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Nova temporada de "Alto Leblon – Garotas do Rio" chega ao Canal E!

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Com data marcada para 1º de Agosto, o programa que conta com co-produção original da NBCUniversal International e Plano Geral Filmes mostrará no canal E! o estilo de vida de quatro jovens cariocas cheias de personalidade
O elenco conta com Bárbara Evans (Modelo e ex-fazenda), Manu Maya (Relações Públicas), Arielle Macedo (Coreógrafa da Anitta), Ju Malaguti (fundadora do sex shop We Fuck).
Dividida em 12 episódios, a série mostrará a rotina de trabalho, viagens e detalhes intensos da vida social das participantes, e claro, mostrar tudo aquilo que as redes sociais não mostram!
Já no primeiro episódio, a discussão toma conta das participantes. Indignada com o atraso e problemas no motor do carro, as participantes decidem descer e empurrar! Claro que isso abriu espaço para uma enorme discussão entre elas.

Foto: Reprodução Canal E!


Causando, a série conta ainda com a participação especial de Monique Evans!

Foto: Reprodução E!


“Essas quatro mulheres, com diferentes estilos de vida, estão buscando por realizações pessoais e profissionais e tenho certeza que nossa audiência vai se identificar com uma ou com todas elas. Vamos conhecer um lado inesperado e a trajetória de cada uma delas, que do ponto de vista do canal, vai inspirar os fans neste reality. Nosso orgulho é grande, já que tivemos o prazer de acompanhar o amadurecimento pessoal e profissional de Bárbara, Manu, Arielle e Ju”, comenta Marcello Coltro, vice-presidente sênior de Conteúdo e Criativo da NBCUniversal International Networks da América Latina, responsável pela programação e produções originais do E! Entertainment na região

Nós já assistimos e garantimos que esse reality promete! Não perca, estreia dia 1º de Agosto, às 21h00 no E!
 

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Aline Campos reflete sobre pressão pós-BBB 26: ‘Poderia ter sucumbido à depressão’

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Aline Campos, conhecida anteriormente como Aline Riscado e primeira eliminada do Big Brother Brasil 26, abriu o jogo sobre o impacto emocional de sua participação no reality show e as críticas que enfrentou, especialmente em relação a uma suposta rivalidade com a colega de confinamento Ana Paula Renault.

Em uma conversa sincera durante o podcast Experiência Paranormal, a atriz revelou que optou por não se deixar abater pelas reações negativas nas redes sociais. “Eu poderia estar em depressão, trancada em casa, se eu fosse ficar, talvez, olhando para tudo o que saiu”, confessou Aline.

Com uma postura resiliente, ela declarou que, por já ter experiência no meio artístico, soube filtrar o que era prejudicial à sua saúde mental. “Eu não vou ficar me dando chicotada vendo coisas que não dizem respeito a mim”, afirmou, enfatizando a decisão de não consumir conteúdos que distorciam sua imagem.

Aline explicou que a chave para superar a onda de negatividade foi focar em sua própria percepção de suas ações dentro da casa. “Eu sei o que eu fiz lá dentro. Eu sei da minha intenção”, ressaltou, admitindo que o entendimento sobre suas próprias atitudes pode evoluir. “Tomara que seja para melhor cada vez mais. Mas eu não vou ficar me chicoteando, nem ficar mal. Vou me apegar ao lado positivo.” Ela comparou essa abordagem à meditação, onde a força dos pensamentos negativos diminui quando não se lhes dá atenção.

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A atriz reiterou que se sente em paz com suas escolhas e comportamentos durante o período de confinamento, sem arrependimentos. “O que importa é que eu estou em paz. Tudo o que eu fiz lá era tudo o que tinha que ser feito. Eu não faria nada diferente”, concluiu.

Aline Campos reflete sobre pressão pós-BBB 26: 'Poderia ter sucumbido à depressão'

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A Ditadura da Magreza: Redes Sociais, Moda e Medicamentos Moldam a Busca pela Felicidade

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A cultura da magreza, outrora adormecida, ressurge com força avassaladora. Vemos personalidades ostentando silhuetas cada vez mais esguias, a indústria da moda relegando a diversidade a segundo plano e um bombardeio de publicidade que posiciona canetas emagrecedoras como soluções mágicas e acessíveis. Nesse cenário, uma frase ecoa com preocupante frequência em discussões sobre transformações corporais: “A felicidade é magra”.

Essa afirmação não é um mero acaso; ela reflete um momento cultural em que a magreza se tornou um divisor de águas, separando o sucesso do fracasso, o virtuoso do vicioso. Ser magro, na percepção atual, é um privilégio reservado aos que possuem os meios, ou que simplesmente se curvam à ideia de que alcançar esse ideal é agora uma tarefa trivial. A sociedade parece caminhar para um cenário distópico, onde o excesso de peso acarreta um estigma social automático.

