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BYD Seal 6 DM-i: Híbrido plug-in aposta em máxima eficiência e alcance estendido para 1.505 km

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A BYD intensifica sua estratégia de expansão global com a apresentação do Seal 6 DM-i, um novo veículo híbrido plug-in que se destaca pela notável eficiência energética e autonomia ampliada. O modelo incorpora a quinta geração da tecnologia Super DM (Dual Mode), projetada para otimizar a sinergia entre o motor a combustão e os propulsores elétricos, priorizando o modo elétrico em deslocamentos cotidianos.

Disponível nas configurações sedã e perua (conhecida como Touring em alguns mercados), o Seal 6 DM-i busca atender a um público diversificado. A proposta abrange desde motoristas que necessitam de um carro para o dia a dia até aqueles que demandam maior espaço para passageiros e bagagens, facilitando a transição para a mobilidade eletrificada.

Um dos grandes trunfos do BYD Seal 6 DM-i é sua impressionante autonomia. A versão sedã pode alcançar até 1.505 quilômetros com um tanque cheio e bateria completa, seguindo o ciclo de testes WLTP. Já a variante Touring oferece uma autonomia combinada de até 1.350 quilômetros, posicionando o modelo como um dos híbridos plug-in com maior alcance declarados no mercado.

Essa capacidade de percorrer longas distâncias é reflexo de um sistema que privilegia o uso da energia elétrica em trajetos urbanos. A autonomia puramente elétrica pode chegar a 105 quilômetros. Em muitas situações, o motor a combustão de 1.5 litro atua primariamente como um gerador para recarregar a bateria, com a propulsão principal pelas rodas ocorrendo em momentos de maior demanda de potência, como em ultrapassagens ou em rodovias.

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A tecnologia Super DM-i gerencia de forma inteligente as diferentes condições de uso, visando a redução do consumo de combustível e das emissões. O motor a gasolina, um 1.5 aspirado com ciclo Atkinson, opera em sua faixa de maior eficiência, enquanto o sistema eletrônico orquestra as transições entre os modos de propulsão. A recuperação de energia durante frenagens e desacelerações também contribui para otimizar o alcance elétrico.

O conjunto motriz do Seal 6 DM-i é oferecido em diferentes níveis de potência, variando de 163 cv na versão de entrada a 212 cv na configuração mais avançada. A transmissão E-CVT é responsável por gerenciar o torque enviado às rodas dianteiras, buscando um equilíbrio entre desempenho e economia.

Para o armazenamento de energia, o veículo emprega a bateria Blade, desenvolvida pela BYD com tecnologia LFP. São duas opções de capacidade: 10,08 kWh na versão Boost, que proporciona até 80 km de autonomia elétrica (ciclo CLTC) ou aproximadamente 60 km (WLTP), e 19 kWh na versão Comfort, elevando o alcance elétrico para até 105 km no padrão europeu.

Em termos de design, o Seal 6 DM-i adota a linguagem “Ocean Aesthetics”, caracterizada por linhas fluidas e soluções aerodinâmicas. A dianteira exibe faróis esguios e uma grade frontal fechada. A lateral mantém o perfil de sedã, com uma queda suave do teto em direção à traseira. Com 4.830 mm de comprimento e um entre-eixos de 2.820 mm, o modelo oferece um interior espaçoso, especialmente para os ocupantes do banco traseiro, reforçando seu apelo para viagens confortáveis.

BYD Seal 6 DM-i: Híbrido plug-in aposta em máxima eficiência e alcance estendido para 1.505 km

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Luto no Brasil: Juca de Oliveira, Gigante das Artes Cênicas, nos Deixa Aos 91 Anos

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São Paulo se despede neste sábado de Juca de Oliveira, um dos mais importantes nomes do teatro e da televisão brasileira. O artista, que estava internado, nos deixou aos 91 anos, encerrando uma trajetória marcada por atuações memoráveis e um legado inestimável para a dramaturgia nacional.

A notícia do falecimento de Juca de Oliveira, que brilhou nos palcos e nas telas por décadas, causa comoção entre admiradores e colegas de profissão, que lamentam a perda de um talento singular.

Luto no Brasil: Juca de Oliveira, Gigante das Artes Cênicas, nos Deixa Aos 91 Anos

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Mansão de Datena em SP: De Refúgio Privado a Estúdio de TV com Piscina Luxuosa

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Uma imponente mansão localizada em uma das áreas mais privilegiadas de São Paulo serviu, por um período, como palco incomum para a televisão brasileira. O imóvel, conhecido por sua infraestrutura de alto padrão e generosos espaços, chegou a ser transformado em um estúdio improvisado para um dos programas de maior audiência do país, demonstrando sua versatilidade e capacidade.

