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Comissão de mortos e desaparecidos vê tortura em quarto branco do ‘BBB 26’

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“titulo”: “Comissão de Direitos Humanos Aponta Semelhanças com Tortura em Dinâmica do BBB 26”,
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A Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP), órgão ligado ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, manifestou profunda preocupação com as práticas adotadas no \”Quarto Branco\” do Big Brother Brasil 26. Em carta aberta enviada à produção do programa, a comissão compara as condições impostas aos participantes a métodos de tortura historicamente empregados em regimes autoritários, levantando questionamentos sobre os limites éticos do entretenimento televisivo.

A CEMDP destacou que elementos como a privação de sono, o isolamento prolongado, a desorientação espacial e a manutenção de posturas físicas extenuantes remetem a técnicas de coerção e tortura sistematicamente utilizadas durante a ditadura civil-militar brasileira. Segundo o documento, a reprodução dessas práticas como forma de entretenimento para milhões de espectadores é alarmante e desumaniza o sofrimento alheio.

A crítica se intensifica ao analisar a dinâmica desta edição do reality show, que, segundo a comissão, aprofundou a exploração dos limites físicos e psicológicos dos participantes. A carta argumenta que, ao transformar o sofrimento extremo em espetáculo, a emissora não apenas testa a resistência dos confinados, mas também “os limites da nossa própria humanidade”.

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O posicionamento da CEMDP se alinha a preceitos constitucionais. A comissão invoca o artigo 5º da Constituição Federal, que veda expressamente a tortura e o tratamento degradante, independentemente do consentimento dos envolvidos ou da promessa de recompensa. Além disso, cita o artigo 221, que orienta que as concessões de rádio e TV públicas devem primar por finalidades educativas, culturais e pelos valores éticos e sociais, padrões que, na visão da CEMDP, são incompatíveis com a exploração do sofrimento humano.

O documento, dirigido à executiva Leonora Bardini, responsável pela área de conteúdos da Globo, conta com assinaturas de representantes de diversas frentes, incluindo familiares de vítimas da ditadura, representantes da sociedade civil, uma deputada federal da Comissão de Direitos Humanos e uma procuradora regional da República. A carta inicia evocando uma fala de Wagner Moura sobre a transmissão de valores e traumas, conectando a responsabilidade da mídia na preservação da memória de violações de direitos humanos.

A CEMDP detalha a gravidade de associar o \”Quarto Branco\” a práticas de regimes autoritários, citando como exemplo a exigência de que uma participante permanecesse em pé sobre um pedestal por horas, método de tortura documentado. A repetição dessas imagens em um reality show, sob a égide da resistência, pode levar à dessensibilização do público e ao enfraquecimento da compreensão sobre a gravidade da violência de Estado.

A alegação de voluntariedade dos participantes em busca de fama ou prêmio é refutada pela comissão. Para os signatários, o consentimento não legitima práticas que configurem tratamento cruel ou degradante, especialmente em um meio de comunicação de concessão pública. A memória das vítimas da repressão, segundo a CEMDP, exige vigilância para evitar a normalização de práticas associadas à tortura.

Criada em 1995, a CEMDP foi reinstalada em 2024 e tem como objetivo a busca por memória, verdade e reparação para vítimas de violência de Estado. A intervenção no caso do BBB 26 é vista como parte do esforço para manter vivo o debate sobre a tortura e suas consequências sociais.

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O episódio que desencadeou o manifesto ocorreu quando Rafaella Jaqueira desmaiou após mais de 120 horas confinada no \”Quarto Branco\”, em uma dinâmica que envolvia isolamento, barulhos constantes e condições extremas para exaurir física e mentalmente os participantes. A prova, que visava garantir uma vaga fixa no elenco do programa, estabeleceu um novo recorde de duração para o reality.

A comissão enfatiza que cenas como essa não devem ser vistas apenas como demonstrações de resistência, mas como um alerta sobre a normalização do sofrimento em nome do entretenimento. A CEMDP solicita que a emissora reavalie o uso de dinâmicas que associam dor física e psicológica ao espetáculo, em um país que ainda lida com os traumas da repressão estatal. Estudos sobre a transmissão transgeracional de traumas reforçam o papel da TV aberta na construção de valores e na perpetuação da memória.

