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Marimar retorna ao SBT em março e assume horário nobre das tardes

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O SBT prepara o retorno de um de seus maiores trunfos da teledramaturgia estrangeira. A novela mexicana “Marimar”, sucesso dos anos 90 estrelado por Thalía, voltará a ser exibida pela emissora a partir do final de março. A trama ocupará a faixa das 14h, substituindo a atual “Esmeralda”, em sua quinta exibição no Brasil. A escolha reforça a estratégia do canal de Silvio Santos em apostar em títulos com histórico comprovado de audiência.

Desde sua estreia original pela Televisa em 1994, “Marimar” demonstrou um apelo duradouro no mercado internacional, sendo licenciada para mais de 175 países. No Brasil, as reprises da novela consistentemente alcançaram bons índices de audiência, com destaque especial para a exibição de 2011. Naquela ocasião, a produção chegou a liderar o Ibope em diversos momentos, um feito notável para uma obra já conhecida pelo público.

A notícia do retorno foi divulgada inicialmente pelo jornalista especializado em bastidores da TV, Hugo Oigres. Além de Thalía no papel principal, o elenco conta com nomes como Eduardo Capetillo, Chantal Andere e Guillermo García Cantú. A novela também contou com participações especiais de atrizes e atores renomados como Ada Carrasco, Tito Guízar e Julia Marichal.

“Marimar” faz parte da chamada Trilogia de las Marías, um ciclo de novelas protagonizadas por Thalía, que iniciou com “María Mercedes” (1992) e se encerrou com “María la del Barrio” (1995). Todas as três tramas foram baseadas em textos da escritora cubana Inés Rodena e adaptadas para a televisão por nomes como Beatriz Sheridan e Valentín Pimstein, que modernizaram enredos de radionovelas para o formato televisivo.

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A história de superação que cativa o público

A trama acompanha a jornada de Marimar, uma jovem humilde e analfabeta que vive em uma vila de pescadores com seus avós e seu fiel cachorro, Pulguento. Sua vida muda drasticamente ao conhecer Sergio Santibáñez, herdeiro de uma fazenda vizinha. Ele se casa com Marimar como parte de um plano de vingança contra sua própria família. Ao se mudar para a propriedade, a protagonista se vê alvo das humilhações de Angélica, sua madrasta, mas inicia uma trajetória de força e superação.

O histórico de sucesso e a fidelidade do público brasileiro a “Marimar” são os principais fatores que justificam a sua volta às tardes do SBT. Para a emissora, a quinta reprise consolida a novela como um dos seus ativos mais valiosos no catálogo de produções estrangeiras.

Marimar retorna ao SBT em março e assume horário nobre das tardes

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Terceiro Paredão do BBB 26 Definido: Ana Paula, Brigido e Leandro Lutam pela Permanência

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A casa mais vigiada do Brasil conheceu neste domingo (01) os seus mais novos desafiantes. Ana Paula Renault, Brigido e Leandro compõem o terceiro paredão do Big Brother Brasil 26, com a eliminação de um deles marcada para a próxima terça-feira (03). A formação da berlinda foi marcada por estratégias e reviravoltas.

A noite começou com Jonas Sulzbach já garantido entre os emparedados, como consequência de um Big Fone atendido na semana anterior. Em seguida, Sarah, detentora da imunidade concedida pela Anja, escolheu proteger Sol Vega.

Como líder da semana, Maxiane tomou a decisão de indicar Ana Paula diretamente para o paredão, citando a dinâmica de convivência dentro do jogo como motivo. Na votação aberta entre os demais participantes, Leandro e Brigido foram os mais escolhidos pelos confinados, somando-se assim à disputa.

Uma chance de escapar da berlinda surgiu com a Prova Bate e Volta, disputada por Leandro e Jonas. A sorte sorriu para Jonas, que venceu a dinâmica e se livrou da ameaça de eliminação.

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Com isso, o terceiro paredão do BBB 26 está formado por Ana Paula, Brigido e Leandro. A decisão final sobre quem deixará a casa agora está nas mãos do público.

Votação da Casa:

Jonas votou em Leandro.
Milena direcionou seu voto para Brigido.
Samira escolheu Leandro.
Brigido votou em Leandro.
Alberto indicou Leandro.
Ana Paula votou em Brigido.
Breno deu seu voto para Brigido.
Solange votou em Gabriela.
Juliano votou em Brigido.
Marciele indicou Leandro.
Marcelinho votou em Brigido.
Gabriela votou em Leandro.
Edilson votou em Leandro.
Leandro votou em Brigido.
Sol indicou Leandro.
Jordana votou em Leandro.
Babu votou em Brigido.
Sarah votou em Leandro.
Chaiany votou em Brigido.

Terceiro Paredão do BBB 26 Definido: Ana Paula, Brigido e Leandro Lutam pela Permanência

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Comissão de Direitos Humanos Vê Tortura em Dinâmica do BBB 26 e Critica “Entretenimento de Sofrimento”

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A Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP), órgão ligado ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, manifestou profunda preocupação com as dinâmicas do “Quarto Branco” no Big Brother Brasil 26. Em uma carta aberta enviada à produção do reality show, a comissão aponta semelhanças entre as provas e castigos aplicados no confinamento e métodos de tortura empregados durante a ditadura militar brasileira, questionando os limites éticos do entretenimento televisivo.

