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Flamengo mira alto: R$ 218 milhões em um atacante de peso, além de Paquetá

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Enquanto os bastidores rubro-negros fervilham com a possibilidade de repatriar Lucas Paquetá, o Flamengo não se limita a essa ambição. Fontes indicam que a diretoria do clube carioca planeja um investimento expressivo, na casa dos 35 milhões de euros (aproximadamente R$ 218 milhões), para reforçar o setor ofensivo com um nome de peso, visando as competições de 2026.

A estratégia do clube é clara: almejar todas as conquistas possíveis, e para isso, a chegada de um novo atacante se tornou prioridade, mesmo com o esforço para concretizar o retorno de Paquetá. A busca por reforços não é recente; o clube chegou a sondar Kaio Jorge, mas a negociação não avançou devido à resistência do Cruzeiro em liberá-lo.

Com o mercado em análise, o nome de Richarlison, atualmente no Tottenham, volta a ganhar força. O atacante já esteve em pauta em 2026, mas os valores envolvidos na época impediram o avanço. Agora, o estilo de jogo do jogador agrada à comissão técnica, especialmente a Filipe Luís, que teria sinalizado o desejo de contar com o atleta.

Em 2025, o Flamengo conquistou a Libertadores, mas amargou o vice-campeonato mundial após derrota para o PSG nos pênaltis. O clube busca, em 2026, reescrever essa história, com foco em novas conquistas continentais e, consequentemente, uma nova chance de brigar pelo título mundial.

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Quanto a Lucas Paquetá, a vontade do jogador em retornar ao Brasil é declarada. O West Ham, no entanto, deseja manter o atleta até o fim da atual temporada europeia e estipula um valor de 40 milhões de euros. O Flamengo, por sua vez, almejava a contratação imediata, mas estaria disposto a aguardar cerca de três meses caso a negociação se concretize apenas nesse formato, buscando um desfecho favorável para ambas as partes.

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Leda Nagle apoia flexibilização do trabalho infantil e minimiza polêmica: ‘Sem drama’

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A jornalista Leda Nagle gerou repercussão nas redes sociais ao manifestar apoio à declaração do pré-candidato à Presidência e ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, sobre a flexibilização da legislação referente ao trabalho infantil no Brasil. Em sua conta na plataforma X (antigo Twitter), no último domingo (3 de maio), Nagle defendeu a visão de Zema, que sugeriu mudanças na lei.

Leda Nagle relatou experiências pessoais para embasar seu ponto de vista. Ela afirmou que começou a trabalhar aos 9 ou 10 anos de idade, auxiliando os pais em um armazém de sua família. “Falo por experiência própria. Trabalhei desde muito cedo junto com meu pai e minha mãe no nosso Armazém Mineiro a partir dos 9 e 10 anos. Ia ao Instituto Santos Anjos de manhã, fazia os deveres de casa no balcão do armazém e depois atendia fregueses junto com meus pais, pesando arroz, feijão (que na época eram vendidos a granel) e fazia pequenas entregas”, detalhou.

A declaração da jornalista foi uma resposta a um vídeo divulgado no Dia do Trabalhador (1º de maio), onde Romeu Zema, em um podcast, expressou sua intenção de alterar a legislação brasileira. Ele mencionou exemplos de outros países, como os Estados Unidos, onde crianças entregam jornais. “Lá fora, nos Estados Unidos, criança sai entregando jornal, recebe lá não sei quantos centavos por cada jornal entregue, no tempo que tem. Aqui é proibido, né? Você está escravizando criança. Então é lamentável. Mas tenho certeza de que nós vamos mudar”, disse Zema.

A jornalista concluiu seu posicionamento com a frase: “Tenho belas lembranças desta época. Éramos fortes, unidos e felizes. Sem drama”. A publicação, no entanto, provocou uma onda de comentários negativos por parte dos internautas.

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Atualmente, a legislação brasileira, em conformidade com a Constituição Federal e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), proíbe o trabalho para menores de 16 anos. A exceção é para quem atua na condição de aprendiz, a partir dos 14 anos. O trabalho forçado, insalubre ou perigoso pode acarretar penas de reclusão de 2 a 8 anos.