O proprietário da residência é José Luiz Datena, uma figura icônica do jornalismo policial no Brasil. A casa, que tradicionalmente seria um santuário particular, ganhou notoriedade ao sediar, excepcionalmente, o programa Brasil Urgente, um feito raro mesmo para personalidades midiáticas.

Área Externa da Mansão Ganha Destaque com Piscina e Lazer

Um dos pontos altos da propriedade é, sem dúvida, sua área externa. A mansão ostenta uma piscina de dimensões consideráveis, harmoniosamente integrada a um jardim bem cuidado e espaços de convivência, ideais tanto para o relaxamento quanto para a recepção de convidados. Tal configuração é característica de propriedades de luxo na capital paulista, especialmente em bairros de alta valorização.

O interior da residência acompanha o mesmo padrão de excelência. Ambientes amplos, com integração fluida entre os cômodos e um design focado em conforto e praticidade, definem o projeto. A notável adaptabilidade do imóvel foi comprovada quando ele se tornou o cenário para transmissões ao vivo, evidenciando sua vasta metragem e adequação para tais eventos.

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Embora não haja um valor oficial divulgado para o imóvel, especialistas do mercado imobiliário estimam que mansões com características similares, como grande área construída e localização estratégica, podem facilmente ultrapassar a marca dos R$ 3 milhões, dependendo dos acabamentos e da exata localização.

Residência de Datena se Transforma em Estúdio para Programa Policial

Um dos episódios mais singulares envolvendo a propriedade ocorreu quando o próprio apresentador passou a comandar seu programa diretamente de sua residência. A emissora Band instalou uma estrutura de produção improvisada no local, convertendo a mansão em um verdadeiro centro de transmissão televisiva.

Essa adaptação exigiu um planejamento logístico e espacial considerável, algo que apenas uma residência de grande porte poderia oferecer. O evento não só ressaltou a dimensão da casa, mas também sua funcionalidade, ao acomodar com sucesso os equipamentos e a equipe de produção.

Para o público, essa experiência proporcionou uma visão inédita da rotina do apresentador, aproximando ainda mais sua imagem dos telespectadores. Paralelamente, a mansão foi destacada como um espaço que transcende o mero luxo, incorporando a dinâmica do ambiente de trabalho.

Patrimônio Bilionário do Apresentador Chama Atenção

A curiosidade em torno da residência se intensificou após o apresentador revelar seu vultoso patrimônio durante um período de sua vida política. Na ocasião, foi declarado um montante de R$ 38,3 milhões, valor que gerou surpresa e sublinhou o elevado padrão de vida conquistado ao longo de sua carreira.

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Essa fortuna é o reflexo de décadas dedicadas à televisão, com passagens por diversas emissoras e uma atuação marcante no jornalismo policial. Seu estilo direto e sua habilidade de conexão com o público garantiram uma audiência sólida e o consolidaram como uma das personalidades mais reconhecidas de seu gênero.

Além dos ganhos de sua carreira televisiva, o patrimônio de Datena abrange investimentos diversificados e outros imóveis, como a mencionada mansão em São Paulo. A residência se tornou um dos símbolos mais tangíveis de seu sucesso financeiro, combinando elementos de conforto, exclusividade e versatilidade.

Com sua piscina deslumbrante, estrutura imponente e um histórico singular de transmissões ao vivo, a mansão se destaca como um fascinante exemplo da intersecção entre a vida pessoal e profissional. Mais do que um endereço de luxo, a propriedade simboliza uma carreira consolidada através de anos de exposição e trabalho na televisão brasileira.

Mansão de Datena em SP: De Refúgio Privado a Estúdio de TV com Piscina Luxuosa

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Morre Juca de Oliveira, aos 91 anos, um gigante das artes cênicas brasileiras

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São Paulo – O Brasil se despede neste sábado, 21 de março de 2026, de Juca de Oliveira, um dos nomes mais reverenciados do teatro e da televisão nacional. O ator e dramaturgo faleceu aos 91 anos, na madrugada paulistana. A notícia foi confirmada pela assessoria familiar à TV Globo, encerrando uma trajetória artística notável e de grande influência.

Juca de Oliveira estava internado desde o dia 13 de março na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, onde tratava um quadro de pneumonia complicado por questões cardiológicas. A gravidade de sua condição era conhecida.

