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Maxiane Rodrigues deixa o BBB 26 com 63,21% dos votos; discursos viram meme

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A influenciadora Maxiane Rodrigues foi a sexta participante a se despedir da casa do Big Brother Brasil 26. Na noite da última terça-feira (24), ela recebeu a maior parte dos votos, totalizando 63,21%, em uma disputa acirrada contra Chaiany Andrade, que obteve apenas 0,68%, e Milena Lages, com 36,11%.

Durante sua trajetória no reality, Maxiane se envolveu em algumas discussões e também se destacou por seus discursos considerados “ensaiados”, que rapidamente se tornaram alvos de memes nas redes sociais. Sua ida ao paredão foi motivada por Chaiany, que, em um momento de confusão, se referiu à colega de confinamento como “Maxiele”, confundindo seu nome com o de Marciele Albuquerque.

Em seu discurso de eliminação, o apresentador Tadeu Schmidt ressaltou a dinâmica individual dos participantes e a imprevisibilidade do jogo. “Cada indivíduo parece capaz de mudar sozinho os rumos da casa. Não tem como prever, é importante tentar se preparar para tudo, mas muitas vezes é impossível ensaiar. Quem sai hoje é você, Maxiane”, declarou.

Formação do Sexto Paredão

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A formação do sexto paredão começou no sábado (21) com o Big Fone. Chaiany, ao atender o telefone, indicou Jordana Morais para a berlinda, após uma disputa que envolvia a escolha de caixas e blefe, na qual Jordana terminou emparedada e Maxiane conquistou a imunidade.

Chaiany, que também ostentava o colar do Anjo, optou por imunizar Gabriela Saporito, deixando Samira Sagr de fora da proteção. Jonas Sulzbach, Líder da semana, indicou Milena Lages para o paredão.

A votação da casa no confessionário dividiu os grupos entre os grupos “Floss” e “Cowboy”. Apenas Chaiany votou em Maxiane. No entanto, quem acabou no paredão foi “Cowboy”. Chaiany, detentora do direito ao contragolpe, puxou Maxiane para a disputa.

Antes da Prova Bate e Volta, Tadeu Schmidt interveio para que “Cowboy” utilizasse seu poder secreto, adquirido anteriormente, que era barrar um participante da prova. Com isso, “Cowboy” impediu a participação de Chaiany, que se juntou a Maxiane e Milena na berlinda.

Maxiane Rodrigues deixa o BBB 26 com 63,21% dos votos; discursos viram meme

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Suspeito de Feminicídio Contra Ex-Candidata ao Miss Bahia Tinha Histórico de Violência

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Um homem de 32 anos, identificado como Endreo Lincoln Ferreira da Cunha, foi preso sob a suspeita de assassinar sua namorada, Ana Luiza Mateus, de 29 anos, ex-candidata ao Miss Bahia e influenciadora digital. O crime ocorreu em um apartamento na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro. A investigação revelou que o suspeito possuía um passado de violência e abuso sexual contra uma ex-companheira.

Em outubro do ano passado, Endreo Lincoln já havia sido detido no Mato Grosso do Sul. Na ocasião, ele mantinha uma ex-namorada em cárcere privado e a submetia a agressões físicas e abuso sexual. A vítima sofreu ferimentos graves, incluindo traumatismo craniano, decorrentes dos atos de violência.

Em depoimento à polícia, a ex-companheira relatou ter sido estrangulada com um cinto e que o agressor demonstrava forte possessividade e ciúmes, forçando-a a confessar antigos relacionamentos. As agressões resultaram na perda parcial da visão de um de seus olhos.

“Ele dizia que ia me matar numa fazenda e, depois, me jogaria do alto de uma cachoeira. Ele passou horas falando para mim as formas como ele ia me matar. Levei muito tempo para convencê-lo a me deixar ir a uma UPA, estava muito machucada. Ele permitiu, mas ficou com todos os meus pertences, até meu cachorro. Depois, sumiu. Só voltei a saber dele agora, com a notícia da Ana”, declarou a ex-namorada.

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Segundo a apuração policial, Endreo Lincoln teria empurrado Ana Luiza Mateus da janela do 13º andar após uma discussão. Ele foi preso em flagrante e levado à Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). No mesmo dia, o suspeito foi encontrado morto em sua cela.

O relacionamento entre Ana Luiza e Endreo era recente, com cerca de três meses de duração. Eles se conheceram em um shopping na Barra da Tijuca e começaram a namorar pouco depois do Carnaval. O suspeito teria se apresentado com o nome do irmão e afirmado cursar Medicina, informação que foi desmentida pela polícia após sua identificação.

