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Walério é o novo Fazendeiro e intensifica embate na 10ª Roça de “A Fazenda 17”

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A madrugada desta quarta-feira (26/11) em “A Fazenda 17” foi palco de mais uma formação de Roça eletrizante. Após intensos debates, trocas de votos e momentos de tensão, a décima berlinda da temporada definiu os participantes Luiz Mesquita, Rayane Figliuzzi e Toninho Tornado na disputa pela permanência. A dinâmica teve início com a indicação de Walério por Dudu Camargo, seguida pela escolha da casa que enviou Rayane diretamente para a formação.

O clima na sede se adensou quando Kathy, que estava na Baia, foi puxada para a Roça. No entanto, o Poder da Chama Laranja alterou o cenário: Dudu Camargo, com o poder em mãos, salvou Kathy e colocou Toninho Tornado em seu lugar. Na dinâmica do Resta Um, Luiz Mesquita foi o último a sobrar, e ainda utilizou seu poder para vetar Rayane da Prova do Fazendeiro. A formação foi marcada por reviravoltas, confrontos diretos e manobras estratégicas.

A Prova do Fazendeiro, realizada no Campo de Provas, transformou a disputa em uma verdadeira cozinha rural. Os competidores precisaram executar tarefas cronometradas, simulando o preparo de pratos para “clientes” inusitados – animais que representavam os pedidos. A precisão e a agilidade foram cruciais para definir o vencedor.

Walério demonstrou grande desempenho na primeira etapa, garantindo sua vaga na final da prova. Toninho Tornado superou Luiz Mesquita em um duelo intermediário, mas não conseguiu conter a habilidade do estilista na rodada decisiva. Com movimentos calculados para evitar a queda de ingredientes, Walério conquistou o cobiçado chapéu de Fazendeiro, consolidando a Roça com Mesquita e Toninho ao lado de Rayane.

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Em paralelo, o ex-participante Créo Kellab, após sua expulsão, concedeu uma entrevista na “Live Especial” e compartilhou detalhes sobre sua trajetória no programa. Visivelmente emocionado, Créo abordou questões pessoais, como o estado de saúde de sua mãe, que se encontra em coma, e criticou a atitude de Fabiano Moraes, acusando-o de ter utilizado o assunto de forma indevida durante uma votação. “Nunca pensei que alguém fosse usar isso. Foi cruel”, desabafou.

Créo também revelou que sua entrada no reality ocorreu em meio a uma emergência médica de sua filha de dois meses, e que guardava uma roupinha da bebê como forma de mantê-la próxima. O ex-peão relembrou momentos cômicos, como a treta do “pão de queijo voador” com Dudu Camargo, e comentou sobre outros participantes: “Se eu sou planta, tudo bem, amo plantas. Mexi peças. O que Martina fez? Nada além de latir”. Sobre suas expectativas para o vencedor, Créo declarou torcer por Toninho, mas apostou em Dudu Camargo para levar o prêmio.

Ainda nesta quarta-feira, Fabiano Moraes teceu críticas à trajetória de Dudu Camargo, defendendo a necessidade de o atual Fazendeiro passar por uma Roça para consolidar sua experiência no jogo. Em conversa com Carol Lekker, Fabiano admitiu admirar o jornalista, mas ressaltou a importância da vivência da Roça como um rito de passagem para qualquer competidor que almeja chegar à final. A declaração pode influenciar futuras estratégias de jogo e colocar Dudu ainda mais em evidência.

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IFAB Implementa “Lei Vini Jr.” e Novas Punições para Combater Discriminação e Protestos Excessivos no Futebol

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A International Football Association Board (IFAB), órgão máximo na regulamentação das regras do futebol, anunciou nesta terça-feira (28/04) a adoção de medidas significativas para coibir a discriminação e comportamentos antidesportivos em campo. Uma das novas diretrizes, batizada de “Lei Vini Jr.”, visa especificamente combater atos de racismo, inspirada em incidentes recentes envolvendo o atacante brasileiro.

A decisão foi tomada em reunião realizada em Vancouver, Canadá. Além da “Lei Vini Jr.”, o IFAB também estabeleceu punições mais severas para atletas que protagonizarem protestos contra as decisões da arbitragem, incluindo a possibilidade de abandono do campo de jogo.

