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Alberto Cowboy Define Alvos na “Mira do Líder” do BBB 26: Cinco Nomes em Risco de Paredão

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Na noite desta sexta-feira (16), o atual líder do Big Brother Brasil 26, Alberto Cowboy, cumpriu seu dever de definir os participantes que entram na mira para o próximo paredão. Cinco confinados foram colocados sob sua avaliação, com a possibilidade de serem indicados à berlinda já no domingo, 18.

Durante a dinâmica ao vivo, Milena, Breno, Paulo Augusto, Samira e Maxiane foram os nomes escolhidos por Alberto. Ao justificar sua decisão, o líder declarou que a escolha se baseou em “afinidadade” e “pessoas com quem tive menos contato”.

A definição da Mira do Líder é apenas o primeiro passo para a formação do paredão de domingo. Alberto Cowboy terá a responsabilidade de escolher um desses cinco participantes para indicar diretamente à berlinda.

Estrutura da Semana no BBB 26

A jornada para a formação do paredão continua neste sábado (17), com a Prova do Anjo. O vencedor terá o poder de conceder imunidade a um colega de confinamento e ainda poderá adquirir uma segunda imunidade.

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No domingo (18), a casa definirá o Paredão Triplo. A dinâmica desta semana prevê que um participante já estará imune por ter atendido ao Big Fone, além dos protegidos pelo Anjo. Duas vagas no paredão já serão ocupadas por indicações do Big Fone. O líder, Alberto Cowboy, escolherá um nome, enquanto a casa votará para definir o quinto participante emparedado. Três deles disputarão a Prova Bate e Volta, com apenas um conseguindo escapar da berlinda. A eliminação dos confinados ocorrerá na terça-feira, 20.

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Luciana Gimenez deixa a RedeTV! e futuro do ‘Superpop’ é incerto; bastidores revelam surpresa geral

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A notícia da despedida de Luciana Gimenez da RedeTV!, após anos à frente do “Superpop”, pegou a equipe de surpresa e gerou um clima de apreensão nos bastidores. A saída da apresentadora, que se tornou um dos rostos mais conhecidos da emissora, abre um ponto de interrogação sobre a continuidade e o formato do tradicional programa de variedades.

Fontes internas relatam que a decisão, comunicada de forma inesperada, causou um verdadeiro choque entre os profissionais que trabalham diretamente no “Superpop”. A repercussão imediata foi a necessidade de um replanejamento estratégico por parte da RedeTV!, que agora avalia os próximos passos para a atração, sem sua âncora histórica.

O futuro do “Superpop” segue em aberto, com a emissora em processo de definição sobre qual rumo tomar. A substituição de Gimenez, a reformulação do programa ou até mesmo o seu encerramento são possibilidades que estão sendo consideradas neste momento de transição.

Luciana Gimenez deixa a RedeTV! e futuro do 'Superpop' é incerto; bastidores revelam surpresa geral

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Ernesto Paglia assume o comando do Roda Viva em fevereiro

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A TV Cultura anunciou oficialmente Ernesto Paglia como o novo apresentador do tradicional programa de entrevistas Roda Viva. A informação, inicialmente divulgada pela jornalista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, confirma que Paglia fará sua estreia após o período de Carnaval, no próximo mês de fevereiro. As últimas gravações conduzidas por Vera Magalhães serão exibidas até o final de janeiro.

Com uma carreira consolidada de mais de quatro décadas na Globo, onde se destacou como repórter e documentarista, Ernesto Paglia encerrou seu vínculo com a emissora em 2023, após colaborações pontuais. O convite para comandar o Roda Viva representa para o jornalista a chance de liderar um dos palcos de debate mais respeitados da televisão brasileira. Em suas palavras, Paglia expressou a honra de assumir o programa, destacando o compromisso em manter o elevado padrão de qualidade que o Roda Viva ostenta há 40 anos.

Maria Ângela de Jesus, presidente da Fundação Padre Anchieta, ressaltou que a escolha de Paglia está alinhada com a estratégia de renovação da emissora. Segundo ela, a expertise e a vasta experiência do jornalista irão fortalecer o compromisso da TV Cultura com um debate plural e relevante. A executiva também mencionou que o Roda Viva, que já teve 14 apresentadores em sua trajetória de quatro décadas, passa por ciclos naturais de mudança para preservar seu caráter inovador e diverso.

