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Terceiro Paredão do BBB 26 Definido: Ana Paula, Brigido e Leandro Lutam pela Permanência

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A casa mais vigiada do Brasil conheceu neste domingo (01) os seus mais novos desafiantes. Ana Paula Renault, Brigido e Leandro compõem o terceiro paredão do Big Brother Brasil 26, com a eliminação de um deles marcada para a próxima terça-feira (03). A formação da berlinda foi marcada por estratégias e reviravoltas.

A noite começou com Jonas Sulzbach já garantido entre os emparedados, como consequência de um Big Fone atendido na semana anterior. Em seguida, Sarah, detentora da imunidade concedida pela Anja, escolheu proteger Sol Vega.

Como líder da semana, Maxiane tomou a decisão de indicar Ana Paula diretamente para o paredão, citando a dinâmica de convivência dentro do jogo como motivo. Na votação aberta entre os demais participantes, Leandro e Brigido foram os mais escolhidos pelos confinados, somando-se assim à disputa.

Uma chance de escapar da berlinda surgiu com a Prova Bate e Volta, disputada por Leandro e Jonas. A sorte sorriu para Jonas, que venceu a dinâmica e se livrou da ameaça de eliminação.

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Com isso, o terceiro paredão do BBB 26 está formado por Ana Paula, Brigido e Leandro. A decisão final sobre quem deixará a casa agora está nas mãos do público.

Votação da Casa:

Jonas votou em Leandro.
Milena direcionou seu voto para Brigido.
Samira escolheu Leandro.
Brigido votou em Leandro.
Alberto indicou Leandro.
Ana Paula votou em Brigido.
Breno deu seu voto para Brigido.
Solange votou em Gabriela.
Juliano votou em Brigido.
Marciele indicou Leandro.
Marcelinho votou em Brigido.
Gabriela votou em Leandro.
Edilson votou em Leandro.
Leandro votou em Brigido.
Sol indicou Leandro.
Jordana votou em Leandro.
Babu votou em Brigido.
Sarah votou em Leandro.
Chaiany votou em Brigido.

Terceiro Paredão do BBB 26 Definido: Ana Paula, Brigido e Leandro Lutam pela Permanência

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Comissão de Direitos Humanos Alerta para Práticas de Tortura no “BBB 26”

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A Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP), órgão ligado ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, manifestou profunda preocupação com as dinâmicas do “Quarto Branco” no “Big Brother Brasil 26”. Em carta aberta enviada à produção do programa, a entidade compara os métodos utilizados no confinamento a técnicas de tortura sistematicamente empregadas durante a ditadura militar brasileira, questionando os limites éticos do entretenimento televisivo.

O documento aponta semelhanças “aterradoras” entre as provas e castigos impostos no ambiente restrito e práticas de violação de direitos humanos. Privação de sono, isolamento prolongado, desorientação espacial e a exigência de manter posturas físicas extenuantes por longos períodos são citados como elementos que remetem a cenários de tortura, agora transformados em atração para milhões de espectadores.

A CEMDP argumenta que a dinâmica do “Quarto Branco”, presente em edições anteriores do reality, atingiu um novo patamar de intensidade nesta temporada, testando não apenas os limites físicos e psicológicos dos participantes, mas também, segundo a comissão, “os limites da nossa própria humanidade”. A entidade considera inaceitável a transformação do sofrimento extremo em produto de entretenimento.

Em sua análise, a comissão fundamenta a crítica em princípios constitucionais. A carta reitera a proibição absoluta da tortura e do tratamento degradante, conforme o artigo 5º da Constituição Federal, enfatizando que tal vedação não pode ser relativizada, mesmo mediante consentimento dos envolvidos ou pela promessa de prêmios em dinheiro. Adicionalmente, a CEMDP invoca o artigo 221, que estabelece que as concessões públicas de rádio e TV devem zelar por fins educativos, culturais e pelos “valores éticos e sociais da pessoa e da família”, padrões que, na avaliação da comissão, são incompatíveis com a exploração do sofrimento humano como espetáculo.

