Longe dos holofotes e da agitação de Hollywood, o renomado diretor Anthony Russo, de 56 anos, optou por um estilo de vida mais reservado, encontrando seu santuário em uma propriedade histórica em Pasadena, avaliada em mais de R$ 65 milhões. A escolha reflete uma preferência por tranquilidade e um ambiente que valoriza a história e a arquitetura.
A residência, conhecida como Arden Villa e construída em 1913, foi adquirida pelo cineasta por aproximadamente US$ 15,5 milhões. O valor, considerado expressivo, chama atenção, especialmente considerando que o imóvel já foi ofertado por cifras ainda mais altas no passado. Mais do que o montante, o que distingue a propriedade é sua atmosfera única, que mescla luxo com um profundo respeito pelo patrimônio arquitetônico.
Em contraste com o design minimalista predominante em residências de celebridades, a Arden Villa exibe uma estética com fortes referências europeias clássicas. Sua fachada remete a antigas vilas italianas, e essa inspiração se estende ao interior. O hall de entrada impressiona com colunas imponentes e detalhes ornamentais no teto, evocando a sensação de adentrar um local com rica memória histórica.
Um Legado Arquitetônico Preservado
Distribuída em quatro pavimentos, a mansão oferece nove quartos e sete banheiros, com espaços amplos pensados para equilibrar amplitude e aconchego. Corredores largos e diversas salas de convivência permitem a adaptação para diferentes momentos do dia, desde reuniões íntimas até recepções maiores.
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Os interiores são marcados pelo uso de materiais tradicionais, como pisos de madeira em espinha de peixe e painéis trabalhados que revestem parte das paredes. O mármore aparece em pontos estratégicos, reforçando a herança europeia do projeto e conferindo uma sensação de permanência, um diferencial em propriedades de alto padrão.
A sala de jantar, banhada por abundante luz natural, é um dos pontos centrais da casa. A cozinha adjacente mantém acabamentos clássicos e azulejos detalhados, afastando-se das linhas frias do design contemporâneo. A propriedade ainda conta com adega e salas versáteis, ideais para uso como biblioteca, escritório ou espaço de lazer.
Os extensos jardins externos complementam a sensação de refúgio. Localizada em uma área valorizada por seu silêncio e preservação arquitetônica, a Arden Villa é considerada um dos marcos de Pasadena, unindo importância histórica e um elevado padrão de conservação.
A mansão Arden Villa, em Pasadena, serve como refúgio para o diretor Anthony Russo.
O Espaço Criativo de um Diretor de Sucesso
Ao lado de seu irmão Joe Russo, Anthony construiu uma carreira notável, marcada por blockbusters como “Vingadores: Ultimato” e “Vingadores: Guerra Infinita”, que o consolidaram como um dos diretores mais influentes da indústria cinematográfica.
Apesar de sua projeção global, o cineasta optou por residir longe do circuito mais agitado de Los Angeles, evidenciando sua preferência por um ambiente familiar e tranquilo. A casa oferece espaços ideais para conciliar trabalho e descanso, permitindo que projetos criativos sejam desenvolvidos em um ambiente sereno.
Salas dedicadas ao estudo e à criação coexistem com áreas voltadas ao entretenimento, permitindo recepções discretas. Este conjunto de espaços sugere um estilo de vida menos público do que se poderia esperar de um profissional ligado a produções de grande escala.
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A Arden Villa, com sua rica história arquitetônica e conforto contemporâneo, atua como um contraponto à grandiosidade das telas. Para um diretor acostumado a comandar narrativas épicas, a vida cotidiana se desenrola em um ritmo calmo, cercado pela solidez de paredes centenárias e pela constante sensação de refúgio.
A Marquês de Sapucaí se prepara para receber um espetáculo de criatividade e emoção no Carnaval de 2026, com as escolas de samba prometendo inovações surpreendentes em seus desfiles. Dentre os destaques, a Portela apresentará seu símbolo máximo, a águia, em dobro, marcando presença tanto na abertura quanto no encerramento de sua apresentação. A Viradouro, por sua vez, homenageará duas figuras icônicas do carnaval carioca: a escola reverenciará Ciça, seu mestre de bateria, e dará vida a uma escultura gigante de Dominguinhos do Estácio, lendário puxador que faleceu em 2021. A representação do puxador, em pose remetendo ao desfile campeão da Estácio de Sá em 1992, promete ser um dos momentos mais emocionantes da avenida.
