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INSS Implementa Força-Tarefa Nacional para Agilizar Concessão de Benefícios em 2026

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Em uma iniciativa significativa para otimizar o atendimento aos cidadãos, o Governo Federal anunciou nesta quarta-feira (15) a criação de uma força-tarefa com o objetivo de acelerar a análise e liberação de benefícios pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) a partir de 2026. A medida, que faz parte do Programa de Gerenciamento de Benefícios (PGB), visa eliminar gargalos regionais e unificar o processamento de pedidos em todo o país.

A principal inovação consiste na nacionalização da fila de espera. Anteriormente, o tempo de espera para a concessão de aposentadorias, pensões e auxílios variava consideravelmente dependendo da localidade do solicitante. Com a nova estratégia, servidores de regiões com menor demanda poderão atuar em processos de áreas mais sobrecarregadas, criando um fluxo de trabalho contínuo e mais eficiente. Essa ‘mobilidade digital’, como descrita pelo presidente do INSS, Gilberto Waller, tem como meta garantir que a prioridade seja o tempo de espera do cidadão, e não sua localização geográfica.

A iniciativa surge como resposta direta ao expressivo volume de 2,9 milhões de pedidos pendentes de análise. O foco principal da força-tarefa estará em categorias de benefícios com maior contingente de solicitações represadas. Os benefícios por incapacidade, como o Auxílio-Doença, lideram com 1,3 milhão de pedidos. Em seguida, vêm o Benefício de Prestação Continuada (BPC), com 935 mil solicitações, e aposentadorias e Salário-Maternidade, que somam mais de 500 mil processos. Juntos, os auxílios por incapacidade e o BPC representam cerca de 80% do total de pendências, sendo, portanto, as prioridades iniciais da ação.

O PGB também estabelece diretrizes para garantir a qualidade e a integridade do processo. Foram definidas metas diárias de produtividade para os servidores, a fim de evitar que a celeridade comprometa a análise técnica. Além disso, o programa prevê a reavaliação periódica de benefícios assistenciais já concedidos como medida de combate a fraudes e para assegurar que os recursos públicos sejam direcionados aos que realmente se enquadram nos critérios legais. Servidores que aderirem à força-tarefa e excederem as metas de análise de processos com espera superior a 45 dias receberão pagamentos extraordinários.

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Para os segurados, a mudança principal será percebida na redução do tempo de espera para a resposta de seus pedidos. Embora a interface do portal ‘Meu INSS’ permaneça a mesma, a expectativa do governo é que a unificação da fila e a atuação em bloco nacional resultem em uma queda significativa no tempo médio de concessão já no primeiro semestre de 2026. A autarquia aposta que essa reorganização operacional é fundamental para torná-la mais ágil e alinhada às necessidades da população brasileira.

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Felipe Andreoli deixa a Record e se junta à ESPN para cobrir o Australian Open

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A ESPN anunciou nesta quarta-feira (14) a chegada do apresentador Felipe Andreoli ao seu time de comentaristas. Ele, ao lado do ex-tenista Bruno Soares, será o responsável pela cobertura especial do Australian Open, primeiro Grand Slam da temporada de 2026. A notícia marca a liberação de Andreoli de suas obrigações na Record, permitindo sua atuação na emissora esportiva.

A dupla focará em conteúdos multiplataforma, explorando os bastidores do torneio, a paixão da torcida brasileira e a rotina dos atletas fora das quadras. As produções serão veiculadas nas redes sociais, no canal do YouTube da ESPN e na plataforma de streaming Disney+. Andreoli, que possui um histórico de longa data com o tênis, expressou sua empolgação com a nova empreitada.

“Sempre fui apaixonado por tênis desde criança. Poder trabalhar com tênis na ESPN, que é a casa da modalidade no Brasil, e ainda dividir essa experiência com o Bruno Soares, que hoje é um grande amigo, torna tudo ainda mais especial”, declarou o apresentador. O projeto prevê a criação de vídeos curtos, vlogs e registros mais aprofundados, com o objetivo de engajar o público digital. Durante a primeira semana do Grand Slam, Andreoli e Soares divulgarão conteúdos diariamente em seus perfis, com compartilhamento nos canais oficiais da ESPN.

Bruno Soares, que encerrou sua carreira de tenista profissional em 2022, tendo sido multicampeão de Grand Slams nas duplas e alcançado o posto de número 2 do mundo, destacou a oportunidade de vivenciar o torneio sob uma nova perspectiva.

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“Estar em um Grand Slam fora da condição de atleta permite enxergar detalhes que muitas vezes passam despercebidos. A ideia é compartilhar com o público um pouco do que acontece nos bastidores, das rotinas e do ambiente que fazem parte do dia a dia de quem vive o circuito”, explicou Soares. Além das plataformas digitais, a cobertura também terá espaço na programação televisiva da ESPN, com inserções em programas como o “Pelas Quadras”, dedicado aos fãs do esporte.

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Reviravolta no BBB 26: Tadeu Schmidt anuncia saída de Henri Castelli e compartilha recado do ator

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A casa mais vigiada do Brasil recebeu uma notícia surpreendente na noite desta terça-feira (01). Em um momento de comunicação direta com os confinados, o apresentador Tadeu Schmidt trouxe informações cruciais sobre o futuro de um dos participantes do BBB 26.

Schmidt revelou aos brothers e sisters que o ator Henri Castelli não retornará mais à competição. A decisão, que pegou os participantes de surpresa, foi comunicada pelo próprio apresentador, que fez questão de repassar uma mensagem enviada pelo artista.

O recado de Castelli, embora não detalhado na íntegra por Tadeu Schmidt, foi transmitido com o intuito de trazer clareza aos demais competidores sobre sua ausência definitiva no programa.

Reviravolta no BBB 26: Tadeu Schmidt anuncia saída de Henri Castelli e compartilha recado do ator

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Herança e Crime: Entenda se Suzane von Richthofen pode ter direito a bens de familiares

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A possibilidade de Suzane von Richthofen, condenada pelo assassinato dos pais, herdar bens de outros parentes, como seu tio, tem gerado especulações. No entanto, a legislação brasileira estabelece critérios claros que determinam quem pode ou não ter acesso a uma sucessão.

Em entrevista, um especialista em direito sucessório esclareceu que a condenação criminal de um indivíduo, por si só, não o impede automaticamente de receber uma herança de outros familiares. A lei brasileira prevê a indignidade sucessória, um mecanismo que pode excluir herdeiros em casos específicos, mas a aplicação depende de um processo judicial e de atos de gravidade extrema comprovados contra o autor da herança.

Para que Suzane fosse impedida de herdar, seria necessário que ela fosse declarada indigna em ação judicial específica, com base em um dos motivos previstos no Código Civil, como ter atentado contra a vida de quem deixou a herança. A condenação pelo assassinato dos pais, embora chocante, não se enquadra diretamente na exclusão automática de heranças de outros parentes, a menos que haja uma ação judicial de indignidade movida contra ela.

Portanto, a questão da herança de Suzane von Richthofen é complexa e não se resume à sua condenação anterior. Fatores como a existência de testamento, a ordem de vocação hereditária e a eventual declaração de indignidade em processos judiciais específicos são determinantes para o destino dos bens.

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