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Proposta de 13º para Bolsa Família avança no Congresso; BPC fica de fora

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O Congresso Nacional está em fase de análise de um projeto de lei que visa instituir um pagamento adicional anual para os beneficiários do programa Bolsa Família. A iniciativa, que tramita na Câmara dos Deputados, busca replicar o modelo do 13º salário já existente para trabalhadores formais, com o objetivo de reforçar o poder de compra das famílias em situação de vulnerabilidade, especialmente no final do ano.

O projeto, identificado como PL 4964/2025, propõe alterações na Lei nº 14.601/2023, que atualmente regulamenta o Bolsa Família. O programa, que atende aproximadamente 18,8 milhões de famílias em todo o Brasil, garante um valor mínimo mensal de R$ 600, acrescido de adicionais variáveis conforme a composição familiar, como a presença de crianças, adolescentes e gestantes.

A ideia por trás da proposta é que o valor extra seja calculado com base na soma total dos benefícios recebidos pela família ao longo do ano, dividido por 12. Dessa forma, o montante pago em dezembro seria proporcional ao que cada núcleo familiar obteve durante os meses anteriores. Os defensores da medida argumentam que o 13º do Bolsa Família seria um instrumento importante para combater a desigualdade social e auxiliar as famílias a arcarem com despesas típicas de fim de ano, como alimentação, contas e custos educacionais para o início do ano letivo seguinte.

É importante ressaltar que a proposta ainda está em estágio inicial de tramitação. Para se tornar lei, o projeto precisa ser aprovado por diversas comissões temáticas na Câmara, incluindo as de Assistência Social, Finanças e Constituição e Justiça, antes de ser votado em plenário. Posteriormente, a matéria precisará ser apreciada e aprovada pelo Senado Federal e, por fim, sancionada pelo Presidente da República.

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Paralelamente à discussão sobre o Bolsa Família, surge uma dúvida frequente sobre a inclusão do Benefício de Prestação Continuada (BPC) na medida. A resposta, contudo, é negativa. O texto do projeto de lei não contempla o BPC, que é destinado a idosos com 65 anos ou mais e a pessoas com deficiência em situação de vulnerabilidade socioeconômica. O BPC, por sua natureza assistencial e por não exigir contribuições prévias ao INSS, diferentemente das aposentadorias, não prevê o pagamento de 13º salário. Essa regra permanece inalterada, mesmo com a tramitação da proposta para o Bolsa Família.

Até o momento, não há qualquer autorização para pagamentos extras. Tanto o Bolsa Família quanto o BPC seguem com suas regras de funcionamento habituais. Caso o projeto de lei seja aprovado e sancionado, o pagamento do 13º salário para beneficiários do Bolsa Família poderia ter início já em dezembro de 2026. Até lá, não haverá alterações práticas nos repasses para os programas.

Proposta de 13º para Bolsa Família avança no Congresso; BPC fica de fora

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Dupla de Páscoa 2940: Sorteio de R$ 40 Milhões Movimenta Loterias Neste Sábado

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A Caixa Econômica Federal realizou na noite deste sábado, 4 de abril, o sorteio do concurso 2940 da Dupla de Páscoa. A loteria especial, que não acumula prêmios, colocou em jogo um montante de R$ 40 milhões para os apostadores sortudos.

O grande prêmio atraiu a atenção de milhares de brasileiros, que depositaram suas esperanças nas dezenas sorteadas. O resultado do concurso foi divulgado após o encerramento das apostas, com a expectativa de um novo milionário(s) no país.

Dupla de Páscoa 2940: Sorteio de R$ 40 Milhões Movimenta Loterias Neste Sábado

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A Revelação Post Mortem: A Fortuna de R$ 80 Milhões e o Irmão Secreto de um Ícone do Rock Brasileiro

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Um capítulo surpreendente e até então desconhecido da história de um dos maiores nomes do rock brasileiro veio à tona, revelando segredos familiares e uma herança milionária dividida. O artista, que completaria 68 anos nesta data, manteve em sigilo por décadas a existência de um irmão, uma revelação que só se tornou pública anos após seu falecimento e que lança nova luz sobre sua trajetória.

A confirmação oficial dessa paternidade tardia e a consequente partilha de bens ocorreram após a morte de João Araújo, pai do músico e renomado produtor musical, em 2013. Ao ser aberto o testamento, a família se deparou com a comprovação legal de um relacionamento extraconjugal do patriarca. O vasto patrimônio acumulado por João Araújo, estimado em R$ 80 milhões, foi objeto de disputa legal, com R$ 20 milhões reservados pela justiça para o filho até então desconhecido do público.

