de gravação de uma colaboração internacional com uma artista de renome mundial, cujo nome ainda é mantido em sigilo. Além disso, Melody prepara novas incursões em estúdio com produtores renomados, responsáveis pelos sucessos globais de grupos como BTS e Blackpink, sinalizando um forte interesse em diversificar sua sonoridade e alcançar novos públicos.
O sucesso de ‘Jetski’, parceria com Pedro Sampaio e MC Meno K, não é o único feito recente da artista. Ela também figura entre as mais ouvidas com ‘Desliza’, em colaboração com Léo Santana. Sua presença tem sido cada vez mais notada em grandes eventos, como apresentações no reality show ‘BBB 26’ e no ‘Ensaio da Anitta’, além de sua participação em um comercial do Globoplay ao lado de Gaby Amarantos.
A trajetória de Melody, que começou a ganhar notoriedade aos 8 anos com vídeos na internet, passou por uma reestruturação estratégica a partir de 2024. Sob a orientação de seu pai e empresário, MC Belinho, e de sua irmã e produtora musical, Bella Angel, a artista tem buscado uma imagem mais polida e focada em sua performance artística, priorizando a dança e evitando confrontos nas redes sociais. “A gente já vem ditando uma postura diferente, evitando polêmicas”, afirma Belinho, destacando a mudança de foco para a carreira pop e a dança.
O DJ Pedro Sampaio, que colaborou no hit ‘Jetski’, ressaltou a intenção de apresentar Melody como uma diva pop no clipe da música. “Eu sabia como o público queria ver a Melody: eu queria ela muito artista pop. Então, na produção, no final da música, eu fiz aquele especial para ela brilhar dançando”, explicou o produtor.
O aumento na demanda por shows é uma consequência direta do sucesso. Atualmente, Melody realiza entre 15 e 20 apresentações mensais, divididas entre eventos privados e grandes festivais promovidos por prefeituras. O cachê, que antes variava entre R$ 30 mil e R$ 120 mil, agora alcança de R$ 80 mil a R$ 100 mil para eventos particulares e R$ 380 mil para grandes espetáculos. Em fevereiro, a agenda prevê 26 shows.
A estrutura familiar por trás do sucesso é descrita por Belinho como uma pirâmide, com Melody no topo, Bella no centro e ele como a base. Os três são sócios na empresa, que conta com uma banda de sete músicos, um DJ e cinco bailarinos. Bella Angel, além de produtora musical e compositora de sucessos como ‘Jetski’, atua como backing vocal e faz duetos com a irmã.
A família reside em uma mansão de R$ 7 milhões em Arujá, Região Metropolitana de São Paulo, onde também possuem uma coleção de carros de luxo, incluindo uma Lamborghini Gallardo rosa de R$ 1,5 milhão e um Porsche 718 Boxster. “A gente trabalha muito, então, não deixamos passar vontade do que queremos comprar”, comenta Belinho, embora reforce a importância de manter os pés no chão.
Os planos futuros de Melody transcendem o território nacional. A cantora já obteve destaque em países como Portugal e planeja expandir sua atuação internacional com gravações na Ásia e colaborações com artistas de relevância global. “O céu é o limite!”, declarou Belinho, antecipando que o próximo grande passo da família será a aquisição de um avião particular, visto não apenas como um símbolo de luxo, mas como uma ferramenta essencial para a logística de sua crescente agenda de shows.