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Herdeiros da Fama: A Ascensão dos ‘Nepo Babies’ no Cenário Artístico Brasileiro

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O termo “nepo baby”, que se refere a filhos de personalidades com carreiras consolidadas que também alcançam visibilidade pública, tem ganhado força e gerado discussões nas redes sociais. No Brasil, diversos artistas que se encaixam nessa definição têm abordado o assunto com franqueza, reconhecendo os privilégios de ter conexões familiares no meio artístico. Nomes como Sasha Meneghel, Leandra Leal, Enzo Celulari e Luisa Perissé estão entre os que já se posicionaram sobre o rótulo.

A expressão, derivada de “nepotism baby”, descreve indivíduos que, por meio de seus laços familiares, obtêm uma entrada facilitada e uma exposição ampliada no mercado de trabalho. Embora o conceito reconheça essa vantagem inicial, ele não desmerece o talento ou o esforço individual.

Sasha Meneghel, filha da apresentadora Xuxa, foi uma das figuras centrais nesse debate ao admitir publicamente seu status de “nepo baby”. Durante um evento de moda, ela comentou sobre os privilégios inerentes à sua origem: “Eu sou nepo baby sim, e eu quero dizer que eu sou ‘A’ nepo baby, tá? Eu reconheço os privilégios que eu tenho. Eu tenho um privilégio imenso de poder juntar tanta gente incrível aqui”, declarou.

Leandra Leal, filha da atriz Ângela Leal, também trouxe sua perspectiva, relativizando o peso do termo. “Nepobaby é ser filho de alguém famoso que seguiu a mesma carreira que você? Eu sou nepobaby. É possível alguém que é filha de uma atriz que é atriz também não ter isso? Gente, é a vida”, ponderou. Ela ressaltou, contudo, sua dedicação profissional: “Trabalho muito, estudei muito, estou comprometida. Não sou acomodada, não sou uma pessoa que senta nos meus privilégios. Pelo contrário! Sou consciente deles.”.

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Enzo Celulari, filho dos renomados atores Claudia Raia e Edson Celulari, compartilhou um ponto de vista semelhante, defendendo que o termo não deveria carregar uma conotação negativa. “Não deveria ter uma conotação negativa ser filho de duas pessoas bem-sucedidas e ser nepo no sentido do privilégio de estar entrando no mesmo mercado que seus pais. Claro, se for por mérito seu, se você aprofundar e tiver respeito pelo ofício”, afirmou.

A discussão sobre “nepotismo” no universo artístico se estende a uma vasta gama de celebridades brasileiras cujos filhos seguiram caminhos semelhantes aos seus, muitas vezes com o apoio e a visibilidade proporcionados pela fama familiar. Exemplos notórios incluem:

  • Pedro Novaes, filho de Letícia Spiller e Marcelo Novaes.
  • Benício, Joaquim e Eva Huck, filhos de Angélica e Luciano Huck.
  • Giulia Costa, filha de Flávia Alessandra.
  • Luisa Perissé, filha de Heloísa Périssé.
  • Yasmin Brunet, filha da modelo Luíza Brunet.
  • Wanessa Camargo, filha do cantor Zezé Di Camargo.
  • Sandy e Júnior Lima, filhos do cantor Xororó.
  • Tiago Leifert, filho de Gilberto Leifert, ex-diretor da Globo.
  • Rafael e Francisco Vitti, filhos do ator João Vitti e da atriz Valéria Alencar.
  • Maria Maya, filha do diretor Wolf Maya e da atriz Cininha de Paula.
  • Luisa Arraes, filha do diretor Guel Arraes e da atriz Virgínia Cavendish.
  • Livian Aragão, filha do ator Renato Aragão.
  • João Silva, filho do apresentador Fausto Silva.
  • Manu Gavassi, filha do radialista Zé Luiz.
  • João Guilherme e Zé Felipe, filhos do cantor Leonardo.
  • Gabeu, filho do cantor Solimões.
  • Gabriela Duarte, filha da atriz Regina Duarte.
  • Fiuk, filho do cantor Fábio Júnior.
  • A família Abravanel, com as filhas e netos de Silvio Santos atuando no SBT.
  • Fernanda Torres, filha da atriz Fernanda Montenegro.
  • A família Gil, com diversos membros atuando na música e apresentando bandas.
  • Barbara Evans, filha da modelo Monique Evans.
  • Cleo e Antonia Moraes, filhas da atriz Glória Pires (Cleo também é filha de Fábio Júnior).
  • Alice Braga, sobrinha da atriz Sônia Braga.
  • Bruno Fagundes, filho do ator Antônio Fagundes.

Em uma iniciativa criativa, Luisa Perissé decidiu transformar o próprio rótulo em um projeto. Filha da atriz Heloísa Périssé, ela lançou “Nepograma”, um programa no YouTube da Sony que explora a fama e a herança artística. A ideia surgiu após uma conversa com Flávia Alessandra e Giulia Costa. Em entrevista, Luisa abordou as críticas com leveza: “As pessoas falam sempre num tom muito pejorativo, né? Mas também é um fato”. Ela resumiu a proposta do “Nepograma”: “Vamos fazer essa limonada, né? Melhor, vamos fazer uma caipirinha”. O programa busca apresentar diversas perspectivas sobre o tema, com episódios semanais e quadros que analisam notícias relacionadas a filhos de celebridades.

Herdeiros da Fama: A Ascensão dos 'Nepo Babies' no Cenário Artístico Brasileiro

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RECORD Escolhe Novela Turca ‘Eu Sou Mãe’ para Substituir ‘Mãe’ em Fevereiro

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A emissora RECORD definiu a próxima atração de seu horário nobre: a novela turca ‘Eu Sou Mãe’ (originalmente ‘Benim Adım Melek’). A produção, que traz no papel principal a aclamada atriz Özge Özpirinçci, tem estreia prevista para o mês de fevereiro.