O Artista em Questão

O centro dessa narrativa é Agenor de Miranda Araújo Neto, o inesquecível Cazuza. A notícia sobre o irmão secreto, que havia sido divulgada inicialmente em 2020 pelo jornalista Alessandro Lo-Bianco, da RedeTV!, ganhou novo fôlego com a proximidade da data em que o artista celebraria mais um aniversário.

O irmão, que permaneceu alheio a este universo de fama e riqueza por muitos anos, foi identificado como Carlos Augusto Filgueira Magioli, capitão de fragata da Marinha do Brasil. Tragicamente, Carlos Augusto nunca teve a oportunidade de conhecer Cazuza, visto que o cantor faleceu em 1990, muito antes que a paternidade fosse legalmente reconhecida.

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O Exame de DNA e a Retificação do Testamento

A comprovação da paternidade não foi um evento aleatório. Conforme apurado pelo jornalista em 2020, o próprio João Araújo tomou a iniciativa de esclarecer a situação ainda em vida. Em 2009, ele contatou Carlos Augusto e solicitou a realização de um exame de DNA, com o objetivo de sanar qualquer dúvida sobre o vínculo biológico.

Com o resultado positivo do exame, João Araújo agiu prontamente, atualizando seu testamento para incluir Carlos Augusto como seu filho legítimo. Essa retificação assegurou ao capitão de fragata o direito legal à sua parcela da herança, equivalente a R$ 20 milhões.

A Reação da Família

Lidar com questões familiares complexas e decisões financeiras em contextos delicados exige discrição. No caso da família de Cazuza, a resposta à revelação foi marcada pela reserva. Lucinha Araújo, mãe do cantor e figura ativa na preservação de sua memória através de projetos sociais, optou por não comentar o assunto quando procurada pela imprensa na época da divulgação da notícia. Sua justificativa foi o desejo de “não mexer em feridas” antigas, indicando que a existência de Carlos Augusto não era novidade para o círculo íntimo, mas que a exposição pública do tema era algo que ela preferia evitar.

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SBT: ‘Se Liga, Brasil’ comemora vitórias pontuais em audiência, mas futuro permanece incerto

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À frente do telejornal matinal ‘Se Liga, Brasil’, o jornalista Thiago Gardinali tem encontrado motivos para celebrar pequenas conquistas de audiência na grade do SBT. Apesar de um patamar geral ainda modesto, o programa tem conseguido superar a Record em alguns recortes específicos, ainda que por margens mínimas.

A média de audiência que sustenta essa narrativa gira em torno de 1,6 ponto. Embora esse número isoladamente não represente uma transformação significativa na faixa horária, ele ganha relevância interna por permitir que o SBT figure à frente do ‘Balanço Geral Manhã’, da Record, mesmo que por décimos. É essa ultrapassagem apertada, e não a pontuação em si, que tem sido utilizada como base para um tom de comemoração.

Um exemplo dessa limitação se manifestou em 30 de março, quando o ‘Se Liga, Brasil’ atingiu seu pico de público. Na faixa das 6h às 8h30, o telejornal registrou 2,3 pontos de média e 11,5% de share, com um pico de 3,1 pontos. No entanto, mesmo neste dia considerado o melhor, a terceira colocada somou 2 pontos com seus programas jornalísticos, evidenciando que o SBT não conseguiu estabelecer uma vantagem confortável.

Essa conjuntura explica a cautela com que o desempenho é avaliado. Na prática, o programa comandado por Gardinali não alterou significativamente o cenário histórico da faixa matinal da emissora, mantendo índices próximos aos do antigo ‘SBT Manhã’. Isso sugere que, apesar da troca de formato e de comando, não houve um avanço perceptível na força estrutural do horário.

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O ponto mais delicado para o apresentador reside na possibilidade de o SBT, caso planos se concretizem, lançar em breve uma nova revista eletrônica. Se essa iniciativa avançar, o espaço atualmente ocupado pelo ‘Se Liga, Brasil’ poderá ser reavaliado ou até mesmo reduzido, colocando em xeque a estabilidade do programa.

O cenário, portanto, é um misto de ganho simbólico com um alerta operacional. Gardinali conseguiu construir um discurso de reação ao superar a Record em detalhes de audiência, mas ainda não entregou ao SBT um salto expressivo que possa blindar o programa contra eventuais mudanças na programação.

SBT: 'Se Liga, Brasil' comemora vitórias pontuais em audiência, mas futuro permanece incerto

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