Diego Alemão, campeão do Big Brother Brasil 7, voltou a gerar burburinho nas redes sociais após Alberto Cowboy, participante do BBB26, relembrar um embate antigo entre os dois. A menção a uma briga ocorrida em 2007, envolvendo uma “sunga branca” e Airton, motivou uma resposta contundente de Alemão, que criticou a postura de Cowboy e refletiu sobre a dinâmica atual do reality show e sua própria possibilidade de retorno à casa mais vigiada do país.
Em sua manifestação, Alemão demonstrou insatisfação em ter seu nome novamente atrelado a um episódio polêmico do passado, ressaltando que sua participação no programa transcende um único conflito. Ele argumentou que sua trajetória foi construída sobre valores que, em sua avaliação, permanecem relevantes, e que há uma tentativa de simplificar sua história a desentendimentos. O ex-BBB também comentou sobre a instabilidade do reality, citando as diversas saídas de participantes antes mesmo da estreia ou durante as primeiras semanas, como desistências, apertos de botão e desclassificações, sugerindo que “peças estão sendo varridas do tabuleiro”.
Alemão revelou ter se colocado à disposição para um possível retorno ao BBB, mas indicou que a produção demonstra resistência, possivelmente devido a uma suposta rejeição por parte do público mais jovem. Ironizando o conceito de “cancelamento”, ele afirmou que a realidade que vivencia fora das redes sociais é distinta dos rumores que circulam. Segundo o ex-participante, o carinho do público se estende por diversas faixas etárias e classes sociais, contrastando com a ideia de que seu tempo teria passado.
Para sustentar sua relevância, Diego Alemão apresentou dados que, segundo ele, surpreendem os especialistas: 8 milhões de visualizações em apenas cinco dias, com uma base de seguidores relativamente modesta. Ele também mencionou o interesse de marcas e a atenção da imprensa, ressaltando que sua vida atual lhe proporciona conforto, e que retornar ao programa representaria um “rasgar” desse bem-estar.
Ciente dos desafios que enfrentaria em uma nova participação, como rejeição e estratégias de votação externas, Alemão lançou um desafio ao público. “Eu sei que serei metralhado. Sei que os grupos já estão formados e que as ‘máfias’ de votação aqui fora podem não me dar a chance de ficar. Mas eu faço uma aposta com o Brasil: me deem 15 dias. Só 15 dias no olho do furacão”, declarou.
Em tom de despedida e legado, Diego Alemão concluiu que, se conseguir superar a primeira semana, sua missão de provar a atemporalidade dos valores que o consagraram campeão estará cumprida. Ele se apresentou como “Diego Gasques, o campeão escolhido por uma nação” e declarou estar “pronto para o meu capítulo final”.