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Adeus ao Alicate: Nova Técnica Promete Cutículas Perfeitas e Saudáveis com Hidratação Profunda

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A busca por unhas impecáveis tem um novo protagonista: uma técnica inovadora que dispensa o uso do alicate, tradicionalmente empregado na remoção de cutículas. Em vez de cortes, o método aposta em hidratação intensiva e ação queratolítica para um acabamento profissional, visando a saúde e a beleza das unhas.

Por décadas, o alicate reinou absoluto nos salões de beleza brasileiros. Contudo, a prática de remover a cutícula com instrumentos cortantes é, na verdade, prejudicial. A cutícula atua como uma barreira protetora contra microrganismos. Sua remoção agressiva pode expor a pele a infecções e, paradoxalmente, estimular um crescimento mais espesso e problemático da pele ao longo do tempo, gerando os indesejados “bifes”.

A nova abordagem, focada em queratólise – a dissolução de células mortas – e hidratação, promete um contorno de unha fino e bem definido, sem os riscos associados ao uso do alicate. Este processo não só preserva a integridade da matriz ungueal, essencial para o crescimento saudável da unha, como também contribui para a redução do crescimento excessivo da pele com o uso contínuo.

Como Funciona a Técnica Sem Alicate

O cerne deste método reside no uso de amolecedores formulados com ingredientes queratolíticos, como ureia, ácido lático ou alantoína. Estes compostos atuam dissolvendo as células mortas da cutícula, permitindo que sejam removidas de forma suave e sem a necessidade de corte.

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Diferentemente do alicate, que pode causar microtraumas e estimular a pele a se defender com mais crescimento, a hidratação profunda e o uso de espátulas específicas promovem o desprendimento natural do excesso de tecido cuticular.

Benefícios de Abandonar o Alicate

  • Prevenção de Infecções: Ao eliminar cortes, reduz-se drasticamente o risco de micoses e infecções em unhas encravadas.
  • Menos Pele Levantada: Sem o trauma do corte, a cutícula tende a não “levantar” após poucos dias, mantendo um aspecto mais uniforme.
  • Unhas Mais Fortes: A preservação da matriz ungueal favorece o crescimento de unhas mais resistentes e saudáveis.

Passo a Passo da Cuticulagem Sem Alicate

  1. Preparação com Hidratação: Aplique um creme ou produto contendo ureia, ácido lático ou alantoína em todas as unhas. Deixe agir por, no mínimo, 5 a 10 minutos. Para potencializar o efeito, cubra as unhas com algodão úmido sobre o produto.
  2. Ação da Espátula: Com a cutícula amolecida, utilize uma espátula de aço inoxidável ou bambu para empurrar suavemente a pele em direção à base da unha. O movimento deve ser preciso, deslizando a espátula sob a cutícula para desgrudá-la da placa ungueal.
  3. Remoção do Excesso: Em vez de cortar, utilize uma toalha de algodão seca ou uma escovinha de unhas com cerdas firmes. Faça movimentos circulares e firmes sobre a área para remover as células mortas dissolvidas, revelando um contorno limpo e bem definido.
  4. Finalização e Polimento: Se necessário, utilize uma lixa de polimento de gramatura muito fina apenas nas laterais para remover eventuais peles remanescentes. Finalize com uma caneta de óleo hidratante, rica em melaleuca ou jojoba, para selar a hidratação e evitar o ressecamento.

Atenção ao Período de Adaptação

É importante notar que, nas primeiras duas semanas de transição, as cutículas podem apresentar um aspecto ligeiramente mais seco ou “arrepiado”. Este é um sinal de que o corpo está se adaptando à nova rotina e não precisa mais “cicatrizar” cortes. A recomendação é manter um óleo de cutícula sempre à mão e aplicá-lo de 3 a 4 vezes ao dia, especialmente em momentos de vontade de usar o alicate. Com a aplicação regular de óleo e a técnica de empurrar, o contorno das unhas tende a se afinar significativamente em cerca de 21 dias.

Mitos e Verdades sobre a Cutícula

  • Cutícula grossa sem corte: Mito. O corte frequente com alicate é o que estimula o crescimento de pele mais grossa. A hidratação e a remoção suave tendem a afinar a cutícula com o tempo.
  • Técnica para todos: Verdade. Este método é seguro e recomendado, inclusive, para pessoas com diabetes ou problemas circulatórios, que devem evitar cortes a todo custo.
  • Resultado imediato: Parcialmente verdade. A sensação de hidratação é imediata. No entanto, o contorno “perfeito” e sem peles levantadas pode levar de três a quatro semanas de tratamento contínuo para se consolidar.