A carta conclui com um apelo à sociedade para que questione a aceitação de tais formatos. A CEMDP argumenta que a banalização de experiências que remetem à violência de Estado é uma forma de conivência, e que a memória dos mortos e desaparecidos políticos demanda uma postura de rejeição a qualquer forma de dessensibilização diante da dor. Até o momento da publicação desta notícia, a Globo não se pronunciou sobre o caso, apesar de ter sido contatada.


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Comissão de mortos e desaparecidos vê tortura em quarto branco do 'BBB 26'

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Cruel Istambul: As Reviravoltas que Aguardam os Espectadores da Band entre 2 e 6 de Fevereiro de 2026

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A novela turca exibida pela Band, no horário nobre das 20h30, prepara uma semana repleta de emoções e desdobramentos para seus fiéis telespectadores. Entre os dias 2 e 6 de fevereiro de 2026, os capítulos de ‘Cruel Istambul’ prometem intensificar os conflitos e revelar novos caminhos para os personagens centrais da trama.

Os fãs que acompanham a saga poderão testemunhar momentos decisivos que moldarão o destino dos protagonistas. As tramas interligadas, marcadas por dilemas morais e reviravoltas inesperadas, continuarão a prender a atenção do público, consolidando a novela como um dos destaques da programação noturna da emissora.

Cruel Istambul: As Reviravoltas que Aguardam os Espectadores da Band entre 2 e 6 de Fevereiro de 2026

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Terceira Berlinda do BBB 26: Ana Paula, Brigido e Leandro Concorrem à Eliminação

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O Big Brother Brasil 26 definiu neste domingo, 1º, os três participantes que disputarão o terceiro paredão da edição. Ana Paula Renault, Brigido e Leandro foram os escolhidos e um deles deixará a casa na próxima terça-feira, 3. A formação da berlinda contou com reviravoltas e estratégias.

Jonas Sulzbach foi o primeiro a ser emparedado, em decorrência do consenso estabelecido após o atendimento ao Big Fone. Em seguida, Sarah, detentora da imunidade concedida por Anja, optou por salvar Sol Vega.

A líder da semana, Maxiane, indicou Ana Paula diretamente para o paredão, justificando sua decisão pela dinâmica de convivência dentro da casa. Na votação aberta entre os demais confinados, Leandro e Brigido receberam o maior número de votos, completando o trio da berlinda.

Leandro e Jonas tiveram a chance de se livrar do paredão na Prova Bate e Volta, uma disputa que dependia da sorte. Jonas saiu vitorioso e, com isso, garantiu sua permanência na competição.

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Assim, o paredão que definirá o próximo eliminado é formado por Ana Paula, Brigido e Leandro.

Detalhes da Votação:

Jonas votou em Leandro.
Milena votou em Brigido.
Samira votou em Leandro.
Brigido votou em Leandro.
Alberto votou em Leandro.
Ana Paula votou em Brigido.
Breno votou em Brigido.
Solange votou em Gabriela.
Juliano votou em Brigido.
Marciele votou em Leandro.
Marcelinho votou em Brigido.
Gabriela votou em Leandro.
Edilson votou em Leandro.
Leandro votou em Brigido.
Sol votou em Leandro.
Jordana votou em Leandro.
Babu votou em Brigido.
Sarah votou em Leandro.
Chaiany votou em Brigido.

Confira também: Entenda as perdas de Paulo Augusto após sua expulsão do BBB 26.

Terceira Berlinda do BBB 26: Ana Paula, Brigido e Leandro Concorrem à Eliminação

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Comissão de Direitos Humanos Alerta: Quarto Branco do BBB 26 Remete a Práticas de Tortura da Ditadura

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A Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP), órgão vinculado ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, manifestou profunda preocupação com as dinâmicas do quarto branco no Big Brother Brasil 26. Em carta aberta dirigida à produção do programa, a comissão comparou as condições impostas aos participantes, como privação de sono e isolamento prolongado, a métodos de tortura utilizados durante o regime militar brasileiro, alertando para os limites éticos do entretenimento televisivo.

