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Descubra o Protetor Celeste Associado aos Nascidos sob o Signo de Aquário

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A crença em um guardião espiritual, conhecido como anjo da guarda, transcende fronteiras culturais e religiosas, representando uma força protetora e orientadora.

Para os indivíduos nascidos sob o signo de Aquário, a tradição astrológica aponta um ser celestial específico como seu patrono. Este anjo é frequentemente associado a características como inovação, humanitarismo e uma perspectiva visionária, qualidades intrinsecamente ligadas à essência aquariana.

A influência deste anjo guardião é dita por auxiliar os aquarianos em sua jornada, oferecendo discernimento para lidar com desafios e incentivando a busca por soluções criativas e progressistas. Sua presença pode manifestar-se como intuições aguçadas, momentos de clareza ou uma sensação de apoio inabalável.

Compreender a quem recorrem os aquarianos em termos de proteção espiritual pode oferecer uma nova camada de autoconhecimento e fortalecer a conexão com suas próprias virtudes e propósitos.

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Priscila Flores: A Jornada da Planejadora que Transforma Dinheiro em Legado e Tranquilidade

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A busca por prosperidade vai muito além do acúmulo financeiro. Para Priscila Flores, especialista em planejamento financeiro, o conceito se traduz na construção de um legado com propósito, onde números e pessoas caminham lado a lado. Sua trajetória, marcada pela superação e por um olhar humanizado para as finanças, oferece um panorama sobre como a clareza e a estratégia são fundamentais para alcançar a verdadeira segurança financeira.

Nascida em um lar de trabalhadores rurais, Priscila Flores vivenciou desde cedo a importância do esforço e da responsabilidade. A mudança da família para São José do Rio Preto, em busca de melhores oportunidades, deu início a uma jornada de trabalho árduo e improviso. Crescendo em um ambiente sem educação financeira formal, mas rico em lições práticas, ela aprendeu o valor do trabalho próprio. Aos sete anos, a oportunidade de vender plaquinhas de identificação, um negócio familiar improvisado no quintal, foi seu primeiro contato com a independência financeira e o orgulho de contribuir.

Essa disposição para criar soluções se manifestou na adolescência com iniciativas como artesanato e venda de trufas na escola. O cenário de escola pública e família humilde moldou sua personalidade resiliente e autônoma. Ao concluir o ensino médio, sem uma carreira definida, uma bolsa integral para o curso de Administração de Empresas abriu novas portas e despertou seu interesse pelo universo financeiro, especialmente o mercado de ações.

O pontapé inicial no mercado financeiro ocorreu em 2007, com uma busca incansável por oportunidades. Vestida com um terninho verde musgo e munida de seu currículo, Priscila bateu à porta de bancos no centro da cidade. Um estágio em uma agência bancária marcou o início de sua ascensão. A necessidade de obter certificações para progredir tornou-se uma constante em sua carreira, permitindo sua efetivação e posterior atuação no atendimento a empresas.

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Sua competência a levou a posições de gerência em Mirassol e, posteriormente, de volta a São José do Rio Preto. Uma mudança de cidade em 2012, motivada pelo casamento, exigiu uma nova etapa de qualificação. A obtenção da certificação CPA-20 foi crucial para direcionar sua carreira para o segmento de grandes corporações.

Em 2013, Priscila Flores descobriu o universo da gestão de grandes fortunas, um campo onde o dinheiro transcende o fluxo e se torna sinônimo de planejamento, continuidade e impacto familiar. A conquista de uma certificação internacional em planejamento financeiro, obtida após nove meses de estudo intenso, foi o passaporte para ingressar nesse segmento em 2015. O trabalho com médicos, empresários e executivos de alto patrimônio aprofundou sua compreensão sobre a complexidade de investimentos, gestão de riscos e a visão de longo prazo, com impacto direto nas famílias.

A trajetória de sucesso no mercado financeiro, com passagens por posições de gestão regional e supervisão em grandes corretoras, cobrou seu preço. Em 2023, Priscila enfrentou um burnout, um momento crítico que a levou a reavaliar sua carreira. A experiência, embora dolorosa, foi um divisor de águas, proporcionando uma nova perspectiva: enxergar a pessoa por trás do dinheiro, em contraste com a visão puramente numérica do mundo corporativo.

