Connect with us

Notícias

Casos de Família mantém a vice-liderança para o SBT

Published

on

Na última terça-feira, dia 17/10, das 15h59 às 16h59, o programa comandado por Christina Rocha marcou 5,3 pontos de média, 12,1% de share e 6 pontos de pico.
Na mesma faixa horária a emissora terceira colocada marcou 4,4 pontos de média com a transmissão de uma novela e um programa jornalístico.

Continue Reading
Advertisement
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Notícias

SBT Supera Globo em Audiência com Cobertura Emocional da Tragédia dos Mamonas Assassinas

Published

on

A inesperada e trágica morte dos Mamonas Assassinas, ocorrida em 2 de março de 1996, gerou uma onda de comoção nacional e desafiou a capacidade de cobertura dos veículos de comunicação brasileiros. Em um cenário de intensa emoção, o SBT conseguiu capturar a atenção do público de forma mais expressiva do que a Rede Globo, segundo dados de audiência da época.

A cobertura jornalística do evento, marcada pela perda de uma das bandas mais populares e irreverentes do país, revelou a dificuldade em manter um tom estritamente neutro diante de um acontecimento que tocou profundamente o imaginário popular. A notícia da queda do avião que vitimou todos os integrantes do grupo e sua equipe técnica desencadeou um luto coletivo, que se refletiu na forma como as emissoras abordaram o fato.

Fontes próximas à produção televisiva da época relataram que a equipe do SBT, em especial, enfrentou o dilema de equilibrar o dever jornalístico de informar com a necessidade de expressar o sentimento de perda compartilhado pelo público. Essa abordagem, que buscou conectar-se à dor e ao impacto da notícia, parece ter ressoado com os telespectadores, resultando em um desempenho superior em termos de audiência.

A comoção gerada pela morte dos Mamonas Assassinas evidenciou a força do vínculo entre artistas e seu público, e como eventos de grande impacto emocional podem influenciar a preferência pela programação televisiva. A capacidade de uma emissora em capturar e transmitir essa atmosfera de pesar e admiração acabou se tornando um diferencial crucial naquele momento.

Advertisement

SBT Supera Globo em Audiência com Cobertura Emocional da Tragédia dos Mamonas Assassinas

Continue Reading

Notícias

Três Décadas Sem Mamonas Assassinas: O Legado Vivo e os Familiares que Mantêm a Chama Acesa

Published

on

A data de amanhã marca um momento de profunda reflexão: 30 anos separam o país da tragédia que ceifou a vida dos Mamonas Assassinas em pleno sucesso. A queda de um avião, ocorrida em 1996, não apenas interrompeu a trajetória meteórica de cinco jovens, mas também deixou uma marca indelével em uma geração e na história da música brasileira. Três décadas depois, a memória da banda continua viva, impulsionada por familiares que dedicam suas vidas a preservar o legado dos artistas.

Recentemente, um evento inédito trouxe à tona novas emoções. Durante a exumação dos restos mortais dos integrantes, realizada para a cremação e posterior homenagem em um memorial, uma jaqueta encontrada no túmulo do vocalista Dinho surpreendeu a todos. Segundo Jorge Santana, primo de Dinho e CEO da marca Mamonas, a peça, que estava no local desde o sepultamento, permaneceu praticamente intacta, um achado inesperado que reforça o impacto emocional da perda.

Para assinalar este marco temporal e celebrar a trajetória dos irreverentes garotos de Guarulhos, a TV Globo lança amanhã o documentário “Mamonas, eu te ai love iú”. Em paralelo, a revista Retratos apresenta um panorama sobre como os familiares e pessoas próximas aos Mamonas Assassinas lidam com a saudade e mantêm viva a história do grupo.

Hildebrando Alves, pai de Dinho, aos 78 anos, reside em Guarulhos com a esposa Célia. Aposentado, ele é pai de outros dois filhos e avô de dois netos. Por muitos anos, a família manteve a “Chácara dos Mamonas” em Itaquaquecetuba, um espaço que abrigava o acervo da banda e que foi palco de celebrações durante o auge do grupo. Em 2019, Hildebrando decidiu vender o local, explicando a decisão pela falta de tempo para a manutenção e pela urbanização crescente da região, anunciando que os objetos seriam levados para sua residência.

Advertisement

Grace Kellen, irmã de Dinho, tinha apenas 16 anos e estava grávida quando a tragédia ocorreu. Casou-se com o namorado da época e tem dois filhos: Alecssandra, que completará 30 anos em maio e recebeu o nome em homenagem ao tio, e Benício, de 10 anos. Grace se dedica ativamente à preservação da memória do grupo.

Valeria Zoppello, noiva de Dinho na época, trilhou caminhos distintos. Após atuar como atriz e piloto de automobilismo, optou por uma vida mais reservada. Aos 51 anos, reside na Serra da Cantareira, dedica-se à fotografia e é proprietária de um orquidário, sem ter se casado ou tido filhos.

Mirella Zacanini, com quem Dinho namorou por mais de três anos, lançou o livro “Pichulinha” em referência ao apelido mencionado na música “Pelados em Santos”. Atualmente, como evangélica, gravou um disco gospel em 2017 e, em 2023, estreou a série infantil “Escolinha de Jesus”, que produz e na qual atua.