A CEMDP detalha que elementos como privação de sono, isolamento prolongado, desorientação espacial e a exigência de manter posições físicas extenuantes, características do Quarto Branco, remetem a práticas sistematicamente utilizadas em regimes autoritários. Segundo a comissão, transformar essas experiências em espetáculo para milhões de espectadores banaliza o sofrimento humano e desrespeita a memória de vítimas de violações de direitos humanos.

O documento enfatiza que a intensificação da dinâmica nesta edição do BBB 26 é particularmente alarmante. Ao testar os limites físicos e psicológicos dos participantes, a emissora, segundo a CEMDP, estaria também desafiando “os limites da nossa própria humanidade”. A carta baseia-se em princípios constitucionais, citando o artigo 5º da Constituição Federal, que proíbe de forma absoluta a tortura e o tratamento degradante, e o artigo 221, que exige que as concessões de rádio e TV respeitem valores éticos e sociais.

Entre os signatários da carta estão nomes como Diva Soares Santana (em nome de familiares de mortos e desaparecidos políticos), Vera Facciolla Paiva (filha do ex-deputado Rubens Paiva), Maria Cecília Adão (sociedade civil), a deputada Natália Bonavides e a procuradora regional da República Eugênia Augusta Gonzaga. A carta evoca uma frase de Wagner Moura sobre a transmissão de valores para reforçar a responsabilidade da mídia na preservação da memória histórica.

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A CEMDP detalha que uma das participantes, Rafaella Jaqueira, desmaiou após mais de 120 horas confinada, um recorde para o programa, enquanto tentava se equilibrar em uma plataforma. A comissão argumenta que esse tipo de cena, ao ser retratado como um desafio de resistência, pode dessensibilizar o público e enfraquecer a percepção social sobre a gravidade da violência de Estado.

A comissão refuta o argumento de que a participação voluntária dos confinados, em busca de prêmios, legitima tais práticas. Para a CEMDP, o consentimento não anula o caráter degradante de situações que podem ser enquadradas como tortura, especialmente em um meio de comunicação de concessão pública. A entidade ressalta que a memória das vítimas da repressão exige vigilância contra a normalização de práticas associadas à tortura.

Criada em 1995, a CEMDP foi recriada e reinstalada em 2024, retomando suas atividades de memória, verdade e reparação. A intervenção no caso do BBB 26 é vista como parte do esforço para manter vivo o debate sobre a tortura e suas consequências sociais. A emissora Globo foi procurada para se manifestar sobre o caso, mas não havia emitido posicionamento até o fechamento desta matéria.

Comissão de Direitos Humanos Vê Tortura em Dinâmica do BBB 26 e Critica

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INSS Alerta: Evite Bloqueio do BPC de R$ 1.621 em 2026 com Estes Cuidados

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O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) emitiu um comunicado importante aos beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC), detalhando as medidas essenciais para evitar a suspensão do pagamento, atualmente no valor de R$ 1.621. O BPC, um direito garantido pela Constituição Federal, assegura uma renda mínima mensal a idosos com 65 anos ou mais e a pessoas com deficiência, independentemente da idade.

A principal causa para o bloqueio do benefício, conforme o INSS, reside na desatualização ou inconsistência dos dados cadastrais. Quando o Cadastro Único (CadÚnico) não reflete a realidade do beneficiário, o pagamento pode ser temporariamente suspenso. No entanto, é possível reverter essa situação e recuperar os valores devidos após a regularização das informações.

Para garantir a continuidade do recebimento dos R$ 1.621, o INSS reforça duas ações cruciais:

1. Manutenção Constante do CadÚnico: É fundamental que os beneficiários mantenham seus dados no Cadastro Único sempre atualizados. Para isso, é necessário comparecer ao Centro de Referência da Assistência Social (CRAS) mais próximo e verificar todas as informações. Este procedimento é gratuito e a sua realização regular é a forma mais eficaz de prevenir a suspensão do benefício.

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2. Atenção às Comunicações do INSS: O Instituto envia avisos e notificações sobre o benefício por diversos canais, como cartas, SMS, pelo telefone 135 e pelo aplicativo Meu INSS. Ignorar essas comunicações pode levar à suspensão do pagamento.

Além disso, para continuar elegível ao BPC, o beneficiário deve comprovar:

  • Renda familiar per capita de até um quarto do salário mínimo.
  • Inscrição ativa no CadÚnico.
  • No caso de pessoas com deficiência, a comprovação da condição que gera impedimentos de longa duração.

O INSS salienta que a atualização antecipada do CadÚnico é a maneira mais segura de assegurar o fluxo contínuo do BPC. Embora a regularização posterior permita o recebimento de valores retroativos, a prevenção por meio da atualização cadastral evita transtornos e potenciais bloqueios.

Em relação à duração do benefício, o BPC para idosos geralmente é vitalício. Para pessoas com deficiência, a manutenção está condicionada à reavaliação periódica da condição que deu origem à concessão, sendo necessário comprovar a persistência dos impedimentos e a renda familiar per capita inferior a meio salário mínimo. A comprovação médica da deficiência não exige, obrigatoriamente, laudo emitido por médico oficial.

INSS Alerta: Evite Bloqueio do BPC de R$ 1.621 em 2026 com Estes Cuidados

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