Testemunhas informaram ao delegado Renato Martins, responsável pela investigação, que o casal vivia uma relação conturbada, com brigas frequentes. Na noite do crime, vizinhos ouviram ao menos duas discussões, que teriam sido motivadas pela compra de uma passagem para Teixeira de Freitas, cidade natal de Ana, na Bahia. A viagem seria uma tentativa da vítima de se afastar do relacionamento.

A investigação aponta que Endreo foi visto saindo do imóvel de forma agressiva, chegando a socar uma porta do condomínio. Ele teria retornado ao apartamento após trocar mensagens com a vítima, dando início a uma nova discussão. Moradores acionaram a portaria devido ao barulho, mas ao chegarem ao local, Ana Luiza já estava morta.

“Quando a gente chegou, ele estava chorando e ensanguentado ao lado da vítima. Ele foi até lá e mexeu na posição do corpo. Mexeu em diversas situações. Para nós, tudo isso foi feito para tentar despistar a perícia. Temos outros elementos e condições técnicas que demonstram que a vítima foi impulsionada para a queda”, afirmou o delegado Renato Martins.

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Em seu depoimento, o suspeito confessou sentir ciúmes da influenciadora e se incomodar com a exposição dela nas redes sociais, onde possuía mais de 40 mil seguidores e realizava parcerias comerciais. “Ele relatou que tinha ciúmes da vítima. Disse que ela era muito assediada e que ele não conseguia superar isso. Essa insegurança que ele tinha fazia com que ele tentasse restringir a vítima, que a tentasse controlar. Ele não gostava, inclusive, que a vítima saísse sozinha. Isso tudo acabou levando a esta tragédia”, concluiu o delegado.

Suspeito de Feminicídio Contra Ex-Candidata ao Miss Bahia Tinha Histórico de Violência

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FBI Realiza Missão Internacional para Resgatar Criança Americana Levada a Cuba

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Uma operação sigilosa do FBI culminou no resgate de uma criança americana de 10 anos, que teria sido levada ilegalmente para Cuba por sua genitora transgênero e a companheira. A missão internacional, que envolveu o uso de uma aeronave do Departamento de Justiça dos EUA, chamou a atenção de observadores da aviação ao decolar de Virgínia com destino direto à ilha caribenha, uma rota incomum que gerou especulações.

Documentos judiciais posteriormente revelaram que o voo não se tratava de diplomacia ou outras ações governamentais, mas sim de uma complexa operação de busca e recuperação. As duas mulheres, identificadas como Rose (42 anos) e Blue Inessa-Ethington (32 anos), residentes em Utah, foram detidas em solo cubano e enfrentam acusações federais de sequestro.

Segundo relatos, Rose, que detém a guarda compartilhada com a mãe biológica da criança, identificada nos autos como “LB”, supostamente planejou a viagem sob o pretexto de uma excursão de acampamento ao Canadá. No entanto, o plano teria desviado para o México e, subsequentemente, para Cuba, com o objetivo de submeter a criança a procedimentos médicos relacionados à transição de gênero.

A investigação, detalhada por um agente do FBI em declaração judicial, aponta para um planejamento elaborado, com custos estimados em US$ 10.000. Acredita-se que as suspeitas tenham convencido a mãe biológica de que fariam uma viagem de lazer, mas acabaram cruzando fronteiras internacionais sem o consentimento dela.

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Especialistas em sequestro parental consideraram a mobilização de uma aeronave governamental para tal situação como um evento de extrema raridade. “Isso é bizarro, extremamente incomum”, afirmou Jay Groob, presidente de uma empresa especializada em recuperação de crianças, destacando a magnitude da operação.

O caso ganha contornos ainda mais sensíveis em meio ao acirrado debate nos Estados Unidos sobre procedimentos de afirmação de gênero em menores. Relatos indicam que familiares expressaram apreensão quanto à possibilidade de a criança, descrita como um “menino biológico de 10 anos que se identifica como menina”, ser submetida a cirurgia antes do início da puberdade em Cuba.

Com o apoio das autoridades cubanas, Rose e Blue foram localizadas e detidas. A criança foi recuperada e retornou à sua mãe biológica em Utah no dia seguinte. A Procuradoria dos EUA em Utah expressou gratidão às autoridades policiais pela rápida resolução do caso. As acusadas foram posteriormente transportadas para a Virgínia em uma aeronave do Departamento de Justiça.

Registros indicam que a criança passava períodos com ambas as mães. A mãe biológica relatou que a viagem para o Canadá, anunciada no final de março, nunca se concretizou, e o contato com ela foi interrompido. A data prevista para o retorno da criança, 3 de abril, não foi cumprida, configurando uma violação do acordo de custódia.

