Recém-saído da casa do Big Brother Brasil 26, Marcelinho expressou arrependimento por sua postura de “ficar em cima do muro” durante o jogo, o que, segundo ele, culminou em sua eliminação no quinto Paredão, disputado contra Samira e Solange Couto. Em conversa com a repórter Monique Arruda, do portal LeoDias, na última sexta-feira (20/2), durante um evento em Copacabana, Rio de Janeiro, o ex-BBB ainda lida com a transição entre a vida no confinamento e a realidade externa.
Marcelinho admitiu que a ficha ainda não caiu. “Ainda estou assimilando tudo o que aconteceu lá dentro. Lá a gente fica confinado, e aqui fora é outra realidade, totalmente diferente, do que o público enxergou e do que eu deixei de falar. Estou bem confuso, ainda tentando me situar no mundo em que a gente vive, porque lá é um mundo paralelo”, declarou.
O ex-participante explicou que sua dificuldade em se posicionar claramente deixou o público confuso sobre suas alianças. “Porque eu estava com um grupo. No meu pensamento, eu estava com um grupo, porém, tinha outras pessoas com quem eu conversava que eram de outro grupo. Isso não ficava claro para o público”, pontuou.
Ele lamentou a falta de definição em suas atitudes. “Eu acho que ficava [em cima do muro]. Na verdade, ficava confuso para o público e até para as pessoas dentro da casa. Porque eu tinha afinidade com Max, Marciele e Breno, e a gente formava um quarteto que ficava no meio dos dois grupos”, detalhou.
Marcelinho complementou, citando outras afinidades que contribuíram para a ambiguidade de sua participação: “Mas eu também tinha afinidade com o grupo do Babu, do Juliano e do Boneco e até a própria Ana Paula e a Chai também estavam ali. Realmente ficou confuso e teve essas flutuações que fizeram o público ficar em dúvida, infelizmente, o que acarretou a minha eliminação”, justificou.
Questionado sobre sua percepção da participante Ana Paula Renault, Marcelinho reconheceu um equívoco em sua leitura interna. “Eu tinha essa percepção, só que não podia fugir do que eu pensava lá dentro. Eu criei uma ‘fic’ na minha cabeça de que a gente teve algum impasse, mas, quando cheguei aqui fora, vi que não teve impasse nenhum. E isso foi uma grande mancada minha”, confessou.
O ex-BBB ressaltou a importância de uma conversa com Ana Paula após sua saída. “Eu tenho que conversar com ela, porque não sei o que ela vai achar, já que falei algumas coisas que ela pode não gostar. Mas quero conversar. Eu deveria ter conversado antes, porque, se tivesse feito isso, talvez não tivesse acarretado a minha eliminação”, ponderou.
Romance com Breno
Sobre a possibilidade de dar continuidade ao relacionamento com Breno fora do reality, Marcelinho se mostrou cauteloso. “Vamos ver. Vou esperar ele chegar para a gente conversar e ver o que vai acontecer. Se vai continuar a ‘amizade colorida’, se vai ter algo a mais ou se vai seguir só na amizade. Não depende só de mim, tem que ser dos dois”, explicou.
Aproveitando o Carnaval no Rio de Janeiro, Marcelinho compartilhou que esta foi sua primeira experiência fora do confinamento. “Eu saí ontem para beber e hoje vim para essa festinha. Vamos ver o que vai acontecer, porque hoje vou beber horrores! Não sei [se vai rolar beijo], vamos ver. Vou beber, mas não pretendo”, declarou.
Torcida
Atualmente, Marcelinho demonstra apoio a dois participantes: “Hoje eu torço para o Breno, óbvio, e para a Chai. É bem nítido! Eu amo a Chai, ela tem uma personalidade única, muito carismática, e até conversei com ela sobre isso dentro do jogo”.
Autoavaliação
Ao avaliar sua participação no programa, Marcelinho atribuiu uma nota sete. “Eu dou sete, na média (para a minha participação). Eu preferia ter sido quem eu sou aqui fora, ser mais reativo, gritar mais, porque eu sou assim. Mas lá é totalmente diferente do mundo real”, concluiu.