A “Lei Vini Jr.” surge como resposta direta a episódios de preconceito, como o ocorrido em fevereiro durante uma partida da UEFA Champions League. Na ocasião, o jogador brasileiro Vini Jr. acusou o argentino Gianluca Prestianni, do Benfica, de proferir ofensas racistas, como a imitação de um macaco, e de cobrir a boca com a camisa em um gesto provocativo. Embora Prestianni tenha sido advertido com um cartão amarelo e, posteriormente, suspenso pela UEFA por seis partidas, a falta de uma regra clara para lidar com a situação em tempo real gerou debate.

Com a nova regulamentação, jogadores que realizarem gestos como cobrir a boca durante discussões ou em resposta a provocações no campo de jogo estarão sujeitos à expulsão imediata, mediante a exibição de cartão vermelho.

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Paralelamente, o IFAB introduziu uma nova regra para punir o abandono do campo de jogo como forma de protesto. Essa medida foi inspirada em um incidente na final da Copa Africana de Nações, quando jogadores da seleção senegalesa deixaram o gramado em discordância com uma marcação de pênalti. Apesar de terem retornado ao jogo e vencido o torneio, a Confederação Africana de Futebol (CAF) inicialmente declarou vitória por W.O. para o adversário, decisão que gerou polêmica e está em processo de recurso na Corte Arbitral do Esporte (CAS).

A partir de agora, atletas e membros da comissão técnica que deixarem o campo em protesto contra a arbitragem serão automaticamente excluídos da partida, sem a possibilidade de retorno, o que representa uma punição severa para tais atitudes.

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Matheus Cunha: Incomôdo Muscular Acende Alerta, Mas Não Indica Lesão Grave

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A ausência de Matheus Cunha na partida do Manchester United contra o Brentford, pela Premier League, gerou preocupação entre os fãs e a imprensa, especialmente com a proximidade da Copa do Mundo. Inicialmente, o jogador foi retirado do jogo devido a dores no quadril, sentidas após o confronto contra o Chelsea. O técnico Michael Carrick havia mencionado um problema no músculo flexor como causa.

No entanto, em contato com a reportagem, a assessoria do atleta trouxe novos detalhes sobre o quadro clínico. Segundo a equipe de Matheus Cunha, o que se trata é apenas de um ‘incômodo’. Exames realizados não detectaram nenhuma lesão, e o jogador chegou a treinar após a partida contra o Chelsea e os procedimentos médicos. Contudo, o desconforto não desapareceu completamente, levando o clube a optar pela preservação do atleta para o último compromisso.

A decisão de poupar Matheus Cunha foi tomada para evitar qualquer risco de agravar o quadro. A situação ocorre em um momento de atenção especial para a Seleção Brasileira, que já lidou com desfalques recentes de atletas por lesão. A expectativa agora é de que o jogador se recupere totalmente, sem a necessidade de um afastamento prolongado dos gramados.

As informações mais recentes indicam que o problema é pontual e não há sinais de uma lesão mais séria. O atacante segue sendo monitorado para garantir sua completa recuperação física.

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Mourinho é cotado para retornar ao Real Madrid, mas declaração polêmica sobre Vini Jr. gera controvérsia

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O nome de José Mourinho volta a circular com força nos bastidores do Real Madrid. A diretoria merengue considera o técnico português uma opção viável para assumir o comando da equipe caso o desempenho sob o comando de Alfonso Arbeloa não apresente melhoras. A experiência e o histórico de títulos do ‘Special One’ no clube, além de sua relação com o presidente Florentino Pérez, pesam a favor da sua possível volta ao Santiago Bernabéu.

No entanto, a cogitação do retorno de Mourinho vem acompanhada de um episódio recente que gerou críticas. Segundo informações do site The Athletic, o técnico se manifestou de forma controversa após o atacante brasileiro Vini Jr. ter sido vítima de racismo. Mourinho teria, em vez de condenar o ato, focado em supostas falhas do próprio jogador na comemoração, sugerindo que a situação foi provocada por ambas as partes.

A postura de Mourinho na ocasião foi duramente criticada, inclusive por outros treinadores. Vincent Kompany, técnico do Bayern de Munique, chegou a se manifestar publicamente, acusando o português de ignorar o caso de racismo. Essa declaração, somada à insatisfação de parte da torcida e da imprensa espanhola, levanta questionamentos sobre a adequação do retorno do treinador.

José Mourinho dirigiu o Real Madrid entre 2010 e 2013, período em que conquistou um Campeonato Espanhol, uma Copa do Rei e uma Supercopa da Espanha. Sua passagem é lembrada como um momento em que o clube conseguiu rivalizar em pé de igualdade com o Barcelona de Pep Guardiola.

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