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Grife de Luxo Que Dominou Shoppings nos Anos 2000 Enfrenta Falência Bilionária

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Uma marca que já foi sinônimo de status e desejo nas vitrines dos shoppings brasileiros, especialmente durante a década de 2000, está à beira da falência. A Victor Hugo, conhecida por suas bolsas e acessórios de luxo, acumula um débito colossal que ultrapassa a marca de R$ 1,2 bilhão e teve seu pedido de falência confirmado pela Justiça do Rio de Janeiro para o ano de 2026.

A decisão judicial afeta diretamente três empresas do grupo, incluindo a Brasilcraft. Segundo informações divulgadas, a maior parte da dívida, cerca de R$ 900 milhões, é direcionada à União, enquanto mais de R$ 355 milhões são devidos ao estado do Rio de Janeiro. Conforme apurado pelas Procuradorias-Gerais da Fazenda Nacional e do Estado do Rio de Janeiro, diversas tentativas de negociação e acordos para quitação dos débitos falharam, culminando na aceitação do pedido de falência.

Investigações apontam que o grupo é suspeito de ter realizado manobras financeiras e movimentações para dificultar a cobrança das dívidas. Entre as alegações estão a transferência da marca para empresas sediadas em paraísos fiscais, como Uruguai e Belize, além de uma série de alterações na estrutura societária da empresa desde sua fundação em 1980. Ao longo dos anos, pelo menos dez mudanças foram registradas, levantando suspeitas durante o processo investigativo.

Esta crise não é recente. Em 2019, a Justiça já havia determinado o bloqueio de bens da Victor Hugo devido a dívidas que, na época, já superavam R$ 300 milhões. Pagamentos foram suspensos e o fundador, Victor Hugo Alves Gonzalez, foi impedido de comercializar a marca. Apesar das medidas, o montante da dívida continuou a crescer, e em dezembro de 2025, uma tentativa de transferência de bens para uma empresa de capital estrangeiro reforçou as suspeitas das autoridades.

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Diante do cenário, as procuradorias responsáveis pediram que o grupo seja impedido de vender seus bens e que as lojas possam operar sob uma nova gestão. O objetivo é preservar empregos e mitigar os impactos negativos da falência para os envolvidos.

É importante diferenciar falência de recuperação judicial. Enquanto a recuperação judicial busca reestruturar a empresa para que ela volte a gerar resultados e honrar seus compromissos, a falência representa o encerramento das atividades, indicando que o negócio é considerado irrecuperável.

Grife de Luxo Que Dominou Shoppings nos Anos 2000 Enfrenta Falência Bilionária

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Grazi Massafera Protagoniza ‘Dona Beja’: Novela de Sucesso no Streaming Ganha Nova Casa na TV Aberta em Março

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A aguardada novela ‘Dona Beja’, estrelada por Grazi Massafera, fará sua estreia na televisão aberta em março, encontrando na emissora Band sua nova plataforma de exibição. A confirmação veio neste domingo (15), sinalizando uma aposta estratégica da Band no horário nobre com uma produção que já conquistou o público no streaming da HBO Max, onde lidera os títulos desde o lançamento de seus primeiros cinco capítulos. A expectativa é que a novela consolide sua tração, agora em uma vitrine de alcance nacional.

Embora a faixa horária exata ainda não tenha sido oficialmente divulgada, as projeções indicam que ‘Dona Beja’ ocupará a grade por volta das 20h30, sucedendo a exibição de ‘Cruel Istambul’. A data de chegada à TV aberta coincide com o período previsto para o encerramento de sua exibição na HBO Max, que deve ocorrer no final de março, permitindo uma transição fluida para os telespectadores.

Os resultados de ‘Dona Beja’ no ambiente digital são considerados positivos, com a novela liderando o ranking de audiência da plataforma. Contudo, é notável que o desempenho inicial não superou o de ‘Beleza Fatal’, outra produção de destaque da plataforma lançada em 2025. Fontes internas reconhecem os números como satisfatórios, sem, no entanto, classificá-los como um fenômeno estrondoso.

A novela também tem sido foco de discussões para além de seus índices de audiência. A Associação Nacional de Travestis e Mulheres Transexuais (Antra) manifestou publicamente sua crítica à Floresta Produções e à Warner Bros. Discovery pela escolha do ator Pedro Fasanaro para interpretar Severina, uma personagem que se identifica como mulher trans no período histórico do século XIX. A entidade classificou a decisão como um exemplo de ‘trans fake’, prática recorrente na mídia televisiva brasileira. Em resposta, a HBO Max defendeu a liberdade criativa da obra, afirmando que a intenção era retratar a diversidade da comunidade LGBTQIAPN+ dentro do contexto histórico da trama.

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Assim, a chegada de ‘Dona Beja’ à Band ocorre em um momento de intenso debate público, um diálogo que antecede sua estreia na TV aberta e que promete continuar a gerar repercussão.

Grazi Massafera Protagoniza 'Dona Beja': Novela de Sucesso no Streaming Ganha Nova Casa na TV Aberta em Março

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Rio Grande do Sul Garante Piso Salarial Regional Superior ao Mínimo Nacional em 2026

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Enquanto o salário mínimo nacional para 2026 está fixado em R$ 1.621, trabalhadores do Rio Grande do Sul regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) podem ter direito a remunerações significativamente mais altas. Uma legislação estadual vigente estabelece um piso salarial regional que, em sua faixa mais elevada, atinge R$ 2.267,21, superando a referência federal.

Esta política estadual, que se mantém para o próximo ano, visa beneficiar categorias de trabalhadores CLT cujos salários não são determinados por convenções coletivas. A atualização do piso regional foi oficializada pela Lei Estadual nº 16.311, que implementou um reajuste de 8% sobre os valores anteriores, dividindo as remunerações em cinco faixas distintas de acordo com o setor de atuação.