A Mangueira trará para o Sambódromo os sons autênticos do Amapá com a inclusão dos tambores de Marabaixo em seu desfile, que aborda o enredo “Mestre Sacaca do Encanto Tucuju — O Guardião da Amazônia Negra”. Já a Acadêmicos de Niterói, ao abrir os desfiles de domingo com um tema sobre o presidente Lula, fará uma denúncia contundente da tortura, apresentando personagens inspirados no filme “Ainda estou aqui”, representando a família de Rubens Paiva.
A Imperatriz Leopoldinense aposta em um impacto visual imediato, com uma abertura de desfile repleta de luzes coloridas, especulações indicam até a possibilidade de um breve apagão no Sambódromo durante sua passagem. A comissão de frente da escola explorará a versatilidade do camaleão, tema do enredo “Camaleônico”, em homenagem a Ney Matogrosso, com referências visuais aos Dzi Croquettes, grupo teatral que marcou os anos 1970.
O Salgueiro também investirá em um abre-alas grandioso, com 70 metros de extensão, ocupando todo o Setor 1. Esta alegoria será uma viagem pela trajetória de Rosa Magalhães, tema do enredo, revisitando elementos de carnavais passados de diferentes escolas por onde a renomada carnavalesca atuou.
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A Viradouro também reservou um momento especial para Luma de Oliveira, que, apesar de não estar presente, será homenageada por uma ala composta por 60 mulheres. Elas recriarão a icônica cena em que Luma se ajoelhou diante da bateria, sob o comando do mestre Ciça, em sua despedida como rainha de bateria em 2001. Outra referência histórica será revivida pela escola niteroiense: Ciça subirá em uma alegoria junto aos ritmistas, remetendo a um momento marcante de 2007, quando a Viradouro apresentou o enredo “A Viradouro Vira o Jogo”.
A apresentadora Sabrina Sato, aos 45 anos, roubou a cena no primeiro dia do Carnaval de São Paulo, na última sexta-feira (13). Com um figurino que combinou ousadia e sofisticação, a estrela celebrou o início de sua temporada carnavalesca, exibindo uma silhueta invejável e um look que gerou burburinho.
Para sua estreia na folia paulista, Sabrina apostou em uma criação da renomada grife francesa Schiaparelli. O body escultural, com inspiração élfica e recortes estratégicos, evidenciou as curvas da apresentadora e valorizou a concepção artística do traje. A peça, que mesclou fantasia e elegância, foi um dos destaques da noite.
Complementando o visual impactante, Sabrina exibiu uma peruca elaborada pelo internacional Jean Baptiste, conhecido por suas inovações no universo da hair design. As unhas longas e chamativas também adicionaram um toque excêntrico e marcante ao seu estilo.
A apresentadora demonstrou muita alegria ao interagir com fãs e posar para fotos no Sambódromo do Anhembi, durante a abertura dos desfiles do Grupo Especial. No sábado (14), ela retornará à avenida para seu papel como rainha de bateria da Gaviões da Fiel.
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Preparação Intensa para a Folia
A presença de Sabrina Sato no Carnaval 2026 é fruto de meses de dedicação e disciplina. Sua preparação incluiu uma rotina rigorosa de exercícios físicos e uma alimentação cuidadosamente balanceada. A artista também investiu em tratamentos voltados para o aumento de sua resistência, visando uma performance impecável na avenida.
Essa exigente rotina de treinos permitiu que Sabrina Sato encarasse o desafio de desfilar nas celebrações de Carnaval em duas das principais capitais do país.
A União da Ilha do Governador deu início à sua apresentação na Marquês de Sapucaí sem a presença de sua Rainha de Bateria, Gracyanne Barbosa. A musa fitness chegou atrasada à avenida, precisando se justificar após o imprevisto.