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Jair Bolsonaro sobre apoio de outros partidos: "Se eu tivesse, estaria em Curitiba ou na Papuda uma hora dessa"

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No ‘SuperPop’ de ontem (23) Luciana Gimenez recebeu ao vivo o deputado Jair Bolsonaro (PSC). Durante participação no quadro “Palavra-chave”, ele falou sobre sua possível candidatura à Presidência do país em 2018 e ainda criticou o alto grau de corrupção na política nacional, negando possuir qualquer apoio dos demais partidos: “Se eu tivesse, estaria em Curitiba ou na Papuda uma hora dessa”.

Defendendo o porte de armas para todas as pessoas que queiram e tenham acima de 21 anos, ele explicou como funcionaria, caso fosse eleito. “A pessoa faz um teste psicológico simples e ganha o porte definitivo. (…) Hoje em dia no Brasil só está desarmado o cidadão de bem. Não temos aqui sequer o direito à legítima defesa. O que faz um homem respeitar o outro é a possibilidade de se ter uma reação”, disse.

Com o objetivo de “recuperar a ordem e o progresso” no país, Bolsonaro defendeu que a hierarquia e disciplina são fundamentais e demonstrou seu descontentamento com a “incompetência atual”. “Temos que separar o Poder Legislativo do Executivo, porque enquanto eles estiverem juntos vai continuar acontecendo o que vemos hoje em dia. A ineficiência do Estado e a corrupção vêm das indicações políticas. É preciso ter em cada ministério uma pessoa qualificada e habilitada para exercer aquela função”, afirmou ele.

Constantemente comparado ao presidente dos Estados Unidos Donald Trump, o deputado disse que, na maioria das vezes, gosta da associação e explicou o motivo. “Nós somos contra o politicamente correto. Hoje em dia fazer uma brincadeira está difícil. Qualquer coisa é racismo, homofobia, não se pode brincar com gaúcho, baiano. Só pode fazer piada entre amigos. ‘Tem alguém gravando? Não? Então continua’”, desabafou Bolsonaro, que ainda citou uma frase de Morgan Freeman: “Como ele disse, como se combate o racismo? Não tocando no assunto”.

O deputado comentou ainda sobre algumas polêmicas envolvendo comentários que teria feito à respeito das mulheres: “Falo, às vezes, demais e tenho que me controlar em algumas brincadeiras que faço. (…) De vez em quando escorrega e aí o pessoal leva para a maldade”.

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Durante conversa com a apresentadora, ele criticou ainda o Tribunal Superior Eleitoral que, segundo ele, quer garantir o voto impresso apenas para um número pequeno de seções eleitorais: “O TSE quer dar uma volta nisso. Eles querem que apenas 6% das seções no ano que vem tenham impressora do lado, alegando custo. Isso não é verdade. (…) Eu tenho o direito de desconfiar do TSE”.

Crescendo nas pesquisas de intenção de voto para as eleições do ano que vem, o deputado negou que haja fanatismo por parte de seus seguidores: “Há uma relação mútua de confiança entre nós. As minhas palestras, na minha conversa, a garotada acredita no que eu falo e eu sempre procuro botar a verdade acima de tudo”.

Apresentado por Luciana Gimenez, o ‘SuperPop’ vai ao ar às segundas e quartas-feiras, às 22h30, pela RedeTV!. A direção é de Rafael Venturini.

 

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Segurança em Foco: Fãs do BTS Pressionam por Medidas Robustas em Próximos Shows no Brasil

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A expectativa para o retorno do BTS ao Brasil, um dos fenômenos globais do K-pop, está sendo marcada por um clamor dos fãs por garantias de segurança durante os eventos. Uma iniciativa popular, materializada em um abaixo-assinado, busca assegurar que as apresentações ocorram em um ambiente seguro para todos os presentes.

O grupo sul-coreano, conhecido por sua legião de admiradores fervorosos em território brasileiro, terá seus próximos shows sob escrutínio especial. A mobilização dos fãs reflete uma preocupação crescente com a integridade e o bem-estar do público, especialmente considerando a magnitude dos eventos e a paixão que move a base de fãs do BTS.

Embora os detalhes sobre as datas e locais exatos das apresentações ainda estejam sendo aguardados, a comunidade de fãs já se articula para que a organização dos shows priorize protocolos de segurança eficazes. O objetivo é evitar incidentes e garantir que a experiência do concerto seja memorável pelos motivos certos, sem contratempos que comprometam a segurança dos espectadores e dos próprios artistas.

Segurança em Foco: Fãs do BTS Pressionam por Medidas Robustas em Próximos Shows no Brasil

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Sofia Frank presta emocionante tributo ao avô, Manoel Carlos, e revela conselhos marcantes

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A neta do renomado autor de novelas Manoel Carlos, Sofia Frank, de 24 anos, comoveu seus seguidores nas redes sociais ao compartilhar memórias e sentimentos profundos após o falecimento do avô, ocorrido no último sábado (10), aos 92 anos. Filha de Maria Carolina, fruto do segundo casamento de Maneco, Sofia relembrou a forte conexão que mantinha com o novelista, a quem carinhosamente chamava de “vovô marreco” na infância.

Em sua publicação, Sofia destacou a influência do avô em sua formação e personalidade. “Ele escreveu quem eu sou”, declarou, citando conselhos que Manoel Carlos lhe dava. “Sofia, você é fotogênica, e isso resolve metade dos problemas da vida”, dizia o autor, que também a imaginava como uma “boa Ofélia” ou uma “boa Anita”, referência à personagem icônica da minissérie homônima, interpretada por Mel Lisboa.

