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RedeTV! se destaca com audiência no fim de semana

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A RedeTV! está comemorando os ótimos índices registrados neste final de semana, se mantendo principalmente em quarto lugar na média geral, deixando a Band para trás.
De acordo com dados do Ibope, o principal jornal da emissora, o RedeTV! News conquistou média de 1,1 pontos e pico de 1,9. A participação foi de quase 2% nos televisores.
Exibido na sequência, o Operação de Risco, apresentado por Jorge Lordello conseguiu marcar 2,7 de média e picos de 3,7. A participação foi de 4,5%.
O game show de Marcelo de Carvalho, O Céu é o Limite, conseguiu conquistar picos de até 3,6 pontos. A reprise do Encrenca também surpreendeu, foram 1,9 de média, um share de 5,3%.

RedeTV! esmaga Band e ultrapassa até Record e SBT em domingo histórico

No domingo, dia 3, o Encrenca e o João Kléber Show marcaram recordes de audiência desde suas estreias.
O polêmico João Kléber garantiu a quarta posição para a RedeTV! e ainda deixou o canal de Almicare Dallevo por oito minutos na vice-liderança.
O Encrenca, exibido antes, teve média de 6,7 pontos. João Kléber ficou com 4,2 e garantiu a comemoração da rede.

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Resgate Nostálgico: Foto de Poliana Rocha e Zé Felipe Bebê em Revista de 1998 Vira Notícia

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Uma descoberta nostálgica feita por uma fã trouxe à tona um registro raro de 26 anos atrás: uma edição da revista Caras, datada de 1998, que exibe Poliana Rocha ao lado de seu filho, Zé Felipe, ainda bebê. A influenciadora digital compartilhou o achado em suas redes sociais nesta quinta-feira (15/01), reagindo com bom humor ao conteúdo.

O vídeo divulgado pela internauta não apenas destaca a foto da família, mas também relembra outras manchetes da época. Entre elas, a notícia da gravidez de Carolina Dieckmann, que aguardava seu primeiro filho com Marcos Frota, Davi Frota, que atualmente tem 26 anos.

Na publicação da revista Caras, Poliana Rocha, então com 21 anos, aparece em diversos registros fotográficos com o pequeno Zé Felipe, que contava com apenas seis meses de vida. A fã que resgatou a matéria ressaltou a semelhança do cantor com sua filha, Maria Flor, fruto de seu relacionamento com Virginia Fonseca.

A reportagem original da revista também explorava o início do relacionamento entre Leonardo e Poliana Rocha, mencionando que, na ocasião, o cantor já era pai de Zé Felipe, Pedro e Monique Isabela. Além disso, a edição trazia informações sobre o término do namoro entre Eliana e Luciano Huck.

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Resgate Nostálgico: Foto de Poliana Rocha e Zé Felipe Bebê em Revista de 1998 Vira Notícia

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Quina 6928: Prêmio de R$ 9 Milhões em Disputa Após Acúmulo

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A expectativa para o sorteio da Quina 6928, marcado para hoje, atinge R$ 9 milhões. O valor milionário é resultado do não preenchimento da faixa principal no concurso anterior, o de número 6927, que ocorreu na última quarta-feira (14 de janeiro).

Nenhum apostador conseguiu cravar as cinco dezenas sorteadas no concurso 6927, o que levou à acumulação do prêmio principal. Agora, os olhares se voltam para a próxima extração, onde um único ganhador com a aposta vitoriosa poderá embolsar a quantia expressiva.

Quina 6928: Prêmio de R$ 9 Milhões em Disputa Após Acúmulo

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Atrito no BBB 26: Juliano Floss Expõe Preferência Íntima e Médico Esclarece Fenômeno

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Em meio às primeiras semanas do Big Brother Brasil 26, uma declaração feita pelo participante Juliano Floss durante uma conversa com outros confinados gerou repercussão e abriu espaço para debates sobre a diversidade da sexualidade humana. O influenciador revelou um desejo íntimo que o acompanhava com certo receio de julgamento: a atração pelo odor das axilas de sua namorada, a cantora Marina Sena.

Floss confessou sentir prazer ao cheirar as axilas de sua parceira, admitindo que, por muito tempo, encarou essa preferência como algo incomum ou até mesmo patológico. “Eu achava que era uma coisa doentia. É gostoso cheirar o sovaco dela”, compartilhou o brother, expressando também o constrangimento em abordar o assunto publicamente.

A revelação rapidamente se espalhou pelas redes sociais, onde o termo “axilismo” começou a circular. Diante da curiosidade e, em alguns casos, do julgamento precipitado por parte dos internautas, a equipe de CARAS Brasil buscou esclarecimentos com o médico integrativo Dr. Wandyk Alisson. Ele explicou que esse tipo de atração não é inédito e se insere em um contexto mais amplo da sexualidade, muitas vezes mal compreendido.

O Que a Ciência Diz Sobre o “Axilismo”

Dr. Wandyk Alisson desmistificou a ideia de que preferências por partes específicas do corpo sejam aleatórias ou, automaticamente, indicativas de transtornos. Segundo o especialista, na medicina e na psicologia, essas inclinações são avaliadas com base em critérios como consentimento mútuo entre adultos, bem-estar emocional e a ausência de prejuízos na vida social e funcional do indivíduo.

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O termo “axilismo”, popularizado na internet, é clinicamente descrito como uma forma de fetichismo corporal específico. O médico detalhou que, internacionalmente, o fenômeno é conhecido como “armpit fetishism” ou “maschalagnia”, caracterizando uma atração que pode ser sexual, olfativa ou sensorial por essa região do corpo.

Essa preferência, segundo o Dr. Wandyk, enquadra-se no conceito de “parcialismo sexual”, uma variação dentro do vasto espectro da sexualidade humana, desde que praticada de forma consensual entre adultos.

Corpo, Cérebro e a Atração pelo Odor Corporal

O médico integrativo ressaltou a existência de fatores fisiológicos por trás da atração por odores corporais. As axilas, por exemplo, concentram glândulas sudoríparas apócrinas, que produzem secreções que, em contato com a microbiota da pele, geram odores característicos. Esses aromas podem ser percebidos de maneiras distintas por diferentes pessoas.

O processo vai além do olfato. Dr. Wandyk explicou que certos compostos liberados no suor ativam áreas cerebrais ligadas à emoção, memória e excitação, como o sistema límbico. Embora o debate sobre feromônios humanos ainda seja complexo, há evidências de que esses estímulos olfativos influenciam sutilmente respostas emocionais e comportamentais.

A percepção do odor corporal também é moldada por influências evolutivas e culturais. O especialista destacou que essa resposta é multifacetada, combinando aspectos biológicos com experiências pessoais, aprendizados e o contexto social.

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Fatores cotidianos como higiene, saúde da pele, hábitos de vida, o microbioma cutâneo e o perfil hormonal também desempenham um papel crucial na forma como o odor corporal é produzido e interpretado.

Em sua análise final, Dr. Wandyk Alisson foi categórico ao afirmar que a atração por axilas não constitui, por si só, uma doença ou transtorno. Os critérios clínicos determinantes são o consentimento entre adultos, a ausência de sofrimento psíquico e a inexistência de prejuízos funcionais ou sociais. Ele concluiu que preferências que divergem da norma cultural não devem ser estigmatizadas, sendo o “axilismo” uma variação do comportamento humano, parte da diversidade da sexualidade, desde que não cause danos ao indivíduo.

Atrito no BBB 26: Juliano Floss Expõe Preferência Íntima e Médico Esclarece Fenômeno

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