A CEMDP destacou que a dinâmica do quarto branco, que já apareceu em edições anteriores do reality, atingiu um novo patamar de intensidade nesta temporada. A privação sensorial, a desorientação espacial e temporal, e a exigência de posturas físicas extenuantes foram apontadas como elementos que evocam de forma “aterradora” as práticas de violação de direitos humanos perpetradas pelo Estado em períodos autoritários. Para a comissão, transformar o sofrimento extremo em espetáculo televisivo coloca em xeque não apenas os limites do jogo, mas também a própria sensibilidade humana.

No documento, a comissão fundamenta sua crítica em princípios constitucionais. É enfatizado que o artigo 5º da Constituição Federal proíbe taxativamente a tortura e o tratamento cruel ou degradante, ressalvando que tal proibição é absoluta e não pode ser relativizada, nem mesmo pelo consentimento dos participantes ou pela promessa de recompensas financeiras. Adicionalmente, a carta invoca o artigo 221, que estabelece que as concessões públicas de rádio e televisão devem pautar-se por finalidades educativas, culturais e pelos valores éticos e sociais, algo que, na avaliação da CEMDP, não se alinha com a exploração do sofrimento como atração.

A carta, endereçada à executiva Leonora Bardini, responsável pela área de conteúdos da Globo, conta com assinaturas de representantes de diversas esferas, incluindo Diva Soares Santana (familiares de mortos e desaparecidos políticos), Vera Facciolla Paiva e Maria Cecília Adão (sociedade civil), a deputada Natália Bonavides (Comissão de Direitos Humanos da Câmara) e a procuradora regional da República Eugênia Augusta Gonzaga. O texto inicia evocando uma reflexão de Wagner Moura sobre a transmissão de traumas e valores entre gerações, sublinhando a responsabilidade da mídia na preservação da memória e na promoção de valores éticos.

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A CEMDP detalha a gravidade da associação entre o quarto branco e métodos de regimes autoritários. É citado o caso de uma participante que precisou se manter em pé sobre um pedestal estreito por horas, uma posição identificada como método de tortura documentado. A comissão alerta que a exibição repetida de tais cenas em um reality show, sob a lógica de resistência, pode dessensibilizar o público à dor alheia e enfraquecer a compreensão social sobre a gravidade da violência de Estado.

A comissão também refuta o argumento de que a participação voluntária dos confinados legitima a dinâmica. Para os signatários, o consentimento não anula a possibilidade de enquadramento em tratamento cruel ou degradante, especialmente em um contexto de concessão pública. A memória das vítimas da repressão, segundo a carta, exige vigilância constante para evitar a normalização de práticas associadas à tortura sob o disfarce de entretenimento.

Fundada em 1995, a CEMDP foi pioneira no reconhecimento de mortos e desaparecidos políticos da ditadura. Após ter suas atividades interrompidas, foi recriada em 2024, retomando seu papel em ações de memória, verdade e reparação. A intervenção no caso do BBB 26 é vista como parte desse esforço contínuo para manter vivo o debate sobre tortura e suas consequências sociais.

O episódio que desencadeou esta manifestação ocorreu com os participantes Chaiany Andrade, Gabriela Saporito, Leandro Rocha, Matheus Moreira e Rafaella Jaqueira, confinados desde 12 de janeiro em um ambiente restritivo, com privação de sono, barulhos constantes e condições adversas, visando exaurir física e psicologicamente os competidores. A prova ultrapassou 120 horas, um recorde para o programa.

A dinâmica chegou ao fim na madrugada de 18 de janeiro, quando Rafaella Jaqueira desmaiou após mais de 120 horas em pé sobre uma plataforma. Ela recebeu atendimento médico e foi eliminada, enquanto os demais competidores foram confirmados no elenco oficial do BBB. A CEMDP ressalta que tais cenas não devem ser vistas como mera demonstração de resistência, mas sim como um alerta sobre a normalização do sofrimento em nome do entretenimento, em um país ainda marcado por traumas da repressão estatal. A comissão apela à sociedade para que questione e rejeite dinâmicas que banalizam experiências reminiscentes de violência de Estado, ressaltando o papel da mídia na construção de valores geracionais. Até o fechamento desta notícia, a Globo não havia se pronunciado sobre o caso, embora procurada.

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Comissão de Direitos Humanos Alerta: Quarto Branco do BBB 26 Remete a Práticas de Tortura da Ditadura

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