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Reviravolta Inesperada em ‘Três Graças’: Personagem Poderá Sumir da Trama

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A novela das 21h, ‘Três Graças’, escrita por Aguinaldo Silva, prepara uma saída inusitada para um de seus personagens. Célio, interpretado pelo ator Otávio Muller, estaria prestes a desaparecer da trama principal.

Fontes próximas à produção indicam que o motivo para a ausência do personagem não será uma morte tradicional, mas sim uma circunstância peculiar e ainda não totalmente revelada ao público. A decisão de afastar Célio de forma tão abrupta tem gerado curiosidade e especulações entre os espectadores.

Ainda que os detalhes específicos do desenrolar da história permaneçam sob sigilo, a expectativa é que a saída de Célio traga novas dinâmicas e reviravoltas para o enredo, intensificando o mistério e o suspense que cercam a narrativa.

Reviravolta Inesperada em 'Três Graças': Personagem Poderá Sumir da Trama

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Terceiro Paredão do BBB 26 Definido: Ana Paula, Brigido e Leandro Lutam pela Permanência

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A casa do Big Brother Brasil 26 vivenciou mais uma noite de fortes emoções com a formação do terceiro paredão da temporada. No domingo, 1º, Ana Paula Renault, Brigido e Leandro foram os escolhidos para disputar a preferência do público, com um deles se despedindo do confinamento na próxima terça-feira, 3. A dinâmica que levou à definição dos emparedados envolveu o Big Fone, a imunidade concedida pela líder e a votação dos participantes.

A formação começou com a consequência do Big Fone, que já havia colocado Jonas Sulzbach na berlinda. Em seguida, Sarah, detentora da imunidade, optou por proteger Sol Vega. A líder da semana, Maxiane, direcionou sua indicação para Ana Paula, justificando a decisão com base na dinâmica de convivência dentro da casa. Após a indicação da líder, os demais confinados foram chamados ao confessionário para votar em quem gostariam de ver no paredão. Leandro e Brigido foram os mais votados pela casa, completando o trio.

Buscando uma reviravolta, Leandro e Jonas Sulzbach participaram da Prova Bate e Volta. A sorte, contudo, sorriu para Jonas, que conseguiu se livrar da disputa pelo voto popular e garantiu sua permanência na casa. Com a saída de Jonas do paredão, a berlinda final ficou configurada com Ana Paula, Brigido e Leandro como os adversários.

A votação da casa para formar o paredão foi a seguinte:

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  • Jonas votou em Leandro
  • Milena votou em Brigido
  • Samira votou em Leandro
  • Brigido votou em Leandro
  • Alberto votou em Leandro
  • Ana Paula votou em Brigido
  • Breno votou em Brigido
  • Solange votou em Gabriela
  • Juliano votou em Brigido
  • Marciele votou em Leandro
  • Marcelinho votou em Brigido
  • Gabriela votou em Leandro
  • Edilson votou em Leandro
  • Leandro votou em Brigido
  • Sol votou em Leandro
  • Jordana votou em Leandro
  • Babu votou em Brigido
  • Sarah votou em Leandro
  • Chaiany votou em Brigido

Terceiro Paredão do BBB 26 Definido: Ana Paula, Brigido e Leandro Lutam pela Permanência

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Comissão de Direitos Humanos Alerta: Quarto Branco do BBB 26 Remete a Práticas de Tortura da Ditadura

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A dinâmica do “Quarto Branco” no Big Brother Brasil 26 acendeu um alerta na esfera dos direitos humanos. A Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP), órgão vinculado ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, emitiu uma carta aberta à produção do reality show, expressando profunda preocupação com o formato e comparando suas exigências a métodos de tortura utilizados durante o regime militar.

No documento, a CEMDP aponta semelhanças “aterradoras” entre as provas e castigos impostos no confinamento e as práticas sistemáticas de opressão empregadas pela ditadura civil-militar brasileira. A privação de sono, o isolamento prolongado, a desorientação espacial e a manutenção de posições físicas extenuantes são citados como elementos que remetem diretamente a cenários de tortura, agora transformados em espetáculo para milhões de espectadores.

