A trajetória de Benito Antonio Martínez Ocasio, mundialmente conhecido como Bad Bunny, transcende as fronteiras da música, consolidando-se como um fenômeno cultural e um empreendedor de sucesso. Aos 31 anos, o artista porto-riquenho não apenas domina as paradas globais com sua sonoridade inovadora, mas também demonstra um faro apurado para investimentos imobiliários, adquirindo propriedades de alto padrão em locais estratégicos e marcando seu nome na história do Grammy.
A influência de Bad Bunny se estende por continentes, e seu portfólio de residências reflete essa projeção. Antes de alcançar o ápice de sua carreira musical, o artista já explorava o mercado imobiliário de luxo, com passagens por imóveis em cidades como Los Angeles, Nova York e sua terra natal, Porto Rico. Essas propriedades, caracterizadas por design moderno, amplos espaços e vistas deslumbrantes, serviram como refúgios para descanso e bases para suas intensas agendas de turnês e projetos.
Um dos destaques desse acervo é uma mansão em Hollywood Hills, Los Angeles, adquirida por aproximadamente US$ 8,3 milhões. A residência, situada em um terreno generoso, conta com piscina, área externa e espaços de convivência que combinam discrição e sofisticação, características de imóveis em uma das regiões mais cobiçadas da cidade.
Anteriormente, Bad Bunny protagonizou um dos aluguéis residenciais mais suntuosos de Nova York. O artista ocupou uma cobertura de mais de 418 m² no bairro de Chelsea, com múltiplas varandas, piscina externa e terraço, por um valor estimado em US$ 150 mil mensais, um dos contratos de locação mais expressivos da metrópole.
O refúgio porto-riquenho, em Porto Rico, também chama atenção. Uma mansão avaliada em cerca de €1 milhão (aproximadamente R$ 5,5 milhões) serviu como base para o artista em períodos entre compromissos profissionais e pessoais, evidenciando o crescimento de seu patrimônio.
Nascido em Vega Baja, Porto Rico, Bad Bunny se consolidou como um dos principais expoentes da música urbana contemporânea. Sua habilidade em fundir reggaeton, trap latino e ritmos caribenhos o catapultou para o estrelato internacional, acumulando milhões de ouvintes e uma presença constante nas plataformas digitais e nas paradas musicais desde meados da década de 2010, impulsionado por sucessos como “Soy Peor” e diversas colaborações de impacto.
O ápice de sua consagração ocorreu em fevereiro de 2026, quando Bad Bunny fez história ao conquistar o Grammy de Álbum do Ano por “Debí Tirar Más Fotos”. Este feito inédito o consagrou como o primeiro artista a vencer a principal categoria do Grammy com um álbum inteiramente em espanhol, abrindo portas para a música latina no cenário global.
Na mesma cerimônia, o artista porto-riquenho também foi premiado nas categorias de Melhor Álbum de Música Urbana e Melhor Performance Musical Global, solidificando “Debí Tirar Más Fotos” como um dos trabalhos mais celebrados da noite. Em seu discurso de aceitação, predominantemente em espanhol, Bad Bunny celebrou suas origens, dedicando a vitória a comunidades de imigrantes e jovens sonhadores ao redor do mundo.
A consagração no Grammy global coroa uma trajetória de sucesso que já havia sido reconhecida no Grammy Latino. Em 2025, Bad Bunny foi um dos grandes destaques da 26ª edição do evento, levando para casa cinco troféus, incluindo Melhor Álbum do Ano e Melhor Álbum de Música Urbana. O sucesso estrondoso de “Debí Tirar Más Fotos” nas paradas digitais e seu alcance global reafirmam seu papel como um marco no desenvolvimento e na expansão da música latina para além do mercado anglófono.