Adotar a técnica de cutilagem sem alicate representa não apenas uma escolha estética pela elegância e um acabamento mais natural, mas também uma decisão inteligente em prol da saúde das unhas. Ao evitar ferimentos e promover a hidratação, o método garante unhas que crescem com vitalidade máxima.

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Novela Turca ‘Cruel Istambul’: Prévia dos Próximos Capítulos Revela Reviravoltas na Band

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Os telespectadores da novela turca “Cruel Istambul”, exibida na faixa das 20h30 pela Band, podem se preparar para uma semana repleta de emoções e desdobramentos. As tramas que serão apresentadas entre os dias 02 e 06 de fevereiro de 2026 prometem manter o público engajado em seus assentos.

A emissora segue apostando no sucesso das produções internacionais, e “Cruel Istambul” tem se consolidado como um dos destaques em sua grade de programação. A antecipação sobre os eventos que se desenrolarão nos próximos capítulos tem gerado grande interesse entre os admiradores da obra, que buscam antecipar os rumos das histórias de seus personagens favoritos.

Novela Turca 'Cruel Istambul': Prévia dos Próximos Capítulos Revela Reviravoltas na Band

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Terceiro Paredão do BBB 26 Definido: Ana Paula, Brigido e Leandro Lutam pela Permanência

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A casa do Big Brother Brasil 26 vivenciou mais uma noite de fortes emoções com a formação do terceiro paredão da temporada. No domingo, 1º, Ana Paula Renault, Brigido e Leandro foram os escolhidos para disputar a preferência do público, com um deles se despedindo do confinamento na próxima terça-feira, 3. A dinâmica que levou à definição dos emparedados envolveu o Big Fone, a imunidade concedida pela líder e a votação dos participantes.

A formação começou com a consequência do Big Fone, que já havia colocado Jonas Sulzbach na berlinda. Em seguida, Sarah, detentora da imunidade, optou por proteger Sol Vega. A líder da semana, Maxiane, direcionou sua indicação para Ana Paula, justificando a decisão com base na dinâmica de convivência dentro da casa. Após a indicação da líder, os demais confinados foram chamados ao confessionário para votar em quem gostariam de ver no paredão. Leandro e Brigido foram os mais votados pela casa, completando o trio.

Buscando uma reviravolta, Leandro e Jonas Sulzbach participaram da Prova Bate e Volta. A sorte, contudo, sorriu para Jonas, que conseguiu se livrar da disputa pelo voto popular e garantiu sua permanência na casa. Com a saída de Jonas do paredão, a berlinda final ficou configurada com Ana Paula, Brigido e Leandro como os adversários.

A votação da casa para formar o paredão foi a seguinte:

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  • Jonas votou em Leandro
  • Milena votou em Brigido
  • Samira votou em Leandro
  • Brigido votou em Leandro
  • Alberto votou em Leandro
  • Ana Paula votou em Brigido
  • Breno votou em Brigido
  • Solange votou em Gabriela
  • Juliano votou em Brigido
  • Marciele votou em Leandro
  • Marcelinho votou em Brigido
  • Gabriela votou em Leandro
  • Edilson votou em Leandro
  • Leandro votou em Brigido
  • Sol votou em Leandro
  • Jordana votou em Leandro
  • Babu votou em Brigido
  • Sarah votou em Leandro
  • Chaiany votou em Brigido

Terceiro Paredão do BBB 26 Definido: Ana Paula, Brigido e Leandro Lutam pela Permanência

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Comissão de Direitos Humanos Alerta: Quarto Branco do BBB 26 Remete a Práticas de Tortura da Ditadura

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A dinâmica do “Quarto Branco” no Big Brother Brasil 26 acendeu um alerta na esfera dos direitos humanos. A Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP), órgão vinculado ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, emitiu uma carta aberta à produção do reality show, expressando profunda preocupação com o formato e comparando suas exigências a métodos de tortura utilizados durante o regime militar.

No documento, a CEMDP aponta semelhanças “aterradoras” entre as provas e castigos impostos no confinamento e as práticas sistemáticas de opressão empregadas pela ditadura civil-militar brasileira. A privação de sono, o isolamento prolongado, a desorientação espacial e a manutenção de posições físicas extenuantes são citados como elementos que remetem diretamente a cenários de tortura, agora transformados em espetáculo para milhões de espectadores.