Em uma nota oficial, a família de Juca de Oliveira expressou gratidão pelas demonstrações de afeto e solidariedade recebidas. O comunicado resumiu a dimensão de sua carreira: “Com pesar, comunicamos o falecimento do ator, autor e diretor Juca de Oliveira, ocorrido neste madrugada de 21 de março de 2026, aos 91 anos. Reconhecido como um dos grandes nomes das artes cênicas brasileiras, Juca de Oliveira construiu uma trajetória sólida e admirada no teatro, na televisão e no cinema”.

Nascido José Juca de Oliveira Santos em 16 de março de 1935, em São Roque, interior paulista, o artista trilhou um caminho singular antes de se consagrar. Chegou a cursar Direito na Universidade de São Paulo e a trabalhar em um banco, mas a paixão pelas artes o levou a abandonar ambas as carreiras para se dedicar à Escola de Arte Dramática.

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Sua estreia nos palcos ocorreu ainda nos anos 1950, passando por importantes companhias como o Teatro Brasileiro de Comédia e atuando ao lado de nomes como Aracy Balabanian. Montagens icônicas como “A Semente”, de Gianfrancesco Guarnieri, e “A Morte do Caixeiro Viajante”, de Arthur Miller, marcaram este período inicial.

Na década de 1960, Juca de Oliveira foi uma das figuras centrais na fundação do Teatro de Arena, ao lado de Guarnieri, Augusto Boal, Paulo José e Flávio Império. O espaço se tornou um marco cultural em meio ao regime militar, e a ligação do ator com o Partido Comunista Brasileiro resultou em perseguição política e seu consequente exílio na Bolívia.

Em depoimento ao Memória Globo, ele relatou o impacto da ditadura sobre o Teatro de Arena: “Não foi por acaso que o Teatro de Arena foi brutalmente atingido pela ditadura militar. O teatro foi fechado, nós fomos perseguidos. Uma tragédia”. Suas palavras evidenciavam a dimensão política de sua atuação, para além das coxias.

De volta ao Brasil, Juca de Oliveira fez sua estreia na televisão em 1964, na TV Tupi, com “Quando o Amor É Mais Forte”. Sua chegada à Rede Globo se deu em 1973, interpretando Alberto Parreiras em “O Semideus”, iniciando uma longa e frutífera relação com a emissora.

Ao longo de sua carreira, Juca de Oliveira somou mais de 30 participações em novelas e minisséries, participou de cerca de dez longas-metragens e estrelou mais de 60 peças teatrais, incluindo trabalhos como autor. Essa vasta obra atravessou gerações.

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Nos anos 1980, sua carreira incluiu passagens pela Bandeirantes, em “A Idade da Loba”, e pelo SBT, em “Os Ossos do Barão”. Retornou à Globo em 1993 com “Fera Ferida” e, posteriormente, integrou o elenco de “Torre de Babel”, ainda na década de 1990.

O papel que o alçou ao estrelato junto ao grande público foi o do geneticista Dr. Albieri, em “O Clone” (2001-2002). A trama, escrita por Glória Perez, explorava a clonagem humana e o personagem de Juca de Oliveira foi central para a discussão, tornando-se um de seus trabalhos mais memoráveis.

O próprio ator demonstrava a profundidade que conferia ao personagem: “Esse personagem tem uma particularidade excepcional do ponto de vista do texto. Eu fico até arrepiado quando penso nisso. É muito bonita a maneira como ele se refere à dor da perda daquele menino que era toda a sua vida, que dava sentido inclusive à sua existência. A perda é tão grande que daí ele parte para a construção de um igual para substituir”. Essa conexão com Albieri explica parte de seu impacto.

Seu último trabalho na televisão foi em 2018, como Natanael em “O Outro Lado do Paraíso”. Nos anos recentes, Juca de Oliveira dividia seu tempo entre o teatro e a gestão de sua fazenda de gado de corte, mantendo-se ativo e conectado à arte até seus últimos dias.

O velório acontecerá neste sábado, das 15h às 21h, no Funeral Home, localizado na Bela Vista, região central de São Paulo. A cerimônia será restrita a familiares e amigos próximos, um momento íntimo para a despedida, mas o legado de Juca de Oliveira permanecerá público e eternizado nas memórias de quem acompanhou sua brilhante carreira.

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Morre Juca de Oliveira, aos 91 anos, um gigante das artes cênicas brasileiras

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