As redes sociais desempenham um papel central nessa narrativa. Com uma média de 9 horas diárias de uso no Brasil, os usuários são imersos em um fluxo contínuo de imagens e relatos que idealizam vidas perfeitas, repletas de sucesso, riqueza e, invariavelmente, magreza. Essa exposição constante cria uma realidade paralela, uma “pós-verdade” onde a felicidade parece intrinsecamente ligada a um corpo esguio.

Estudos que datam da década de 1950, bem antes do advento das mídias digitais, já apontavam a comparação social como um mecanismo intrinsecamente humano em busca de validação. A armadilha moderna reside no fato de que essa comparação, nas plataformas online, se concentra em áreas onde os outros nos superam em conquistas e metas. O resultado previsível é um ciclo vicioso de autodepreciação, inveja e deterioração do humor.

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O impacto mais grave dessa incessante comparação sobre a imagem corporal é o aumento alarmante de transtornos alimentares. Evidências científicas sugerem uma correlação direta entre a redução do tempo dedicado às redes sociais e a melhora da autoimagem em adultos e adolescentes, com resultados perceptíveis em poucas semanas. A Organização Mundial da Saúde (OMS) reportou que, em 2021, 16 milhões de pessoas sofriam de transtornos mentais, e em um contexto onde a magreza é apresentada como panaceia, é plausível supor que esse número esteja em ascensão.

A indústria da moda e da beleza contribui significativamente para essa pressão. A diversidade de corpos tem sido cada vez mais negligenciada em desfiles e campanhas, em detrimento do retorno da estética “heroin chic” dos anos 90, consolidada pela figura de Kate Moss. Cinturas baixas e cortes que exaltam a magreza dominam as tendências, disseminando a mensagem implícita de que a beleza é sinônimo de magreza.

Comparando a atualidade com os anos 90, um fator transformador emerge: as canetas emagrecedoras. Originadas de análogos do GLP-1, medicamentos inicialmente desenvolvidos para o tratamento do diabetes, esses fármacos evoluíram para se tornarem facilitadores no combate à obesidade, oferecendo alternativas menos invasivas a procedimentos como a cirurgia bariátrica.

Contudo, esses medicamentos começam a ocupar o espaço de soluções extremas. Se nos anos 90 o emagrecimento radical era buscado com dietas restritivas e moderadores de apetite de efeitos colaterais severos, hoje a promessa é de resultados rápidos e drástica redução do apetite com um simples clique.

Memes como o “Ozempic face” viralizam, mas por trás do humor, observa-se a crescente aparição de celebridades que utilizam esses medicamentos para atingir pesos irrealistas, promovendo um ideal de magreza que se distancia do clinicamente saudável. Ao desviar o foco do debate sobre saúde e bem-estar para a performance social e a aceitação em determinados círculos, o emagrecimento se torna um terreno perigoso, afastando-se da discussão sobre a obesidade como doença e seus complexos sintomas físicos e mentais.

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O autor desta matéria compartilha sua própria experiência: iniciou tratamento com um medicamento para emagrecimento em 2023, pesando 140 kg, quando enfrentava limitações físicas e dificuldades em encontrar vestuário. Após dois ciclos de medicação, perdeu 40 kg, experimentando melhorias significativas na saúde, disposição, redução de riscos cardiovasculares, normalização de exames e alívio de dores articulares. Paralelamente, notou um aumento na aceitação social, evidenciando como a perda de peso pode funcionar como um gatilho para pertencimento, remetendo aos estudos de auto comparação de 1954.

Diante de um bombardeio de estímulos que impulsionam o emagrecimento e de uma sociedade despreparada para processar essa avalanche de informações, surge a indagação: a felicidade está atrelada à magreza, ou a busca incessante por pertencimento justifica qualquer sacrifício? Em última instância, o que verdadeiramente norteia nossas ações: indicadores de saúde concretos e embasados, ou a falaciosa crença de que um número na balança define nosso valor social?

A Ditadura da Magreza: Redes Sociais, Moda e Medicamentos Moldam a Busca pela Felicidade

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Lívian Aragão Completa 27 Anos em Celebração Marcada por Vestido Ousado

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A atriz e influenciadora Lívian Aragão comemorou seu aniversário de 27 anos com um evento especial, onde chamou a atenção com um look audacioso. A filha do humorista Renato Aragão optou por um vestido longo e transparente, que gerou grande repercussão entre seus seguidores nas redes sociais.

O visual escolhido para a ocasião foi amplamente comentado, dividindo opiniões e evidenciando a ousadia da jovem artista em suas escolhas de moda. A celebração, que marcou mais um ano de vida de Lívian, contou com a presença de admiradores que não hesitaram em expressar suas reações à sua produção.

Lívian Aragão Completa 27 Anos em Celebração Marcada por Vestido Ousado

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