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O documento, formalmente dirigido à direção da Globo e endereçado à executiva Leonora Bardini, responsável pela área de conteúdos da emissora, conta com assinaturas de representantes de diversas frentes. Entre os signatários estão Diva Soares Santana (em nome de familiares de mortos e desaparecidos políticos), Vera Facciolla Paiva e Maria Cecília Adão (pela sociedade civil), a deputada Natália Bonavides (membro da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados) e a procuradora regional da República Eugênia Augusta Gonzaga. A carta inicia evocando uma frase de Wagner Moura sobre a transmissibilidade de traumas e valores entre gerações, conectando o entretenimento televisivo à responsabilidade de preservar a memória de violações de direitos humanos.

A CEMDP detalha a gravidade da associação entre o “Quarto Branco” e práticas de regimes autoritários latino-americanos. A carta menciona especificamente a exigência de uma participante permanecer em pé sobre um pedestal de diâmetro mínimo por horas, postura identificada como método de tortura documentado em contextos históricos. A comissão alerta que a reprodução de tais imagens em um reality show, sob a lógica de “resistência” e “superação”, contribui para a dessensibilização do público diante da dor alheia e enfraquece a compreensão social sobre a gravidade da violência de Estado.

O órgão também refuta o argumento de que a participação voluntária dos confinados, em busca de fama ou prêmios, legitima tais dinâmicas. Para os signatários, o consentimento não valida situações que configuram tratamento cruel ou degradante, especialmente em uma concessão pública de televisão. A carta sustenta que a memória das vítimas da repressão exige vigilância constante para impedir a normalização de práticas associadas à tortura sob o disfarce de jogo.

A intervenção da CEMDP no caso do “BBB 26” insere-se em seu esforço contínuo de manter vivo o debate sobre tortura e seus impactos sociais. Criada em 1995, a comissão foi pioneira no reconhecimento de mortos e desaparecidos políticos da Ditadura Militar. Após interrupção de suas atividades, foi recriada e reinstalada em 2024, retomando suas funções de memória, verdade e reparação para vítimas de violência de Estado.

O episódio que desencadeou a manifestação da comissão ocorreu com a dinâmica do “Quarto Branco” desta edição. Cinco participantes foram confinados em um ambiente restrito, com condições adversas de sono, alimentação e estímulos sonoros, visando exaurir física e mentalmente os competidores. A prova, que já ultrapassava 120 horas, culminou no desmaio de Rafaella Jaqueira na madrugada de 18 de janeiro, enquanto tentava se equilibrar em uma plataforma. A participante foi atendida medicamente e eliminada, enquanto outros quatro competidores foram efetivamente integrados ao elenco principal do programa.

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A CEMDP enfatiza que cenas como a de Rafaella Jaqueira não devem ser tratadas meramente como demonstrações de “resistência” ou “superação”. A comissão solicita explicitamente que a emissora reavalie o uso de dinâmicas que associam sofrimento físico e psicológico ao entretenimento, especialmente em um país que ainda lida com traumas não resolvidos da repressão estatal. A carta cita estudos que abordam a transmissão transgeracional de traumas e reitera o papel central da televisão na construção de valores compartilhados.

O documento conclui com um apelo à sociedade para que questione a aceitação de tais dinâmicas. Para a CEMDP, considerar o “Quarto Branco” como um mero formato de jogo equivale a ser conivente com a banalização de experiências que remetem à violência de Estado. A comissão defende que a memória dos mortos e desaparecidos políticos exige uma postura de rejeição a qualquer forma de dessensibilização diante da dor. A Globo, procurada pela imprensa, ainda não se manifestou sobre o caso até o momento da publicação desta notícia.

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Pix Ganha Camada Extra de Segurança: Novas Regras do Banco Central Ampliam Rastreamento e Devolução de Valores

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A partir desta segunda-feira, 2 de fevereiro, o Pix, sistema de pagamentos instantâneos que se consolidou como o método de transferência preferencial dos brasileiros, passa a contar com importantes atualizações em suas regras. O Banco Central (BC) implementou novas diretrizes que impactam diretamente as instituições financeiras, incluindo grandes nomes como Itaú e Bradesco, com foco em aprimorar a segurança e a capacidade de recuperação de fundos em casos de fraudes.