As faixas salariais no Rio Grande do Sul iniciam em R$ 1.789,04 e podem alcançar os R$ 2.267,21, destinando-se principalmente a profissionais técnicos de nível médio. Esse escalonamento garante que, em diversas ocupações, o piso estabelecido pelo estado seja superior ao mínimo nacional.

O piso regional abrange trabalhadores CLT sem piso salarial definido em acordos coletivos, incluindo categorias como trabalhadores rurais, profissionais do comércio, funcionários do setor de serviços e técnicos de nível médio. A medida atua como uma rede de proteção salarial adicional em diferentes segmentos da economia gaúcha.

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A diferença fundamental entre o piso estadual e o mínimo nacional reside em suas bases de cálculo. Enquanto o mínimo nacional é definido por regras federais que consideram inflação e crescimento econômico, o piso regional do Rio Grande do Sul leva em conta particularidades locais, como o custo de vida e a conjuntura econômica do estado. Assim, mesmo com o reajuste federal para R$ 1.621, a legislação estadual garante rendimentos maiores para milhares de gaúchos.

A recente atualização do piso regional tem gerado discussões entre representantes do setor produtivo e do governo. Entidades empresariais expressaram preocupação com o potencial aumento nos custos operacionais. Em contrapartida, o governo estadual defende a medida como uma estratégia para a preservação do poder de compra da população, o fomento ao comércio local e o fortalecimento da economia regional através do incremento da renda.

A legislação prevê mecanismos de fiscalização para assegurar o cumprimento do piso regional. Ademais, os valores estaduais frequentemente servem como ponto de partida em negociações entre sindicatos e empregadores. Portanto, empresas que operam no Rio Grande do Sul devem estar atentas às faixas salariais estabelecidas para evitar passivos trabalhistas.

É importante ressaltar que o valor de R$ 2.267,21 é aplicável unicamente às categorias específicas do Rio Grande do Sul contempladas pelo piso regional. As demais regiões do país continuam a seguir o salário mínimo nacional de R$ 1.621. O modelo gaúcho, portanto, evidencia a possibilidade de políticas salariais regionais e a diversidade econômica entre os estados brasileiros, ampliando o debate sobre a valorização salarial.

Rio Grande do Sul Garante Piso Salarial Regional Superior ao Mínimo Nacional em 2026

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BBB 26: A Força de Chaiany, Espelho de Muitas Mulheres Brasileiras

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Chaiany de Andrade, 25 anos, natural de Goiás, conquistou sua vaga no Big Brother Brasil 26 após uma demonstração de resiliência impressionante no Quarto Branco, onde permaneceu por 120 horas. A goiana garantiu uma das últimas posições no grupo Pipoca, consolidando sua entrada no reality show após uma passagem marcante pela Casa de Vidro da região Centro-Oeste, que já havia capturado a atenção do público.

A trajetória de Chaiany é marcada por superação desde cedo. Aos 10 anos, já estava envolvida em trabalhos rurais no Vale do Paraná. A maternidade chegou precocemente, aos 15 anos, forçando-a a interromper os estudos do ensino fundamental para dedicar-se à sua filha, Lara, que nasceu com hidronefrose renal. Em depoimentos, Chaiany descreveu a dificuldade de aprender a ser mãe em meio às preocupações hospitalares: “Não sabia que ela não urinava, não sabia que a fralda tinha que ficar cheia. Aprendi a ser mãe no hospital. Era um bicho do mato, não sabia conversar, me defender, nem defendê-la.”

Superando Desafios Familiares e Construindo Autoestima

A participante se destaca pela autenticidade e pela desenvoltura em expressar suas opiniões, traços forjados em meio a complexos conflitos familiares. Chaiany revelou um distanciamento com alguns parentes, incluindo pai e irmãos, afirmando já se sentir “cancelada pela família”. Apesar disso, ela desenvolveu uma forte autoconfiança: “Tenho uma autoestima, né? Porque eu já sofri muito. Hoje aprendi a me amar. Não tem nada nem ninguém que me diga o contrário. Já disseram muito, já chorei muito. Hoje em dia eu me amo, do jeito que sou”, declarou, acrescentando com bom humor: “Acho que a pessoa que não quer ser minha amiga é louca, não tem bom gosto, porque eu sou muito de boa.”

Antes de entrar na casa mais vigiada do Brasil, Chaiany exerceu diversas profissões, como camareira, cerimonialista, auxiliar de produção, garçonete e chapeira. Apelidada de “Pipoca raiz” durante a Casa de Vidro, ela se define como “povão”, admitindo gostar de beber e usar palavrões, prevendo ser frequentemente chamada de “vtzera”. A busca por estabilidade financeira é o principal motor de sua participação, com o objetivo de superar a dependência financeira: “Minha maior dor é não ter condição de cuidar da minha filha, depender dos outros.”

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Um Legado de Amor para a Filha

A motivação de Chaiany reside fundamentalmente no futuro de Lara. Antes de iniciar o confinamento, ela gravou uma mensagem emocionante para a filha, expressando o desejo de mudar a realidade de ambas através das oportunidades que o programa pode oferecer: “A vida nunca foi fácil para mim, mas a mesma vida que me castigou me presenteou com minha querida filha, Lara, que tanto amo! Esse é o nosso sonho, filha! Quero poder te dar o melhor, e de uma forma te agradecer o tanto que você mudou minha vida! É por você!”, escreveu a sister, agora oficialmente confirmada no elenco do BBB 26.

BBB 26: A Força de Chaiany, Espelho de Muitas Mulheres Brasileiras

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