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O Outono da Vida: Idade Dourada Revela Pico de Bem-Estar Emocional

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Contrariando a noção popular de que a juventude detém o ápice da felicidade, uma nova perspectiva emerge sobre o envelhecimento. Pesquisas recentes indicam que indivíduos nascidos entre as décadas de 1950 e 1970 estão experimentando um período de notável estabilidade e satisfação emocional, desmistificando a associação automática entre o avanço da idade e o declínio físico ou o mau humor.

Tradicionalmente, o envelhecimento tem sido retratado como um período de desgaste, com estereótipos que ligam a idade avançada à rabugice ou à desconexão social. No entanto, dados coletados apontam para um cenário distinto, onde a maturidade traz consigo um aprimoramento na gestão emocional e um aumento geral na qualidade de vida.

Este grupo demográfico, frequentemente denominado como ‘Baby Boomers’ ou a geração que seguiu, parece ter alcançado um ponto de equilíbrio onde as pressões da vida adulta jovem e a incerteza do futuro dão lugar a uma maior autoconsciência e contentamento. A experiência acumulada ao longo dos anos, aliada a uma maior tranquilidade financeira para muitos, contribui para um estado de espírito mais sereno e positivo.

Estudos nesta área sugerem que, à medida que as pessoas envelhecem, desenvolvem mecanismos de enfrentamento mais eficazes para lidar com adversidades, priorizam relacionamentos significativos e cultivam uma perspectiva mais otimista. Isso se traduz em menos estresse, maior resiliência e um sentimento geral de bem-estar que pode superar até mesmo a exuberância da juventude.

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Assim, a ideia de que os melhores anos da vida se concentram exclusivamente na juventude pode precisar ser reavaliada. A fase madura, longe de ser um declínio inevitável, revela-se para muitos como um período de florescimento emocional e realização pessoal.

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Engajamento digital no BBB26: Juliano Floss lidera, seguido por Ana Paula e Jonas

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O influenciador Juliano Floss desponta como o participante com maior engajamento nas redes sociais nos primeiros dias do Big Brother Brasil 26. Uma análise divulgada pelo perfil Espiadinha revela que Floss obteve a maior média de interação por publicação no Instagram entre 12 e 14 de janeiro, liderando o ranking de popularidade digital.

Na segunda posição, encontra-se Ana Paula Renault, que demonstra manter uma forte conexão com o público, gerando um volume expressivo de interações. Completando o pódio, surge Jonas Sulzbach, outro nome familiar aos espectadores do reality, que também se destaca pelo elevado número de curtidas, comentários e compartilhamentos em suas postagens.

A lista segue com Sarah Andrade, Samira Sagr e Marciele Albuquerque, que compõem o top 6 e evidenciam a competitividade pela atenção do público. Participantes como Aline Campos, Henri Castelli e Alberto Cowboy aparecem mais abaixo, mas ainda assim demonstram um engajamento relevante para o início do confinamento.

Os dados reforçam a importância das redes sociais como um termômetro da popularidade no BBB26, influenciando diretamente as narrativas, as torcidas e as estratégias dentro e fora da casa.

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Reviravolta no BBB 26: Big Fone Salva um e Empurra Outro para o Paredão

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A casa mais vigiada do Brasil foi palco de uma reviravolta inesperada na noite desta terça-feira (23). O Big Fone tocou, trazendo consigo uma imunidade e uma indicação direta para o primeiro Paredão do BBB 26. Desta vez, quem atendeu o telefone foi o médico, que, ao atender o chamado, garantiu sua permanência na disputa e, em seguida, apontou Aline Campos como a primeira participante a enfrentar o julgamento do público.

A dinâmica surpreendente agitou os confinados, que agora veem a disputa se acirrar com a formação da primeira berlinda, que também contará com a indicação de Ana Paula Renault, resultado de um contragolpe estratégico.

