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BBB 26: Prova do Líder de Resistência Entra em Sua 14ª Hora com Seis Participantes na Disputa

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A emocionante disputa pela liderança do BBB 26 entrou em sua fase mais crítica. A primeira Prova do Líder da temporada, iniciada na noite de terça-feira (13), ultrapassou a marca das 13 horas de duração e segue acirrada na tarde desta quarta-feira (14). Seis confinados ainda demonstram força e resistência na batalha pelo posto mais cobiçado da casa: Sarah Andrade, Jonas Sulzbach, Alberto Cowboy, Breno, Marciele e Edilson.

A competição, que teve seu pontapé inicial às 23h09 sob o comando de Tadeu Schmidt, testou os limites dos participantes ao longo de toda a madrugada no Provódromo. A dinâmica peculiar desta prova de resistência exige que os competidores mergulhem em uma piscina repleta de produtos do patrocinador Mercado Livre, recuperem cartões específicos e os posicionem em seus nichos individuais ao som da campainha.

A mecânica da prova desafia os brothers a correrem de seus trampolins até a piscina, escolherem um produto e rapidamente o colocarem em seu espaço designado. Um cronômetro no telão impõe o limite de tempo para a execução da tarefa. Ao final de cada rodada, o participante que estiver descansando sorteia o produto premiado da fase, e aquele que tiver o cartão correspondente vence. Em caso de empate na escolha do produto, a agilidade em posicionar o cartão é o critério de desempate, com sensores registrando o tempo exato de cada jogada. As rodadas variaram em duração, com tempos que oscilaram entre 2 e 12 minutos.

Uma vantagem estratégica aguarda o vencedor de cada rodada: o direito a um período de descanso na caixa do Mercado Livre, permitindo a recuperação de energias enquanto os demais seguem na disputa. Em rodadas eliminatórias específicas, o vencedor ganha um poder extra: além do descanso, pode excluir um concorrente da prova, com a única restrição de não poder eliminar quem estava descansando na rodada anterior.

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Ao longo da intensa disputa, diversos participantes foram eliminados ou desistiram. Ana Paula Renault foi a primeira a deixar a prova, eliminada por Brigido. Brigido, por sua vez, cometeu um erro e foi desclassificado. Juliano Floss foi o décimo terceiro eliminado, por escolha de Jordana. Pedro também foi desclassificado por um erro. Solange Couto foi a primeira a desistir, alegando dores. Samira também foi eliminada. Paulo Augusto foi o vigésimo sexto eliminado, escolhido por Jonas Sulzbach, que expressou a dificuldade da decisão. Aline Campos desistiu, desejando boa sorte aos colegas. Milena foi eliminada após horas de resistência e conflitos com Sol Vega. Sol Vega desistiu acompanhando Marcelo, demonstrando solidariedade. Marcelo também optou por deixar a prova. Maxiane desistiu por cansaço. Jordana deixou a competição após nove horas de disputa, demonstrando exaustão. Henri Castelli precisou ser retirado para atendimento médico após sofrer uma convulsão e não retornou à prova. Babu Santana desistiu após 11 horas, alegando ter chegado ao limite físico.

Momentos de tensão e rivalidade marcaram a prova. Milena e Sol Vega protagonizaram discussões acaloradas, enquanto Pedro expressou sua preocupação com a possibilidade de ser eliminado por um erro pessoal. A repercussão do Queridômetro também se fez presente, com trocas de farpas entre os confinados.

O incidente mais grave foi a convulsão de Henri Castelli, que gerou apreensão geral e levou a uma pausa na prova para que o ator recebesse atendimento médico. A produção tranquilizou os participantes, informando que Henri estava sob cuidados e consciente, mas o ator não retornou à competição.

BBB 26: Prova do Líder de Resistência Entra em Sua 14ª Hora com Seis Participantes na Disputa

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Wesley Safadão defende cachês milionários de prefeituras: “Não estamos cometendo crime”

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O cantor Wesley Safadão se pronunciou sobre as críticas envolvendo os altos cachês pagos por prefeituras nordestinas para suas apresentações. Em meio a questionamentos sobre o uso de verbas públicas em sua contratação, o artista afirmou que sua atuação profissional não configura ilegalidade.

Em entrevista concedida nos bastidores de um evento em Ribeirão Preto (SP), Safadão declarou: “Eu sempre digo o seguinte: a gente está bem tranquilo em relação a isso. Às vezes, as pessoas estão até achando que é como se fosse praticamente um crime, mas ninguém está cometendo um crime. A gente está executando o nosso trabalho”.

A declaração surge após uma decisão judicial no Ceará, que determinou que Renan Santos, uma das figuras centrais do Movimento Brasil Livre (MBL) e pré-candidato à presidência, removesse conteúdos em que rotulou o cantor como “novo ícone da corrupção”. As acusações de Santos referiam-se especificamente aos valores recebidos por Safadão em contratos com municípios do Nordeste.

Safadão reforçou sua posição: “Ninguém está colocando a faca no pescoço de ninguém para nos contratar. Eu acho que não tem coisa melhor no mundo do que você deitar com sua consciência tranquila e em paz. Eu sei o tempo de carreira, o tempo de trabalho que eu tenho, e estou muito feliz. Só tenho a agradecer, não tenho nada a reclamar”.

