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Câmera Record acompanha transplante de órgãos inédito na América Latina

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O Câmera Record deste domingo, 12/11, acompanha casos bem-sucedidos de transplante no Brasil. O programa acompanha, com exclusividade, um transplante inédito na América Latina: pela primeira vez um paciente recebe coração e fígado de uma única vez.  A reportagem revela situações complexas e delicadas, nas quais tudo precisa ser cronometrado minuciosamente para que uma vida seja salva.
Hoje, mais de 35 mil pessoas estão na fila à espera por transplante no Brasil, segundo a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos. A atração revela histórias surpreendentes de quem sobreviveu a transplantes complicados, ganhou uma nova chance e conseguiu retomar a vida normalmente.
Roseli, de 41 anos, é a única sobrevivente de seis tentativas de médicos brasileiros transplantarem cinco órgãos de uma vez só no País. Ela  recebeu estômago, duodeno, fígado, pâncreas e intestino e há um ano e meio tem uma rotina normal.
“Eu lutei muito, lutei muito, pedi muito para Deus me ajudar a vencer a passar por isso, eu pensava muito nos meus filhos, em deixá-los, eu pensava que ninguém ia cuidar deles como eu cuido, eles são as joias que Deus deu pra mim”, conta Roseli, que recebeu órgãos que pertenciam a um jovem de 14 anos, de tamanho compatível ao dela.
Os repórteres mostram também um transplante de rim em família num hospital em São Paulo. Marilda deu uma prova de amor emocionante ao marido, Sérgio, no momento mais delicado da vida do casal.
Câmera Record  é apresentado por Marcos Hummel vai ao ar domingo (12/11), às 23h45

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Polêmica em torno do fim da vida de Elke Maravilha: Biógrafo e amigos trocam acusações

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O jornalista Chico Felitti, autor da biografia “Elke: Mulher Maravilha”, viu-se no centro de um debate acalorado após declarações sobre o final da vida da icônica artista Elke Maravilha, feitas durante sua participação no programa “Sem Censura”, da TV Brasil. As afirmações de Felitti, que sugeriram um suposto “fim no esquecimento” e questionaram a origem da artista, provocaram reações contundentes de amigos e pessoas próximas a Elke.

Em entrevista posterior, a advogada e cineasta Solange Maia, amiga de longa data de Elke e diretora do documentário “Elke no País das Maravilhas”, refutou veementemente as declarações do biógrafo, classificando-as como “ridículas e falsas”. Segundo Maia, a ideia de que Elke teria morrido no esquecimento é infundada, assim como a descrição de seu apartamento como um local com “mais de cem sacos de lixo”. Ela assegurou que Elke contava com uma funcionária dedicada e que seu lar era mantido em ordem, repleto de arte e memórias.

A questão da origem de Elke Maravilha também foi alvo de controvérsia. Felitti apontou que a artista, que frequentemente mencionava ter nascido na Rússia, na verdade obteve um documento alemão, sugerindo uma possível inconsistência em suas narrativas. Solange Maia, no entanto, explicou que a situação documental de Elke era complexa, envolvendo o período da Segunda Guerra Mundial e as circunstâncias de sua família, e que a artista nunca negou o uso do passaporte alemão, mas que isso não definia sua identidade.

Outros nomes ligados à trajetória de Elke Maravilha também se manifestaram. O escritor Ton Garcia, autor de “Elke Maravilha – Além das perucas, saltos e batons”, corroborou a versão de que Elke nasceu em Leningrado (atual São Petersburgo) e que a documentação alemã foi obtida em um contexto específico de segurança e mobilidade durante o pós-guerra. O assessor Marcos Nienke também desmentiu a ideia de acúmulo de lixo no apartamento, descrevendo-o como um espaço com valiosas peças de arte e pertences da artista.

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Nas redes sociais, a indignação se espalhou. Perfis como o @falandodeelke e figuras públicas como a cantora Karina Buhr e a apresentadora Astrid Fontenelle expressaram apoio à memória de Elke Maravilha, defendendo que a artista merece ser lembrada com respeito e verdade. Fontenelle, em particular, sugeriu que o que Felitti descreveu como “lixo” eram, na verdade, tesouros pessoais para Elke.

Diante da repercussão, Chico Felitti utilizou seu perfil no Instagram para defender seu trabalho e as informações apresentadas em sua biografia. Ele reafirmou que as alegações são verdadeiras e comprováveis, apresentando a certidão alemã da artista como evidência e explicando que o relato sobre o fim da vida de Elke se refere à sua percepção de falta de reconhecimento e dificuldades financeiras no final de sua carreira. Felitti ressaltou que sua pesquisa envolveu a entrevista de mais de cem pessoas e que a realidade, mesmo que controversa para alguns, é inegociável em um trabalho biográfico.

Elke Maravilha faleceu em agosto de 2016, aos 71 anos, no Rio de Janeiro, após complicações de saúde. A polêmica gerada pelas declarações de Chico Felitti e as respostas de seu círculo íntimo evidenciam a força do legado da artista e o desejo de seus admiradores em preservar sua imagem com fidelidade e carinho.

Polêmica em torno do fim da vida de Elke Maravilha: Biógrafo e amigos trocam acusações

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Missa em Homenagem a Isabel Veloso Marca Sétimo Dia de Luto em Dois Vizinhos

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A cidade de Dois Vizinhos, no Paraná, se prepara para realizar uma missa em memória de Isabel Veloso, influenciadora digital que faleceu precocemente aos 19 anos. A cerimônia marcará o sétimo dia de seu falecimento, ocorrido após uma árdua batalha contra um linfoma.

Isabel, que conquistou milhares de seguidores com sua trajetória e relatos sobre a doença, era natural da cidade paranaense. A homenagem busca reunir amigos, familiares e admiradores para celebrar sua vida e oferecer conforto em um momento de dor e saudade.

Missa em Homenagem a Isabel Veloso Marca Sétimo Dia de Luto em Dois Vizinhos

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Juju Ferrari Anuncia Pausa na Vida Íntima Após Chegada do 5º Filho: ‘Prioridade é o Meu Tempo’

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A influenciadora digital Juju Ferrari revelou, em declarações recentes, que decidiu por um período de abstinência sexual após o nascimento de seu quinto filho. A artista, conhecida por sua presença nas redes sociais, explicou que a decisão não representa uma negação ao sexo em si, mas sim uma escolha deliberada de focar em si mesma e em seu tempo.

“Não se trata de dizer ‘não’ ao sexo, mas sim de dizer ‘sim’ ao meu tempo”, declarou Juju Ferrari, enfatizando que a prioridade atual é dedicada a si própria e à sua nova fase de vida. A influenciadora não detalhou a duração prevista para esse período de celibato, mas deixou claro que a motivação principal é o autocuidado e a reorganização pessoal em meio às demandas familiares.

Juju Ferrari Anuncia Pausa na Vida Íntima Após Chegada do 5º Filho: 'Prioridade é o Meu Tempo'

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