A crítica vai além do formato de entretenimento, argumenta a comissão. Embora o “Quarto Branco” já tenha aparecido em edições anteriores, a CEMDP observa uma intensificação da dinâmica nesta temporada. Ao testar os limites físicos e psicológicos dos participantes, a emissora, na visão da comissão, também desafia “os limites da nossa própria humanidade” ao mercantilizar o sofrimento extremo.

A fundamentação da crítica se baseia em princípios constitucionais. A CEMDP destaca que o Artigo 5º da Constituição Federal proíbe inequivocamente a tortura e o tratamento degradante, valores que não podem ser relativizados, nem mesmo pelo consentimento dos envolvidos ou pela promessa de recompensas financeiras. Adicionalmente, a comissão evoca o Artigo 221, que estabelece que as concessões públicas de rádio e TV devem visar fins educativos, culturais e promover “valores éticos e sociais da pessoa e da família”, preceitos que, segundo a avaliação da comissão, entram em conflito com a exploração do sofrimento como entretenimento.

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A carta, endereçada à executiva Leonora Bardini, responsável pela área de conteúdos da Globo, conta com assinaturas de representantes de diversas frentes: Diva Soares Santana (familiares de mortos e desaparecidos políticos), Vera Facciolla Paiva e Maria Cecília Adão (sociedade civil), a deputada Natália Bonavides (Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados) e a procuradora regional da República Eugênia Augusta Gonzaga. O documento inicia evocando uma frase de Wagner Moura sobre a transmissão de traumas e valores entre gerações, conectando a responsabilidade da mídia na preservação da memória de violações de direitos humanos.

Um ponto crucial abordado pela CEMDP é a associação entre o “Quarto Branco” e métodos de tortura historicamente documentados em regimes autoritários. A exigência de que uma participante permanecesse em pé sobre um pedestal de diâmetro mínimo por horas é apontada como um exemplo específico de tática de tortura. A comissão alerta que a repetição dessas imagens em um reality show, sob a égide da “resistência”, contribui para a dessensibilização do público e enfraquece a percepção pública sobre a gravidade da violência de Estado.

A CEMDP também contesta o argumento de que os participantes aderem voluntariamente à dinâmica em busca de fama ou prêmios. Para os signatários, o consentimento não legitima situações que configurem tratamento cruel ou degradante, especialmente em um contexto de concessão pública de TV. A memória das vítimas da repressão, segundo a carta, exige vigilância para evitar a normalização de práticas associadas à tortura sob o disfarce de jogo.

A atuação da CEMDP, recriada em 2024 após ter suas atividades interrompidas, é apresentada como parte de um esforço para manter vivo o debate sobre tortura e suas consequências sociais. Criada em 1995, a comissão foi a primeira instância estatal dedicada à localização e reconhecimento de mortos e desaparecidos políticos da Ditadura Militar, retomando agora medidas de memória, verdade e reparação.

O episódio que desencadeou a manifestação ocorreu na madrugada de 18 de janeiro, quando Rafaella Jaqueira desmaiou após mais de 120 horas confinada no “Quarto Branco”. A dinâmica, que reuniu cinco participantes isolados em um ambiente restritivo e desorientador, buscava uma vaga fixa no elenco do BBB 26. Rafaella, após receber atendimento médico, foi eliminada, enquanto outros quatro participantes garantiram sua permanência no programa.

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A CEMDP enfatiza que tais cenas não devem ser tratadas meramente como “resistência” ou “superação”. A comissão solicita explicitamente que a emissora reavalie o uso de dinâmicas que associam sofrimento físico e psicológico ao entretenimento, em um país que ainda lida com traumas da repressão estatal. A carta cita estudos que abordam a transmissão intergeracional de traumas, reforçando o papel da TV aberta na formação de valores.

Em sua conclusão, a CEMDP apela à sociedade para questionar a aceitação desse tipo de formato. Considerar o “Quarto Branco” como um mero jogo, segundo a comissão, equivale a ser conivente com a banalização de experiências que remetem à violência de Estado. A memória dos mortos e desaparecidos políticos, finaliza a carta, clama por uma postura de rejeição a qualquer forma de dessensibilização diante da dor. A Globo foi contatada para comentar o caso desde sábado (31), mas ainda não emitiu posicionamento.

Comissão de Direitos Humanos Alerta: Quarto Branco do BBB 26 Remete a Práticas de Tortura da Ditadura

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