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Atriz que Viveu a Vilã Gabriela em ‘Páginas da Vida’ Renova Carreira aos 31 Anos e Surpreende com Nova Profissão

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A atriz Gabriela Oliveira, que marcou o público como a controversa Gabriela em ‘Páginas da Vida’ (2006-2007), novela de Manoel Carlos, está completando 31 anos e trilhando novos caminhos profissionais que vão além das telas. Longe dos holofotes brasileiros há algum tempo, a artista reside em Barcelona e tem se dedicado a uma carreira multifacetada, que inclui a atuação em projetos internacionais e o empreendedorismo.

Na trama exibida pela TV Globo, Gabriela era conhecida por suas atitudes racistas e por perturbar a madrasta Selma, interpretada por Elisa Lucinda. Na época, a personagem gerou discussões e mostrou o talento precoce da atriz, que iniciou sua trajetória artística aos 9 anos.

Atualmente, Gabriela Oliveira segue atuando, com projetos voltados para o mercado estrangeiro. Em 2025, ela esteve no Brasil para participar das gravações do filme ‘Juliana Contra o Jambeiro do Diabo pelo Coração de João Batista’.

Em entrevista ao jornal O GLOBO, a atriz revelou que abriu uma agência de marketing na Espanha. Ela descreveu sua curiosidade como um motor para explorar novas áreas, algo que não teve tempo de fazer quando começou a atuar precocemente. “Sou uma pessoa muito curiosa, então gosto muito de estudar, de descobrir coisas novas, e isso vai me levando para caminhos diferentes. Comecei a atuar muito nova, com 9 anos, então, acabei não tendo tempo para explorar outras áreas”, explicou.

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Oliveira ressaltou que, embora continue sendo atriz, tem se aprofundado em outras atividades em paralelo. “Obviamente, continuo sendo atriz, mas tenho explorado outras coisas em paralelo. O marketing é uma área de que eu gosto muito. Faço criação de conteúdo, produção e direção criativa para algumas marcas”, detalhou.

Além de sua incursão no marketing, a atriz também manifestou o desejo de se profissionalizar em Terapia Gestalt, uma abordagem da psicologia. Ela vê essa formação como uma ferramenta valiosa para sua carreira de atriz, pois a auxilia a compreender personagens sob uma nova perspectiva. “Eu faço terapia há muitos anos e pensei que, além de tudo, é superútil para a minha carreira de atriz, porque me ajuda a entender os personagens desde um outro ponto de vista”, comentou.

A última aparição de Gabriela Oliveira em uma novela na televisão brasileira foi na emissora Record, na novela ‘Gênesis’ (2021), onde interpretou Kira. Na TV Globo, seu último trabalho em novelas foi em ‘I Love Paraisópolis’ (2015), como a personagem Natasha. Seu currículo também inclui participações em outros sucessos como ‘Ti Ti Ti’ e ‘Caminho das Índias’.

Atriz que Viveu a Vilã Gabriela em 'Páginas da Vida' Renova Carreira aos 31 Anos e Surpreende com Nova Profissão

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MC Brinquedo: Transformação Radical Após Conversão ao Evangelho Levanta Reflexão e Apelo aos Jovens

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Vinícius Ricardo de Santos Moura, anteriormente conhecido como MC Brinquedo, tem compartilhado com seus seguidores os profundos desdobramentos de sua recente conversão ao evangelho e o encerramento de sua carreira no funk. Em uma comunicação pública nesta segunda-feira (4), o artista expressou o quão drástica tem sido sua transformação pessoal, a ponto de, por vezes, não se reconhecer ao observar registros de seu passado.

Em seu relato, proferido a caminho de um culto religioso, Vinícius detalhou a magnitude da mudança operada em sua vida. “Rapaz, é verdade isso aí, essa mudança que o Espírito Santo faz. Vou ser sincero, nem eu às vezes me reconheço assim. Olho as fotos agora e falo: caramba. Agora, essa pessoa aí… Não sabia!”, declarou o ex-funkeiro, ressaltando que sua mensagem é direcionada especialmente aos jovens que o acompanham.

O artista também estendeu sua mensagem a um público específico: jovens que sentem receio de frequentar a igreja devido a preconceitos relacionados à aparência e vestimentas. “Tem muita pessoa também que me acompanha, que já foi da presença, mas tem um certo receio de renunciar por conta das vestes”, observou Vinícius. Ele compartilhou sua própria experiência, enfatizando que sua aceitação por parte de Deus ocorreu em sua condição atual: “Eu tô assim agora. Deus me chamou assim, mas tem dia que eu quero pôr uma camiseta, uma camisa de botão e assim vai, não se prende nisso não. Deus é um só e ele tá mais na procura de pessoas como eu era do que quem tá lá dentro achando que é perfeito”, concluiu.