A crítica vai além do formato de entretenimento, argumenta a comissão. Embora o “Quarto Branco” já tenha aparecido em edições anteriores, a CEMDP observa uma intensificação da dinâmica nesta temporada. Ao testar os limites físicos e psicológicos dos participantes, a emissora, na visão da comissão, também desafia “os limites da nossa própria humanidade” ao mercantilizar o sofrimento extremo.

A fundamentação da crítica se baseia em princípios constitucionais. A CEMDP destaca que o Artigo 5º da Constituição Federal proíbe inequivocamente a tortura e o tratamento degradante, valores que não podem ser relativizados, nem mesmo pelo consentimento dos envolvidos ou pela promessa de recompensas financeiras. Adicionalmente, a comissão evoca o Artigo 221, que estabelece que as concessões públicas de rádio e TV devem visar fins educativos, culturais e promover “valores éticos e sociais da pessoa e da família”, preceitos que, segundo a avaliação da comissão, entram em conflito com a exploração do sofrimento como entretenimento.

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A carta, endereçada à executiva Leonora Bardini, responsável pela área de conteúdos da Globo, conta com assinaturas de representantes de diversas frentes: Diva Soares Santana (familiares de mortos e desaparecidos políticos), Vera Facciolla Paiva e Maria Cecília Adão (sociedade civil), a deputada Natália Bonavides (Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados) e a procuradora regional da República Eugênia Augusta Gonzaga. O documento inicia evocando uma frase de Wagner Moura sobre a transmissão de traumas e valores entre gerações, conectando a responsabilidade da mídia na preservação da memória de violações de direitos humanos.

Um ponto crucial abordado pela CEMDP é a associação entre o “Quarto Branco” e métodos de tortura historicamente documentados em regimes autoritários. A exigência de que uma participante permanecesse em pé sobre um pedestal de diâmetro mínimo por horas é apontada como um exemplo específico de tática de tortura. A comissão alerta que a repetição dessas imagens em um reality show, sob a égide da “resistência”, contribui para a dessensibilização do público e enfraquece a percepção pública sobre a gravidade da violência de Estado.

A CEMDP também contesta o argumento de que os participantes aderem voluntariamente à dinâmica em busca de fama ou prêmios. Para os signatários, o consentimento não legitima situações que configurem tratamento cruel ou degradante, especialmente em um contexto de concessão pública de TV. A memória das vítimas da repressão, segundo a carta, exige vigilância para evitar a normalização de práticas associadas à tortura sob o disfarce de jogo.

A atuação da CEMDP, recriada em 2024 após ter suas atividades interrompidas, é apresentada como parte de um esforço para manter vivo o debate sobre tortura e suas consequências sociais. Criada em 1995, a comissão foi a primeira instância estatal dedicada à localização e reconhecimento de mortos e desaparecidos políticos da Ditadura Militar, retomando agora medidas de memória, verdade e reparação.

O episódio que desencadeou a manifestação ocorreu na madrugada de 18 de janeiro, quando Rafaella Jaqueira desmaiou após mais de 120 horas confinada no “Quarto Branco”. A dinâmica, que reuniu cinco participantes isolados em um ambiente restritivo e desorientador, buscava uma vaga fixa no elenco do BBB 26. Rafaella, após receber atendimento médico, foi eliminada, enquanto outros quatro participantes garantiram sua permanência no programa.

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A CEMDP enfatiza que tais cenas não devem ser tratadas meramente como “resistência” ou “superação”. A comissão solicita explicitamente que a emissora reavalie o uso de dinâmicas que associam sofrimento físico e psicológico ao entretenimento, em um país que ainda lida com traumas da repressão estatal. A carta cita estudos que abordam a transmissão intergeracional de traumas, reforçando o papel da TV aberta na formação de valores.

Em sua conclusão, a CEMDP apela à sociedade para questionar a aceitação desse tipo de formato. Considerar o “Quarto Branco” como um mero jogo, segundo a comissão, equivale a ser conivente com a banalização de experiências que remetem à violência de Estado. A memória dos mortos e desaparecidos políticos, finaliza a carta, clama por uma postura de rejeição a qualquer forma de dessensibilização diante da dor. A Globo foi contatada para comentar o caso desde sábado (31), mas ainda não emitiu posicionamento.