As investigações revelaram que o grupo atravessou a fronteira dos EUA para o México e, em seguida, seguiu para Cuba. Documentos apreendidos na residência das acusadas sugerem um planejamento meticuloso, incluindo a organização financeira, o aprendizado do idioma espanhol e a obtenção de vistos. Foram encontrados também materiais relacionados a orientações sobre “cuidados médicos de afirmação de gênero para crianças” e um comprovante de pagamento por serviços nessa área.

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Um tribunal estadual já havia determinado o retorno imediato da criança à mãe biológica, concedendo a ela a guarda exclusiva. As autoridades cubanas confirmaram a localização do grupo dias depois.

Registros indicam que parentes acusaram Rose de influenciar a criança em relação à sua identidade de gênero. A falta de intenção de retorno aos Estados Unidos pode caracterizar uma violação das leis internacionais de sequestro parental.

O irmão de Rose relatou que ela insistia na realização da cirurgia de transição desde que a criança tinha aproximadamente 5 anos, afirmando que, embora apoiasse a identidade de gênero da criança, a iniciativa parecia partir de Rose. A advogada da mãe biológica corroborou que a questão da cirurgia já era um ponto de discórdia durante o processo de divórcio, e a mãe temia não ver mais a criança.

FBI Realiza Missão Internacional para Resgatar Criança Americana Levada a Cuba

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FBI e Autoridades Cubanas Colaboram em Resgate de Criança Americana Levada a Cuba

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Uma operação conjunta entre o FBI e autoridades cubanas resultou no resgate de uma criança americana de 10 anos, que teria sido levada para Cuba sem o consentimento da mãe biológica. A missão, que envolveu uma aeronave do Departamento de Justiça dos EUA, chamou a atenção ao realizar um voo direto entre a Virgínia e a ilha caribenha, um trajeto incomum que gerou diversas especulações.

Documentos judiciais revelaram que o objetivo da missão era localizar e repatriar a criança, supostamente retirada do país por sua genitora transgênero, identificada como Rose, e a companheira desta, Blue Inessa-Ethington. As duas mulheres foram detidas em território cubano e enfrentam acusações federais de sequestro nos Estados Unidos.

Segundo relatos, a criança, descrita nos autos como um “menino biológico de 10 anos que se identifica como menina”, estaria sendo levada a Cuba para realizar uma cirurgia de transição de gênero antes da puberdade, o que gerou grande apreensão na mãe biológica. A investigação, detalhada por uma agente do FBI, aponta para um plano elaborado que incluiu uma suposta viagem de acampamento ao Canadá, que desviou para o México e, posteriormente, para Cuba, com custos estimados em cerca de US$ 10.000.

Especialistas em sequestro parental consideram a mobilização de uma aeronave governamental de grande porte para este tipo de caso como algo “bizarro e extremamente incomum”, segundo Jay Groob, presidente de uma empresa especializada em recuperação de crianças.

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O caso ganha contornos ainda mais complexos ao ocorrer em meio a debates acirrados nos Estados Unidos sobre procedimentos médicos de afirmação de gênero para menores. Registros indicam que a criança alternava residência entre as mães e que a possibilidade de cirurgia já era um ponto de discórdia significativo.

Após a localização pelas autoridades cubanas, a criança foi devolvida à mãe biológica em Utah. Rose e Blue Inessa-Ethington foram transferidas para a Virgínia em um avião do Departamento de Justiça. O nível de colaboração do governo cubano na operação, que ocorreu semanas após uma visita diplomática americana à ilha, ainda não foi totalmente detalhado.

A investigação revelou que as acusadas planejaram meticulosamente a viagem, incluindo o encerramento de contas bancárias, aprendizado de espanhol e obtenção de vistos. Documentos relacionados a orientações médicas sobre cuidados de gênero para crianças e um pedido de pagamento de US$ 10.000 por serviços nessa área também foram apreendidos na residência das suspeitas.

Um tribunal estadual já havia determinado o retorno imediato da criança à mãe biológica, concedendo-lhe guarda exclusiva. Parentes relataram que Rose vinha insistindo na realização da cirurgia desde que a criança tinha cerca de 5 anos, o que, segundo o irmão de Rose, Steven Ethington, “parecia vir claramente da Rose” e foi “de partir o coração”. A advogada da mãe biológica, Tess Davis, confirmou que a preocupação era a de nunca mais ver a criança.

FBI e Autoridades Cubanas Colaboram em Resgate de Criança Americana Levada a Cuba

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