Essa transformação pessoal culminou em sua atuação como Planejadora Financeira independente. Reunindo sua vasta experiência técnica com um olhar empático, Priscila se posiciona como uma facilitadora de sonhos. Sua missão é encurtar o caminho entre o presente e a vida financeira desejada, com liberdade, tranquilidade e segurança, indo além de títulos e focando na mudança de perspectiva.

Para Priscila Flores, a falta de clareza é o principal obstáculo que impede que altos rendimentos se traduzam em paz e prosperidade. Ela enfatiza que ganhar bem não garante a construção de patrimônio; esta última é a capacidade de transformar o dinheiro atual em uma visão de longo prazo. O consumo sem direção é um dos principais vilões, levando indivíduos a gastarem tudo no presente sem um plano para o futuro. A estratégia, segundo ela, deve começar no momento em que a renda é gerada, aproveitando o poder do tempo a favor do investidor.

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Diante de perguntas como “tenho 40 anos, dá tempo de ser milionário?”, Priscila responde que o sucesso financeiro reside na disciplina e na execução de um método, não em promessas. O presente é o momento de agir para construir o longo prazo desejado. Ela alerta para os erros comuns entre profissionais de alta renda, como confundir faturamento com lucro, a falta de controle financeiro (“sabe de onde vem, mas não sabe para onde vai”) e a ausência de uma visão de longo prazo aliada à falta de ação no presente.

O método de Priscila Flores é um planejamento 360 graus, que integra propósito, visão, estratégia e ferramentas. A leveza financeira, segundo ela, não significa adiar o necessário, mas sim reduzir o sofrimento no processo. O estresse, por sua vez, é um gatilho para decisões impulsivas e prejudiciais ao longo prazo. Cada decisão deve ser avaliada sob a ótica de aproximar ou afastar o indivíduo de seus objetivos.

Em sua atuação, Priscila não lida apenas com números, mas com histórias. Ela compreende que, por trás de cada patrimônio, existem vidas, sonhos, família e um legado em construção. Sua abordagem holística considera crenças, traumas e medos que influenciam as decisões financeiras, oferecendo suporte para uma relação mais saudável com o dinheiro. Para ela, prosperidade é crescimento e evolução em diversas áreas, sendo o dinheiro um instrumento, não a identidade.

O trabalho de Priscila é altamente personalizado, oferecendo consultoria financeira individual, em casal ou familiar. O processo inicia com um diagnóstico detalhado, seguido pela elaboração e acompanhamento de uma estratégia sob medida. Ela disponibiliza uma plataforma com mais de 70 aulas, ferramentas práticas e um canal de comunicação direto, atuando como um “braço direito” do cliente. O acompanhamento, que pode durar de 3 a 12 meses, estende-se a um ecossistema de parceiros para abranger organização financeira, gestão de riscos, planejamento tributário e aposentadoria, sempre com foco na excelência.

Além do atendimento individual, Priscila contribui para a educação financeira através do podcast “Casais Prósperos” e de dois livros autorizados pelo Ministério da Cultura, que visam democratizar o acesso ao conhecimento financeiro. Seu objetivo é construir uma relação consciente com o dinheiro, sem culpa ou improviso. Ela conclui que a multiplicação patrimonial é fruto de estratégia e que buscar ajuda profissional acelera a conquista de qualidade de vida, tempo com a família e a construção de um legado com orgulho.

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Cátia Fonseca em Negociação Avançada com o SBT para Novo Programa

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Rumores sobre uma possível nova casa televisiva para Cátia Fonseca ganham força. A apresentadora está em conversas avançadas com o SBT, com indicativos de que um acordo para integrar o quadro de contratados da emissora de Silvio Santos pode ser selado em breve.

Fontes ligadas ao jornalista Flávio Ricco, do portal LeoDias, indicam que as negociações entre Cátia Fonseca e o SBT progrediram consideravelmente nas últimas semanas. A expectativa é que o contrato seja formalizado ainda este mês ou, no máximo, no início de fevereiro, demonstrando o interesse mútuo em concretizar a parceria.

Duas vertentes principais despontam para a participação da comunicadora na programação do canal. Uma delas prevê a apresentação de um programa voltado ao público feminino, um formato que a direção do SBT há tempos expressa interesse em implementar nas manhãs. A outra possibilidade cogitada é a condução de um jornalístico com abordagem de variedades, destinado ao final da tarde.

