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Isabeli Fontana diz ser possessiva e revela como lida com o marido Di Ferrero

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Nesta terça-feira (20), Luciana Gimenez recebe em seu ‘Luciana By Night’ a modelo Isabeli Fontana. Durante papo com a apresentadora, a bela, que iniciou a carreira com apenas 12 anos de idade, fala dos pontos positivos e negativos da profissão e revela à apresentadora que, além de ‘odiar’ sua magreza na época, não levava jeito para modelar. “Fiz um curso de boas maneiras porque eu não sentava assim [de pernas cruzadas]. Então, com as aulas, aprendi a sentar, desfilar, olhar reto, todas essas coisas”, confessa.

Crédito/Fotos: Divulgação/RedeTV!


Mãe dos meninos Lucas e Zion, ela recorda a primeira gravidez, aos 19 anos, e conta que jamais pensou em priorizar o trabalho ao invés da família, mesmo no auge da carreira. “Todo mundo ficou contra mim e muitas pessoas falavam: ‘tem certeza de que você vai ter esse filho?’, e eu dizia que era óbvio que eu teria. Nunca nem passou pela minha cabeça tirar o bebê porque eu já o amava mais do que tudo. Era uma conexão absurda que eu tinha com meu filho dentro da minha barriga. Eu estava tão feliz que nem pensei na minha carreira”, conta ela sobre a gestação do primogênito Zion, em 2003.
Casada com Di Ferrero há cerca de um ano, Isabeli classifica o marido como “príncipe” e dá detalhes de sua relação com o cantor. “Graças a Deus tenho um homem maravilhoso em minha vida, ele veio no momento certo. A gente se dá muito bem, somos amigos, parceiros e fazemos muitas coisas juntos”, derrete-se a bela, que ainda afirma ser ciumenta: “Sou possessiva, mas faço um jogo mais intelectual. O deixo bem à vontade porque quanto mais a gente deixa os homens à vontade, mais eles querem se aproximar da gente. Finjo que não olho nada, mas olho tudo”.
Uma das brasileiras mais poderosas no mundo da moda, a curitibana conta que tem vergonha de desfilar no carnaval, diz que tem investido em “boas terapias” para aprender a ter foco e fala sobre os planos para o futuro: “Quero fazer um canal no YouTube e experimentar coisas novas. Sempre fui dessas que só olham para a frente, não olho para trás. Deixo a vida me levar e vou com tudo”.
Ainda na atração, Luciana Gimenez desafia a colega a mostrar suas habilidades como modelo fotográfica, fazendo poses de acordo com situações inusitadas mostradas no telão.

Apresentado por Luciana Gimenez, o Luciana By Night vai ao ar às terças-feiras, às 22h45, pela RedeTV!.

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Juliano Floss Lidera Engajamento Digital no BBB26, Ana Paula Renault e Jonas Sulzbach Completam o Pódio

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Nas primeiras semanas do Big Brother Brasil 26, o influenciador Juliano Floss se destaca como o participante com maior engajamento nas redes sociais. Uma análise realizada pelo perfil Espiadinha, cobrindo o período de 12 a 14 de janeiro, revelou que Floss obteve a média mais alta de interações por publicação no Instagram entre os confinados, assumindo a liderança desse ranking.

Na segunda posição, Ana Paula Renault demonstra sua força nas plataformas digitais, mantendo uma conexão sólida com o público e acumulando números expressivos de interações. Completando o trio de líderes em engajamento está Jonas Sulzbach, outro nome familiar ao público do reality, que também se sobressai pelo volume considerável de curtidas, comentários e compartilhamentos em suas postagens.

A lista segue com Sarah Andrade, Samira Sagr e Marciele Albuquerque entre as primeiras colocadas, evidenciando uma disputa acirrada pela atenção do público fora da casa. Participantes como Aline Campos, Henri Castelli e Alberto Cowboy figuram mais abaixo no levantamento, mas mantêm um engajamento relevante, especialmente considerando os dias iniciais do confinamento.

Os dados reforçam a importância crescente do desempenho nas redes sociais como um indicador de popularidade no BBB26, influenciando diretamente as narrativas, a formação de torcidas e até mesmo as estratégias de jogo dentro e fora da casa mais vigiada do Brasil.

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Juliano Floss Lidera Engajamento Digital no BBB26, Ana Paula Renault e Jonas Sulzbach Completam o Pódio

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Reviravolta no BBB 26: Aline Campos Reage e Manda Ana Paula Renault para o Paredão

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O Big Fone tocou e causou um terremoto na casa do Big Brother Brasil 26. Após receber um chamado que lhe concedeu imunidade, um participante, que optou por não ter sua identidade revelada neste momento, utilizou seu poder para indicar Aline Campos diretamente para o primeiro Paredão da edição.

Em uma jogada estratégica inesperada, Aline Campos, ao invés de se resignar à indicação, contra-atacou. Ela utilizou seu recém-adquirido poder para nomear a colega Ana Paula Renault, enviando-a para disputar a permanência na casa.