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Juliano Floss compartilha peculiaridade íntima no BBB 26; especialista desmistifica atração por axilas

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Em um momento de confidências no Big Brother Brasil 26, o participante Juliano Floss abriu o jogo sobre uma preferência pessoal que, segundo ele, o gerou receio por anos. O influenciador revelou sentir prazer em sentir o cheiro das axilas de sua namorada, a cantora Marina Sena, confessando que por muito tempo acreditou que essa atração pudesse ser algo incomum ou até mesmo patológico.

“Eu achava que era uma coisa doentia. É gostoso cheirar o sovaco dela”, declarou Floss aos colegas de confinamento, admitindo sentir vergonha ao expor o assunto. A declaração rapidamente gerou repercussão e debates nas redes sociais, com o surgimento do termo “axilismo” e a curiosidade sobre as bases dessa atração.

Para esclarecer a questão, o médico integrativo Dr. Wandyk Alisson conversou com a CARAS Brasil e explicou que o comportamento descrito por Juliano não é um caso isolado e se insere em um leque mais amplo da sexualidade humana, frequentemente mal compreendido devido a preconceitos.

O que a ciência diz sobre o chamado axilismo

O especialista esclarece que atração por partes específicas do corpo não é aleatória e não deve ser automaticamente associada a transtornos. Dentro das áreas médica e psicológica, tais preferências são analisadas sob a ótica do consentimento, do bem-estar emocional e da ausência de prejuízos na vida social.

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Dr. Wandyk Alisson detalha que o fenômeno popularizado como “axilismo” é clinicamente reconhecido como uma forma de fetichismo corporal específico. Em termos internacionais, é conhecido como armpit fetishism ou maschalagnia, caracterizado por uma atração sexual, olfativa ou sensorial por uma região particular do corpo, como as axilas.

Essa preferência é considerada um “parcialismo sexual”, ou seja, um direcionamento do desejo a uma parte específica do corpo. O médico ressalta que, desde que ocorra entre adultos e de maneira consensual, está inserido no espectro da sexualidade humana.

Corpo, cérebro e desejo: a influência do odor

Do ponto de vista biológico, as axilas possuem características fisiológicas que influenciam a produção e percepção de odores. Dr. Wandyk explica que a região concentra glândulas sudoríparas apócrinas, responsáveis por secreções que, em contato com a microbiota da pele, geram odores com potencial sensorial significativo.

“Esses odores podem ser percebidos como desagradáveis para alguns, e intensamente atrativos para outros”, pontua o médico. Ele acrescenta que o olfato está intrinsecamente ligado a áreas cerebrais de emoção e memória.

“Determinados compostos liberados nesse suor ativam vias olfativas que se conectam diretamente ao sistema límbico, área do cérebro ligada à emoção, memória e excitação. Embora ainda não exista consenso absoluto sobre feromônios humanos, há evidências de que esses estímulos olfativos modulam respostas emocionais e comportamentais de forma sutil”, complementa.

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O odor corporal também é influenciado por fatores evolutivos, culturais e individuais. Experiências pessoais, aprendizado, contexto social, higiene, saúde da pele, hábitos de vida, microbioma cutâneo e perfil hormonal contribuem para a forma como o cheiro é percebido.

Dr. Wandyk Alisson é enfático ao afirmar que a atração por axilas, por si só, não configura doença. “O critério clínico sempre envolve três pontos: consentimento entre adultos, ausência de sofrimento psíquico e ausência de prejuízo funcional ou social”, declara.

Ele conclui que preferências que fogem do padrão cultural, assim como a atração por outras partes do corpo, não devem ser estigmatizadas. “Sob a ótica médica, científica e integrativa, o chamado axilismo é uma variação do comportamento humano, influenciada por fatores biológicos, neurológicos, hormonais e culturais. Na ausência de sofrimento, constrangimento ou impacto negativo na vida do indivíduo, não é considerado um transtorno, mas sim parte da diversidade da sexualidade humana”, finaliza.

Juliano Floss compartilha peculiaridade íntima no BBB 26; especialista desmistifica atração por axilas

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