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Janeiro: A Explicação Científica Por Trás do Fim da Energia Pós-Festas

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O início de ano frequentemente nos encontra lutando contra uma fadiga incomum, uma sonolência persistente e uma sensação geral de esgotamento. Essa condição, que afeta muitos após o período festivo de dezembro, tem raízes em fatores fisiológicos e psicológicos, e não se trata apenas de “preguiça”.

A transição de um período de relaxamento e excessos para a rotina de trabalho e responsabilidades pode desestabilizar o ritmo circadiano, nosso relógio biológico interno. A alteração nos padrões de sono, muitas vezes marcada por noites mais curtas ou menos reparadoras durante as festas, impacta diretamente os níveis de energia e o humor.

Além disso, a alimentação e o consumo de álcool, características comuns das celebrações de fim de ano, podem sobrecarregar o metabolismo e o fígado, exigindo um esforço extra do corpo para se recuperar. O resultado é uma demanda energética elevada para a desintoxicação e o restabelecimento do equilíbrio, o que se manifesta como cansaço.

Fatores psicológicos também desempenham um papel crucial. A pressão para “começar o ano com o pé direito”, somada à necessidade de adaptação a novas metas e desafios, pode gerar ansiedade e estresse. Essa carga mental, por si só, é capaz de drenar significativamente a energia física.

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A “síndrome de janeiro” é, portanto, uma resposta complexa do organismo a uma série de mudanças abruptas. Entender suas causas é o primeiro passo para implementar estratégias eficazes de recuperação, como a regularização do sono, uma dieta balanceada e a gestão do estresse, permitindo um retorno gradual e mais saudável à rotina.

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Comissão de Direitos Humanos Alerta: Quarto Branco do BBB 26 Remete a Práticas de Tortura da Ditadura

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A dinâmica do ‘Quarto Branco’ no Big Brother Brasil 26 tornou-se alvo de severas críticas por parte da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP). Em uma carta aberta enviada à produção do programa, o órgão estatal, vinculado ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, comparou as condições impostas aos participantes a métodos de tortura empregados durante o regime militar brasileiro, levantando preocupações sobre os limites éticos do entretenimento televisivo.

A CEMDP destacou semelhanças alarmantes entre as provações no Quarto Branco e as técnicas de opressão utilizadas sistematicamente pela ditadura civil-militar. Privação de sono, isolamento prolongado, desorientação espacial e temporal, e a exigência de manter posturas físicas extenuantes foram apontados como elementos recorrentes em cenários de tortura, que agora são apresentados como espetáculo para milhões de espectadores.

A comissão argumenta que a gravidade da situação transcende o formato do jogo, observando uma intensificação da dinâmica nesta edição do reality. Ao testar os limites físicos e psicológicos dos confinados, a emissora, segundo a CEMDP, também desafia os limites da própria humanidade ao transformar sofrimento extremo em produto de audiência.

O documento invoca princípios constitucionais para fundamentar sua crítica. A CEMDP ressalta que o artigo 5º da Constituição Federal proíbe inequivocamente a tortura e o tratamento degradante, valores que não podem ser relativizados, nem mesmo por consentimento dos participantes ou pela promessa de recompensas financeiras. Adicionalmente, cita o artigo 221, que estabelece que as concessões de rádio e TV devem respeitar finalidades educativas, culturais e os valores éticos e sociais, padrões que, na visão da comissão, são incompatíveis com a exploração do sofrimento humano como entretenimento.

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A carta, formalmente endereçada à direção da Globo e recebida por Leonora Bardini, responsável pela área de conteúdos da emissora, conta com assinaturas de representantes de diversas esferas. Entre os signatários estão Diva Soares Santana (em nome de familiares de mortos e desaparecidos políticos), Vera Facciolla Paiva e Maria Cecília Adão (sociedade civil), a deputada Natália Bonavides (Comissão de Direitos Humanos da Câmara) e a procuradora regional da República Eugênia Augusta Gonzaga. O documento inicia evocando uma frase de Wagner Moura sobre a transmissão de valores e traumas entre gerações, conectando o entretenimento televisivo à responsabilidade de preservar a memória de violações de direitos humanos.

A CEMDP detalha a preocupação com a associação do Quarto Branco a práticas de regimes autoritários. A comissão menciona a obrigatoriedade de uma participante permanecer em pé sobre um pedestal de diâmetro mínimo por horas, identificando a postura como um método de tortura documentado em contextos históricos de repressão. Repetir tais imagens em um reality show, sob a ótica de resistência física e mental, pode levar à dessensibilização do público em relação ao sofrimento alheio e enfraquecer a compreensão social sobre a gravidade da violência de Estado.

O órgão também contesta o argumento de voluntariedade dos participantes em busca de fama ou prêmios. Para os signatários, o consentimento não legitima situações que se configurem como tratamento cruel ou degradante, especialmente em concessões públicas de TV. A carta defende que a memória das vítimas da repressão exige vigilância constante para evitar a normalização de práticas associadas à tortura sob o disfarce de jogo.

A CEMDP relembra sua própria trajetória. Criada em 1995, foi a primeira instância estatal dedicada à localização e reconhecimento de mortos e desaparecidos políticos da Ditadura Militar. Após ter suas atividades interrompidas no final de 2022, o colegiado foi recriado e reinstalado pelo governo federal em 2024, retomando ações de memória, verdade e reparação. A intervenção no caso do BBB 26 é vista como parte do esforço para manter vivo o debate sobre tortura e seus impactos sociais.

