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Caixa Econômica Alerta Usuários do Pix Sobre Crescente Onda de Golpes Digitais

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A Caixa Econômica Federal emitiu um comunicado de alerta aos seus clientes que utilizam o Pix, o popular sistema de pagamentos instantâneos. Desde a sua introdução em 2020, o Pix revolucionou as transações financeiras no Brasil, oferecendo agilidade e disponibilidade 24 horas por dia. Contudo, essa praticidade também se tornou um terreno fértil para ações criminosas.

O foco do alerta reside na crescente sofisticação dos golpes digitais que exploram a velocidade e a confiança depositada pelos usuários no sistema. Criminosos têm se aproveitado da pressa e da falta de atenção para ludibriar clientes, resultando em perdas financeiras e vazamento de dados.

As fraudes mais comuns, segundo o comunicado, baseiam-se em engenharia social. Os golpistas atuam disfarçados de instituições financeiras, empresas ou até mesmo de conhecidos, criando cenários de urgência para induzir decisões precipitadas. A ampla adoção do Pix no país eleva o potencial de prejuízos, atingindo um público diversificado.

Entre as táticas exploradas estão o phishing, onde mensagens falsas imitam comunicações oficiais para obter informações sensíveis; golpes telefônicos, com falsos atendentes solicitando senhas e códigos de autenticação; e a criação de lojas virtuais fraudulentas que desaparecem após receberem pagamentos via Pix. A promessa de ofertas irresistíveis, com preços significativamente abaixo do mercado, também é uma isca frequente.

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A Caixa reforça a importância de identificar sinais de alerta, como mensagens alarmistas, pedidos de ação imediata, ameaças de bloqueio de conta e solicitações de dados confidenciais. Antes de qualquer transação, é fundamental verificar a veracidade do contato e a pertinência da solicitação.

Em caso de ser vítima de um golpe, a orientação é contatar imediatamente a Caixa ou a instituição financeira responsável. O Mecanismo Especial de Devolução (MED), implementado pelo Banco Central, permite o bloqueio de valores em contas suspeitas e, em determinadas circunstâncias, a recuperação do dinheiro. Recentemente, o MED foi aprimorado para rastrear com mais detalhe o fluxo das transações, ampliando o prazo de contestação para até 11 dias, o que fortalece as chances de ressarcimento, desde que haja saldo nas contas envolvidas.

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Cruel Istambul: As Reviravoltas que Aguardam os Espectadores da Band entre 2 e 6 de Fevereiro de 2026

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A novela turca exibida pela Band, no horário nobre das 20h30, prepara uma semana repleta de emoções e desdobramentos para seus fiéis telespectadores. Entre os dias 2 e 6 de fevereiro de 2026, os capítulos de ‘Cruel Istambul’ prometem intensificar os conflitos e revelar novos caminhos para os personagens centrais da trama.

Os fãs que acompanham a saga poderão testemunhar momentos decisivos que moldarão o destino dos protagonistas. As tramas interligadas, marcadas por dilemas morais e reviravoltas inesperadas, continuarão a prender a atenção do público, consolidando a novela como um dos destaques da programação noturna da emissora.

Cruel Istambul: As Reviravoltas que Aguardam os Espectadores da Band entre 2 e 6 de Fevereiro de 2026

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Terceira Berlinda do BBB 26: Ana Paula, Brigido e Leandro Concorrem à Eliminação

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O Big Brother Brasil 26 definiu neste domingo, 1º, os três participantes que disputarão o terceiro paredão da edição. Ana Paula Renault, Brigido e Leandro foram os escolhidos e um deles deixará a casa na próxima terça-feira, 3. A formação da berlinda contou com reviravoltas e estratégias.

Jonas Sulzbach foi o primeiro a ser emparedado, em decorrência do consenso estabelecido após o atendimento ao Big Fone. Em seguida, Sarah, detentora da imunidade concedida por Anja, optou por salvar Sol Vega.

A líder da semana, Maxiane, indicou Ana Paula diretamente para o paredão, justificando sua decisão pela dinâmica de convivência dentro da casa. Na votação aberta entre os demais confinados, Leandro e Brigido receberam o maior número de votos, completando o trio da berlinda.

Leandro e Jonas tiveram a chance de se livrar do paredão na Prova Bate e Volta, uma disputa que dependia da sorte. Jonas saiu vitorioso e, com isso, garantiu sua permanência na competição.

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Assim, o paredão que definirá o próximo eliminado é formado por Ana Paula, Brigido e Leandro.

Detalhes da Votação:

Jonas votou em Leandro.
Milena votou em Brigido.
Samira votou em Leandro.
Brigido votou em Leandro.
Alberto votou em Leandro.
Ana Paula votou em Brigido.
Breno votou em Brigido.
Solange votou em Gabriela.
Juliano votou em Brigido.
Marciele votou em Leandro.
Marcelinho votou em Brigido.
Gabriela votou em Leandro.
Edilson votou em Leandro.
Leandro votou em Brigido.
Sol votou em Leandro.
Jordana votou em Leandro.
Babu votou em Brigido.
Sarah votou em Leandro.
Chaiany votou em Brigido.

