Com a virada do ano, a antecipação para o Carnaval no Brasil se intensifica, ganhando ainda mais força com a chegada do verão, que se estende de dezembro a março. Como é tradição, algumas canções já se destacam na corrida para se tornarem as trilhas sonoras oficiais da festa mais popular do país.
Seja pela facilidade de suas coreografias, refrões contagiantes ou pela popularidade de seus intérpretes nas redes sociais e palcos, estas músicas já circulam intensamente em vídeos virais, playlists e nas apostas do mercado musical. Selecionamos cinco faixas que estão ressoando entre o público e se posicionam como fortes candidatas a dominar os blocos e trios elétricos no Carnaval de 2026.
“Jetski”, de Pedro Sampaio com participação de Melody e MC Meno K
Desde seu lançamento em dezembro, “Jetski” tem se consolidado como uma das principais apostas para o verão e o Carnaval de 2026. A combinação de um refrão marcante, uma batida pop-funk animada e a participação de artistas populares entre o público jovem, como Pedro Sampaio e Melody, impulsionou a música nas plataformas digitais, playlists e em conteúdos de curta duração.
A colaboração, que também conta com MC Meno K, reflete a energia e a produção característica de Pedro Sampaio. A faixa rapidamente acumulou milhões de reproduções e teve seu engajamento ampliado por meio de vídeos dos bastidores, que evidenciaram a interação entre os artistas durante a gravação.
“Vampirinha”, de Ivete Sangalo
A canção estreou com grande repercussão durante a virada de ano em Salvador, no dia 1º de janeiro. Vídeos do momento da apresentação ao vivo, trechos do refrão e a energia de “aposta de verão”, característica dos lançamentos de Ivete nessa época, rapidamente deram força à música.
Com seu bom humor, a cantora comentou durante a performance a tradução em Libras do refrão, provocando risos na plateia. Momentos como esse, somados à coreografia, contribuíram para a disseminação da música nas redes sociais.
“A Sina de Ofélia”, versão gerada por IA com vozes de Luísa Sonza e Dilsinho
Apesar de não ser um lançamento oficial, “A Sina de Ofélia” gerou um burburinho considerável no TikTok e Instagram, com vídeos ultrapassando milhões de visualizações e fãs clamando por gravações oficiais. A notável semelhança das vozes clonadas e um refrão cativante foram cruciais para o sucesso viral da faixa.
A canção, inspirada em “The Fate of Ophelia” de Taylor Swift, levantou discussões sobre direitos autorais e a legalidade de obras criadas com Inteligência Artificial. Sua entrada no Top 50 do Spotify no Brasil antes de ser removida por questões legais intensificou o debate online sobre originalidade na música.
“Desliza”, de Léo Santana com participação de Melody
Aos 18 anos, Melody figura novamente em listas de hits com uma música que viralizou. Sua participação no sucesso de Léo Santana, composta por Anne, LKAHH, Victor Reis, Suheldo Lima e Eleno Henrique, com produção de Rafinha RSQ, tem sido um dos destaques.
A faixa, que mescla pagode e pop com uma atmosfera de verão, é apontada como ideal para coreografias e vídeos curtos. O clipe, gravado em Salvador, reforça o apelo de música de rua, um selo que historicamente impulsiona hits de Carnaval.
“Freak Le Boom Boom”, de Gretchen
Um clássico ressurge com força total. A canção interpretada por Gretchen em 1979 voltou a ganhar popularidade com recriações de coreografias nas redes sociais. O hit se tornou tão relevante que no final de 2025 já figurava entre as apostas para 2026.
A própria Gretchen tem sinalizado aos fãs que prepara novidades relacionadas à música para o Carnaval de 2026, alimentando a expectativa de uma nova versão.