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Ex-parceira de funkeiro polêmico surge como aposta para “A Fazenda 18”

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Os preparativos para a 18ª edição de “A Fazenda”, reality show de sucesso da Record TV, já estão a todo vapor, mesmo com a exibição de “A Casa do Patrão” ainda em andamento. A produção, sob o comando de Adriane Galisteu, busca repetir a fórmula de sucesso que envolve a participação de personalidades com histórico de polêmicas e forte presença nas redes sociais, visando gerar o máximo de engajamento e repercussão.

Neste cenário, uma influenciadora digital com um passado controverso ao lado de um renomado nome do funk paulista chamou a atenção da equipe de seleção. Fontes internas revelam que a criadora de conteúdo, que atualmente expande sua carreira para a atuação, e sua assessoria foram convidadas para uma reunião na sede da emissora, em Barra Funda. O encontro servirá para apresentar em detalhes o formato do programa, a dinâmica das provas e as condições contratuais, além de sondar o interesse genuíno da influenciadora em integrar o elenco.

A escolha de participantes com potencial para gerar discussões e movimentar o público é uma estratégia consolidada da Record, que busca consolidar a força de seu reality rural diante da concorrência, especialmente com o sucesso contínuo do “BBB” da TV Globo. A emissora almeja atrair um elenco que garanta alta popularidade, desperte o interesse de patrocinadores e mantenha o público fiel tanto na televisão quanto nas plataformas digitais.

Até o momento, a Record não oficializou nenhum nome para “A Fazenda 18”. A equipe de produção continua em processo de análise de diversos perfis e também recebe sugestões de empresários. O objetivo é superar os resultados da edição anterior, que consagrou Dudu Camargo como o grande campeão, levando para casa o prêmio de R$ 2 milhões. A expectativa é de que a nova temporada reúna um time ainda mais forte e capaz de gerar ainda mais repercussão.

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Mansão de Juliette no Rio de Janeiro: um refúgio que une natureza, raízes nordestinas e modernidade

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A cantora e ex-BBB Juliette Freire, que nasceu em Campina Grande, Paraíba, e viu sua vida se transformar após a vitória no “BBB21”, abriu as portas de sua residência de alto padrão no Rio de Janeiro. A casa, situada na Barra da Tijuca, Zona Sudoeste da cidade, é um reflexo de sua personalidade e de suas origens, combinando elementos da natureza com a cultura nordestina.

Em entrevista à revista Casa Vogue, Juliette revelou que a mansão é compartilhada com cerca de uma dúzia de pessoas, incluindo seu noivo, o atleta de crossfit Kaique Cerveny, sua mãe e alguns sobrinhos. A escolha do Rio de Janeiro como moradia não a fez, contudo, se distanciar de suas raízes paraibanas.

A residência foi concebida como um santuário pessoal, priorizando a ventilação natural e o contato direto com o verde. “A casa tem jardim, é um lugar em que consigo ter contato com a natureza. A primeira coisa era ventilação, natureza e elementos do Nordeste que me trouxessem memória afetiva e fossem modernos”, explicou a artista.

Juliette destacou que a concepção arquitetônica do espaço contou com a colaboração de profissionais que entendem sua identidade, incluindo arquitetos e amigas de sua terra natal. O resultado é um ambiente que descreve como “uma mistura de modernidade e tradição”.

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“Desde que saí do reality, andei por vários lugares, mas sempre entendi que queria um lugar com natureza, mar e calor, para trazer esse aconchego do Nordeste. Quando vim ao Rio, em um momento com minhas amigas, a gente se emocionou muito. Falei: ainda vou morar aqui”, relembrou.

A influenciadora digital ressaltou que a decoração da casa é permeada por objetos e obras de arte oriundos de João Pessoa e de diversas outras localidades nordestinas. “São elementos que fazem parte da minha cultura e do meu povo. Queria que tivesse memória afetiva e que, ao mesmo tempo, fosse moderno”, declarou.

Mansão de Juliette no Rio de Janeiro: um refúgio que une natureza, raízes nordestinas e modernidade

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