A expectativa é que a trama, conhecida por suas histórias envolventes e capazes de gerar forte comoção no público, mantenha a audiência consolidada pelo folhetim antecessor, ‘Mãe’, também de origem turca.

A escolha de ‘Eu Sou Mãe’ reforça a aposta da RECORD no potencial das produções internacionais para atrair e fidelizar espectadores, explorando narrativas que dialogam com questões familiares e emocionais.

RECORD Escolhe Novela Turca 'Eu Sou Mãe' para Substituir 'Mãe' em Fevereiro

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Qatar: Onde o Álcool Existe, Mas é Quase Um Luxo Proibido

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Apesar de não se classificar como um país de abstinência total, o Qatar impõe uma das legislações mais restritivas do planeta em relação ao consumo de bebidas alcoólicas. Embora a venda e o consumo não sejam integralmente banidos, as inúmeras exigências e limitações transformam o acesso ao álcool em uma prática com barreiras significativas, especialmente para visitantes de nações como o Brasil, onde o álcool é amplamente aceito e integrado à cultura.

Em consonância com os preceitos islâmicos, que consideram o álcool indesejável, o Qatar regula de forma rigorosa a sua disponibilidade, com o Estado exercendo um controle estrito.

Pontos de Consumo Autorizados e Restrições

O consumo de álcool por turistas e residentes não muçulmanos é restrito a estabelecimentos licenciados e aprovados pelo governo, como bares, clubes e restaurantes vinculados a hotéis internacionais. Estabelecimentos comuns, incluindo restaurantes de rua e locais em shoppings, assim como supermercados, não estão autorizados a comercializar bebidas alcoólicas.

Para estrangeiros com mais de 21 anos, a aquisição e o consumo em locais permitidos exigem a apresentação do passaporte. Residentes estrangeiros que desejam adquirir álcool para consumo em suas residências precisam passar por um processo burocrático, obter uma licença governamental e respeitar limites mensais de gastos.

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O transporte de bebidas alcoólicas para o país é proibido. Qualquer quantidade apreendida no aeroporto só é liberada no momento da saída do indivíduo do Qatar. Adicionalmente, o estado de embriaguez em público configura crime, sujeito a multas e até mesmo detenção. Mesmo a compra legal exige que o consumo ocorra em ambientes privados, longe do alcance público, e reuniões para consumo fora das áreas designadas podem acarretar penalidades.

Opções Disponíveis e Alternativas Sem Álcool

Nos locais autorizados, é possível encontrar cervejas, destilados como uísque e gin, além de champanhes. Para aqueles que buscam alternativas, o mercado qatari oferece diversas opções de bebidas sem álcool de marcas conhecidas, disponíveis em supermercados e até mesmo em estádios.

A Copa do Mundo e a Contradição do Álcool

A realização da Copa do Mundo de 2022 no Qatar expôs as complexidades da sua política de álcool. Pouco antes do evento, a decisão de proibir a venda de cerveja nas proximidades dos estádios, contrariando acordos prévios, gerou forte repercussão. Em contrapartida, áreas VIP e de hospitalidade ofereciam acesso irrestrito a diversas bebidas alcoólicas para portadores de ingressos de alto valor, enquanto o público geral era direcionado a locais como o Fan Festival, onde uma única cerveja podia custar o equivalente a R$ 75.

Houve também flexibilizações temporárias para jornalistas e credenciados, facilitando o acesso ao Qatar Distribution Center (QDC), o único ponto de venda de álcool para consumo doméstico. Durante o período da Copa, os limites de compra foram ampliados e a burocracia para aquisição, reduzida. Essas medidas temporárias evidenciaram um ajuste pragmático do país diante da projeção global do evento.

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Record Apresenta “I Am Mother”, Novo Drama Turco de Alto Impacto Emocional para Substituir “Mãe”

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A emissora Record prepara uma novidade em sua programação noturna para fevereiro de 2026, com a estreia da série turca “I Am Mother” (originalmente “Sandık Kokusu”). A escolha reforça a estratégia do canal de investir em produções internacionais que dialogam com o público através de tramas envolventes e com forte carga emocional, seguindo o sucesso de “Mãe”, que será sucedida pela nova obra.

A produção, que já alcançou êxito em diversos mercados, incluindo países de língua espanhola onde é conhecida como “Una Madre Nunca Se Rinde”, chega ao Brasil com a promessa de cativar os telespectadores. O grande trunfo da escalação é a atriz Özge Özpirinçci, que retorna às telinhas brasileiras após conquistar o público como protagonista de “Força de Mulher”. Em “I Am Mother”, ela interpreta Karsu, uma mulher que enfrenta o esgotamento físico e mental decorrente da chegada de seu filho mais novo, em meio a uma rotina já exaustiva.

A narrativa ganha um contorno dramático e surpreendente logo no início, quando um evento traumático abala a estrutura familiar. O desaparecimento do bebê mais novo mergulha a protagonista em um luto inesperado. O choque se intensifica com a revelação de que a própria mãe de Karsu é a responsável pelo sumiço do neto, estabelecendo o conflito central da história.

A partir desse segredo familiar devastador, a série se desenvolve em torno da busca incessante de Karsu pelo paradeiro de seu filho. Essa jornada, marcada pela superação e pelo confronto com o passado, deverá guiar a audiência da Record nas próximas semanas, reafirmando o compromisso da emissora com histórias que exploram a resiliência feminina e dramas domésticos de grande apelo popular.

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