Vera Magalhães, que liderou o Roda Viva por seis anos, encerra seu ciclo no comando após um período marcado pela abordagem de temas centrais no debate público. A direção da TV Cultura informou que a saída de Magalhães faz parte de um movimento editorial de oxigenação do programa.

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Paglia vê a oportunidade como um novo desafio em sua extensa carreira, afirmando que é possível inovar mesmo após tantos anos de profissão. Com 45 anos de carreira previstos para 2026, o jornalista chega ao Roda Viva com a missão de dar continuidade à tradição de entrevistas aprofundadas e discussões pertinentes para o público.

Ernesto Paglia assume o comando do Roda Viva em fevereiro

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Planejamento Financeiro: Estratégias Essenciais para Evitar Dívidas no Início de 2026

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O início de cada ano no Brasil é marcado por uma série de despesas obrigatórias que impactam significativamente o orçamento familiar. O Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), o Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) e os custos com seguros representam uma parcela considerável dos gastos que surgem logo após as festividades de fim de ano, um período já conhecido por seus elevados desembolsos.

Embora a maioria dos cidadãos esteja ciente dessas obrigações fiscais e de seguro, muitos ainda subestimam o peso financeiro conjunto desses pagamentos. A concentração dessas cobranças em um curto espaço de tempo pode levar muitos contribuintes a começar o ano de 2026 em situação de endividamento, caso não haja um planejamento financeiro adequado.

Especialistas em finanças pessoais alertam que o desafio não reside apenas no valor individual de cada uma dessas despesas. A verdadeira dificuldade reside na sobreposição temporal, com IPVA e IPTU frequentemente vencendo entre janeiro e fevereiro, coincidindo com a necessidade de renovação de seguros e outros gastos típicos do começo do ano, como materiais escolares.

Diante deste cenário, a organização financeira transcende a esfera de uma opção, tornando-se uma necessidade prática. Aqueles que se antecipam conseguem diluir esses custos ao longo dos meses precedentes, criando uma reserva específica para despesas previsíveis. Essa abordagem não só alivia a pressão sobre o fluxo de caixa mensal, mas também preserva a reserva de emergência, que deve ser resguardada para imprevistos.

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O uso estratégico do 13º salário também se apresenta como uma ferramenta valiosa neste planejamento. Em vez de direcionar todo o valor para o consumo imediato, uma parcela pode ser separada para cobrir os impostos e taxas do início do ano seguinte, garantindo que os recursos estejam disponíveis em janeiro e evitando a incidência de juros e multas que podem comprometer o orçamento por meses.

Outro ponto crucial é a forma de pagamento. Muitos estados oferecem descontos significativos para a quitação antecipada do IPVA, uma economia que pode ser considerável se não comprometer despesas essenciais. O mesmo se aplica ao IPTU em diversas cidades, onde o pagamento integral pode render abatimentos. Caso o pagamento à vista não seja viável, o parcelamento se torna a alternativa mais prudente.

No que diz respeito aos seguros, a atenção muitas vezes é menor. Proprietários de veículos e imóveis tendem a renovar apólices automaticamente, sem pesquisar ou comparar preços e coberturas. Uma análise cuidadosa do mercado e a renegociação de contratos podem resultar em economia substancial sem sacrificar a proteção necessária.

Para tornar esse planejamento mais eficaz, algumas medidas são fundamentais:

  • Mapear todas as despesas obrigatórias previstas para os primeiros meses do ano.
  • Estabelecer uma poupança mensal dedicada a impostos e contas sazonais.
  • Avaliar a viabilidade e o benefício dos descontos para pagamento à vista.
  • Pesquisar e comparar cotações de seguros antes de efetuar a renovação.
  • Evitar o uso de crédito rotativo ou cheque especial para cobrir despesas previsíveis.

A adoção dessas práticas confere ao contribuinte maior previsibilidade e controle sobre suas finanças. A disciplina financeira não apenas minimiza o risco de inadimplência, mas também promove uma relação mais saudável com o dinheiro ao longo do ano. Assim, IPVA, IPTU e seguros deixam de ser fontes de preocupação recorrente, integrando-se a um plano financeiro estruturado que assegura um início de ano mais equilibrado.

Preparar-se para 2026, portanto, requer uma mudança de perspectiva e uma atenção contínua ao calendário financeiro. A antecipação transforma obrigações em compromissos administráveis, convertendo o início do ano de um período de tensão financeira para um reflexo de escolhas conscientes e bem planejadas.

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