A cautela demonstrada nas tratativas sublinha a relevância estratégica desta potencial contratação para o SBT. As discussões iniciais foram recebidas de forma promissora pela alta cúpula da emissora, o que impulsionou a aceleração dos entendimentos na semana passada.

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Ao longo de sua carreira, Cátia Fonseca construiu um currículo diversificado em diferentes emissoras, incluindo passagens pela Record, Gazeta e Band. Recentemente, participou da ‘Dança dos Famosos’, reality show da Globo, de onde foi eliminada após a fase de repescagem.

Após sua participação no programa de dança, circularam especulações sobre uma possível entrada de Cátia Fonseca no grupo Globo, com atuação em canais pagos como o GNT. No entanto, esses rumores não se materializaram.

A confirmação de um acerto com o SBT marcaria um novo capítulo na trajetória profissional da apresentadora, recolocando-a como uma das apostas de destaque de uma grande rede de televisão aberta.

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O Fim de um Gigante: Intervenção do Banco Central e a Queda do Banco Nacional

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A intervenção do Banco Central em uma das instituições financeiras mais populares do Brasil gerou um clima de apreensão e incerteza entre seus milhares de correntistas. O desfecho, que culminou na falência do banco, marcou um dos episódios mais significativos na história do sistema bancário nacional, deixando um rastro de dúvidas no mercado financeiro.

Fundado em 1944 como Banco Nacional de Minas Gerais, o Banco Nacional alcançou um patamar de destaque no cenário brasileiro. Sua estratégia de marketing agressiva, com forte investimento em patrocínios esportivos e a associação com o nome do ídolo Ayrton Senna, contribuiu para a construção de uma imagem de solidez e confiança junto ao público.

Ao longo de sua trajetória, o banco expandiu sua atuação através de aquisições estratégicas. Em 1958, incorporou o Banco Sotto Maior; em 1970, o Banco do Grande São Paulo; e em 1972, o Banco do Comércio e Indústria de Minas Gerais. Essas movimentações consolidaram sua presença e o posicionaram entre os maiores conglomerados financeiros do país.

No entanto, sinais de alerta começaram a surgir no final da década de 1980. Relatórios internos de 1988 já indicavam uma situação financeira delicada. Com o passar dos anos, as irregularidades se intensificaram, levando auditorias a identificarem distorções relevantes nos balanços da instituição, o que atraiu a atenção dos órgãos reguladores.

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Diante da gravidade da situação, o Banco Central tomou medidas drásticas. Em 18 de novembro de 1995, o órgão instaurou o Regime de Administração Especial Temporária, afastando os dirigentes e nomeando um novo conselho com poderes para gerenciar a crise. O objetivo era tentar conter os danos ao sistema financeiro.

Durante a intervenção, a descoberta de 652 contas fictícias, movimentando um valor equivalente a cinco vezes o patrimônio líquido do banco, revelou a existência de fraudes estruturais. Essa constatação tornou inviável qualquer perspectiva de recuperação para a instituição.

O desfecho da crise se deu com a divisão do Banco Nacional em duas entidades: o “good bank”, com ativos saudáveis, foi adquirido pelo Unibanco; e o “bad bank”, que permaneceu com os ativos problemáticos sob o nome original. Esse processo selou oficialmente o fim do Banco Nacional no mercado.

O caso teve forte repercussão judicial. Em 1997, o Ministério Público Federal denunciou 33 pessoas envolvidas nas fraudes, e o controlador Marcos Magalhães Pinto chegou a ser condenado em primeira instância. O processo, com seus recursos e revisões, evidenciou a dimensão das irregularidades e a necessidade de maior rigor na fiscalização.

A falência do Banco Nacional expôs falhas de governança, controle interno e transparência no setor financeiro da época. Desde então, o episódio serve como um marco, impulsionando o endurecimento de regras e o aprimoramento dos mecanismos de supervisão pelo Banco Central.

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É importante ressaltar a diferença entre falência e recuperação judicial. Enquanto a falência representa o encerramento definitivo das atividades por inviabilidade econômica, a recuperação judicial busca a preservação da empresa, a manutenção de empregos e a renegociação de dívidas. No caso do Banco Nacional, as irregularidades tornaram a falência o único caminho possível.

O Fim de um Gigante: Intervenção do Banco Central e a Queda do Banco Nacional

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