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Bolsa Família: Entenda quem pode receber valores superiores a R$ 600 em 2026

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O programa Bolsa Família, sob a gestão do governo Lula, prevê um orçamento significativo para o ano de 2026, com R$ 158,6 bilhões destinados a cerca de 20 milhões de cidadãos. Atualmente, o valor médio do benefício gira em torno de R$ 683,42, e projeções indicam que essa média poderá alcançar R$ 701,01 com o novo orçamento.

Apesar das expectativas de um aumento geral, o Ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias, esclareceu que não haverá um reajuste formal no valor base do benefício em 2026. Segundo ele, a estabilidade econômica, com a contenção da inflação, a queda nos preços dos alimentos e a desvalorização cambial, já contribui para o poder de compra dos beneficiários, tornando um aumento adicional desnecessário no momento. O ministro ressaltou o caráter temporário do programa, focado em auxiliar famílias em situação de vulnerabilidade, sem a intenção de substituir a geração de renda por meio do trabalho.

O valor mínimo garantido pelo Bolsa Família permanece em R$ 600. Contudo, a composição familiar pode elevar o montante recebido. O programa prevê adicionais que impactam o valor final do benefício:

  • Benefício Primeira Infância (BPI): Um acréscimo de R$ 150 para cada criança menor de sete anos.
  • Benefício Variável Familiar (BVF): Um adicional de R$ 50 para gestantes.
  • Benefício Variável Familiar (BVF): Um adicional de R$ 50 para crianças e adolescentes entre 7 e 18 anos incompletos.
  • Benefício Variável Familiar Nutriz (BVN): Um adicional de R$ 50 por membro da família com até sete meses de idade.

Dessa forma, embora o piso seja de R$ 600, famílias com múltiplos membros que se enquadrem nos critérios para os benefícios adicionais podem, sim, receber valores superiores, alcançando até R$ 1.000, dependendo da configuração familiar.

Bolsa Família: Entenda quem pode receber valores superiores a R$ 600 em 2026

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Bruna Furlan, neta de Carlos Alberto de Nóbrega, compartilha detalhes sobre seu tratamento de câncer e relação paterna

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Bruna Furlan, neta do renomado apresentador Carlos Alberto de Nóbrega, tem compartilhado abertamente sobre sua jornada de tratamento contra o câncer. Em recente declaração, ela abordou não apenas os desafios da batalha pela saúde, mas também a dinâmica de sua relação com o pai.

Apesar das adversidades impostas pela doença, Bruna Furlan tem mantido uma postura transparente, oferecendo atualizações sobre seu estado de saúde e os procedimentos médicos. Paralelamente, a jovem tem se pronunciado sobre o apoio e a conexão que mantém com Carlos Alberto de Nóbrega durante este período delicado.

Bruna Furlan, neta de Carlos Alberto de Nóbrega, compartilha detalhes sobre seu tratamento de câncer e relação paterna

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Rainha de Bateria da Grande Rio surge com ferimentos e ‘galo’ após ensaio técnico na Sapucaí

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A influenciadora e Rainha de Bateria da escola de samba Grande Rio utilizou as redes sociais na madrugada desta segunda-feira para compartilhar com seus seguidores os resultados de um ensaio técnico realizado na Marquês de Sapucaí. Em vídeos publicados em seu perfil no Instagram, a artista exibiu marcas evidentes em sua cabeça, incluindo um inchaço notório, popularmente conhecido como ‘galo’, além de bolhas.

As imagens, que ganharam destaque nos stories da plataforma, revelam os possíveis impactos físicos decorrentes da intensa preparação para o carnaval. A publicação gerou comentários e preocupação entre fãs e admiradores da passista, que acompanham de perto sua jornada rumo aos desfiles oficiais.

Rainha de Bateria da Grande Rio surge com ferimentos e 'galo' após ensaio técnico na Sapucaí

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Copa do Mundo de 2026: Tensões Políticas Podem Impactar o Megaevento nos EUA

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A relação entre o esporte e a política é um debate recorrente, com opiniões divididas entre a separação total e a interconexão intrínseca. No contexto da Copa do Mundo de 2026, que terá os Estados Unidos como um dos países anfitriões ao lado de Canadá e México, as complexidades políticas ganham destaque e acendem um alerta.

As implicações políticas no futebol não são novidade, como evidenciado pela exclusão da Rússia das eliminatórias e da Copa do Mundo de 2022. Essa punição conjunta da FIFA e da UEFA ocorreu em resposta à invasão da Ucrânia pelo país, uma medida que permanece em vigor.

A proximidade entre o esporte e as questões de Estado se manifesta de diversas formas. Recentemente, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, esteve envolvido em discussões com o presidente da FIFA, Gianni Infantino, em eventos que sublinham essa intersecção. A presença de figuras políticas em eventos esportivos de grande magnitude, como a Copa, frequentemente levanta questionamentos sobre a influência e o papel do esporte em cenários internacionais.

Para além de decisões de órgãos esportivos, as políticas internas dos países anfitriões também geram preocupações. Os Estados Unidos, sob a administração Trump, implementaram políticas de imigração restritivas, incluindo a proibição de entrada de cidadãos de diversos países e o congelamento da emissão de vistos para várias nações, afetando inclusive países participantes da Copa. Essas ações geraram repercussão e levantaram discussões sobre a possibilidade de boicotes por parte de algumas seleções.

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A Holanda, por meio de seu presidente da federação de futebol, Frank Paauw, e a Alemanha, com o vice-presidente da federação, Oke Göttlich, expressaram críticas às políticas de Trump e consideraram a ideia de não participar do torneio, argumentando que a Copa poderia ser instrumentalizada como plataforma de propaganda política. Deputados de outros países, como a Dinamarca e o Reino Unido, também manifestaram preocupações, sugerindo que a realização do evento nos EUA pode gerar situações embaraçosas para o presidente norte-americano.

O jornal britânico The Guardian reportou que representantes de 20 seleções europeias já teriam discutido as ações do presidente dos EUA. O ex-presidente da FIFA, Joseph Blatter, chegou a aconselhar que se evite os Estados Unidos, endossando questionamentos sobre a realização da Copa no país.

O cenário para a Copa do Mundo de 2026 se diferencia de episódios anteriores, como o caso da Rússia, onde a sanção afetaria uma única seleção. Desta vez, os Estados Unidos são um dos países anfitriões, o que significa que qualquer medida punitiva teria um impacto significativamente maior na organização e no desenrolar do torneio. Onze cidades americanas, além de três no México e duas no Canadá, sediarão os jogos, com o Brasil programado para disputar seus jogos da fase de grupos na costa leste dos Estados Unidos.

Copa do Mundo de 2026: Tensões Políticas Podem Impactar o Megaevento nos EUA

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