A dinâmica da casa promete esquentar com essa primeira formação de Paredão, que já demonstra o alto nível de estratégia e reviravoltas que os espectadores podem esperar desta temporada.

Reviravolta no BBB 26: Aline Campos Reage e Manda Ana Paula Renault para o Paredão

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Atracão por Axilas no BBB 26: Especialista Desmistifica o ‘Axilismo’

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Em meio às primeiras semanas do Big Brother Brasil 26, uma confissão feita por Juliano Floss durante uma conversa com outros participantes gerou repercussão e curiosidade. O influenciador revelou uma preferência íntima que o acompanhava com certo receio de ser mal interpretado: o prazer em sentir o cheiro das axilas de sua namorada, a cantora Marina Sena. Floss admitiu que, por muito tempo, considerou essa atração como algo incomum ou até mesmo uma questão de saúde.

“Eu achava que era uma coisa doentia. É gostoso cheirar o sovaco dela”, declarou Juliano, expressando também a vergonha que sentia ao expor esse aspecto de sua intimidade aos colegas de confinamento. A declaração rapidamente se espalhou pelas redes sociais, dando origem a debates sobre os limites da sexualidade, preferências pessoais e a linha tênue que pode existir com questões clínicas. Nesse contexto, o termo ‘axilismo’ começou a circular entre os internautas, suscitando tanto interesse quanto julgamentos precipitados.

Para esclarecer os aspectos médicos por trás desse tipo de atração, o médico integrativo Dr. Wandyk Alisson concedeu entrevista à CARAS Brasil. Segundo o especialista, o comportamento relatado por Juliano Floss está inserido em um espectro mais amplo da sexualidade humana e não é incomum, embora muitas vezes seja mal compreendido devido a preconceitos.

O Que a Medicina Diz Sobre o Fenômeno

Dr. Wandyk Alisson explica que a atração por partes específicas do corpo, como as axilas, não surge de forma arbitrária e não deve ser automaticamente associada a transtornos psicológicos. Na medicina e na psicologia, tais preferências são analisadas com base em critérios como consentimento mútuo entre adultos, bem-estar emocional e a ausência de prejuízos na vida social e funcional do indivíduo.

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O médico detalha que o que tem sido popularmente chamado de ‘axilismo’ é clinicamente compreendido como uma forma de fetichismo corporal específico. Em outras literaturas, o termo aparece como ‘armpit fetishism’ ou ‘maschalagnia’, caracterizando uma atração que pode ser sexual, olfativa ou sensorial por uma região particular do corpo.

“Trata-se de um parcialismo sexual, ou seja, uma preferência direcionada a uma parte do corpo, inserida dentro do amplo espectro da sexualidade humana, desde que ocorra entre adultos, de forma consensual”, ressalta o Dr. Wandyk. Ele enfatiza que, quando essas condições são atendidas, não há motivo para patologização.

A Biologia do Desejo Olfativo

Do ponto de vista biológico, as axilas possuem características que influenciam a produção e a percepção de odores. O Dr. Wandyk Alisson pontua que a região concentra glândulas sudoríparas apócrinas, cujas secreções, ao interagirem com a microbiota da pele, geram odores que podem ser interpretados de maneiras distintas.

“Determinados compostos liberados nesse suor ativam vias olfativas que se conectam diretamente ao sistema límbico, área do cérebro ligada à emoção, memória e excitação”, explica o médico. Ele acrescenta que, embora a existência de feromônios humanos ainda seja objeto de debate, há evidências de que esses estímulos olfativos podem modular respostas emocionais e comportamentais de forma sutil.

A percepção do odor corporal também é influenciada por fatores evolutivos, culturais e experiências individuais. “A percepção do odor corporal tem raízes profundas na evolução humana, associadas à comunicação química, reconhecimento entre indivíduos e até seleção sexual. Essa resposta não é apenas biológica: ela é moldada por experiências pessoais, cultura, aprendizado e contexto social”, afirma.

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Fatores como higiene, saúde da pele, hábitos de vida e o microbioma cutâneo também desempenham um papel na forma como o odor corporal é produzido e percebido. Ao final, Dr. Wandyk Alisson reitera que a atração por axilas, por si só, não constitui uma doença. “Do ponto de vista médico, ter atração por axilas não configura doença, transtorno ou desvio patológico por si só. O critério clínico sempre envolve três pontos: consentimento entre adultos, ausência de sofrimento psíquico e ausência de prejuízo funcional ou social”, conclui.

Ele reforça que preferências que fogem do padrão cultural, como a atração por pés, mãos ou outras partes do corpo, não devem ser automaticamente estigmatizadas. “Sob a ótica médica, científica e integrativa, o chamado axilismo é uma variação do comportamento humano, influenciada por fatores biológicos, neurológicos, hormonais e culturais. Na ausência de sofrimento, constrangimento ou impacto negativo na vida do indivíduo, não é considerado um transtorno, mas sim parte da diversidade da sexualidade humana”, finaliza.

Atracão por Axilas no BBB 26: Especialista Desmistifica o 'Axilismo'

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