Morando atualmente em Nova York, Sofia Frank compartilhou como cresceu imersa no universo artístico de seu avô. Sua mãe, Maria Carolina, atuou como colaboradora em diversas novelas de Manoel Carlos, e Sofia frequentava as reuniões de roteiro desde pequena. “Meu avô me pedia para cantar Maysa, e com 8 anos eu ia lá e cantava ‘Meu Mundo Caiu’. Eu amava tudo naquele mundo e amava porque era o mundo dele”, recordou.

A jovem também relatou um episódio marcante de sua adolescência, quando Manoel Carlos a repreendeu por postar uma foto segurando um copo de bebida alcoólica. “Ele me respondeu por e-mail. O assunto era: ‘Pense bem nisso’. No corpo do texto, escreveu: ‘Sofia, uma menina que se respeite não posa nem com um copo de leite’”, contou, evidenciando o rigor e os valores que o autor transmitia.

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As lembranças de Sofia se estendem a momentos cotidianos e afetuosos. “Que saudade de cada café na Argumento, de cada tarde ouvindo a rádio de música clássica da NET com ele na sala. Ele trabalhando no escritório, porta aberta, enquanto eu tirava uma soneca no sofá, ao som dele escrevendo”, descreveu, com a voz embargada pela saudade.

O falecimento de Manoel Carlos ocorreu enquanto ele estava internado no Hospital Copa Star, em Copacabana, no Rio de Janeiro, onde tratava a Doença de Parkinson. A condição, que avançou no último ano, impactou significativamente seu desenvolvimento motor e cognitivo. O autor deixa um legado artístico imensurável e uma família que o amava profundamente. Manoel Carlos também foi pai da atriz Julia Almeida, além de ter perdido outros três filhos ao longo da vida.

O novelista, figura central da vida no Leblon, deixou uma marca indelével na cidade e na cultura brasileira. “O Leblon sem ele parece vazio. É impossível imaginar um mundo pós-vovô Maneco, mesmo já vivendo nele”, concluiu Sofia, expressando a dificuldade de assimilar a ausência do avô.

Sofia Frank presta emocionante tributo ao avô, Manoel Carlos, e revela conselhos marcantes

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Marcos Winter defende veteranos na TV: “É uma necessidade cultural”

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Aos 59 anos e com uma carreira consolidada, o ator Marcos Winter se manifestou veementemente sobre a necessidade de maior visibilidade para os atores veteranos no cenário audiovisual brasileiro. Em entrevista exclusiva ao Portal iG, Winter, que atualmente participa da novela vertical “Tudo Por Uma Segunda Chance” nas redes sociais da TV Globo, destacou a importância de atores com vasta experiência na televisão, defendendo a valorização desses profissionais.

Winter argumenta que a presença de talentos experientes transcende a esfera profissional, conectando-se diretamente à identidade cultural do Brasil. “Eu quero veteranos na TV. Acho que também é uma necessidade da gente fazer televisão”, declarou o ator. Ele ressaltou que, em um país com uma relação tão intrínseca com a televisão e sua cultura, é fundamental não restringir esse espaço, mesmo diante das constantes inovações tecnológicas e do surgimento de novas linguagens. “Com tudo que está acontecendo hoje em dia, de modernidade, de novidades, eu acho que é um espaço que ainda é também dos veteranos.”

O artista também enfatizou o papel fundamental que os atores mais experientes desempenham na formação das novas gerações. “A gente, de uma forma ou de outra, agrega a essa turma que está chegando todo um sentido de amor à arte, amor à profissão, dedicação e profissionalismo, que são absolutamente necessários”, explicou. Ao rememorar seus próprios primórdios na atuação, Marcos Winter citou a influência decisiva de grandes nomes da dramaturgia nacional. “Quando comecei, muito menino, os mais velhos foram imprescindíveis para mim. Eles abriram caminhos que eu não teria trilhado se não tivesse aprendido com eles.”

O ator relembrou com carinho sua estreia em novelas, ao lado de ícones como Paulo José e Osmar Prado, que foram essenciais em sua formação profissional e pessoal. “Minha primeira novela tinha Paulo José, Osmar Prado. Eu era filho do Petrinho. Foram eles que ajudaram a formar o meu caráter, o meu profissional e a minha carreira”, recordou. Para Winter, a manutenção desse ciclo de aprendizado e troca é crucial: “É um espaço que tem que ter veteranos na TV também.”

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Diante da expansão do streaming e da diversificação de formatos, Marcos Winter acredita que as oportunidades para todos os profissionais se ampliaram. “O leque hoje se ampliou muito. Apesar de todo o modernismo, das novidades, tem que ter espaço para aqueles que ainda estão aí fazendo”, defendeu. Prestes a completar 60 anos, ele reitera que a experiência não implica em esgotamento criativo, mas sim em um acúmulo de vivências e saberes. “Eu comecei muito menino, com 17 anos, no teatro. Saber que faço 60 este ano é saber que vivi muito, mas que ainda tenho muito o que fazer.”

Convencido de seu potencial e da contribuição que ainda pode oferecer, Marcos Winter se posiciona como um elo entre diferentes gerações de artistas. “Eu tenho muita coisa para entregar para qualquer produção e poder ser esse ser agregador, que abrace essa gente nova que está chegando. Eu acho isso imprescindível”, concluiu, reforçando seu apelo: “E é isso: eu quero veteranos na TV.”

Marcos Winter defende veteranos na TV:

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