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Adeus a Ícones: Yamaha Descontinua Produção de Modelos Clássicos e Sonhados no Brasil

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A Yamaha, gigante do setor de motocicletas com forte presença no mercado brasileiro desde os anos 70, tomou a decisão de encerrar a produção de cinco modelos que marcaram época e conquistaram o coração de muitos entusiastas. A medida, que pegou de surpresa parte do público, culmina com o fim de linha de motocicletas que se tornaram símbolos de desempenho, inovação e, para alguns, verdadeiros objetos de desejo.

A lista de modelos que deixam de ser fabricados no país inclui a aclamada Yamaha R1-M, frequentemente descrita como o “modelo dos sonhos” para muitos motociclistas. Inspirada diretamente no universo da MotoGP, a R1-M, que esteve no mercado brasileiro entre 1998 e 2015 (modelo 2016), representava o ápice da engenharia esportiva da marca. Sua versão topo de linha, a R1-M, ostentava um motor de 998 cm³, 200 cavalos de potência, suspensões Öhlins e um peso inferior a 190 kg, com acabamento em fibra de carbono – um pacote impressionante que agora se despede do catálogo nacional.

Outro modelo que sai de cena é a Yamaha TDR 180. Lançada como uma evolução da popular DT 180, a TDR 180 buscava um posicionamento mais voltado ao asfalto, com um design mais refinado e carenagem frontal. Equipado com um motor de 18 cv, o modelo, contudo, não obteve a adesão esperada do público e teve sua trajetória interrompida após apenas cinco anos em produção, com um número limitado de unidades vendidas.

A Yamaha XT 225, que chegou em 1997 com a missão de suceder as icônicas DT 180 e DT 200, também faz parte da lista. Apesar de suas qualidades, como leveza, robustez, um motor de 19 cv e a conveniência da partida elétrica, a XT 225 enfrentou forte concorrência, especialmente da Honda XR 200 e, posteriormente, da XR 250 Tornado. Em 2006, a Yamaha optou por substituí-la pela XTZ 250 Lander.

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A Yamaha Majesty 250, um scooter de média cilindrada que oferecia conforto, design moderno e boa proteção aerodinâmica com um motor de 20 cv, também encerra sua jornada. Lançada em 1998, o modelo parecia adiantado para o mercado brasileiro da época, que ainda não estava totalmente receptivo a scooters dessa categoria. Sua produção foi descontinuada no mesmo ano de seu lançamento.

Fechando a lista, a Yamaha TRX 850 se consolida como uma das motos mais raras da marca no Brasil. Lançada em 1997, a TRX 850 se inseria na tendência das esportivas semi-carenadas. Com um motor bicilíndrico de 849 cm³, arrefecimento líquido e comando DOHC, entregava um desempenho equilibrado. Sua passagem pelo mercado nacional foi efêmera, durando apenas um ano, o que contribuiu para sua baixa visibilidade.

O encerramento da produção desses cinco modelos emblemáticos pela Yamaha reforça a dinâmica do mercado automotivo e as decisões estratégicas que levam à descontinuidade de veículos que, para muitos, transcenderam a função de simples meio de transporte para se tornarem verdadeiros elos emocionais com seus proprietários, deixando um legado de saudade entre os apaixonados por motocicletas.

Adeus a Ícones: Yamaha Descontinua Produção de Modelos Clássicos e Sonhados no Brasil

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Definida Ordem dos Desfiles das Escolas de Samba do Grupo Especial do Rio para 2026

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Os preparativos para o Carnaval 2026 no Rio de Janeiro ganham forma com a divulgação oficial da ordem de desfiles das escolas de samba do Grupo Especial. A definição, realizada em abril de 2025 pela Liga Independente das Escolas de Samba do Rio (Liesa), estabeleceu a sequência de apresentações que prometem encantar o público na Marquês de Sapucaí.

Pelo segundo ano consecutivo, a festa será dividida em três noites de pura emoção. A atual campeã, Beija-Flor de Nilópolis, terá a responsabilidade de se apresentar na segunda noite de desfiles, que ocorrerá na segunda-feira, 16 de fevereiro.

A programação completa dos desfiles ficou assim:

Domingo, 15 de fevereiro

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1. Acadêmicos de Niterói
2. Imperatriz Leopoldinense
3. Portela
4. Mangueira

Segunda-feira, 16 de fevereiro

1. Mocidade Independente
2. Beija-Flor
3. Viradouro
4. Unidos da Tijuca

Terça-feira, 17 de fevereiro

1. Paraíso do Tuiuti
2. Vila Isabel
3. Grande Rio
4. Salgueiro

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A definição das primeiras escolas a desfilarem em cada noite seguiu o regulamento. A Acadêmicos de Niterói, recém-promovida do Grupo de Acesso (Série Ouro), abrirá os trabalhos no domingo. Na segunda-feira, a honra caberá à Mocidade Independente, que ficou na penúltima colocação em 2025. Já o Paraíso do Tuiuti, antepenúltimo colocado, será o responsável por iniciar os desfiles da terça-feira.

As demais agremiações foram distribuídas em três grupos, com base em seus resultados no último carnaval, visando evitar que escolas do mesmo grupo desfilem no mesmo dia. As formações foram:

– Grupo 1: Grande Rio (2ª colocada), Imperatriz Leopoldinense (3ª) e Viradouro (4ª)
– Grupo 2: Portela (5ª), Vila Isabel (8ª) e Unidos da Tijuca (9ª)
– Grupo 3: Beija-Flor (1ª colocada), Mangueira (6ª) e Salgueiro (7ª)

Após a distribuição inicial, as escolas tiveram a possibilidade de trocar posições, desde que a alteração respeitasse o dia de desfile já estabelecido para o seu respectivo grupo.

Definida Ordem dos Desfiles das Escolas de Samba do Grupo Especial do Rio para 2026

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Luiz Bacci encerra ciclo no SBT antes de completar um ano na emissora

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O apresentador Luiz Bacci não retornará ao SBT após o período de férias. A decisão marca o fim de sua passagem pela emissora de Silvio Santos, que teve início há menos de um ano. Fontes próximas à negociação indicam que o rompimento do contrato foi motivado por divergências profissionais, embora os detalhes específicos não tenham sido divulgados oficialmente.

Bacci estreou no canal com a promessa de comandar um programa policial de grande porte, mas a reformulação da grade e a estratégia da emissora parecem ter alinhado caminhos distintos para o comunicador e a casa.

Luiz Bacci encerra ciclo no SBT antes de completar um ano na emissora

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Luiz Bacci Deixa o SBT Após Oito Meses em Decisão Surpreendente

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O apresentador Luiz Bacci encerrou seu ciclo no SBT. Após um período de oito meses na emissora, Bacci optou por não estender seu vínculo contratual, resultando em sua saída.

A decisão marca um ponto de inflexão na carreira do comunicador, que vinha comandando um programa na grade da emissora. Os detalhes que levaram à não renovação do contrato não foram divulgados oficialmente, mas fontes próximas indicam insatisfação como um dos fatores determinantes para a saída.

Luiz Bacci Deixa o SBT Após Oito Meses em Decisão Surpreendente

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