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Mara Maravilha em UTI: Cantora alega ‘perseguições e ameaças’ após internação

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A cantora Mara Maravilha recorreu às redes sociais neste domingo (1º de fevereiro) para informar seus seguidores sobre uma internação hospitalar em Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Em uma postagem feita em seu perfil no Instagram, a artista não apenas comunicou a necessidade de atendimento médico emergencial, mas também aproveitou o momento para expressar sentimentos de perseguição e ameaças.

A declaração, publicada em meio a sua condição de saúde, sugere um contexto de apreensão por parte da cantora, que utilizou a plataforma digital para compartilhar seu estado e suas preocupações com o público. Detalhes sobre o motivo específico da internação e a natureza das supostas perseguições e ameaças não foram detalhados na publicação inicial.

Mara Maravilha em UTI: Cantora alega 'perseguições e ameaças' após internação

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Terceiro Paredão do BBB 26 Definido: Ana Paula, Brigido e Leandro Lutam pela Permanência

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A casa do Big Brother Brasil 26 vivenciou mais uma noite de fortes emoções com a formação do terceiro paredão da temporada. No domingo, 1º, Ana Paula Renault, Brigido e Leandro foram os escolhidos para disputar a preferência do público, com um deles se despedindo do confinamento na próxima terça-feira, 3. A dinâmica que levou à definição dos emparedados envolveu o Big Fone, a imunidade concedida pela líder e a votação dos participantes.

A formação começou com a consequência do Big Fone, que já havia colocado Jonas Sulzbach na berlinda. Em seguida, Sarah, detentora da imunidade, optou por proteger Sol Vega. A líder da semana, Maxiane, direcionou sua indicação para Ana Paula, justificando a decisão com base na dinâmica de convivência dentro da casa. Após a indicação da líder, os demais confinados foram chamados ao confessionário para votar em quem gostariam de ver no paredão. Leandro e Brigido foram os mais votados pela casa, completando o trio.

Buscando uma reviravolta, Leandro e Jonas Sulzbach participaram da Prova Bate e Volta. A sorte, contudo, sorriu para Jonas, que conseguiu se livrar da disputa pelo voto popular e garantiu sua permanência na casa. Com a saída de Jonas do paredão, a berlinda final ficou configurada com Ana Paula, Brigido e Leandro como os adversários.

A votação da casa para formar o paredão foi a seguinte:

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  • Jonas votou em Leandro
  • Milena votou em Brigido
  • Samira votou em Leandro
  • Brigido votou em Leandro
  • Alberto votou em Leandro
  • Ana Paula votou em Brigido
  • Breno votou em Brigido
  • Solange votou em Gabriela
  • Juliano votou em Brigido
  • Marciele votou em Leandro
  • Marcelinho votou em Brigido
  • Gabriela votou em Leandro
  • Edilson votou em Leandro
  • Leandro votou em Brigido
  • Sol votou em Leandro
  • Jordana votou em Leandro
  • Babu votou em Brigido
  • Sarah votou em Leandro
  • Chaiany votou em Brigido

Terceiro Paredão do BBB 26 Definido: Ana Paula, Brigido e Leandro Lutam pela Permanência

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Comissão de Direitos Humanos Alerta: Quarto Branco do BBB 26 Remete a Práticas de Tortura da Ditadura

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A dinâmica do “Quarto Branco” no Big Brother Brasil 26 acendeu um alerta na esfera dos direitos humanos. A Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP), órgão vinculado ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, emitiu uma carta aberta à produção do reality show, expressando profunda preocupação com o formato e comparando suas exigências a métodos de tortura utilizados durante o regime militar.

No documento, a CEMDP aponta semelhanças “aterradoras” entre as provas e castigos impostos no confinamento e as práticas sistemáticas de opressão empregadas pela ditadura civil-militar brasileira. A privação de sono, o isolamento prolongado, a desorientação espacial e a manutenção de posições físicas extenuantes são citados como elementos que remetem diretamente a cenários de tortura, agora transformados em espetáculo para milhões de espectadores.

A crítica vai além do formato de entretenimento, argumenta a comissão. Embora o “Quarto Branco” já tenha aparecido em edições anteriores, a CEMDP observa uma intensificação da dinâmica nesta temporada. Ao testar os limites físicos e psicológicos dos participantes, a emissora, na visão da comissão, também desafia “os limites da nossa própria humanidade” ao mercantilizar o sofrimento extremo.