O Mecanismo Especial de Devolução (MED), ferramenta criada para auxiliar vítimas de golpes e fraudes, ganha uma funcionalidade crucial. Anteriormente, a devolução de valores era limitada à disponibilidade do saldo na conta original do golpista. Com a nova normativa, o MED passa a ter capacidade de rastrear o dinheiro por até cinco contas subsequentes, utilizando um sistema de mapeamento automático conhecido como grafo de rastreamento. Essa evolução tecnológica permite que, em caso de movimentação fraudulenta, os valores possam ser bloqueados em diversas contas intermediárias, aumentando significativamente as chances de recuperação para o usuário lesado.

A nova tecnologia de rastreamento promete agilizar o processo de devolução, que agora pode ocorrer em até 11 dias após a contestação formal da transação. Cleórbete Santos, doutor em Computação e professor, explica que o sistema é capaz de identificar e bloquear fundos mesmo quando o valor é fracionado e enviado para diferentes contas. “Agora, o rastreamento está muito mais completo. Se o golpista envia R$ 1.000 para a conta A e desta parte vai para a conta B, o sistema consegue bloquear os valores nas duas contas”, detalha.

Embora o MED já estivesse disponível de forma facultativa desde novembro de 2025, sua obrigatoriedade a partir de fevereiro de 2026, aliada à modernização do rastreamento, representa um avanço significativo na proteção do consumidor. Desde outubro de 2025, os aplicativos de Pix já oferecem a opção de contestar transações diretamente, dispensando a necessidade de contato telefônico com atendentes.

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Apesar das melhorias, especialistas alertam que a eficácia do MED depende da existência de saldo nas contas intermediárias. Portanto, a agilidade no registro da contestação e a atenção redobrada do usuário continuam sendo fatores determinantes para a recuperação de valores. Medidas de prevenção, como a confirmação de identidade por vídeo antes de transferências, desconfiança de pedidos de códigos via SMS ou aplicativos de mensagem, ajuste de limites de transação, habilitação de autenticação em dois fatores e dupla checagem de destinatário e valor, permanecem essenciais para evitar cair em armadilhas.

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Fantástico expõe detalhes da morte cruel do cão Orelha e aponta suspeitos

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Um caso que chocou o país ganhou novos contornos na noite de domingo (data), com uma reportagem especial exibida pelo Fantástico. O programa da Rede Globo detalhou a investigação sobre a morte do cão comunitário Orelha, encontrado agonizando na Praia Brava, em Florianópolis, no início de janeiro. As apresentadoras Maju Coutinho e Poliana Abritta introduziram a matéria, ressaltando a comoção gerada pelo ocorrido.

“Vamos falar sobre a morte do cachorro Orelha, que mobilizou o país nesta semana”, introduziu Maju Coutinho. Poliana Abritta complementou, afirmando que “O Orelha foi encontrado agonizando e não resistiu aos ferimentos”.

O veterinário que prestou os primeiros socorros ao animal foi ouvido pela reportagem e detalhou a gravidade das lesões. Segundo Derli Royer, o cão apresentava “lesões na cabeça, no olho, principalmente no lado esquerdo, e desidratado, sem quase nenhum movimento, não tinha reflexo”. Questionado sobre a causa, Royer foi categórico ao afirmar que se tratou de “agressão”, descartando qualquer possibilidade de acidente.

A investigação policial, conduzida pela Polícia Civil de Santa Catarina, avança com base em depoimentos e indícios. Um porteiro de um condomínio da região relatou à reportagem ter tido conflitos com adolescentes na área desde o início do verão, citando casos de xingamentos e vandalismo. Ele confirmou ter registrado imagens dos jovens por questões de segurança.

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Em um áudio apresentado pelo Fantástico, o porteiro menciona ter levantado suspeitas sobre um grupo de jovens na mesma noite em que ocorreu a confusão. Contudo, ele ressalta que não presenciou diretamente o momento da agressão ao animal. A polícia informou que já ouviu mais de 20 testemunhas e que a análise de um conjunto de informações convergentes sustenta a linha de investigação que aponta para a participação de adolescentes no crime, mesmo sem imagens diretas do ataque.

Fantástico expõe detalhes da morte cruel do cão Orelha e aponta suspeitos

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