A decisão de Vinícius em abandonar o funk e abraçar a fé cristã foi amplamente divulgada em suas redes sociais, onde ele apresentou uma carta aberta explicando os motivos de sua escolha, surpreendendo muitos de seus admiradores.

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MC Brinquedo: ‘Nem eu me reconheço’ após conversão, ex-funkeiro desabafa e faz apelo a jovens

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Vinícius Ricardo de Santos Moura, conhecido artisticamente como MC Brinquedo, tem compartilhado com seus seguidores os desdobramentos de sua recente conversão ao evangelho e o encerramento de sua carreira no funk. Em uma manifestação pública no último domingo (4 de maio), o artista expressou a profundidade de sua transformação, a ponto de, segundo ele, às vezes não se reconhecer ao rever imagens de seu passado.

A caminho de um culto, Vinícius fez um desabafo em vídeo, onde relatou a mudança operada em sua vida. “Estou indo cultuar agora e rapaz, é verdade isso aí, essa mudança que o Espírito Santo faz, vou ser sincero, nem eu às vezes me reconheço assim, olha as fotos agora eu falo caraca. Agora, essa pessoa aí. Não sabia!”, declarou o ex-funkeiro.

O artista utilizou a própria experiência como ferramenta de incentivo para os jovens que o acompanham. Ele abordou especificamente aqueles que, por receio de julgamentos ou estigmas relacionados à aparência, evitam frequentar templos religiosos. “Tem muita pessoa também que me acompanha, que já foi da presença, mas tem um certo receio de renunciar por conta das vestes. Eu tô assim agora. Deus me chamou assim, mas tem dia que eu quero pôr uma camiseta, uma camisa de botão e assim vai, não se prende nisso não”, aconselhou.

MC Brinquedo enfatizou que a busca de Deus por pessoas autênticas é mais relevante do que a perfeição aparente. “Deus é um só e ele tá mais na procura de pessoas como eu era do que quem tá lá dentro achando que é perfeito”, concluiu, reforçando sua mensagem de acolhimento e transformação espiritual.

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Leda Nagle apoia flexibilização do trabalho infantil e minimiza polêmica: ‘Sem drama’

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A jornalista Leda Nagle gerou repercussão nas redes sociais ao manifestar apoio à declaração do pré-candidato à Presidência e ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, sobre a flexibilização da legislação referente ao trabalho infantil no Brasil. Em sua conta na plataforma X (antigo Twitter), no último domingo (3 de maio), Nagle defendeu a visão de Zema, que sugeriu mudanças na lei.

Leda Nagle relatou experiências pessoais para embasar seu ponto de vista. Ela afirmou que começou a trabalhar aos 9 ou 10 anos de idade, auxiliando os pais em um armazém de sua família. “Falo por experiência própria. Trabalhei desde muito cedo junto com meu pai e minha mãe no nosso Armazém Mineiro a partir dos 9 e 10 anos. Ia ao Instituto Santos Anjos de manhã, fazia os deveres de casa no balcão do armazém e depois atendia fregueses junto com meus pais, pesando arroz, feijão (que na época eram vendidos a granel) e fazia pequenas entregas”, detalhou.

A declaração da jornalista foi uma resposta a um vídeo divulgado no Dia do Trabalhador (1º de maio), onde Romeu Zema, em um podcast, expressou sua intenção de alterar a legislação brasileira. Ele mencionou exemplos de outros países, como os Estados Unidos, onde crianças entregam jornais. “Lá fora, nos Estados Unidos, criança sai entregando jornal, recebe lá não sei quantos centavos por cada jornal entregue, no tempo que tem. Aqui é proibido, né? Você está escravizando criança. Então é lamentável. Mas tenho certeza de que nós vamos mudar”, disse Zema.

A jornalista concluiu seu posicionamento com a frase: “Tenho belas lembranças desta época. Éramos fortes, unidos e felizes. Sem drama”. A publicação, no entanto, provocou uma onda de comentários negativos por parte dos internautas.

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Atualmente, a legislação brasileira, em conformidade com a Constituição Federal e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), proíbe o trabalho para menores de 16 anos. A exceção é para quem atua na condição de aprendiz, a partir dos 14 anos. O trabalho forçado, insalubre ou perigoso pode acarretar penas de reclusão de 2 a 8 anos.

Leda Nagle apoia flexibilização do trabalho infantil e minimiza polêmica: 'Sem drama'

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