O episódio que desencadeou o embate ocorreu com cinco participantes confinados desde 12 de janeiro. Isolados em um ambiente restrito, com suprimentos limitados e sob estímulos sonoros constantes, o objetivo era exaurir física e mentalmente os competidores. A dinâmica, que já ultrapassava 120 horas, recorde na história do programa, culminou na madrugada de 18 de janeiro com o desmaio de Rafaella Jaqueira enquanto tentava se equilibrar em uma plataforma. A participante foi atendida medicamente e eliminada, enquanto os demais foram confirmados no elenco oficial.

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Na carta, a CEMDP enfatiza que tais cenas não devem ser vistas meramente como demonstrações de ‘resistência’ ou ‘superação’. A comissão solicita explicitamente que a emissora reavalie o uso de dinâmicas que associam sofrimento físico e psicológico ao entretenimento, especialmente em um país que ainda lida com traumas não resolvidos da repressão estatal. Cita estudos de psicologia e sociologia sobre a transmissão transgeracional de traumas, reforçando o papel da TV aberta na construção de valores geracionais.

O documento conclui com um apelo à sociedade para que questione a aceitação desse tipo de dinâmica. Para a CEMDP, considerar o Quarto Branco como um simples formato de jogo equivale a ser conivente com a banalização de experiências que remetem à violência de Estado. A comissão reitera que a memória dos mortos e desaparecidos políticos exige uma postura de rejeição a qualquer forma de dessensibilização diante da dor. A Globo, procurada desde a tarde de sábado (31), não havia se manifestado até o fechamento desta matéria.

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Desvendando a Acne: Cinco Estratégias Essenciais para uma Pele Livre de Espinhas

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As espinhas, um incômodo comum que frequentemente se manifesta na adolescência devido a flutuações hormonais, podem persistir até a vida adulta, gerando frustração. Para combater esse problema, um guia com cinco recomendações práticas foi compilado, visando auxiliar na eliminação definitiva das erupções cutâneas e na conquista de uma pele visivelmente mais saudável.

As orientações, provenientes do portal Beleza na Web e endossadas pela dermatologista Valéria Marcondes, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), abordam desde cuidados diários até o tratamento de manchas residuais.

Pilares para uma Pele Saudável e Sem Espinhas

Manter a pele higienizada é o primeiro passo crucial. Segundo a Dra. Valéria Marcondes, a remoção completa de maquiagens e resíduos é fundamental, pois o acúmulo de produtos obstrui os poros, criando um ambiente propício para o surgimento de cravos e espinhas.

Em relação ao manejo das lesões existentes, a especialista desaconselha veementemente o ato de espremer espinhas. Essa prática não só intensifica a inflamação, como também eleva o risco de formação de cicatrizes permanentes. Além disso, uma tentativa mal sucedida de extração pode levar à inflamação interna, resultando na formação de cistos.

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Para o tratamento e prevenção, a incorporação de produtos específicos é incentivada. O ácido glicólico, por exemplo, é citado por sua capacidade de aprimorar a penetração de outros ativos na pele, além de oferecer proteção antioxidante e estimular a produção de colágeno. Considerado um esfoliante eficaz, ele contribui para o clareamento e melhora a textura da pele.

A proteção solar emerge como um componente vital, especialmente para quem está em tratamento para acne. A pele tratada torna-se mais suscetível aos danos solares, que podem resultar em hiperpigmentação e cicatrizes indesejadas a longo prazo.

Para as marcas deixadas pelas espinhas já tratadas, o uso de ativos como o ácido retinóico é recomendado. Este composto atua em camadas mais profundas da pele, promovendo o aumento da produção de colágeno, suavizando linhas finas e clareando manchas.

Entendendo as Causas da Acne

Em sua essência, o surgimento de espinhas está ligado à obstrução dos poros, seja pelo excesso de oleosidade natural (sebo) ou pelo acúmulo de células mortas. Essa condição favorece a proliferação de bactérias e processos inflamatórios. Fatores como alterações hormonais e hábitos de vida inadequados também desempenham um papel significativo no desenvolvimento da acne.

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Sabrina Sato: Figurino luxuoso em ensaio da Vila Isabel gera polêmica e debate nas redes

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A apresentadora Sabrina Sato, Rainha de Bateria da Vila Isabel, chamou a atenção durante o ensaio técnico da escola na Marquês de Sapucaí, no último sábado (31/01). Seu traje, uma criação de Giovanna Engelbert em verde e amarelo, com centenas de colares e pingentes Millenia, provocou intensa repercussão online.

A própria Sabrina explicou em suas redes sociais que a indumentária era uma homenagem ao artista Heitor dos Prazeres e à força do povo brasileiro, simbolizando a resistência e a potência do país que o músico e pintor sempre exaltou.

Apesar da concepção artística e do visual impactante, a performance da apresentadora dividiu opiniões. Nas redes sociais, diversos internautas criticaram o que consideraram uma falta de samba no pé, alegando que Sabrina se limitou a caminhar pela avenida, sem demonstrar a energia e a técnica esperadas para o cargo.

Comentários apontaram a ausência de movimentos mais tradicionais do samba, comparando a situação com outras personalidades e ressaltando a rigidez do julgamento público em relação às coreografias. As críticas focaram na forma como a evolução da Rainha de Bateria foi percebida como ensaiada e distante da espontaneidade característica do samba.

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Mesmo com a controvérsia, a participação de Sabrina Sato manteve o ensaio técnico da Vila Isabel em evidência. A escola de samba, por sua vez, segue com sua agenda de preparação para o Carnaval.

Sabrina Sato: Figurino luxuoso em ensaio da Vila Isabel gera polêmica e debate nas redes

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