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Dira Paes Revela Momentos Familiares e Encanta Seguidores em Novas Fotos com os Filhos

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A atriz Dira Paes, atualmente em destaque na novela das nove da Globo com seu papel em ‘Três Graças’, proporcionou um momento de rara intimidade aos seus fãs. Nesta sexta-feira (09), a artista compartilhou em suas redes sociais uma série de registros fotográficos inéditos ao lado de seus dois filhos, Inácio Paes Baião, de 17 anos, e Martin, de 10. A publicação rapidamente gerou admiração entre os internautas, que elogiaram a beleza e a cumplicidade da família.

Conhecida por preservar sua vida pessoal, Dira Paes raramente expõe seus filhos em público, o que torna essas aparições ainda mais especiais. Na legenda das fotos, a atriz comentou de forma descontraída: “Quando a gente aproveita a diária de fotógrafo, pra fazer novas imagens com os filhotes”, demonstrando o carinho e a alegria em registrar esses momentos.

Inácio e Martin são frutos do relacionamento de Dira Paes com o diretor de fotografia Pablo Giannini Baião. A atriz e Giannini mantêm um casamento sólido desde 2006, quando o diretor se mudou para a casa dela. A chegada de Inácio, em 2007, foi uma surpresa para Dira, que na época, aos 38 anos, adiava a maternidade em função da carreira. A gravidez apresentou complicações, resultando no nascimento prematuro de Inácio. Posteriormente, Dira enfrentou desafios e perdas em tentativas de engravidar novamente, até que em 2015, após novos tratamentos, deu à luz seu caçula, Martin.

Vale lembrar que no final de 2025, Dira Paes já havia compartilhado uma foto tocante com Inácio, acompanhando-o em um momento crucial: a prova do ENEM. Na ocasião, ela expressou seu orgulho e emoção, destacando a importância de estar presente na trajetória do filho, mesmo que à distância em alguns momentos.

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Novela Turca ‘Cruel Istambul’: Prévia dos Próximos Capítulos Revela Reviravoltas na Band

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Os telespectadores da novela turca “Cruel Istambul”, exibida na faixa das 20h30 pela Band, podem se preparar para uma semana repleta de emoções e desdobramentos. As tramas que serão apresentadas entre os dias 02 e 06 de fevereiro de 2026 prometem manter o público engajado em seus assentos.

A emissora segue apostando no sucesso das produções internacionais, e “Cruel Istambul” tem se consolidado como um dos destaques em sua grade de programação. A antecipação sobre os eventos que se desenrolarão nos próximos capítulos tem gerado grande interesse entre os admiradores da obra, que buscam antecipar os rumos das histórias de seus personagens favoritos.

Novela Turca 'Cruel Istambul': Prévia dos Próximos Capítulos Revela Reviravoltas na Band

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Terceiro Paredão do BBB 26 Definido: Ana Paula, Brigido e Leandro Lutam pela Permanência

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A casa do Big Brother Brasil 26 vivenciou mais uma noite de fortes emoções com a formação do terceiro paredão da temporada. No domingo, 1º, Ana Paula Renault, Brigido e Leandro foram os escolhidos para disputar a preferência do público, com um deles se despedindo do confinamento na próxima terça-feira, 3. A dinâmica que levou à definição dos emparedados envolveu o Big Fone, a imunidade concedida pela líder e a votação dos participantes.

A formação começou com a consequência do Big Fone, que já havia colocado Jonas Sulzbach na berlinda. Em seguida, Sarah, detentora da imunidade, optou por proteger Sol Vega. A líder da semana, Maxiane, direcionou sua indicação para Ana Paula, justificando a decisão com base na dinâmica de convivência dentro da casa. Após a indicação da líder, os demais confinados foram chamados ao confessionário para votar em quem gostariam de ver no paredão. Leandro e Brigido foram os mais votados pela casa, completando o trio.

Buscando uma reviravolta, Leandro e Jonas Sulzbach participaram da Prova Bate e Volta. A sorte, contudo, sorriu para Jonas, que conseguiu se livrar da disputa pelo voto popular e garantiu sua permanência na casa. Com a saída de Jonas do paredão, a berlinda final ficou configurada com Ana Paula, Brigido e Leandro como os adversários.

A votação da casa para formar o paredão foi a seguinte:

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  • Jonas votou em Leandro
  • Milena votou em Brigido
  • Samira votou em Leandro
  • Brigido votou em Leandro
  • Alberto votou em Leandro
  • Ana Paula votou em Brigido
  • Breno votou em Brigido
  • Solange votou em Gabriela
  • Juliano votou em Brigido
  • Marciele votou em Leandro
  • Marcelinho votou em Brigido
  • Gabriela votou em Leandro
  • Edilson votou em Leandro
  • Leandro votou em Brigido
  • Sol votou em Leandro
  • Jordana votou em Leandro
  • Babu votou em Brigido
  • Sarah votou em Leandro
  • Chaiany votou em Brigido

Terceiro Paredão do BBB 26 Definido: Ana Paula, Brigido e Leandro Lutam pela Permanência

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Comissão de Direitos Humanos Alerta: Quarto Branco do BBB 26 Remete a Práticas de Tortura da Ditadura

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A dinâmica do “Quarto Branco” no Big Brother Brasil 26 acendeu um alerta na esfera dos direitos humanos. A Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP), órgão vinculado ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, emitiu uma carta aberta à produção do reality show, expressando profunda preocupação com o formato e comparando suas exigências a métodos de tortura utilizados durante o regime militar.

