A noite de sexta-feira (6/2) no Big Brother Brasil 26 foi marcada por uma atmosfera de constante ebulição, com o apresentador Tadeu Schmidt conduzindo uma série de eventos que intensificaram as disputas entre os confinados. Uma dinâmica surpresa e uma festa que oscilou entre a animação e o confronto direto definiram o tom, sinalizando que o jogo se encaminha para uma fase de maior agressividade.
O “Duelo de Risco” antecipou o clima de apreensão, estabelecendo novas estratégias e prometendo um Paredão recheado de emoções. Ao longo do dia, embates verbais acalorados, acusações de hipocrisia e discussões que por pouco não extrapolaram os limites demonstraram a crescente tensão nas relações pessoais e nas táticas de jogo.
A introdução do “Duelo de Risco” gerou um “pocket Sincerão”, onde os participantes foram desafiados a nomear um oponente para um possível confronto direto no Paredão, adicionando um adjetivo para justificar a escolha. A dinâmica, que será concluída no sábado (7/2), prevê a escolha de um participante por sorteio para enfrentar o rival indicado. Os desfechos podem variar: ambos podem ir para a berlinda, um pode ser eliminado e o outro ganhar imunidade, ou uma terceira pessoa pode ser indicada, aumentando o drama.
A tensão já se manifestava desde o início do dia, com a fila para o Raio-X se tornando palco de uma discussão. Solange Couto acusou Sarah Andrade de quebrar a ordem, gerando um debate com a participação de Sol Vega e Jonas Sulzbach defendendo Sarah, enquanto Babu Santana tomou partido de Solange. A situação escalou quando Sarah confrontou Solange, relembrando um incidente anterior de Milena e ampliando o embate na cozinha da Xepa.
Ana Paula Renault interveio, acusando Sarah de “caçar enredo”, e a discussão se estendeu a outros participantes como Alberto Cowboy e Sol Vega, evidenciando o “fogo no parquinho” característico desta etapa decisiva do reality.
O “Sincerinho” também contribuiu para o clima de conflito, culminando em um desentendimento entre Jordana e Samira. A troca de farpas elevou o tom e exigiu a intervenção de outros confinados para apaziguar os ânimos, revelando mágoas acumuladas e prenunciando novas rivalidades.
A festa, que contou com a presença de Thiaguinho, não serviu como válvula de escape. Pelo contrário, Marcelo e Gabriela protagonizaram uma discussão acalorada. Gabriela questionou Marcelo por tê-la chamado de “chata” anteriormente, e ele respondeu com o termo “mosca morta”, levando a uma troca de ofensas que necessitou da intervenção de colegas para evitar maiores consequências.