Comissão de Direitos Humanos Alerta: Quarto Branco do BBB 26 Remete a Práticas de Tortura da Ditadura

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Revolução nas Folgas: O Fim da Escala 6×1 se Aproxima para Trabalhadores do Comércio em 2026

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O debate sobre a jornada de trabalho no Brasil está em ebulição, com propostas legislativas e movimentos sociais clamando pelo fim da tradicional escala 6×1, que impõe seis dias de labor para um único dia de descanso. A perspectiva de uma mudança significativa nas relações de trabalho, com a adoção de modelos que priorizam o descanso, ganha força e pode se tornar realidade em 2026, impactando diretamente os trabalhadores do comércio.

Atualmente, o Congresso Nacional tramita em duas frentes principais com o objetivo de reduzir a carga horária sem, contudo, diminuir os salários dos profissionais. A principal iniciativa em andamento é a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 148/2015, de autoria do senador Paulo Paim. Após receber aprovação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado em dezembro de 2025, o projeto agora aguarda votação em plenário. A proposta prevê uma transição gradual: no primeiro ano, a jornada semanal cairia de 44 para 40 horas. Nos quatro anos subsequentes, uma hora seria reduzida anualmente, até se alcançar o limite de 36 horas semanais. O modelo de descanso estabelecido seria de cinco dias de trabalho para dois de folga (escala 5×2), com preferência para sábados e domingos.

Paralelamente, a Câmara dos Deputados analisa a PEC 8/2025, proposta pela deputada Erika Hilton. Este projeto, impulsionado por forte mobilização digital, foca em uma jornada de quatro dias de trabalho, distribuindo as 36 horas semanais de forma a garantir três dias consecutivos de descanso (escala 4×3). A premissa em ambas as propostas é a manutenção integral do salário do trabalhador.

Enquanto a legislação federal avança, algumas regiões já implementam mudanças. No Espírito Santo, um acordo entre a Fecomércio-ES e o Sindicato dos Comerciários determinou o retorno do fechamento de supermercados aos domingos a partir de 1º de março de 2026. Essa medida, válida inicialmente até outubro do mesmo ano, permite, em alguns casos, a manutenção de folgas semanais não consecutivas, resultando em duas folgas na semana para o trabalhador. Essa iniciativa sinaliza uma tendência irreversível de valorização do descanso semanal, essencial para a saúde mental e o bem-estar, sem necessariamente comprometer o funcionamento do comércio.

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A adoção de jornadas de trabalho mais curtas e com mais dias de descanso é defendida por especialistas, que apontam benefícios como o aumento da concentração e eficiência, a redução de erros e acidentes de trabalho, o combate ao esgotamento profissional (burnout) e a diminuição de gastos com afastamentos médicos. Além disso, o tempo livre adicional pode impulsionar setores como lazer, cultura e turismo, movimentando a economia e melhorando a qualidade de vida dos trabalhadores.

É importante ressaltar que, com base no Acordo sobre o Legislado de 2017, sindicatos e empresas já podem negociar a escala 5×2, mesmo sem a aprovação das PECs federais. A força de negociação de cada categoria pode antecipar essa mudança. A Constituição Federal veda a redução salarial, garantindo que as novas jornadas de trabalho não impliquem em perda de remuneração.

Os argumentos contra a extinção da escala 6×1, que citam o aumento de custos e riscos para microempresas, são contrapostos por benefícios como a redução do absenteísmo e da rotatividade de funcionários, gerando economia para os empregadores. A escala de trabalho não se confunde com os dias de funcionamento dos estabelecimentos, permitindo o escalonamento de equipes para garantir o atendimento. A tecnologia e a inteligência artificial também podem auxiliar na gestão da força de trabalho.

Para que o fim da escala 6×1 se torne lei, o projeto ainda precisa ser votado em dois turnos no Plenário do Senado, com quórum qualificado, e depois tramitar pelas comissões e plenário da Câmara dos Deputados. A sanção presidencial é esperada, dado o apoio do presidente Lula à redução da jornada.

A possibilidade do fim da escala 6×1 em 2026 representa um alinhamento do Brasil a países desenvolvidos que reconhecem o capital humano como o ativo mais valioso. A transição exige diálogo, mas o objetivo é garantir que o trabalho seja um meio para uma vida plena, e não o seu fim.

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Revolução nas Folgas: O Fim da Escala 6x1 se Aproxima para Trabalhadores do Comércio em 2026

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