A fundamentação da crítica se baseia em princípios constitucionais. A CEMDP destaca que o Artigo 5º da Constituição Federal proíbe inequivocamente a tortura e o tratamento degradante, valores que não podem ser relativizados, nem mesmo pelo consentimento dos envolvidos ou pela promessa de recompensas financeiras. Adicionalmente, a comissão evoca o Artigo 221, que estabelece que as concessões públicas de rádio e TV devem visar fins educativos, culturais e promover “valores éticos e sociais da pessoa e da família”, preceitos que, segundo a avaliação da comissão, entram em conflito com a exploração do sofrimento como entretenimento.

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A carta, endereçada à executiva Leonora Bardini, responsável pela área de conteúdos da Globo, conta com assinaturas de representantes de diversas frentes: Diva Soares Santana (familiares de mortos e desaparecidos políticos), Vera Facciolla Paiva e Maria Cecília Adão (sociedade civil), a deputada Natália Bonavides (Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados) e a procuradora regional da República Eugênia Augusta Gonzaga. O documento inicia evocando uma frase de Wagner Moura sobre a transmissão de traumas e valores entre gerações, conectando a responsabilidade da mídia na preservação da memória de violações de direitos humanos.

Um ponto crucial abordado pela CEMDP é a associação entre o “Quarto Branco” e métodos de tortura historicamente documentados em regimes autoritários. A exigência de que uma participante permanecesse em pé sobre um pedestal de diâmetro mínimo por horas é apontada como um exemplo específico de tática de tortura. A comissão alerta que a repetição dessas imagens em um reality show, sob a égide da “resistência”, contribui para a dessensibilização do público e enfraquece a percepção pública sobre a gravidade da violência de Estado.

A CEMDP também contesta o argumento de que os participantes aderem voluntariamente à dinâmica em busca de fama ou prêmios. Para os signatários, o consentimento não legitima situações que configurem tratamento cruel ou degradante, especialmente em um contexto de concessão pública de TV. A memória das vítimas da repressão, segundo a carta, exige vigilância para evitar a normalização de práticas associadas à tortura sob o disfarce de jogo.

A atuação da CEMDP, recriada em 2024 após ter suas atividades interrompidas, é apresentada como parte de um esforço para manter vivo o debate sobre tortura e suas consequências sociais. Criada em 1995, a comissão foi a primeira instância estatal dedicada à localização e reconhecimento de mortos e desaparecidos políticos da Ditadura Militar, retomando agora medidas de memória, verdade e reparação.

O episódio que desencadeou a manifestação ocorreu na madrugada de 18 de janeiro, quando Rafaella Jaqueira desmaiou após mais de 120 horas confinada no “Quarto Branco”. A dinâmica, que reuniu cinco participantes isolados em um ambiente restritivo e desorientador, buscava uma vaga fixa no elenco do BBB 26. Rafaella, após receber atendimento médico, foi eliminada, enquanto outros quatro participantes garantiram sua permanência no programa.

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A CEMDP enfatiza que tais cenas não devem ser tratadas meramente como “resistência” ou “superação”. A comissão solicita explicitamente que a emissora reavalie o uso de dinâmicas que associam sofrimento físico e psicológico ao entretenimento, em um país que ainda lida com traumas da repressão estatal. A carta cita estudos que abordam a transmissão intergeracional de traumas, reforçando o papel da TV aberta na formação de valores.

Em sua conclusão, a CEMDP apela à sociedade para questionar a aceitação desse tipo de formato. Considerar o “Quarto Branco” como um mero jogo, segundo a comissão, equivale a ser conivente com a banalização de experiências que remetem à violência de Estado. A memória dos mortos e desaparecidos políticos, finaliza a carta, clama por uma postura de rejeição a qualquer forma de dessensibilização diante da dor. A Globo foi contatada para comentar o caso desde sábado (31), mas ainda não emitiu posicionamento.