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O artista, que tem previsão de receber R$ 1,5 milhão por sua participação no São João de Caruaru em 2026, defendeu a valorização de seu trabalho: “Já ouvi perguntarem como é que um show sobe, de um ano para o outro, mais de 10%? Eu sempre digo que não existe artista caro, existem os artistas que não se pagam. Não menosprezando a carreira de ninguém, mas, assim, a gente está muito tranquilo quanto a isso”.

Na última segunda-feira (27/4), Safadão obteve uma vitória judicial na ação que moveu contra Renan Santos por calúnia, difamação e injúria. Santos havia acusado o cantor de corrupção, alegando que ele “lidera um esquema bizarro que explora prefeituras pobres no Nordeste e toma para si milhões em dinheiro que não deveria estar com ele”. Segundo as alegações de Santos, apenas entre 2024 e 2025, Safadão teria firmado mais de 50 contratos totalizando R$ 52 milhões.

Wesley Safadão defende cachês milionários de prefeituras:

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Wesley Safadão defende cachês de prefeituras e rebate acusações de ilegalidade

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O cantor Wesley Safadão se pronunciou sobre as polêmicas envolvendo os valores de seus cachês recebidos por meio de contratos com prefeituras. Em entrevista concedida em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, o artista afirmou que não há ilegalidade nas contratações e que seu trabalho é executado dentro da legalidade.

A declaração surge em meio a críticas e questionamentos sobre os cachês pagos com dinheiro público, especialmente de municípios nordestinos. Recentemente, Renan Santos, uma das figuras proeminentes do Movimento Brasil Livre (MBL) e pré-candidato à presidência, foi obrigado pela Justiça do Ceará a remover publicações que associavam Safadão a um “novo ícone da corrupção”. Santos havia alegado que o artista estaria envolvido em um esquema que envolvia milhões em contratos com prefeituras do Nordeste.

Safadão defendeu-se das acusações, declarando: “A gente está bem tranquilo em relação a isso. Às vezes, as pessoas estão até achando que é como se fosse praticamente um crime, mas ninguém está cometendo um crime. A gente está executando o nosso trabalho”. Ele ressaltou a importância de ter a consciência tranquila e o orgulho de sua trajetória profissional.

O cantor, que tem um show agendado no São João de Caruaru com um cachê de R$ 1,5 milhão, também abordou a percepção de que seus valores seriam excessivos. “Já ouvi perguntarem como é que um show sobe, de um ano para o outro, mais de 10%? Eu sempre digo que não existe artista caro, existem os artistas que não se pagam”, ponderou, sem desmerecer a carreira de outros artistas.

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A controvérsia ganhou força após Renan Santos divulgar informações sobre mais de 50 contratos firmados por Safadão entre 2024 e 2025, totalizando R$ 52 milhões, e acusá-lo de explorar prefeituras com dificuldades financeiras. Em resposta, o cantor obteve uma decisão judicial favorável em uma ação movida contra Santos por calúnia, difamação e injúria.

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Wesley Safadão Defende Cachês Públicos e Afirma: ‘Não Estamos Cometendo Crime’

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O cantor Wesley Safadão se pronunciou sobre as críticas a respeito dos valores recebidos por suas apresentações, muitas delas financiadas com verbas públicas. Em meio a um debate intensificado, o artista defendeu sua atuação profissional e a legalidade dos contratos.

Recentemente, a Justiça do Ceará determinou que Renan Santos, figura proeminente do Movimento Brasil Livre (MBL) e pré-candidato à presidência, removesse conteúdos em que acusava Safadão de ser um “novo ícone da corrupção” devido aos cachês pagos por prefeituras do Nordeste. Em declarações feitas nos bastidores de um evento em Ribeirão Preto (SP), o músico abordou as acusações.

“Eu sempre digo o seguinte: a gente está bem tranquilo em relação a isso. Às vezes, as pessoas estão até achando que é como se fosse praticamente um crime, mas ninguém está cometendo um crime. A gente está executando o nosso trabalho”, afirmou Safadão, ressaltando a tranquilidade em relação à sua conduta.

O artista, que tem previsão de receber R$ 1,5 milhão por sua participação no São João de Caruaru em 2026, enfatizou a justificativa por trás dos valores cobrados. “Já ouvi perguntarem como é que um show sobe, de um ano para o outro, mais de 10%? Eu sempre digo que não existe artista caro, existem os artistas que não se pagam. Não menosprezando a carreira de ninguém, mas, assim, a gente está muito tranquilo quanto a isso”, declarou.

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Safadão também comentou sobre a origem dos contratos: “Ninguém está colocando a faca no pescoço de ninguém para nos contratar. Eu acho que não tem coisa melhor no mundo do que você deitar com sua consciência tranquila e em paz. Eu sei o tempo de carreira, o tempo de trabalho que eu tenho, e estou muito feliz. Só tenho a agradecer, não tenho nada a reclamar”.

A polêmica ganhou contornos legais na última segunda-feira (27/4), quando o cantor obteve uma decisão favorável em ação movida contra Renan Santos por calúnia, difamação e injúria. Santos havia acusado o artista de liderar um “esquema bizarro” que exploraria prefeituras nordestinas, alegando que Safadão teria recebido R$ 52 milhões em mais de 50 contratos entre 2024 e 2025.

Wesley Safadão Defende Cachês Públicos e Afirma: 'Não Estamos Cometendo Crime'

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