No documento, a CEMDP aponta semelhanças “aterradoras” entre as provas e castigos impostos no confinamento e as práticas sistemáticas de opressão empregadas pela ditadura civil-militar brasileira. A privação de sono, o isolamento prolongado, a desorientação espacial e a manutenção de posições físicas extenuantes são citados como elementos que remetem diretamente a cenários de tortura, agora transformados em espetáculo para milhões de espectadores.

A crítica vai além do formato de entretenimento, argumenta a comissão. Embora o “Quarto Branco” já tenha aparecido em edições anteriores, a CEMDP observa uma intensificação da dinâmica nesta temporada. Ao testar os limites físicos e psicológicos dos participantes, a emissora, na visão da comissão, também desafia “os limites da nossa própria humanidade” ao mercantilizar o sofrimento extremo.

A fundamentação da crítica se baseia em princípios constitucionais. A CEMDP destaca que o Artigo 5º da Constituição Federal proíbe inequivocamente a tortura e o tratamento degradante, valores que não podem ser relativizados, nem mesmo pelo consentimento dos envolvidos ou pela promessa de recompensas financeiras. Adicionalmente, a comissão evoca o Artigo 221, que estabelece que as concessões públicas de rádio e TV devem visar fins educativos, culturais e promover “valores éticos e sociais da pessoa e da família”, preceitos que, segundo a avaliação da comissão, entram em conflito com a exploração do sofrimento como entretenimento.

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A carta, endereçada à executiva Leonora Bardini, responsável pela área de conteúdos da Globo, conta com assinaturas de representantes de diversas frentes: Diva Soares Santana (familiares de mortos e desaparecidos políticos), Vera Facciolla Paiva e Maria Cecília Adão (sociedade civil), a deputada Natália Bonavides (Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados) e a procuradora regional da República Eugênia Augusta Gonzaga. O documento inicia evocando uma frase de Wagner Moura sobre a transmissão de traumas e valores entre gerações, conectando a responsabilidade da mídia na preservação da memória de violações de direitos humanos.

Um ponto crucial abordado pela CEMDP é a associação entre o “Quarto Branco” e métodos de tortura historicamente documentados em regimes autoritários. A exigência de que uma participante permanecesse em pé sobre um pedestal de diâmetro mínimo por horas é apontada como um exemplo específico de tática de tortura. A comissão alerta que a repetição dessas imagens em um reality show, sob a égide da “resistência”, contribui para a dessensibilização do público e enfraquece a percepção pública sobre a gravidade da violência de Estado.

A CEMDP também contesta o argumento de que os participantes aderem voluntariamente à dinâmica em busca de fama ou prêmios. Para os signatários, o consentimento não legitima situações que configurem tratamento cruel ou degradante, especialmente em um contexto de concessão pública de TV. A memória das vítimas da repressão, segundo a carta, exige vigilância para evitar a normalização de práticas associadas à tortura sob o disfarce de jogo.

A atuação da CEMDP, recriada em 2024 após ter suas atividades interrompidas, é apresentada como parte de um esforço para manter vivo o debate sobre tortura e suas consequências sociais. Criada em 1995, a comissão foi a primeira instância estatal dedicada à localização e reconhecimento de mortos e desaparecidos políticos da Ditadura Militar, retomando agora medidas de memória, verdade e reparação.

O episódio que desencadeou a manifestação ocorreu na madrugada de 18 de janeiro, quando Rafaella Jaqueira desmaiou após mais de 120 horas confinada no “Quarto Branco”. A dinâmica, que reuniu cinco participantes isolados em um ambiente restritivo e desorientador, buscava uma vaga fixa no elenco do BBB 26. Rafaella, após receber atendimento médico, foi eliminada, enquanto outros quatro participantes garantiram sua permanência no programa.

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A CEMDP enfatiza que tais cenas não devem ser tratadas meramente como “resistência” ou “superação”. A comissão solicita explicitamente que a emissora reavalie o uso de dinâmicas que associam sofrimento físico e psicológico ao entretenimento, em um país que ainda lida com traumas da repressão estatal. A carta cita estudos que abordam a transmissão intergeracional de traumas, reforçando o papel da TV aberta na formação de valores.

Em sua conclusão, a CEMDP apela à sociedade para questionar a aceitação desse tipo de formato. Considerar o “Quarto Branco” como um mero jogo, segundo a comissão, equivale a ser conivente com a banalização de experiências que remetem à violência de Estado. A memória dos mortos e desaparecidos políticos, finaliza a carta, clama por uma postura de rejeição a qualquer forma de dessensibilização diante da dor. A Globo foi contatada para comentar o caso desde sábado (31), mas ainda não emitiu posicionamento.

Comissão de Direitos Humanos Alerta: Quarto Branco do BBB 26 Remete a Práticas de Tortura da Ditadura

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