Comissão de Direitos Humanos Alerta: Quarto Branco do BBB 26 Remete a Práticas de Tortura da Ditadura

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Revolução nas Folgas: O Fim da Escala 6×1 se Aproxima para Trabalhadores do Comércio em 2026

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O debate sobre a jornada de trabalho no Brasil está em ebulição, com propostas legislativas e movimentos sociais clamando pelo fim da tradicional escala 6×1, que impõe seis dias de labor para um único dia de descanso. A perspectiva de uma mudança significativa nas relações de trabalho, com a adoção de modelos que priorizam o descanso, ganha força e pode se tornar realidade em 2026, impactando diretamente os trabalhadores do comércio.

Atualmente, o Congresso Nacional tramita em duas frentes principais com o objetivo de reduzir a carga horária sem, contudo, diminuir os salários dos profissionais. A principal iniciativa em andamento é a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 148/2015, de autoria do senador Paulo Paim. Após receber aprovação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado em dezembro de 2025, o projeto agora aguarda votação em plenário. A proposta prevê uma transição gradual: no primeiro ano, a jornada semanal cairia de 44 para 40 horas. Nos quatro anos subsequentes, uma hora seria reduzida anualmente, até se alcançar o limite de 36 horas semanais. O modelo de descanso estabelecido seria de cinco dias de trabalho para dois de folga (escala 5×2), com preferência para sábados e domingos.

Paralelamente, a Câmara dos Deputados analisa a PEC 8/2025, proposta pela deputada Erika Hilton. Este projeto, impulsionado por forte mobilização digital, foca em uma jornada de quatro dias de trabalho, distribuindo as 36 horas semanais de forma a garantir três dias consecutivos de descanso (escala 4×3). A premissa em ambas as propostas é a manutenção integral do salário do trabalhador.

Enquanto a legislação federal avança, algumas regiões já implementam mudanças. No Espírito Santo, um acordo entre a Fecomércio-ES e o Sindicato dos Comerciários determinou o retorno do fechamento de supermercados aos domingos a partir de 1º de março de 2026. Essa medida, válida inicialmente até outubro do mesmo ano, permite, em alguns casos, a manutenção de folgas semanais não consecutivas, resultando em duas folgas na semana para o trabalhador. Essa iniciativa sinaliza uma tendência irreversível de valorização do descanso semanal, essencial para a saúde mental e o bem-estar, sem necessariamente comprometer o funcionamento do comércio.

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A adoção de jornadas de trabalho mais curtas e com mais dias de descanso é defendida por especialistas, que apontam benefícios como o aumento da concentração e eficiência, a redução de erros e acidentes de trabalho, o combate ao esgotamento profissional (burnout) e a diminuição de gastos com afastamentos médicos. Além disso, o tempo livre adicional pode impulsionar setores como lazer, cultura e turismo, movimentando a economia e melhorando a qualidade de vida dos trabalhadores.

É importante ressaltar que, com base no Acordo sobre o Legislado de 2017, sindicatos e empresas já podem negociar a escala 5×2, mesmo sem a aprovação das PECs federais. A força de negociação de cada categoria pode antecipar essa mudança. A Constituição Federal veda a redução salarial, garantindo que as novas jornadas de trabalho não impliquem em perda de remuneração.

Os argumentos contra a extinção da escala 6×1, que citam o aumento de custos e riscos para microempresas, são contrapostos por benefícios como a redução do absenteísmo e da rotatividade de funcionários, gerando economia para os empregadores. A escala de trabalho não se confunde com os dias de funcionamento dos estabelecimentos, permitindo o escalonamento de equipes para garantir o atendimento. A tecnologia e a inteligência artificial também podem auxiliar na gestão da força de trabalho.

Para que o fim da escala 6×1 se torne lei, o projeto ainda precisa ser votado em dois turnos no Plenário do Senado, com quórum qualificado, e depois tramitar pelas comissões e plenário da Câmara dos Deputados. A sanção presidencial é esperada, dado o apoio do presidente Lula à redução da jornada.

A possibilidade do fim da escala 6×1 em 2026 representa um alinhamento do Brasil a países desenvolvidos que reconhecem o capital humano como o ativo mais valioso. A transição exige diálogo, mas o objetivo é garantir que o trabalho seja um meio para uma vida plena, e não o seu fim.

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Revolução nas Folgas: O Fim da Escala 6x1 se Aproxima para Trabalhadores do Comércio em 2026

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