Confira também: Entenda as perdas de Paulo Augusto após sua expulsão do BBB 26.

Terceira Berlinda do BBB 26: Ana Paula, Brigido e Leandro Concorrem à Eliminação

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Comissão de Direitos Humanos Alerta: Quarto Branco do BBB 26 Remete a Práticas de Tortura da Ditadura

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A Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP), órgão vinculado ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, manifestou profunda preocupação com as dinâmicas do quarto branco no Big Brother Brasil 26. Em carta aberta dirigida à produção do programa, a comissão comparou as condições impostas aos participantes, como privação de sono e isolamento prolongado, a métodos de tortura utilizados durante o regime militar brasileiro, alertando para os limites éticos do entretenimento televisivo.

A CEMDP destacou que a dinâmica do quarto branco, que já apareceu em edições anteriores do reality, atingiu um novo patamar de intensidade nesta temporada. A privação sensorial, a desorientação espacial e temporal, e a exigência de posturas físicas extenuantes foram apontadas como elementos que evocam de forma “aterradora” as práticas de violação de direitos humanos perpetradas pelo Estado em períodos autoritários. Para a comissão, transformar o sofrimento extremo em espetáculo televisivo coloca em xeque não apenas os limites do jogo, mas também a própria sensibilidade humana.

No documento, a comissão fundamenta sua crítica em princípios constitucionais. É enfatizado que o artigo 5º da Constituição Federal proíbe taxativamente a tortura e o tratamento cruel ou degradante, ressalvando que tal proibição é absoluta e não pode ser relativizada, nem mesmo pelo consentimento dos participantes ou pela promessa de recompensas financeiras. Adicionalmente, a carta invoca o artigo 221, que estabelece que as concessões públicas de rádio e televisão devem pautar-se por finalidades educativas, culturais e pelos valores éticos e sociais, algo que, na avaliação da CEMDP, não se alinha com a exploração do sofrimento como atração.

A carta, endereçada à executiva Leonora Bardini, responsável pela área de conteúdos da Globo, conta com assinaturas de representantes de diversas esferas, incluindo Diva Soares Santana (familiares de mortos e desaparecidos políticos), Vera Facciolla Paiva e Maria Cecília Adão (sociedade civil), a deputada Natália Bonavides (Comissão de Direitos Humanos da Câmara) e a procuradora regional da República Eugênia Augusta Gonzaga. O texto inicia evocando uma reflexão de Wagner Moura sobre a transmissão de traumas e valores entre gerações, sublinhando a responsabilidade da mídia na preservação da memória e na promoção de valores éticos.

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A CEMDP detalha a gravidade da associação entre o quarto branco e métodos de regimes autoritários. É citado o caso de uma participante que precisou se manter em pé sobre um pedestal estreito por horas, uma posição identificada como método de tortura documentado. A comissão alerta que a exibição repetida de tais cenas em um reality show, sob a lógica de resistência, pode dessensibilizar o público à dor alheia e enfraquecer a compreensão social sobre a gravidade da violência de Estado.

A comissão também refuta o argumento de que a participação voluntária dos confinados legitima a dinâmica. Para os signatários, o consentimento não anula a possibilidade de enquadramento em tratamento cruel ou degradante, especialmente em um contexto de concessão pública. A memória das vítimas da repressão, segundo a carta, exige vigilância constante para evitar a normalização de práticas associadas à tortura sob o disfarce de entretenimento.

Fundada em 1995, a CEMDP foi pioneira no reconhecimento de mortos e desaparecidos políticos da ditadura. Após ter suas atividades interrompidas, foi recriada em 2024, retomando seu papel em ações de memória, verdade e reparação. A intervenção no caso do BBB 26 é vista como parte desse esforço contínuo para manter vivo o debate sobre tortura e suas consequências sociais.

O episódio que desencadeou esta manifestação ocorreu com os participantes Chaiany Andrade, Gabriela Saporito, Leandro Rocha, Matheus Moreira e Rafaella Jaqueira, confinados desde 12 de janeiro em um ambiente restritivo, com privação de sono, barulhos constantes e condições adversas, visando exaurir física e psicologicamente os competidores. A prova ultrapassou 120 horas, um recorde para o programa.

A dinâmica chegou ao fim na madrugada de 18 de janeiro, quando Rafaella Jaqueira desmaiou após mais de 120 horas em pé sobre uma plataforma. Ela recebeu atendimento médico e foi eliminada, enquanto os demais competidores foram confirmados no elenco oficial do BBB. A CEMDP ressalta que tais cenas não devem ser vistas como mera demonstração de resistência, mas sim como um alerta sobre a normalização do sofrimento em nome do entretenimento, em um país ainda marcado por traumas da repressão estatal. A comissão apela à sociedade para que questione e rejeite dinâmicas que banalizam experiências reminiscentes de violência de Estado, ressaltando o papel da mídia na construção de valores geracionais. Até o fechamento desta notícia, a Globo não havia se pronunciado sobre o caso, embora procurada.

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Comissão de Direitos Humanos Alerta: Quarto Branco do BBB 26 Remete a Práticas de Tortura da Ditadura

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