Na família do guitarrista Bento Hinoto, a matriarca Dona Toshiko faleceu em junho do ano passado, aos 100 anos, após o pai, Shizuo, já ter partido. Contudo, a veia artística se manifesta em Beto Hinoto, sobrinho de Bento. Nascido dois anos após a tragédia, Beto integrou uma nova formação dos Mamonas Assassinas em 2023 e interpretou o tio no filme lançado no mesmo ano. O jovem de 28 anos, filho de Maurício Hinoto, irmão de Bento e produtor inicial da banda, segue em turnê pelo país, celebrando o repertório do grupo.

Para Sérgio e Samuel Reoli, baterista e baixista respectivamente, o mês marca dois anos da partida de Dona Nena, a mãe dos músicos. Seu Ito, o pai, continua sendo o principal guardião do legado dos filhos. Em 2023, ele participou das gravações do filme sobre a banda e tem marcado presença em tributos. Em 2024, foi visto tocando violão e cantando “Minha camisa vermelha”, versão de “Pelados em Santos” popularizada pela torcida do Internacional, time do qual é torcedor.

Advertisement

Paula Rasec, irmã do tecladista Júlio Rasec, é uma das figuras centrais na manutenção da história da banda, mantendo-se ativa nas redes sociais com homenagens e compartilhamento de memórias. Sua amizade com Grace Kellen, irmã de Dinho, demonstra a força dos laços familiares que transcendem o tempo e a dor da perda, unindo as famílias mesmo três décadas após a trágica partida dos Mamonas Assassinas.

Três Décadas Sem Mamonas Assassinas: O Legado Vivo e os Familiares que Mantêm a Chama Acesa

Continue Reading

Notícias

A Sinfonia Silenciosa do Amor: ‘A História do Som’ Explora a Profundidade das Conexões Humanas

Published

on

Após a projeção de A História do Som, obra do cineasta Oliver Hermanus, é quase inevitável traçar paralelos com O Segredo de Brokeback Mountain, de Ang Lee. Ambos os filmes abordam, de maneiras distintas, o desabrochar de um afeto profundo e singular entre duas almas, uma força que transcende a lógica e se manifesta de forma avassaladora.

Contudo, as semelhanças terminam aí. Enquanto o aclamado longa de Lee, lançado há duas décadas, optou por uma narrativa que entrelaçava as perspectivas de seus protagonistas, com diálogos e atuações carregadas de uma intensidade palpável, A História do Som adota uma abordagem mais introspectiva. O filme de Hermanus concentra-se predominantemente em um dos personagens, tecendo uma atmosfera de sobriedade que ressoa profundamente, especialmente nos momentos de silêncio.

A trama nos transporta para 1917, onde acompanhamos o encontro de dois jovens no Conservatório de Música da Nova Inglaterra. Após o término da Primeira Guerra Mundial, a dupla embarca em uma jornada pela zona rural do Maine no inverno de 1920, com a missão de registrar canções folclóricas de seus conterrâneos.

É importante ressaltar que o ritmo deliberado de A História do Som pode não agradar a todos os espectadores. No entanto, para aqueles que se permitirem ser envolvidos por sua cadência, a recompensa será uma experiência cinematográfica rica e substancial, impulsionada pelas performances excepcionais de Paul Mescal e Josh O’Connor.

Advertisement

A distinção entre as atuações de Mescal e O’Connor é particularmente notável, cada um oferecendo uma interpretação única para a complexa tapeçaria de amor e paixão que o filme constrói.

Josh O’Connor, reconhecido mundialmente por sua atuação como o Príncipe Charles na série The Crown, da Netflix, que lhe rendeu um Emmy, demonstra uma presença magnética em cena. Sua capacidade de cativar o público com uma expressividade sutil, quase etérea, é um dos pilares do filme. Essa mesma aura pôde ser apreciada em produções como o romance de época Emma. e o mais recente drama esportivo Rivais, de Luca Guadagnino.

Se O’Connor personifica uma força instintiva e envolvente, Paul Mescal opera com uma precisão cirúrgica, perfeitamente alinhada com a visão de Hermanus. O personagem de Mescal é, de fato, o eixo central da narrativa, vivenciando um amor que floresceu, se concretizou, mas que, por diversas razões, não se consolidou em uma vida compartilhada. Essa nuance é crucial para a proposta do filme, que não se detém na rotina do cotidiano, mas sim no impacto duradouro de momentos singulares, como um eco sonoro que perdura na memória.

Através de expressões faciais contidas, Mescal transmite um amargor latente, uma força que o retém mesmo diante de impulsos externos. É nessa contenção que A História do Som encontra seu triunfo. Os olhares melancólicos do ator irlandês, que remetem à sua atuação em Aftersun, revelam a ânsia por uma libertação que o amor poderia proporcionar, uma fuga de uma vida marcada por limitações, perdas e as cicatrizes indeléveis da guerra.

Graças à colaboração entre Paul Mescal e Josh O’Connor, A História do Som se configura como uma experiência profundamente sensível. O filme sugere que os sons e ruídos, sejam eles naturais ou criados pelo homem, carregam consigo histórias. Histórias invisíveis, mas onipresentes, e, em alguns casos, de uma beleza silenciosamente dilacerante.

Advertisement

A Sinfonia Silenciosa do Amor: 'A História do Som' Explora a Profundidade das Conexões Humanas

Continue Reading
Advertisement

Mais Lidas

Copyright © 2026 TVeMais