O refrão “Em cima do jetski, vou rebolar pra tu” ecoa pelas paradas de sucesso, impulsionando a carreira da jovem cantora Melody a novos patamares. Com o hit “Jetski”, uma colaboração com Pedro Sampaio e MC Meno K, a artista paulista, que despontou na internet, alcançou a marca impressionante de 14 milhões de ouvintes mensais no Spotify. Este sucesso estrondoso reflete uma transformação significativa em sua trajetória profissional, culminando na triplicação de seus cachês.
Próxima de completar 19 anos, Melody consolida-se como uma estrela pop, deixando para trás polêmicas passadas e focando em sua evolução artística. A ascensão é evidenciada não apenas pela música, mas também por investimentos concretos em sua estrutura de trabalho. Recentemente, a cantora adquiriu um ônibus de luxo, avaliado em R$ 1,5 milhão, destinado ao conforto de sua equipe. Paralelamente, Melody está imersa em projetos de expansão internacional, com uma colaboração em espanhol com uma artista de renome mundial ainda sob sigilo, além de gravações planejadas com produtores associados a fenômenos globais como BTS e Blackpink. O próximo objetivo audacioso? A aquisição de uma aeronave particular.
A versatilidade de Melody tem sido amplamente demonstrada em apresentações recentes, incluindo participações no reality show “BBB 26” e no Ensaio da Anitta. Sua imagem também estampa um comercial do Globoplay ao lado de Gaby Amarantos, e outra canção, “Desliza”, em parceria com Léo Santana, figura entre as mais ouvidas do momento.
A virada na carreira de Melody é fruto de uma década de dedicação. Iniciando sua jornada musical aos 8 anos com covers e falsetes, a cantora, que cresceu sob os holofotes, deu um novo direcionamento em 2024, ao completar 17 anos. A partir daí, o foco se voltou para a consolidação como artista pop, com ênfase em canto e dança, e uma estratégia de distanciamento de controvérsias online. Segundo seu pai e empresário, MC Belinho, a decisão foi minimizar respostas a polêmicas e maximizar o investimento na performance artística.
A produção de “Jetski” já sinalizava essa nova fase, com Pedro Sampaio apresentando Melody como uma diva pop. A demanda por seus shows disparou, com a agenda preenchida por 15 a 20 apresentações mensais, divididas entre eventos privados e grandes festivais públicos. Os valores de seus cachês refletem essa nova realidade: enquanto antes variavam entre R$ 30 mil e R$ 120 mil, agora chegam a R$ 100 mil para eventos particulares e R$ 380 mil para grandes espetáculos. Em fevereiro, a agenda conta com 26 shows.
A estrutura familiar é a espinha dorsal do sucesso de Melody. Belinho, o pai, atua como empresário e produtor de shows, enquanto Bella Angel, irmã e produtora musical, contribui como compositora e backing vocal. Essa tríade gerencia a empresa em partes iguais, sustentando uma equipe que inclui sete músicos, um DJ e cinco bailarinos. Bella, aos 21 anos, é a mente criativa por trás de muitos hits da irmã, incluindo “Jetski”. Belinho acumula funções administrativas e de produção, enquanto Bella cuida da parte criativa e coreográfica. A própria Melody participa ativamente, inclusive na maquiagem para seus shows.
A ambição internacional de Melody se materializa em projetos como a gravação de “Deep Love” em inglês para o EP de Jason Derulo. A família reside em uma mansão de R$ 7 milhões em Arujá, região metropolitana de São Paulo, que abriga uma coleção de carros de luxo, incluindo uma Lamborghini Gallardo rosa avaliada em R$ 1,5 milhão. Belinho ressalta que, apesar do estilo de vida privilegiado, a família mantém os pés no chão, reinvestindo parte dos lucros e buscando sempre novos desafios.
A expansão para a Ásia, com gravações ao lado de produtores de BTS e Blackpink, e a colaboração com um renomado produtor musical internacional, marcam a nova fase da carreira internacional de Melody, que já obteve sucesso no mercado europeu, figurando no top 3 em países como Portugal. A cantora, que também é uma aluna dedicada e fluente em inglês, está aprendendo espanhol para ampliar seu alcance. O próximo grande passo, previsto para o segundo semestre, é a aquisição de um avião particular, encarado não apenas como um símbolo de status, mas como uma necessidade logística para atender à crescente demanda de shows.